Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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02/07/2024

ALTO DOURO IGNOTO

 

Autor. Sant' Anna Dionísio

Porto. Ano desta edição- 1973


Alto Douro Ignoto: uma viagem pelas terras desconhecidas do norte de Portugal 1973

Em 1973, o filósofo português José Augusto Sant'Anna Dionísio publicou sua obra "Alto Douro Ignoto", uma viagem pelas terras desconhecidas do norte de Portugal. Nascido em 1902, Dionísio foi um académico dedicado e estudioso da história e cultura de Portugal.

"Alto Douro Ignoto" oferece uma visão única sobre as terras desconhecidas do norte de Portugal, destacando sua importância para a compreensão da história e cultura do país. Dionísio descreve suas viagens pelo norte de Portugal, incluindo sua relação com as pessoas, sua cultura, e sua influência na história do país.

A obra de Dionísio é uma leitura obrigatória para qualquer pessoa interessada na história e cultura do norte de Portugal. Ele foi elogiado por muitos outros académicos e escritores, como José Saramago e António Lobo Antunes, como um trabalho importante e influente.

Além disso, a obra de Dionísio é uma leitura essencial para aqueles que desejam entender a história e cultura do norte de Portugal e sua relação com o resto do país. Ele ajuda a compreender a complexidade da história e cultura do norte de Portugal e sua importância para a compreensão do país.

21/04/2024

O DOURO

 

 Autor. Manuel Monteiro

 
Edição. Ano de  1998

 Fac-simile da edição de 1911, Emílio Biel & Cª Editores. Apresentação por Gaspar Martins Pereira
Agosto, Edições Livro Branco Lda, 1998- In. 4º de VII-215-I págs. Enc. do editor
Profusamente ilustrado.



Vindima no Douro. Por Manuel Monteiro

Arqueólogo, etnólogo e escritor de altos méritos, Manuel Monteiro conhece Portugal, e os usos, costumes e paisagens da nossa terra, como raros os conhecem. Do seu livro O Douro [1], estudo perfeito dos aspectos e dos recursos dessa região nortenha, extraímos o trecho sobre a vindima, em que descreve e evoca um dos momentos mais característicos da rude azáfama dos trabalhadores do campo.

João de Barros [1881-1960]

Enquanto por armazéns e lagares se ultima a faina de concertos, esfrega e lavagens no vasilhame, as vinhas animam-se de uma alegria vibrante e ruidosa.
Hora fugaz de desanuviamento para essa pobre gente, que, não obstante a amargura contínua da existência, ainda, pelo menos uma vez no ano, sabe rir e cantar!


As ranchadas de mulheres com as notas coloridas dos seus vestuários, agitando-se por entre as cepas à luz clara do sol do equinócio, o transporte dos cestos abarrotados de uvas, as canções em coro que gargalhadas e gritos entrecortam, a palrice entre os dois sexos, no geral, brejeira e de uma fervente volúpia que a atmosfera cálida espicaça e os olhares húmidos denunciam, evocam reminiscências das antigas festas naturalistas parecendo que se repercute ainda o eco báquico dos Evohé!..

.
A vindima propriamente dita, isto é, a separação dos cachos da vide pertence ao mulherio e ainda aos rapazes munidos de uma navalha ou tesoura cortam as uvas e as lançam, depois de escolhidas, nuns pequenos cabazes os quais se despejam em gigos ou altos cestos em vime em tronco de pirâmide quadrangular invertida, que uma vez cheios e indicados por varas enramalhadas, no alto, com parras, à semelhança dos tirsos [2] clássicos, são conduzidos por homens – os carregadores – para os lagares onde são por sua vez esvaziados


. Os feitores vigiam atentamente a escolha para que não haja inadvertência deixando seguir junto, com o fruto bom e perfeito, o afectado, apodrecido ou verde. Cheios os lagares, procede-se à pisa. Esta lida fatigantíssima é feita a pés, como em Roma, na Grécia e no venerável Egipto.
 Os pisadores – calcatores – depois de lavados entram no calcatorium, isto é, no lagar, ou tanque quadrangular ou rectangular de cantaria, onde estão as uvas colhidas.
A primeira pisa – o corte – é a mais exaustiva e realiza-se desde as oito às doze horas nocturnas.
De começo a tarefa corre em silêncio, mas à medida que o esmagamento se completa, espalham-se os eflúvios do mosto rúbido que tinge as pernas dos lagareiros, e estes encetam os descantes acompanhados de uns instrumentos quase ex-históricos e um contentamento, rude e tonitroante, se avoluma e reina no ambiente alumiado pela claridade crua e fixa do acetilena, ou pela luz difusa do petróleo, que põe efeitos surpreendentes nas faces, lambusadas, escandecidas e dignas do pincel de Velasquez.


Depois deste trabalho denominado a meia-noite os lagaceiros saem para prosseguirem na pândega e voltam na manhã seguinte para sova, que dura até ao meio-dia e se repete uma ou mais vezes conforme a condição da colheita e a qualidade do vinho a obter


05/02/2024

FLORA DA REGIÃO DEMARCADA DO DOURO

 

 
 
 
 Autores. António Luís Crespi, Sónia Bernardos e Adriano Sampaio Castro
 
 
 Flora da Região Demarcada do Douro (3 Volumes)

ISBN 9789729001819 

  Editor: João Azevedo Editor 

  Idioma: Português Dimensões: 174 x 229 x 59 mm


 


 

 

 





 

Obra fundamental, incontornável e decisiva para a história da florística  duriense. Um primeiro volume de organografia e análise da conservação, da passo ao segundo volume onde estão recolhidas perto de 1.280 taxa, como representação  da impressionante diversidade florística desta parte do país. Como epílogo a este  pormenorizado trabalho de investigação, o terceiro volume pretende ser uma pequena homenagem a todos aqueles botânicos que foram os protagonistas desta emocionante  aventura científica, e sem os quais não seria possível realizar um trabalho como este.



Volumes acondicionados em caixa-estojo cartonada, ilustrada por Fernando Correia e Nuno  Farinha, com flora alegórica da Região Demarcada do Douro










29/01/2024

DOURO. Revista ilustrada.

 

 

 

 

 

  Suplemento de vários orgãos de comunicação social. Uma pequena revista cujo conteúdo nos leva ao coração vinhateiro do Douro. As suas gentes , as suas quintas, as suas pequenas e grandes histórias.











 INDISPONÍVEL

O DOURO. PRINCIPAES QUINTAS, NAVEGAÇÃO, CULTURAS, PAISA­GENS E COSTUMES

 

 

 

 Autor. Manuel Mauricio

  PRINCIPAES QUINTAS, NAVEGAÇÃO, CULTURAS, PAISA­GENS E COSTUMES.

 Fac-simile da Edição de 1911.

 Emilio Biel & Cª - Editores. 

Apresentação por Gaspar Martins Pereira.

 Edições Livro Branco, Lda. Agosto 1998.

 In-4º gr. de VII-I-IV-215-III págs.

 Livro clássico da bibliografia duriense, ilustrado com um retrato do autor e inúmeras e muito belas estampas fotográficas nas páginas de texto e em folhas à parte, estampas que em boa parte reproduzem aspectos de um rio Douro que a construção das barragens tornou para sempre perdido. Cuidada reprodução da edição original, acrescentada com um texto de apresentação por Gaspar Martins Pereira. Encadernação editorial de capa dura, com sobrecapa de protecção, ambas gravadas a cores e ilustradas com um barco rabelo e um ramo de videira com uvas, conforme a edição original.


 Sob estas linhas observemos o valor comercial da 1ª edição desta obra. 

MONTEIRO (MANUEL) – O DOURO

Principaes quintas, navegação, culturas, paisagens e costumes.

Porto. Emilio Biel & Cª – Editores. MCMXI [1911]. In-4º (22,5×31,5 cm) de  IV-215-I págs. E.

Primeira edição deste clássico da bibliografia duriense, uma edição de luxo impressa sobre papel couché e ilustrado em separado com retrato do autor e belíssimas estampas fotográficas da autoria de Emílio Biel, sem dúvida, o melhor fotógrafo da época.

Encadernação editorial primorosamente gravada a cores e ilustrada com um barco rabelo e um gracioso ramo de videira.

O nosso exemplar está em EXCELENTE CONDIÇÃO o que é muito invulgar acontecer neste livro já que devido à sua beleza era muito folheado ao longo dos anos.

MUITO RARO. EXEMPLAR DE COLECÇÃO.

750,00