30/03/2026

BARCA VELHA. HISTÓRIAS DE UM VINHO

 

Autora. Ana Sofia Fonseca

 2ª Edição. Janeiro de 2005

Editora. Publicações Dom Quixote 









Os socalcos encosta acima, o rio lá em baixo, as vinhas a perderem de vista. A terra mágica. Homens e mulheres a suarem na vindima, o mosto a fervilhar na adega. O glamour das vidas dos proprietários, a dureza da sina dos trabalhadores, a alquimia do calendário dos enólogos. Os mistérios das quintas e das caves de Gaia. A saga de D. Antónia Adelaide Ferreira, que se aventurou num mundo para lá do fim do mundo. O génio de Fernando Nicolau de Almeida. Contra tudo e contra todos, o sonho de um tinto de excepção, num tempo em que o país bebia zurrapa e ninguém imaginava o Douro Superior como berço de vinhos de mesa. E as aventuras de hoje - ambições, negócios, novos sonhos.

 Estas são as histórias que fazem a história do Barca Velha. A singularidade do mais conceituado tinto português está tanto nas gentes que lhe dão alma, como nos segredos da sua receita. Surge em colheitas excepcionais - em 65 anos de existência conta apenas dezanove rótulos. É o único tinto que só chega ao mercado depois de uns oito anos a maturar em garrafa. E é o mais disputado nos leilões.  Através de uma pesquisa exaustiva e com a ajuda de muitos testemunhos, a autora Ana Sofia Fonseca leva-nos ao Douro e à intimidade de um vinho com histórias próprias de romance.

NOTAS SOLTAS E NÃO SÓ ...

Autor. Levy Nunes Gomes

Edição. Câmara Municipal de Oeiras. Abril. Ano 2000


 

 

 

 

 

 

Como nota tão prévia quanto possível, julgamos por bem, fazer uma retrospectiva da comunicação escrita há um quarto de século para que cada um possa aquilatar da evolução ocorrida (... ) *

* Breve extrato de  « Orelhas Moucas » inserido na parte inicial da obra

ARQUEOLOGIA ( Cadernos F.A.O.J. )

 

Autor. Seomara da Veiga Ferreira

Cadernos F.A.O.J ( Fundo de apoio aos organismos juvenis )

Data. Outubro de 1985 (  2ª edição revista e aumentada ) 

Edição do F.A.O.J. 






Opúsculo com 42 páginas. Este exemplar corresponde à séria A sendo o nº 2. de um total de cinco.

A Arqueologia é a ciência que estuda o Passado, a vida do Homem no seu quotidiano, os objectos que faz ou utilizou, as suas habitações, as técnicas que inventou, os materiais de construcção, as suas armas, as suas jóias e objectos de adorno, as técnicas de metalurgia e ouriversaria primitivas, tudo aquilo que o rodeou e lhe serviu nessa grande aventura da vida, desde a gruta às grandes cidades, desde o nomadismo primário às grandes etapas da sedentarização e da criação da ordem social, desde a origem do seu pensamento criador às formas de arte. Enfim o Homem na sua origem de habitante da terra até se tornar o ser dotado de espírito criador da escrita, de Cultura, de Civilização. * ( ... )

* Extrato do 1º capítulo Pré -História. ( Paleolítico, Mesolítico e Neolitico ) 

ESTUDO E CLASSIFICAÇÃO DAS ROCHAS POR EXAME MACROSCÓPICO

 

Autor. Joaquim Botelho da Costa

6ª edição. Fundação Calouste Gulbenkian. Novembro de 1985








Este volume é uma recolha das notas que o seu autor organizou com a finalidade de auxiliar o ensino prático de matérias de Petrologia no Instituto Superior de Agronomia, onde foi professor durante muitos anos. Falecido em 1985, Joaquim Botelho da Costa deixou uma importante bibliografia publicada, nomeadamente sobre o estudo dos solos.
Contém bibliografia e índices.


O estudo das rochas é denominado
Petrologia ou Petrografia.
  • Petrologia: É a área da geologia que estuda a origem (génese), ocorrência, estrutura e história das rochas.
  • Petrografia: Foca-se na descrição, classificação e composição mineralógica das rochas.
Ambos os ramos estão inseridos dentro da Geologia

OS POETAS AMIGOS DAS TERRAS

 

Autor. Raul Paulo

1º Edição. Ano de 2013 









Os " Amigos das Terras ", é uma associação informal que foi criada, há 18 anos, para juntar os cascalenses que viviam numa zona de Cascais conhecida por " Terras ". Durante vários  anos, estes jovens conviveram com muita alegria. Mas, para desgosto de todos nós, muitos destes nossos conterrâneos já nos deixaram. É a lei da vida!  (... ) *

* Breve extrato de « Prefácio e Agradecimentos » 

FÁTIMA NUNCA MAIS

.


 

Autor.  Mário de Oliveira. (  Padre )

4ª Edição. Julho de 1999 

Edição. Campo das Letras 

 

 

 

 

 

 

 Sinopse


«Quando, há tempos, aceitei participar num debate promovido pela  SIC e respondi abertamente “Não "  à pergunta “Acredita nas aparições de Fátima?”, foi um escândalo (quase) nacional. Nunca tal se ouvira na televisão, para mais da boca de um padre católico, Infelizmente, o debate abortou pouco depois de ter começado, e quase não me foi possível apontar as razões do meu não. O que terá deixado toda a gente mais ou menos frustrada. E até a pensar menos bem de mim. Mas o impacto da minha resposta foi tal que até o próprio jornalista que conduzia o debate não conseguiu esconder o seu ar de espanto Apressei-me, por isso, a recordar, tanto a ele como a todas as portuguesas e portugueses que, nessa hora, sintonizavam a SIC- e deveriam ser milhões, tal o impacto de debate que, ao contrário do que pensa a maior parte das pessoas, mesmo não católicas, as aparições de Fátima não fazem parte do núcleo da Fé cristã católica o que quer dizer que se pode não acreditar em Fátima e continuar a ser cristão católico romano.»

É mais conhecido por Padre Mário da Lixa. E, como quem faz jus ao nome que se lhe colou ao corpo, decidiu, em Fevereiro de 2004, fixar de novo residência em Macieira da Lixa, freguesia do concelho de Felgueiras onde, antes de Abril de 1974, foi pároco e, nessa qualidade, foi duas vezes preso pela PIDE e outras tantas julgado no Tribunal Plenário do Porto. Porém, neste seu regresso a Macieira da Lixa, já não tem nada a ver com a paróquia. Vive sem qualquer privilégio eclesiástico, numa casinha alugada no lugar da Maçorra, na proximidade física de companheiras e de companheiros cristãos de base, com quem partilha a vida, os bens e a missão de Evangelizar os pobres e os povos. 


Tem mais de vinte livros publicados, todos fecundamente polémicos ao tempo em que foram editados, com destaque para Chicote no Templo (Afrontamento, 1973), Mas à Africa, Senhores, Por que lhes Dais Tantas Dores (Campo das Letras, 1997), Fátima Nunca Mais (Campo das Letras, 1999), Nem Adão e Eva, Nem Pecado Original (Campo das Letras, 2000), Que Fazer com esta Igreja (Campo das Letras, 2001), Em Memória Delas. Livro de mulheres (Campo das Letras, 2002), E Deus disse: do que eu gosto é de política, não de religião (Campo das Letras, 2002), Com Farpas. Mas com Ternura (Ausência, 2003), Ouvistes o Que Foi Dito aos Antigos. Eu, Porém, Digo-vos (Campo das Letras, 2004), Canto(s) nas Margens (Ausência, 2005) e O Outro Evangelho Segundo Jesus Cristo (Campo das Letras

Padre Mário de Oliveira
Padre Mário da Lixa

 

OS PUTOS

 

Altino do Tojal

2º Edição. Janeiro de 1978

Edição - Círculo de Leitores 







Exímio contador de histórias, tal actividade parece resultar de um imperativo que tem dominado a vida de Altino do Tojal e que ele nos revela na comovedora narrativa que abre este livro e a que deu o título de "Que pena!..." A génese do escritor está aí bem definida. É o sonho da tia Emília, distinta professora devotada às letras, que vai fazer do sobrinho o escritor que ela tanto desejava ter na família. A tia Emília, educadora inteligente, sabia chamar a atenção para a beleza das coisas, e a Língua era a primeira dessas coisas. Levou Altino a apreender o significado das palavras e a utilizá-las correctamente. Sob a sua influência tutelar despontava um talento de maravilhoso poder criativo. Mais tarde, adoeceu gravemente e partiu deste mundo, mas o sobrinho estava a caminho de tomar assento entre os maiores escritores portugueses.

A primeira edição de "Sardinhas e Lua" - "Os Putos" surgiu em Outubro de 1964, impressa na Editora Pax, de Braga, com a capa do saudoso artista-fotografo Arcelino e notas do Prof. Óscar Lopes e de Duarte de Montalegre. A mensagem deste livro vem-se renovando ao longo de vinte e cinco anos, mensagem de ternura e encantamento em que o leitor é arrebatado para um estado inefável de adesão ao que lhe é transmitido pela prosa enfeitiçante de Altino do Tojal. Ele prende-nos de verdade à sua arte de contista, atrai-nos, página a página, irresistivelmente, a uma deliciosa estesia.

Egídio Guimarães

Altino do Tojal

Jornalista, tradutor e ficcionista, nascido em 1939, consagrado com a coletânea de contos Os Putos. A novelística de Altino do Tojal mistura recursos que se diriam da literatura infantil como a descrição do quotidiano filtrado por uma perspetiva mágica e fabulosa do universo, com um realismo de intenção social e com evocações memorialistas, numa escrita em que o poético não exclui a ironia ou a notação amarga da realidade.
Faleceu a 15 de julho de 2018.

NOVOS CONTOS DA MONTANHA

 

Autor. Miguel Torga

5ª Edição acrescentada, revista e com um prefácio.

Coimbra. 1967 








  Acrescentado e com bastantes remendos na vestimenta já várias vezes remendada, sai novamente impresso este livro, mais feliz que o seu irmão gémeo Contos da Montanha, desterrado no Brasil. De origem modesta, contra tudo o que era de esperar, a sorte tem-no bafejado. Vai sendo lido e reproduzido, sinais certos de que vive e caminha. Razões ?Talvez a evidência de se não tratar de uma mera celebração literária para iniciados, mas dum sincero esforço de comunhão universal. * (... )

* breve extrato de « Prefácio à quinta edição »  

28/03/2026

AS GRANDES DATAS DO SÉCULO XX

 

Autor. Charles - Olivier Carbonell.  Professor na Universidade Paul- Valéry de Montpellier

Título original. Les Grandes Dates du XX' Siècle

Tradução de Cascais Franco

Ano desta edição - 1988 

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(... ) Assim, esta cronologia é resolutameente universal. Trata-se de uma opção de abertura que acarretou paradoxalmente a necessidade de eliminar os acontecimentos sem alcance e também os não acontecimentos, os fenómenos profundos mas difusos, em face dos quais toda a escolha dependeria do capricho ou do acaso. Conforme se apresenta esta obra n´ão é apenas instrumento de saber. Ela pode sê-lo de reflexão, desde que o leitor se compraza um pouco em ordenar livremente o que o texto lhe oferece. (... ). *

* Breve extrato do texto inserido em « Advertência » 

AS GRANDES DATAS DO SÉCULO XIX. 1789 - 1914

 

Autor. Jean Delorme. Professor honorário na Universidade de Toulouse

Título original. Les Grandes Dates du XIX Siècle

Ano desta edição- 1988  

 

 

 

 

 

 

(...) O benévolo acolhimento reservado pelo público a esta obra na sua forma inicial permite-me esperar que a nova redacção que dela lhe apresento não o decepcionará. cumpria-me, não obstante, à guisa de retribuição, apagar as rugas que o tempo aí sulcara. Deixo ao leitor o cuidado de ajuizar do êxito dos meus esforços. (... ).  *

* Breve extrato da parte final do texto inserido em « Introdução » 

AS GRANDES DATAS DA ANTIGUIDADE. 3100 a. C - 395 d. C

 

Autor. Jean Delorme.* Professor honorário na Universidade de Toulouse -Le mirail. Antigo membro da Escola Francesa de Atenas

Título original. Les Grandes Dates de l' Antiquité

Tradução de: Cascais Franco

Edições Europa - América. Ano de 1988






(... ) A história da Antiguidade é mais compartimentada que a dos tempos modernos ou contemporâneos. Conhecemos melhor os povos mediterrânicos e temos mais afinidades com eles. A parte que lhes é reservada é a mais importante. Esforçámo-nos, todavia, por dar o devido relevo ao Extremo Oriente, pelo menos naquilo em que a sua evolução interessa ao mundo clássico.*

 (... ) * breve extrato do texto inserido no capítulo da « Introdução »

CATARINA DE ARAGÃO

 

Autora. Julia Watson

Título original: Katherine of Aragon

Tradução: Maria Madalena Gomes Ferreira e Vitor Centeno

Presente  Edição - 2ª . Março de 1974 Edições dêagá.  






Catarina de Aragão foi Princesa da Espanha e a primeira rainha consorte de Henrique VIII de Inglaterra, sendo mãe da rainha Maria I. Conversava tanto em seu espanhol nativo, quanto em latim, grego, francês e, mais tarde, inglês.

HAMLET. ser ou não ser, eis a questão ...

 

Autor. William Shakspeare

Colecção " Grandes Obras "

Editora- Europa - América

Ano desta edição em bilíngue -1989 

 

 

 

 

 

 

 

Entre as brumas do castelo de Elsinore desenrola-se a tragédia de um homem contemplativo a quem a vida força à acção.

Dividido entre o desejo de agir e a inércia, separado do mundo não só pelo que sabe mas também por aquilo que pretende saber Hamlet tornou-se, juntamente com Fausto, D. João, Prometeu e muitos outros, uma das figuras mais fascinantes da literatura de todos os tempos. Poeta e dramaturgo inglês nascido em 1564, em Stratford-Upon-Avon, e falecido em 1616. O seu aniversário é comemorado a 23 de abril e sabe-se que foi batizado a 26 de abril de 1564. Stratford-Upon-Avon era então uma próspera cidade mercantil, uma das mais importantes do condado de Warwickshire. O seu pai, John Shakespeare, era um comerciante bem sucedido e membro do conselho municipal. A mãe, Mary Arden, pertencia a uma das mais notáveis famílias de Warwickshire. Shakespeare frequentou o liceu de Stratford, onde os filhos dos comerciantes da região aprendiam Grego e Latim e recebiam uma educação apropriada à classe média a que pertenciam. São conhecidos poucos factos da vida de Shakespeare entre a altura em que deixou o liceu e o seu aparecimento em Londres como ator e dramaturgo por volta de 1599. Em 1582 casou com Anne Hathaway, oito anos mais velha do que ele, e o casal teve três filhos: Suzanna (nascida em 1583), e os gémeos Hamnet e Judith (nascidos em 1585). A primeira referência a Shakespeare como ator e dramaturgo encontra-se em A Groatsworth of Wit (1592), um folheto autobiográfico da autoria do dramaturgo londrino Robert Greene, onde o escritor é acusado de plágio. Nesta altura Shakespeare era já conhecido em Londres, embora não se saiba com exatidão a data do seu aparecimento na capital. Em virtude do encerramento dos teatros londrinos entre 1592-94, Shakespeare compôs nessa época dois poemas narrativos: Venus and Adonis (publicado em 1593) e The Rape of Lucrece (publicado em 1594). No inverno de 1594 integrou a mais importante companhia de teatro isabelina, The Lord Chamberlain's Men, onde permaneceu até ao final da sua carreira. A companhia deveu à popularidade de Shakespeare o seu lugar privilegiado entre as restantes companhias de teatro até ao encerramento dos teatros pelo Parlamento inglês em 1642. Em 1598 foi inaugurado o Globe Theatre, o teatro da companhia a que Shakespeare se associara, construído pelo ator e empresário Richard Burbage no bairro de Southwark, na margem sul do Tamisa. Depois da ascensão ao trono de Jaime I (em 1603) a companhia The Lord Chamberlain's Men passou para a tutela real, e o seu nome foi alterado para The King's Men. A passagem de Shakespeare pelos palcos associa-se a breves desempenhos: Adam na peça As You Like It e o fantasma (Ghost) em Hamlet. Depois de ter comprado algumas propriedades em Strattford, Shakespeare retirou-se para a sua terra natal em 1610, mantendo todavia o contacto com Londres. O Globe Theatre foi destruído pelo fogo no dia 23 de junho de 1613, durante uma representação da peça Henry VIII. Além de uma coleção de sonetos e de alguns poemas épicos, Shakespeare escreveu exclusivamente para o teatro. As suas 37 peças dividem-se geralmente em três categorias: comédias, dramas históricos e tragédias. Entre os dramas históricos, género que primeiro cultivou, destacam-se Richard III (Ricardo III), Richard II (Ricardo II) e Henry IV (Henrique IV). Entre as suas comédias contam-se Love's Labour's Lost, The Comedy of Errors, The Taming of the Shrew, a comédia de intenção séria The Merchant of Venice (O Mercador de Veneza), As You Like It (Como Quiserem) e A Midsummer Night's Dream (Um Sonho de Uma Noite de Verão). A tragédia não é uma forma que pertença exclusivamente a um determinado período na evolução da obra de Shakespeare. Sob influência de Marlowe, a forma de tragédia já se encontrava nas peças que dramatizavam episódios da História inglesa. Em Romeo and Juliet (Romeu e Julieta) e Julius Caesar (Júlio César) Shakespeare combinou a perspetiva histórica com uma interpretação trágica dos conflitos humanos. O período em que Shakespeare escreveu as suas grandes tragédias iniciou-se com Hamlet, escrita entre 1600-1602, a que se seguiram Othelo, Macbeth, King Lear, Anthony and Cleopatra e Coriolanus, todas elas compostas entre 1601 e 1608. Na última fase da carreira de Shakespeare situam-se as peças de tom mais ligeiro: Cymbeline, The Winter's Tale e The Thempest. Parte das obras de Shakespeare foram publicadas durante a vida do autor, por vezes em edições pirateadas, mas só em 1623 apareceu a edição "Fólio", compilada por John Heminges e Henry Condell, dois atores que tinham trabalhado com Shakespeare. No século XVIII as peças foram publicadas por Alexander Pope (em 1725 e 1728) e Samuel Johnson (em 1765), mas só com o Romantismo se compreendeu a profundidade e extensão do génio de Shakespeare. No século XX reforçou-se a tendência para considerar a obra de Shakespeare integrada nos contextos dramáticos que a suscitaram.


VIDAS DE GRANDES CIENTISTAS

 Autores. Henry Thomas, Dana Lee Thomas

 Título original norte - americano. Living Biographies Of Scientists

Tradução de - Maria Eugénia Franco

Livros do Brasil- Lisboa 

Ano da edição. (  desconhecido )

Nº de páginas-300




Indíce

 Arquimedes – Bacon – Copérnico – Galileu – Newton – Lavoisier – Dalton – Humboldt – Faraday – Darwin – Huxley – Agassiz – Mendel – Pasteur – Kelvin – Haeckel – Steinmetz – Madame Curie – Banting – Einstein

LA INTERPRETACION DE LOS SUEÑOS

 

Autor. Sigmund _Freud

Titulo original. Die Traumdeutung

Tradução para castelhano: Luis López Ballesteros y de Torres.

Ano desta edição. 1987 

Obra editada em 3 livros sendo este o nº 2 

 

 

 

 

 A primeira edição de A Interpretação dos Sonhos (Die Traumdeutung) foi publicada em Novembro de 1899. Esta obra inaugurou a teoria da análise do sonho, cuja actividade Freud descrevia como «a estrada real para o conhecimento dos processos mentais do inconsciente»

MANUELA a MARECHALA DO CRIME

 Autor. Artur Varatojo

Edição: Junho de 2003 

 Conselheira dos " Amigos do alheio "

  Uma mulher a comandar a fina flor da gatunagem de um país pode parecer, à primeira vista, uma impertinência de misógino. Tudo muda, porém, de figura quando sabemos quem eram os ladrões mais famosos de Portugal em meados do século XIX e descobrimos a famosa " Marechala do Crime ", uma mulher muito esperta e activa que se viu forçada à " reforma " , depois de cumprir cinco anos de degredo em África, por  " sugestão " do Tribunal de Aveiro, decidiu passar no respeito das circunstâncias a " conselheira " e orientadora técnica dos " amigos do alheio ". O inicio da carreira criminosa desta famosa ladra situa-se por volta de 1860. 

26/03/2026

GAZETA DAS ALDEIAS. Ano de 1915

 

A
Gazeta das Aldeias foi um importante semanário ilustrado português, fundado em 1896, dedicado à propaganda agrícola, apicultura, viticultura e vulgarização de conhecimentos úteis para o meio rural. Dirigida por figuras como Júlio Gama, a publicação focava-se no desenvolvimento técnico e educativo do campo.
Principais características:
  • Foco: Agricultura, técnicas de cultivo, apicultura e temas relacionados com a vida rural portuguesa.
  • Período: Iniciou a publicação em 1889 ou 1896 (existem referências a datas próximas) e manteve-se ativa durante várias décadas no século XX.
  • Formato: Semanário ilustrado (revista/jornal).
  • Objetivo: Divulgação de conhecimentos técnicos e práticos para os agricultores.
A publicação é hoje considerada uma fonte histórica relevante para o estudo da economia, agricultura e da sociedade rural portuguesa do final do século XIX e início do século XX

Gazeta das aldeias : Semanário de propaganda agrícola e vulgarisação de conhecimentos úteis





GAZETA DAS ALDEIAS . Ano de 1916

 

Gazeta das aldeias : semanário de propaganda agricola e vulgarisação de conhecimentos uteis 





 

GAZETA DAS ALDEIAS. Ano de 1918

 

Gazeta das aldeias : semanário de propaganda agricola e vulgarisação de conhecimentos uteis 

 




GAZETA DAS ALDEIAS. Ano de 1919

 

Gazeta das aldeias : semanário de propaganda agricola e vulgarisação de conhecimentos uteis