Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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26/08/2025

1000 CANÇÕES E ACORDES DE GUITARRA

 

Autor. Joseba Olano

Edição  original -Susaeta Ediciones, SA

Editado em Portugal por: Girassol edições Ldª 

1ª edição. Ano de 2008 

 






Este livro foi pensado para todas as pessoas que gostam de tocar guitarra, mas nunca dominaram o solfejo, talvez por preguiça, talvez por falta de tempo ou ainda porque acharam demasiado complicado. Para os que desejam avançar sem ter que aprender solfejo, este livro será a sua ferramenta ideal. desde o primeiro momento poderá acompanhar com acordes sem-fim de canções actuais que todos conhecemos. (... ) *

* Breve extrato da  " Apresentação " 

11/05/2025

BAILADOS DE ONTEM E DE HOJE ( Guia Do Auditor De Música )

 

Autor. Claude Baignères.

Título original. Petit Guide De L'Auditeur De Musique - Ballets d´Hier et d'Aujoud'hui 

Tradução: Tomaz Ribas

1ª edição portuguesa. Abril de 1965 para a Editora Arcádia

Exemplar valorizado com uma dedicatória rubricada pelo tradutor datada de 13 -08 -1965 -Lisboa.

 

 

«Os bailados de que os nossos leitores encontrarão aqui a análise contribuíram todos de uma maneira importante para a evolução da dança. A maior parte permanece inscrita no repertório das grandes companhias internacionais. O objectivo desta obra não é o de elucidar os baletó- manos acerca dos argumentos e músicas dos bailados que frequentemente têm ocasião de aplaudir? Outros, muito raros, têm provisóriamente abandonado o cartaz quer porque os coreógrafos modernos receiam comparações com as realizações anteriores, quer porque a influência da produção contemporânea tem dirigido uma barreira intransponível contra as reposições dos sucessos doutrora.»

Do Índice:
Época Clássica
Bailados Modernos
Panorama Contemporâneo
Os coreógrafos neo-clássicos
O «Ballet» nos nossos dias
Os novos coreógrafos russos

RAÍZES MUSICAIS DA TERRA DE MIRANDA ( Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso )

 

Autor. Mário Correia / Sons da Terra

Edições - Sons da Terra- Edições e produções Musicais, Ldª.

1ª edição. Fevereiro de 2001

Referência. Inclui um  CD

Mário Correia nasceu na Praia da Granja em 1952. É licenciado em Economia pela Universidade do Porto. Musicólogo e investigador (IELT), fundou e dirige o Centro de Música Tradicional Sons da Terra. Autor de uma vasta bibliografia, dedicou alguns livros ao concelho de Mogadouro.

 1. ORIGENS
A Música e os instrumentos musicais populares portugueses, tais como os conhecemos
hoje, são resultantes de um longo processo em que múltiplos contributos e influências
aconteceram.
Do período anterior à romanização da Península Ibérica, pouco sabemos sobre a música
e dança de Iberos e Celtas, e dos povos que chegavam do Mediterrâneo: Fenícios, Gregos e
Cartagineses, no 1º milénio antes de Cristo.
Estrabão, embora nunca tivesse estado na Península, dá-nos, com base em escritos
anteriores que leu e compilou, a seguinte notícia referente aos Lusitanos (Sasportes, 1970)1 :
"...mesmo bebendo, os homens põe-se a dançar, ora formando coros ao som da
flauta e da trombeta, ora saltando cada um per si, a ver quem salta mais alto e
mais graciosamente cai de joelhos. Na Bastetânia (povos do Sudeste) as
mulheres dançam também, misturadas com os homens, cada uma tendo o seu par
na frente, a quem de vez em quando dá a mão."
A Lusitânia era uma região cheia de contrastes. A fertilidade e a riqueza das suas
costas, celebrada por vários autores, e onde habitavam ricos mercadores e grandes
proprietários constrastava com a improdutividade e pobreza da sua zona interior, povoada por pastores e caçadores. A música devia ser um elemento festivo primordial nos actos da vida pública e privada dos ricos habitantes do costa, embora sejam escassas as referências em textos históricos (Cuesta, 1983)2 .
Diodoro de Sicília fala-nos de um tipo de dança muito rápida dançada pelos Lusitanos
em tempo de paz. Tinham ainda danças e cantos de guerra que faziam antes das batalhas.
Quando da morte de Viriato, os seus soldados fizeram danças guerreiras e cantaram os seus
feitos, o que segundo La Cuesta, nos revela a existência de canções épicas de que apenas
encontramos traços na tradição oral.
É lícito supor que, à semelhança do que acontece com outros povos pastoris, as flautas,
tambores e talvez as gaitas de foles já se tocassem, mas não podemos ir mais longe nas
suposições.
A romanização da Península, posterior às guerras com os Celtiberos e Lusitanos
(154/137 A.C.) respeitou as crenças e o culto dos povos conquistados, dando no entanto lugar ao sincretismo próprio da colonização romana nas suas Províncias. A iconografia mostra-nos diversos instrumentos musicais que pela sua utilização funcional podemos agrupar em instrumentos de culto, da guerra, do trabalho, de cenas mitológicas, de teatro e espectáculo e de dança (Fleischauer, 1964) .
3 - La Cuesta refere que as comunidades judaicas estavam já na Península no período
romano, embora sejam escassos e imprecisos os dados de que dispomos. Já é certa a sua
presença nos primeiros anos do sec.IV, em que o Concílio de Elvira (Granada) toma várias
disposições relativas às relações entre cristãos e judeus.(...) *

 1 SASPORTES, José - História da Dança em Portugal, Lisboa,1970.
2 CUESTA,Ismael Fernandes de la - História de la música española, 1.Desde los origenes
hasta el "Ars Nova", Madrid, 1983.
3 FLEISCHAUER, G.- Etrurien und Rom, Leipzig, 1964.

* Notas sobre a Música e os Instrumentos Musicais Populares Portugueses
(Conferência enviada à comissão organizadora das Jornadas de Música
Lusófona promovidas pelo Coro Polifónico de Almada, nas comemorações do 25º
Aniversário)
Domingos A.R.Morais
Membro do IELT (Instituto de Estudos de Literatura Tradicional) da Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Mais detalhes consultando " Microsoft World - Notassmipp

MUSEU DA MÚSICA - roteiro -

Autor. Instituto Português de Museus. Museu da Música, Lisboa.

Edição: ano de 2002


Museu Nacional da Música

O Museu Nacional da Música possui uma das mais ricas coleções europeias de instrumentos musicais do século XVI ao XXI, representativos de diversas práticas musicais, alguns deles classificados como “tesouros nacionais”. 

A funcionar desde 1994 na estação de metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa, encerrou ao público no dia 1 de outubro de 2023, iniciando-se o processo de mudança para a ala norte do Real Edifício de Mafra. O novo espaço, com previsão de abertura em 2025, permitirá duplicar o número de peças em exposição, de 250 para 500, acolhendo um acervo de mais de um milhar de instrumentos musicais, a par de partituras, fonogramas, iconografia e documentação variada.

Entre os "tesouros nacionais" que integra na sua coleção, destacam-se instrumentos manufaturados em Portugal, como o cravo de Joaquim José Antunes (1758) e os violinos e violoncelos de Joaquim José Galrão. Pelo seu valor e raridade, merecem destaque outros instrumentos, como o cravo de Pascal Taskin construído em 1782 para a corte de D. Luís XVI de França, o piano Boisselot & Fils que Franz Liszt trouxe para Lisboa durante a sua digressão ibérica de 1844-1845, o oboé barroco de Eichentopf, ou um violoncelo de Antonio Stradivari que pertenceu ao rei D. Luís. Entre os espólios preservados destacam-se os do compositor Alfredo Keil, autor da música do atual hino nacional.

O projeto de criação de um Museu Nacional da Música remonta ao início do século XX, quando o musicólogo Michel’angelo Lambertini iniciou uma recolha de instrumentos musicais, partituras e peças iconográficas de diversas proveniências. O projeto de criação de um museu foi retomado e consolidado anos mais tarde pelo Museu Instrumental do Conservatório Nacional. Já na década de 1970, o Museu ver-se-ia obrigado a abandonar o Conservatório, passando por uma fase atribulada na qual o seu acervo seria instalado, sucessivamente, no Palácio Pimenta, na Biblioteca Nacional e no Palácio Nacional de Mafra. Numa iniciativa conjunta de Lisboa 94 — Capital Europeia da Cultura, do Metropolitano de Lisboa e do Instituto Português de Museus, seria assinado um protocolo para o acolhimento temporário do Museu Nacional da Música na estação de metro do Alto dos Moinhos.

MUSA LUSA

 

Autor. Jorge Lima Barreto.

1ª edição. Fevereiro de 1997

No parêntesis e depois de confirmarmos a desterritorialização e o transnacionalismo da nova música improvisada, podemos - apenas pela referência ao passaporte - declinar alguns nomes nacionais, tendo sempre em conta que a capilaridade estilística e o intercâmbio, são apanágio desta arte musical.

Podemos, por ordem cronológica e desde os finais da década de 1960, alinhar algumas figuras relevantes da música portuguesa, artistas com carreiras comprometidas no projecto da improvisação contemporânea; todos foram de certa maneira polinstrumentistas (e.g. sopro, corda, percussão, vocalismo; ou com inclinações electroacústicas, concretistas e, recentemente, informáticas); auto-produtores e engenheiros do seu próprio  som; relacionaram improvisação musical com interacções artísticas e tecnológicas.

Os mais importantes improvisadores portugueses são aqueles que conheceram mais internacionalizações, em  interacções qualitativas e quantitativas e participaram em realizações de decisão e intervenção originais como compositores/intérpretes, mesmo em criações inéditas e consideradas pela História da Música Contemporânea  (e.g. Carlos Zíngaro, violino, arranjo, electronics, computação, primus inter pares; Jorge Lima Barreto, piano, teclados, electronics; Plexus; Anar Band; Carlos Bexegas, flauta, electronics; Telectu; Miguel Azguime, percussão, electronics, computação; Vitor Rua, guitarra, arranjo, computação, electronics; Nuno Rebelo, guitarra, electronics; Rafael Toral, guitarra, electronics, computação; e.a.)

Podemos levantar en passant outras significativas figuras solísticas, grupais, incidências organigramaticais e técnicas: (e.g. Sei Miguel, trompete, arranjo; Zé Oliveira, traps; D.W. Art; António Duarte, electronics; Moeda Noise; Miso Ensemble; Zé Ernesto Rodrigues, viola; Paulo Curado, sopros; Rodrigo Amado, sopros; Luis Desirat, bateria; David Maranha, heterofones; Osso Exótico; Vidya Ensemble; Bruno Pedroso, Marco Franco, bateria; Manuel M. Mota, guitarra, fingerpicking; Rute Praça, violoncelo; Vitriol; João Paulo, piano; Gonçalo Falcão, guitarra; Kromlecs; Tozé Ferreira, Emilio Buchinho, P. Raposo, Carlos Santos, Nuno Tudela, Vítor Joaquim, André Gonçalves, o projecto Granular, acções em electronics, video, interacção, tempo real, live processing, computação e/ou lap top; etc...).

Num caracter idiomático da música popular portuguesa o guitarrista Carlos Paredes é facile princeps da improvisação, à qual se dedicou generosamente.

Soslaiemos algumas discursividades improvisadas por intérpretes classicistas (e.g. João Pedro Oliveira, órgão; António Victorino D´Almeida, piano; Pedro Carneiro, percussão, e.a.); devaneios de conspícua qualidade pop; ou improvisadores parajazzísticos em interlúdios de improvisação total, do solo ao pequeno conjunto, aquando  declinaram momentaneamente a ortodoxia do Jazz, i.e. os que viveram em profundidade a ousadia do discurso sem restrições em situação de registo fonográfico ou em concerto no âmbito da improvisação (e.g. os contrabaixistas Jean Saheb Sarbib, Zé Eduardo, Carlos Barretto, Carlos Bica; os sopradores Rão Kyao, Carlos  Martins, Laurent Filipe; o pianista António Pinho Vargas; a vocalista Maria João; os guitarristas José Peixoto, Paulo C. Martins; os bateristas/ percussionistas Mário Barreiros, A. Salero, José Salgueiro, e.a.).

Houve e há inúmeros textos avulsos sobre a matéria em publicações periódicos, revistas, catálogos, livros; esboça-se um círculo de editoras discográficas dedicadas à especialidade e, organizaram-se festivais ou eventos de grande nível internacional, exclusivamente dedicados à nova improvisação, os quais estimularam esta liberdade estética dos músicos portugueses.

Não devemos descuidar as acções interartísticas constantes do vademecum da improvisação musical - esta seita sempre foi resgatada por outras artes (e.g. dança, teatro, vídeoarte, performarte, cinema, instalação, escultura, ambiências e outras funcionalizações por qualquer motivo cultural; houve poliartistas arroláveis que apostaram como protagonistas de música improvisada); consideremos aqui a categoria do "não-músico" como um assumido estigma futurista (e.g. Ernesto de Sousa, Puzzle, António Palolo, Constança Capdeville, L. Bragança Gil, Projecto /Progestos, António Olaio, Pedro Tudela, José Eduardo da Rocha, Paulo Eno, No Noise Reduction, João Paulo Feliciano, João Fiadeiro, René Bertholo, Adriana Sá, e.a.). Alguns poetas e declamadores líricos e /ou concretistas trabalharam em interacção coma improvisação musical; (e.g. E.M. Melo e Castro, João Perry, Eugénio de Andrade, Artur Bual, Ana Hatherly, e.a.).

De qualquer maneira está criado um círculo artístico de músicos e musicógrafos devotados à improvisação.

Texto: Jorge Lima Barreto- Lisboa, 25 de Abril de 2004 

01/04/2024

AS ALEGRES CANÇÕES DO NORTE

 
Autor. Alberto Pimentel.

Génese das canções
 
«O povo das nossas províncias do norte é, pelas condições da sua mesma existência, resignado, trabalhador e pacifico. Por isso as suas canções são alegres como as dos pássaros : refletem, sobre um nítido fundo tradicional os aspectos luminosos, variados,  da natureza.
 O Minho, a província mais setentrional do país, deve servir-nos de tipo na caracterização psicológica do povo do norte.
 
 Foi n’esta província que primeiro pulsou a alma portuguesa.
 Foi aqui, n’uma nesga de chão desmembrado da Galiza, que se desenrolaram os mais remotos preliminares da nossa independência. É, portanto, aqui, que devemos procurar os vestígios primitivos d’esse espírito de nacionalidade, que depois de nos ter feito livres nos tornou grandes. 
 
Por cima do rio Minho passaram as correntes poéticas do sentimento seguindo o caminho das correntes étnicas, e trazendo um vago perfume d'esse longínquo lirismo provençal, que depois se aristocratizou nos cancioneiros dos trovadores galaico - portugueses. 
 
O povo recebeu a impressão trovadoresca, identificou-se com a essência subjetiva das gaias canções, especialmente com a intenção amorosa dos cantares d’amigo, mas repeliu o metro d’arte maior, porque a versificação nasce espontaneamente do génio rítmico da língua.
Os aspetos da natureza, as condições museológicas, favoreceram a aclimatação de todos os elementos ideais e pitorescos; dir-se-ia que os montes e os vales abriram carinhosamente os braços para acalentar com maternal desvelo as primeiras emoções da alma nacional. 
Quando, batendo as asas, chega a Lisboa uma canção que derrama gorgeios, que vive, palpita e parece bailar no azul, podemos afirmar que ela chega do claro rincão do Minho, como ave de arribação que emigra cantando. 
 
Sempre que passa sobre os muros da capital, essa canção em viagem, vibrante de folia aldeã ou de vigor coreográfico, como por exemplo, … ora vai tu, risca ao lado e a caninha verde, parece trazer consigo e mostrar-nos de longe, voando sempre, um trecho da fugidia paisagem do Minho, aberta em sorrisos, suspensa das suas azas sonoras. 
É um relance de sol que passa e foge; que não chega a penetrar no repertório alfacinha, onde apenas o Fado se entronisou com todo o seu cortejo de soluços e lágrimas. 
 
O povo de Lisboa não se afeiçoa ás canções do norte, que se lhe afiguram vindas de outro país muito diferente; e a Caninha verde, quando dançada no palco pelas actrízes da capital, é um produto exótico, desnaturado, amortecido.
Para compreender e sentir as canções do norte é preciso ir colhê-las na origem. Então, a par dos fatores étnicos, a própria natureza se encarrega de explicá-las. 
A terra é verde e fecunda; produz sorrindo. Paga bem a quem a trabalha. A agua corre saltitante no vale e no monte. Os rios são cristalinos e amenos. 
A vegetação baralha, n’uma prodigalidade magnificente, todas as graduações da verdura. Só Deus podia ser o joalheiro capaz de compor unicamente com a esmeralda um colar de tão diversos tons, substituindo a monotonia pela variedade.
 Aonde não chega a seara nem a vinha, está o pinheiral aveludado, o mato florido. No cimo dos montes, onde o granito toma o lugar do húmus, a aridez da pedra é adoçada pela ermidasinha branca, cheia de luz e de fé. A propriedade, dividida e pequena, não cria invejas nem ódios. 
 
Parece sujeita a um regime de igualdade, que produz este notável facto económico: não haver ricos, nem pobres. Há apenas proprietários remediados. 
 
As grandes herdades do Alentejo, os grandes vinhedos da Extremadura não chegam a ser compreendidos pelo lavrador minhoto, que constantemente ouve cantar o galo no quintal do vizinho. 
Frequentemente sucede encravarem-se umas nas outras as terras de diferentes donos, em retalhinhos, em fracções, n’uma paz octaviana, que só costuma ser perturbada pela disputa sobre a agua de rega. 
 
Estes litígios originam-se na própria promiscuidade das terras, que se confundem e misturam, de modo que se não sabe bem quando a agua é d’este proprietário ou de outro, porque parece ser de todos».
 
 

14/03/2024

HARMONIA & IMPROVISAÇÃO




Autor.
Almir Chediak


3ª Edição
Exemplar com marcas do tempo no exterior das páginas.
Picos de acidez.
Miolo em bom estado



 
  70 músicas harmonizadas e analisadas
Violão. Guitarra. Baixo. Teclado.

 

Nesta obra, o autor procurou abordar as técnicas de improvisação e harmonia funcional em instrumentos como violão, guitarra, baixo e teclado, e analisá-las, aplicando-as em 70 músicas.





INDISPONÍVEL

120 MÚSICAS FAVORITAS PARA PIANO

 

 Autor: Mário Mascarenhas

1ª volume .

16ª edição
Rio de Janeiro ano de 1979


" Ao apresentar o 1º Volume de  " 120 MÚSICAS FAVORITAS PARA PIANO ", após cuidadosas pesquisas e rigorosa escolha das peças, entrego aos pianistas uma obra de grande interesse, como eles sonhavam. ( ... )
   Artistas são os amantes da música que não se satisfazem apenas ouvindo-a, porém, só se realizam plenamente quando as melodias saem dos seus próprios dedos.
  Somente a Música é capaz de traduzir com tanta fidelidade os sentimentos mais sublimes que tanto nos aproximam de Deus !




INDISPONÍVEL

THE MODERN APPROACH TO PIANO STUDY

   




 Autor. Michael Aaron

 Piano Course

Grade One

Fotocópia de um interessante trabalho para estudantes de música.


The Michael Aaron Piano Course Lesson books have been completely re-engraved, expanded (adding more definitions of musical terms and more musical pieces), updated (with modernized artwork), and re-edited (with less emphasis on fingerings and more on note-reading).