25/08/2025
DICIONÁRIO DE PORTUGUÊS - ALEMÃO
Cerca de 113 000 entradas e expressões idiomáticas, locuções e exemplos ilustrativos numa edição aumentada com vocábulos de uso corrente, tais como audiolivro, biocombustível, carjacking, ginseng, outlet, parentalidade, tablet ou voucher, terminologia técnica e científica e variantes do Brasil e da África lusófona.
COMPLETO
Cerca de 180 000 traduções, incluindo variantes alemãs da Áustria e da Suíça, informação gramatical diversificada tal como formação de plurais irregulares, preposições e casos usados com os vocábulos, assim como lista de particípios duplos, vocabulário geográfico e numerais e medidas.
INDISPENSÁVEL
Destinada a estudantes, tradutores e profissionais das mais diversas áreas, esta obra é uma valiosa ferramenta de trabalho e um auxiliar de estudo imprescindível para o desempenho académico e profissional com vista ao domínio da língua alemã. Editada pela Porto Editora, especialista em dicionários.
21/05/2025
DICIONÁRIO ILUSTRADO DA LÍNGUA PORTUGUESA
Publicado em 1972, ricamente ilustrado com fotografias em cores, e foi elaborado por Antenor Nascentes e com impresso e publicação pela Bloch Editores S/A, dirigida por Adolpho Bloch, na gestão de Austregésilo de Athayde como presidente da ABL e com consultoria de Josué Montello e de Raimundo Magalhães Júnior.
Nas imagens os volumes correspondentes à 1ª edição.
Estrutura
A edição de 1972 foi organizada em 6 volumes que totalizaram 1720 páginas com medidas de 26cm de largura, 31cm de comprimento e cerca de 3 cm de altura.
19/05/2025
04/07/2024
DICIONÁRIO DO CALÃO
Autor. Albino Lapa
Com um prefácio de Aquilino Ribeiro
1ª Edição. Lisboa 1959
" À memória do meu grande amigo e ilustre jornalista Artur Portela dedica e consagra este tão « desejado » dicionário de calão. O Autor.
Ou, do brilhante prefácio de Aquilino Ribeiro:
“(...)
O calão, a meu ver, começou por ser uma linguagem de defesa do fraco
contra o poderoso, do preso contra o carcereiro e algoz, do conspirador
contra o juiz e o tirano. Que procurasse tornar-se criptográfica o mais
possível, é lógico. Que acabasse por tornar-se parasita, está também na
derivação das coisas humanas.(...)
Mas onde vou eu?! O calão será pois tudo aquilo, linguagem secreta, arbitrária, e parasita. Completamente parasita, não, pois que atende a uma necessidade. MaS tenha-se como irmã enjeitada da saborosa linguagem popular que os senhores filólogos, tal como aquele bom Silvestre Silvério, deixam à porta, por chula, indecente e má figura (...)”. *
Breve extrato do Prefácio
17/03/2024
DICIONÁRIO INFERNAL
Autor. Collin de Plancy
Tradução: Ana Hatherly
Editora: Cavalo de Ferro
Edição. Edição portuguesa

| Collin de Plancy | ||||||||||
| O livro "Dicionário Infernal", de Collin de Plancy, foi pela primeira vez
editado entre nós em 1969 [...], já na altura com tradução e introdução
de Ana Hatherly, que em inteligente prefácio à presente edição recorda
tudo isto, contrapondo a situação que se vivia então em Portugal com a
de hoje. Passando pelo próprio estado de espírito, pelas mentalidades e
pela coragem, pois aceitar fazer a abordagem de um trabalho como este
durante o fascismo podia ser visto como um verdadeiro acto de
sacrilégio. De pura provocação. E no entanto é uma obra belíssima e divertida, que aos olhos de agora corre o risco de parecer até ingénua. Com uma certa inocência assustada, e por isso mesmo fascinada frente ao mal e aos seus elementos mais fantasmagóricos. Milhares de monstros, demónios, espíritos e diabretes, génios, duendes, feiticeiras... Com os quais, ou a partir dos quais, Plancy foi construindo pequeníssimas e inventivas histórias. Tentando sublinhar, analisar, denunciar a superstição. Superstição de que, apesar de toda a tecnologia e dos grandes avanços científicos dos nossos dias, não nos conseguimos livrar por completo. Como diz Ana Hatherly, fenómeno que faz "parte integrante da história das ideias, da história das mentalidades, em suma, de uma antropologia cultural." Tema esse muito querido para Collin de Plancy, que acerca do assunto não se limitou a escrever apenas este livro, deixando uma obra vastíssima na sua abordagem. Constando até ter inundado o mercado a partir de 1818 com um número infindável de títulos sobre o tratamento do insólito, do demoníaco, do negrume das trevas. Assinando-os com diversos pseudónimos. Entre os volumes vindos a lume anteriormente, "Dicionário Infernal " surge como sendo um dos seus trabalhos mais notáveis, a vários níveis. Quer pelo espírito voltairiano que nele se encontra subjacente, cepticismo que lhe vem da defesa das luzes, quer pelo próprio registo literário, na época conhecido por "frenético", e que nesta altura integraríamos numa corrente ligada à escrita do fantástico. Passando alguns dos seus pequenos textos bem perto do imaginário de um García Márquez, de um Borges, ou de uma Isabel Allende do tempo de "A Casa dos Espíritos". Neles, Plancy ainda não acreditava na figura maléfica do Diabo, como acabaria (eu diria, inevitavelmente) por vir a acontecer mais tarde. Usando-a aqui enquanto modo de mostrar até onde pode levar a ignorância. Desmascarando quem lhe cria a imagem atemorizante e a quem isso serve. [...] Entre os muitos prémios de consagração recebidos, destacamos a atribuição em 2003 do prémio internacional Evelyne Encelot. O seu interesse pelas culturas orientais remonta aos primeiros anos da década de 60 quando começou a estudar caligrafia chinesa e a traduzir poesia japonesa. Collin de Plancy possuía um imaginário delirante e riquíssimo, claramente patente em "Dicionário Infernal", por onde perpassam inúmeras e tresloucadas figuras, numa espantosa galeria, inesquecível para quem lê ainda hoje este trabalho de grandes minúcias sobre o nefasto, o fanatismo e o medo. | ||||||||||
| Poeta,
romancista, artista plástica, ensaísta e tradutora, iniciou a sua
carreira literária em 1958. Referenciada a nível poético como um dos nomes mais importantes das vanguardas portuguesas da segunda metade do século XX, o seu trabalho está representado nas mais importantes Antologias e Histórias da Literatura Contemporânea de mais de dez países. Entre os muitos prémios de consagração recebidos, destacamos a atribuição em 2003 do prémio internacional Evelyne Encelot. Entre os muitos prémios de consagração recebidos, destacamos a atribuição em 2003 do prémio internacional Evelyne Encelot. O seu interesse pelas culturas orientais remonta aos primeiros anos da década de 60 quando começou a estudar caligrafia chinesa e a traduzir poesia japonesa. Entre os muitos prémios de consagração recebidos, destacamos a atribuição em 2003 do prémio internacional Evelyne Encelot. | |
07/03/2024
DICIONÁRIO DO CALÃO
Prefácio de Aquilino Ribeiro
1ª Edição. 1959
(...) Estou convencido que o seu trabalho contribuirá para o
enriquecimento da locução, quer em artigo de vozes realistas, quer em
folhas de vocabulário e em colorido, por isso toco o meu rouxinol como
um sinaleiro ao ver-lhe adiantar o calcante.
- Senhores Glossaristas, alto aí ! Passe lá vossemecê !
Amigo velho
Aquilino Ribeiro *
* Extrato do final do Prefácio
07/02/2024
PEQUENO DICIONÁRIO DE AUTORES DE LÍNGUA PORTUGUESA
Fernanda Frazão- Maria Filomena Boavida.
Lisboa, Amigos do Livro, 1983- In. 4º de 418 págs. Enc. do editor.
Ajuda para conhecimento de Escritores e Obras dos mesmos.