20/09/2025

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL ( 2 tomos )

 

Edição da Universidade de Coimbra e Fundação Calouste Gulbenkian.

1º Volume tomo I ( 1290 - 1536 )

2º Volume tomo II ( 1537 - 1771)

Colaboraram  nestes números diversas pessoas e entidades.

Vol I -  857 pp.  (29 x19,5 cm )   1 250 g

Vol II -   1 153 pp   ( 29 x 19,5 cm )   2 450 g

 

 

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL - I volume (2 tomos)

Ano 1997

Lisboa; Universidade de Coimbra - Fundação Calouste Gulbenkian; In-4º de 2 volumes com 1151(3) páginas; Ilustrado; Encadernado

Obra dividida em dois tomos sendo o primeiro relativo ao período de 1290-1536 e o segundo de 1537-1771. Trabalho de grande interesse para o estudo da história do ensino no nosso país.

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL. 1º volume - Tomo I (1290- 1536)

 

Edição da Universidade de Coimbra e Fundação Calouste Gulbenkian

I Volume -  Tomo I ( 1290 - 1536 )

( ... ) A Fundação Galouste Gulbenkian decidiu subsidiar a publicação, cujo primeiro volume agora se apresenta, em edição conjunta da Reitoria da Universidade de Coimbra e da Fundação. Tal facto obriga a render à Fundação a mais viva homenagem. *

Breve extrato do texto inserido na apresentação da obra assinado por António Ferrer Correia ( Reitor honorário da U.C. ) e Rui Alarcão ( Reitor da U.C. )

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL. 1º Volume. Tomo II. (1537 - 1771)

 

Edição da Universidade de Coimbra e da Fundação Calouste Gulbenkian

1º Volume. Tomo II ( 1537 - 1771) 

Por contrapartida aos tempos medievais, evento fundamental da história universitária portuguesa verifica-se, em 1537, quando D. João III decide encerrar os Estudos de Lisboa e transferir a Universidade para Coimbra, onde ela desde então labora, sintonizando-a com as correntes europeias do pensamento renascentista. ( ... ) *

* Breve extrato do capítulo inicial deste tomo sob o título " A Universidade de Coimbra sob a égide de D. João III " e assinado por Luís A. de Oliveira Ramos

09/09/2025

O DELÍRIO DO CIÚME

 Autor. Miguel Bombarda

Edições facsímile da colecção Médicos Escritores.

 Ano da impressão original. 1896

Ano da impressão fac-similada. 2019

Editora. A Bela e o Monstro.

Dimensões. 12,2 x 19,0 cm x 9 mm 


















Foram muitos os médicos que também se afirmaram enquanto escritores fundamentais no panorama literário português. Médicos Escritores é uma coleção de obras fac-similadas, editada no âmbito das comemorações do 80.º aniversário da Ordem dos Médicos.

Resultado de um modelo de pesquisa clínica avançado para o seu tempo, "O Delírio do Ciúme", de Miguel Bombarda, foi publicado em 1896. Foi escrito na sequência da sua tese "O Delírio das Perseguições".

Nele, Bombarda regressa aos casos de estudo e descreve o delírio sistematizado no ciúme, numa época em que era pouco valorizada a sua especificada e sobretudo aliada ao alcoolismo.

A BARBA EM PORTUGAL

 

 Autor. J. Leite de Vasconcellos

SubTitulo: ESTUDO DE ETNOGRAFIA COMPARATIVA

Edição:  fac-simile do original de 1925

Edição actual -A Bela e o Monstro

Ano de 2019 

O autor dedica a obra ao "preclaro escritor Visconde de Vila - Moura." "...Sei de muitas monografias estrangeiras a respeito da barba, mas por causa da pobreza das bibliotecas portuguesas, poucas pude consultar directamente, e tive de me contentar quasi só de artigos de enciclopedias, embora alguns sejam muito bons, e de noticias dispersas em obras gerais de Etnografia. (...)

05/09/2025

IMPRESSÕES E PAIZAGENS

 Autor. Raul Brandão

Editor: A Bela e o Monstro
Edição fac-simile: Junho de 2018
Editora. A Bela e o Monstro


Nesta primeira obra, publicada aos 23 anos, Raul Brandão evidencia principalmente uma preocupação de "fazer literatura", balizada pelos mestres contemporâneos do realismo. São contos predominantemente localizados no ambiente rural do Norte do País, conduzidos pela descrição pitoresca de tipos e paisagens, de quadros de costumes representativos dessa sociedade. Destacam-se, no entanto, histórias trágicas e macabras, retratos da morbidez e brutalidade humanas expressos com uma violência irresistível e fatal."

 

O primeiro livro de Raul Brandão, Impressões e Paisagens foi o seu início literário.

Tudo neste livro é sensorial e sensual, do calor que exala da terra, aos frutos que pendem das árvores, do mar bravio ao aroma de maresia e do peixe fresco. 

Aqui a paisagem confunde-se com o estado de alma e o que os olhos vêem é o que a alma sente, como um verdadeiro nortenho sabe sentir.

Poder-se-ia dizer que é um livro de viagens que condensa nas suas páginas as impressões de cada lugar por onde passou.

Raul Brandão observa o seu país como quem o sonha, com espanto, melancolia, com amor. Nada lhe escapa a ternura das gentes, o silêncio das ruínas, o rumor do mar.

Não há melhor viagem por Portugal do que esta de mão dada com Raul Brandão

 

"Espero pelo dia - mesmo na cova o espero - em que acabe a exploração do homem pelo homem".

Raul Brandão tinha apenas um grande "sonho" e descreveu-o assim nas suas Memórias, o terceiro volume onde faz o Balanço à vida.

Pede também mais justiça, mais pão e mais reflexão.

150 anos após o seu nascimento, o seu sonho, o seu desejo, continua tão actual como nos séculos passados.

O escritor "assombrado pela ideia da morte" tinha na justiça o seu sonho, fruto da observação da vida dos pobres, espelhando-o em toda a sua obra, tendo-se tornando num grande intérprete da vida íntima e da trágica condição portuguesa: "A vida antiga tinha raízes, talvez a vida futura as venha a ter.

A nossa época é horrível porque já não cremos - e não cremos ainda.

O passado desapareceu, de futuro nem alicerces existem.

E aqui estamos nós sem tecto, entre ruínas à espera".

Uma escrita permanentemente angustiada que pôs em causa as concepções literárias vigentes na altura.

Foi influenciado pelas correntes do Realismo, do Naturalismo, do Simbolismo e do Decadentismo, e por isso mesmo sua obra é considerada excêntrica, onírica, idealista, lírica e influenciou autores tão diversos como Vergílio Ferreira, José Saramago, Maria Gabriela Llansol, José Luís Peixoto ou Rui Nunes.

150 anos depois do seu nascimento, foi lançada a colecção Raul Brandão 150 Anos
.

Ao todo são oito títulos essenciais para compreender o trabalho do autor que são recuperados nas suas edições originais fac-similadas.

Impressões e Paisagens, de 1890, foi a estreia do autor na escrita literária.

Os críticos denegriam esta colectânea de contos como naturalistas.

Sendo uma obra seminal, está ainda longe de espelhar todo o talento do autor mas deixa antever alguns dos temas que viria a abordar e, sobretudo, a forma como conjugou elementos naturalistas, simbolistas e impressionistas.

Raul Brandão dedicou toda a sua vida à escrita e deixou uma obra única no contexto da literatura nacional.

É considerado um dos maiores escritores portugueses, embora pouco lido, tendo ficado ensombrado pela presença de Fernando Pessoa no panorama literário da época.

Uma obra de singular liberdade criativa, para ler e descobrir.

HERMAN o Verdadeiro Artista

 

Autores. António Costa Santos e Herman José


1ª Edição. Outubro de 2011 

 Edição. Guerra e Paz Editores

Biografia escrita por António Costa Santos com a colaboração de Herman, é a segunda biografia a ser lançada no mercado. Uma edição assinada pela Guerra & Paz e com prefácio de Mário Soares cujo lançamento teve lugar em 2011.

O SENHOR "ENTERTAINMENT"

 Herman José ocupa um lugar ímpar no universo artístico nacional. A sua expressão artística resulta da fusão de várias artes: a da escrita humorística, a de autor e intérprete musical, a de músico, a de ator multifacetado e a de contador de estórias.  Será porventura esta mistura explosiva, que faz com que os seus espetáculos se adaptem a todos os extratos socioculturais e que resultem em todos os palcos, dos mais populares ao mais eruditos. Os seus mais de quarenta anos de carreira de imparável atividade, fazem com que o seu repertório seja geracionalmente transversal, tanto em Portugal como na Diáspora, para onde é cada vez mais solicitado.


CONTOS DURIENSES

 

Autor. João de Araújo Correia



Editora: Jornal Público

ISBN: 560222730970314

Nº de Páginas: 242

 Data desta publicação: 2019

Formato: 123 x 190 x 17 mm












Toda a obra de João de Araújo Correia é verídico testemunho, porque toda ela é o resultado de escrupulosa atenção à realidade humana e à realidade telúrica. O autor de Contos Durienses não se deita a fantasiar, no sentido pejorativo deste verbo. Faz, decerto, obra de imaginação, mas a matéria-prima com que a sua imaginação trabalha é colhida in loco e in fragrante. Os contos criados pela sua imaginação respiram verosimilhança, parecem a crespa realidade pela sumária razão de que o autor não se situa perante a realidade – humana ou paisagística, subjectiva ou objectiva -, na atitude do cão de loiça. Muito assimilou, muito viu, muito ouviu, muito sentiu, e por isso mesmo, chegado ao momento de fabular o seu conto, não lhe faltam verídicos materiais para o arquitectar. Não faz cópias, congemina uma realidade verosímil, feita de pedaços de variadas vivências que a memória lhe arquivou. Já alguém chamou à prosa de João de Araújo Correia gostosa e rescendente a pão rústico saído do forno, atrevida e aguda como agulha dos vinhos naturais. E chamou bem. A prosa dele é sempre assim, não só pela bossa temperamental do autor, mas ainda pela sua intimidade com a fala popular, que ele conhece como os dedos das suas próprias mãos. Não embarca em modas. Inclina-se para aquilo que parece ter nascido no signo da perenidade. Tem muito daquele engenheiro que aparece na História de uma criada velha, dos Contos Durienses: odeia a Moda, se for feia. Para ele não há antigo nem moderno – há o bom e o belo.*


Texto - Cruz Malpique
 

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

04/09/2025

800 ANOS DE SAÚDE EM PORTUGAL

 

Autores. David Felismino, Helena Rebelo de Andrade, Germano de Sousa, Fernando de Almeida.

Produção da obra. Raquel Prata de Oliveira

1ª  Edição. Abril de 2017 

 

Catálogo da exposição. Abril de 2017 - Abril de 2018

Museu da Saúde. Lisboa 

(...) Com a exposição 800 anos de Saúde em Portugal, o Museu da Saúde antecipa um resumo do que será o seu programa expositivo, num traçado cronológico da história da saúde no nosso país, desde a fundação da nacionalidade até à actualidade. Deseja-se que, com todos estes desafios, o Museu da Saúde encontre um esteio primacial do seu serviço na democratização da cultura. *

* Texto de Adalberto Campos Fernandes, Ministro da Saúde, inserido no prefácio do livro - catálogo. 

PORTUGAL HOJE, O Medo de Existir

 

Autor - José Gil

Editor - Relógio d'Água

6ª Reimpressão -Março de 2005
EAN 978972708936 ISBN 9789727089369
 Nº Páginas 142
 
 Prémio Literário -Vergílio Ferreira


Portugal, Hoje — O Medo de Existir aborda traços de mentalidade (desde a inveja à dificuldade de «inscrição») que por serem particularmente acentuados no nosso país, entravam o seu desenvolvimento, abertura ao exterior, e, sobretudo, a sua dinâmica interna. E por «dinâmica interna» José Gil entende «um movimento profundo, para além do plano sociológico, que faz mexer as pessoas e as liberta para todo o tipo de procuras, invenções, experimentações nas várias dimensões da vida».
O livro revela que um pensamento criativo e com conceitos próprios se pode exprimir numa linguagem acessível. 

José Gil foi considerado, no número especial do Le Nouvel Observateur, de Dezembro de 2004, como um dos 25 «grandes pensadores» de todo o mundo, ao lado de Richard Rorty, Peter Sloterdijk, Toni Negri e Slavoj Zizek. O autor de Portugal, Hoje nasceu em Moçambique a 15 de Junho de 1939 e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), sob a orientação de François Châtelet.
Colabora com revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas. Foi Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris e ensina actualmente na Universidade Nova de Lisboa. As suas obras estão traduzidas em várias línguas.

 “Quando o luto não vem inscrever no real a perda de um laço afectivo (de uma força), o morto e a morte virão assombrar os vivos sem descanso.”

 Professor universitário, filósofo e ensaísta português nascido em 1939, em Lourenço Marques, Moçambique. Após completar o ensino secundário na capital moçambicana, em 1957 veio estudar para a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde completou o 1º ano do curso de Ciências Matemáticas. Depois de completar este primeiro ano de estudos, mudou-se para Paris onde, em 1968, concluiu a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras de Paris, na Universidade da Sorbonne. No ano seguinte, fez o mestrado em Filosofia, com uma tese sobre a moral de Kant. Em 1982 concluiu o doutoramento d´Etat de Philosophie com a tese Le Corps comme Champ du Pouvoir, editada em livro em 1988.
Entre 1965 e 1973 leccionou Filosofia no Liceu Misto de Pontoise, ao que se seguiram as funções de coordenador do departamento de Psicanálise e Filosofia da Universidade de Paris VIII, a partir de 1974. Paralelamente, exerceu a actividade de tradutor de documentos científicos no Centre for Educational Research and Innovation da O.C.D.E. (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).
Em 1976 José Gil regressou a Portugal, tendo assumido o cargo de adjunto do Secretário de Estado do Ensino Superior e da Investigação Científica no VI Governo Provisório. Foi também bolseiro do governo francês para conclusão de redacção de tese de doutoramento. Em 1981 iniciou funções docentes, como professor auxiliar convidado, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde é actualmente professor catedrático. Leccionou Estética e Filosofia Contemporânea. Paralelamente, deu aulas no Colégio Internacional de Filosofia, de Paris, numa escola em Amesterdão e na Universidade São Paulo, no Brasil. Orientou também vários seminários em Porto Alegre, no Brasil.
José Gil tem um vasto trabalho científico publicado em revistas especializadas e enciclopédias, nacionais e estrangeiras, designadamente Encyclopédie de la Vie Française, Enciclopédia Einaudi, Análise e Cadernos de Subjectividade (S. Paulo, Brasil), destacando-se nas suas preferências a reflexão sobre o corpo. Também publicou alguns trabalhos importantes sobre Fernando Pessoa que se distinguem radicalmente das abordagens tradicionais dos estudos literários. «Gil propõe um novo paradigma dos estudos pessoanos. Mais profundamente, é a uma ligação mais precisa entre o corpo e a escrita poética que se vinculam as suas análises, para além das metáforas habituais sobre "o corpo da escrita" ou "a escrita do corpo". Espantosamente, Gil descobre um Pessoa deleuziano.» (Eduardo Lourenço).
A partir de 1996 passou a dirigir a Colecção de Filosofia da editora Relógio D' Água.
Em 2004 publicou Portugal, Hoje. O Medo de Existir, a sua primeira obra escrita directamente em português, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas. O livro fala do quotidiano de uma forma simples e acessível. Antes disso já tinha publicado diversas obras, sobre temas tão diversos como Salazar, Fernando Pessoa, a Córsega, o corpo ou O Principezinho, de Saint-Exupéry. Em Janeiro de 2005 a conceituada revista francesa Le Nouvel Observateur, num número especial comemorativo do seu 40º aniversário, considerou José Gil como sendo um dos 25 grandes pensadores do mundo.

José Gil

BIPLANOS MÍSTICOS

 

Direcção Geral da obra: - Augusto Soveral

Realização. Editora Planeta DeAgostini, S.A.

Este 1º Volume  engloba um conjunto de nºs publicados em fascículos durante o ano de -2007

 

"Biplanos místicos" refere-se à coleção de modelos de biplanos da editora Planeta deAgostini, que inclui aeronaves históricas e lendárias como o Spad VII, Bristol Bulldog e Nieuport 11-16, disponíveis em escala 1/72 fabricados em metal. Esses modelos foram pensados para colecionadores ou entusiastas, oferecendo cada um deles uma peça totalmente montada e decorada de aeronaves icónicas.

Alguns exemplos: 

 Bristol Bulldog UK (1927)

 Spad VII (França, 1916)

 Nieuport 11-16 (França, 1914 )

 Royal Aircraft Factory SE 5 ( Reino Unido, 1916)


  • Características dos modelos:
    • Escala: 1/72
    • Material: Feitos em metal
    • Montagem: Totalmente montados e decorados, prontos para serem expostos.
    •  
      • Os modelos podem ser encontrados em lojas de brinquedos e colecionáveis, como a Selegna Juguetes.
      •  
      Em resumo, a expressão "biplanos místicos" refere-se a modelos colecionáveis de biplanos históricos da série "Legendary biplanes" da Planeta deAgostini. 
       
  • 03/09/2025

    MALDITOS Histórias de homens e de lobos

     




    Autor. Ricardo J. Rodrigues

    1ª Edição. Dezembro de 2014
    Dimensões -  5 × 130 × 200 mm
    Nº ISBN - 978-989-8662-89-7

    Nas serras mais escondidas de Portugal trava-se um combate de séculos entre lobos e pastores. São dois exércitos acossados, os últimos resistentes dos montes. Este livro fala de dois inimigos, sim, mas também do facto de estarem ambos cercados. Do desaparecimento do mundo rural, da extinção da vida selvagem, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem animais. Este é o relato de uma guerra silenciosa que está a chegar ao fim. E de como os ódios antigos só podem derivar de amores profundos.

    ILHAS DA RIA

     


    Autora
    Maria José Santana
    Maria José Santana
     
    1ª Edição. Setembro de 2021 
     
    Dimensões
    5 × 130 × 200 mm
    Nº ISBN - 978-989-9064-16-4

     

    Situadas na parte central da laguna, as ilhas da Ria de Aveiro já foram terra que deu de tudo (milho, feijão, batatas, melancias, vinho e até sal) e algumas delas até chegaram a ser habitadas.

    Com existência registada desde 1407, as ilhas aveirenses são pequenos pedaços de terra hoje votados ao abandono e dos quais pouco reza a história contada nos livros. Restam as memórias daqueles que protagonizaram ou testemunharam esses tempos idos, em que foram pequenas estâncias de veraneio, para uns, e campos de trabalho árduo, para outros. Este retrato faz-lhes justiça, antes de eventualmente desaparecerem, se não forem travadas a tempo a degradação e a erosão a que estão sujeitas.

    OS POMBOS DA SENHORA ALICE. Envelhecer em Portugal

     

     

     

    Autora
    Ana Catarina André
    Ana Catarina André

     

    1ª Edição. Maio de 2020

    Dimensões
    6 × 130 × 200 mm
    Nº ISBN 978-989-9004-11-5


    Estas histórias retratam um país cada vez mais envelhecido, mas com muitas realidades diferentes. Alice não tem família, nem amigos e alimenta pombos dentro de casa para estar entretida. António encontrou numa república sénior uma solução digna de habitação, Maria de Lurdes domina as redes sociais e é adepta dos programas culturais do centro de dia. Fernanda decidiu vender a casa e ir para um lar para garantir cuidados de saúde.

    Daqui a três décadas, quase metade dos portugueses terão mais de 60 anos. Daí a urgência destas perguntas: Como vivem os nossos idosos? Porque estão tão sozinhos? A cidade é-lhes hostil? E o mundo rural? A família, os lares e os centros de dia tratam bem quem ficou dependente dos cuidados dos outros?

    O MACACO BÊBEDO FOI À ÓPERA

     

     
    Autor
    Afonso Cruz
    Afonso Cruz
     
    1ª Edição. Maio de 2019 
     
     Dimensões
    5 × 130 × 200 mm
    Nº ISBN - 978-989-8943-58-3



    No início… houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo… e estávamos a ir à ópera. A teoria que posiciona o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.

    PORTUGAL EM RUÍNAS

     

     
     
    Autor
    Gastão de Brito e Silva
    Gastão de Brito e Silva
     
     
     
    1ª Edição. Maio de 2014
     
    Dimensões - 9 × 130 × 200 mm
    Nº ISBN - 978-989-8662-47-7



    O nosso país constitui, de há muito, um exemplo tristemente esclarecedor da sanha descontrolada de antipatrimónio. As fases subterrâneas da História portuguesa pululam de ondas de descaracterização, de desleixo e de abandono de parte da sua memória arquitetónica, outrora significativa, que pura e simplesmente é deixada em estado de silenciosa agonia, em nome de uma ideia abastardada de progresso.

    Não só as guerras e as catástrofes naturais, os megassismos e os incêndios, as invasões estrangeiras e as fases de conturbação intestina, os maus restauros e as ondas de iconoclastia, contribuíram para essa perda do património comum, mas também a inconsciência das tutelas, a ambição de especuladores sem escrúpulos, a desmemória de muitas comunidades e a falta de instrumentos legais de preservação e de salvaguarda. Destes pequenos-grandes crimes de lesa-património falam os exemplos aqui reunidos.

    02/09/2025

    CAZA, SÍMBOLO Y EROS

     

    Autor. Joseba Zulaika

    •  
    • Editora ‏ : ‎ Editorial Nerea, S.A.
    • Data da publicação ‏ : ‎ 10 Abril 1992
    • Edição ‏ : ‎
    • Idioma ‏ : ‎ Espanhol
    • Número de páginas ‏ : ‎ 184 páginas
    • ISBN-10 ‏ : ‎ 8486763665
    • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8486763664
    • Peso do livro  ‏ : ‎ 250 gImagem do perfil de Joseba Zulaika

    • Dr. Joseba Zulaika (Ph.D. Princeton 1982) is an anthropologist and Professor Emeritus at the Center for Basque Studies, University of Nevada, Reno. Dr. Zulaika conducted fieldwork and published ethnographies of deep-sea fishermen, farmers, soldiers, terrorists, hunters, and artists. He has published extensively on terrorism and counterterrorism, including Basque Violence: Metaphor and Sacrament; Terror and Taboo: The Follies, Fables and Faces of Terrorism (with William Douglass); Terrorism: The Self-Fulfilling Prophecy, as well as numerous articles on the culture of violence and terrorism.

      Zulaika has also worked on the urban and political renewal of the city of Bilbao; among his publications are: Crónica de una seducción: El museo Guggenheim Bilbao; Guggenheim Bilbao Museoa: Museums, Architecture and City Renewal; Learning from the Bilbao Guggenheim (with Anna Guasch); That Old Bilbao Moon: The Passion and Resurrection of a City. His most recent book is Hellfire from Paradise Ranch: On the Frontlines of Drone Warfare.

    LA CODORNIZ Y OTRAS AVES AFINES

     

    Autor. Joaquin España Payá

    2º Edição. Ano de 1978 

     

     








    Realmente sobram todas as linhas que possam escrever-se em prólogo de uma qualquer obra deste autor. Pessoa muito conhecida no mundo cinegético, que, quando saímos para o campo com uma arma no braço em desfrute do mais nobre dos desportos, conhecemos de sobra a eficácia da sua pena e a profundidade dos seus conhecimentos.

    LA CAZA DE LA PERDIZ

     


    Autor. António Fornes Andrés

    Editorial Hispano Europea-1992 – 2ª edição

    Dimensões do livro -21 x 13.5 – 

    Nº de páginas. 192. ilustrado. br.

    A perdiz vermelha é a rainha da caça menor. Em cada dia atrai mais aficionados nacionais e estrangeiros, e cresce a sua importância desportiva e económica  nesta modalidade de caça. O autor, experiente aficionado com uma vasta experiência cinegética, interrogou-se ao começar a escrever esta obra se deveria dirigir-se ao caçador iniciado - que lerá com gosto tudo quanto se refira a sua modalidade favorita - ou ao neófito - desejoso de conhecer os segredos que lhe permitam colocar no pendural esse troféu invejável que é a perdiz vermelha.

    CAZA MENOR

     

    Autor.José Gibert Buch

    Editorial: Hispano Europea

    ISBN: 9788425506581

    Número de páginas: 504

    Encuadernación: Tapa blanda

    Año de edición: 1983

    Plaza de edición: Barcelona
    Alto: 14.0 cm
    Ancho: 22.0 cm

    (...) após ler com calma Caza Menor sente-se a reconfortante sensação de que percorremos o monte acompanhado por um autêntico desportista e de termos vivido uma singular jornada de caça em pos de todas e cada uma das espécies que compõem o belo reportório da cinegética menor. Também sinto como Azorin, que escreveu que a verdadeira caça é a menor, a saber« a que se pratica sem violências, correrias e fadigas, mas sim serena e sossegadamente entre uma artística reflexão »*

    Texto de: Xavier Trías de Bes Trabal 

    LA CAZA DEL JABALI

     

    Autor. Georges Lanorville

    Título da edição original. Les Chasses au Sanglier 

    • Editora ‏ : ‎ Hispano Europea
    • Data da publicação do exemplar à esquerda na foto: Setembro de 1991‏: O da foto da direita:‎ 30 Junho 1996
    • Idioma ‏ : ‎ Espanhol
    • Número de páginas ‏ : ‎ 192 cada exemplar
    • ISBN-10 ‏ : ‎ 8425506735
    • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8425506734
    • Peso aproximado de cada livro ‏ : 505 g

    Só uma experiência de muitos anos, pode permitir a realização de uma análise tão detalhada e instrutiva, como a que neste livro nos oferece o seu autor, e somente a prática desta modalidade de caça, realizada com a ilusão que o autor lhe dedicou, tornou possível oferecer-nos uma narrativa de leitura tão serena e vivida como a que descreve.

    TRAS LAS HUELLAS DEL GRAN JABALI. El Manco Del Barranco Del Lobo

     

    Autor: Víctor Expósito, 

    1ª Edição Junho de 1993

    Edição do: Grupo Editorial V, Encuadernación: RUSTICA PLASTIFICADA,

     Páginas: 229, 


    . La vida y la muerte, las alegrías y los peligros, las andanzas y las peripecias de un jabalí en los montes extremeños, en los altos de las sierras y en lo profundo de los barrancos. Una obra que nos introduce de lleno en las vivencias de un jabalí que sortea, con dispar fortuna, aguardos y esperas, monterías y batidas, para cumplir su destino, su enfrentamiento con El Milano. 

    Fotos del autor