Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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19/06/2026

OS GRANDES MISTÉRIOS DA HISTÓRIA

 

Autor. Canal de História

Título original. Los Grandes Misterios de la Historia

 The History Channel -Canal de História e « H » são marcas registadas de A&E Television Networks. Random House Mondadori, S:A: 2008 

Direitos para esta edição em idioma português: Clube de Autor,S.A.

Tradução. Maria Irene Bigotte de Carvalho e Oscar Mascarenhas

5ª edição. Junho, 2012 

O Canal História é o único canal temático de televisão dedicado totalmente à História em Portugal. Só este canal nos permite ficar a par das mais recentes descobertas sobre os acontecimentos históricos que marcaram a História Mundial.  Este primeiro livro com a chancela do canal, o qual  os amantes dos mistérios não podem dispensar, levam -nos numa viagem pelas lendas, segredos e acontecimentos que têm criado controvérsia no universo científico.

CIVILIZAÇÃO.

 

Autor. Kenneth Clark

Título da edição original: Civilisation - A Personal View

Copyright. British Broadcasting Corporation e John Murray, Londres, 1979. Kenneth Clark,1969

1ª Edição brasileira: Novembro de 1980

Livraria Martins Fontes Editora Ltdª, São Paulo - SP -Brasil  

El presente libro tiene su semilla en la serie documental televisiva de extraordinario éxito en la que el eminente profesor, crítico e historiador del arte Kenneth Clark expuso su visión de las grandes corrientes de avance de la conciencia europea y los momentos cruciales de su despliegue, desde la caída del Imperio Romano hasta la época contemporánea. El ensayo analiza los grandes logros de nuestra civilización en arquitectura, escultura y pintura, en filosofía, poesía y música, en ciencia y en ingeniería, a fin de subrayar sus nexos internos y su matriz común. En el prólogo especialmente escrito para esta edición, el autor señala que su propósito no fue escribir una historia del arte - en cuyo caso "España habría desempeñado un papel grande"-, sino esbozar una síntesis del nacimiento y desarrollo del espíritu europeo, en la que las referencias a las obras de arte, como materialización de los valores culturales y de las ideas y creencias de los hombres, resultan de todo punto imprescindibles.

25/05/2026

BIZÂNCIO E EUROPA

 

Autor. Speros Vryonis

Este livro foi publicado originalmente por Thames And H, Hudson - Londres com o título "Byzantium And Europe" 

Copyright by Thames and Hudson, 1967

Edição portuguesa: Editorial Verbo 

Tradução de Tomé Santos Júnior

Revisão científica do dr. António Gonçalves Mattoso.

Nº da edição - 481 


Bizâncio (Império Romano do Oriente) foi o grande guardião da herança clássica europeia. Enquanto a Europa Ocidental colapsava com as invasões germânicas, Constantinopla manteve a civilização greco-romana e a fé cristã vivas por mil anos. O seu legado formativo abrange pilares centrais da identidade europeia: 
  • Direito e Justiça: O imperador Justiniano compilou o Direito Romano no Corpus Juris Civilis, que serve de alicerce para grande parte dos sistemas jurídicos modernos na Europa. 
  • Bastião de Defesa: Funcionou como um escudo, contendo as investidas de persas, árabes e, posteriormente, turcos otomanos contra o continente.
  • Influência Cultural e Religiosa: Através da expansão da Igreja Ortodoxa, Bizâncio moldou profundamente a cultura, a escrita e as instituições de grande parte do Leste Europeu (como a Rússia, Bulgária e Sérvia). 
  • Renascimento: Após a queda de Constantinopla em 1453, a fuga de sábios bizantinos para o Ocidente trouxe textos clássicos gregos originais que impulsionaram o Renascimento europeu

DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO

 

Autor. John Reed

Com uma nota introdutória de V.I. Lénine. Um prefácio de N.K. Krúpskaia e uma introdução john Howard Lawson  

1967 - By International Publishers

Editor. Edições Avante 5ª edição. 

Lisboa. 19 de Julho de 1982 

 

Os Dez Dias que Abalaram o Mundo é uma reportagem sobre os frenéticos dias que se viveram na Rússia em 1917, desde o fim do czarismo, passando pelo governo provisório de Kerenski, até ao triunfo da revolução social bolchevique. Disponibiliza vários documentos - decretos, proclamações, panfletos, etc. -, apresenta vários testemunhos dos soldados na frente de guerra, dá voz ao povo anónimo - soldados, operários e camponeses - e aos mais proeminentes líderes das várias fações e partidos políticos - dos bolcheviques aos conservadores -, assim como relata algumas das mais interessantes e difíceis discussões por que passou o processo revolucionário.

O MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO

 

Autor. C.E.R.M. (Centro de Estudos e de Pesquisas Marxistas)

 1ª Edição. 27 de Fevereiro de 1974

Seara Nova - Lisboa 

Esta recolha de textos, não inclui o trabalho de Ferenc Tokei ( La Pensée. nº 114, Abril de 1964, p p. 7-32 ) que constitui parte de um trabalho mais vasto publicado em França sob o título. " Sur le mode de production asiatique ", Budapeste. Akademial kiado. 1966 

Colecção. Universidade livre. 

Edições Serara Nova. Ano de 1974 


O Modo de Produção Asiático é um sistema socioeconómico da Antiguidade baseado na agricultura irrigada, dependente de grandes obras estatais (sociedades hidráulicas). Caracteriza-se pela ausência de propriedade privada, onde o Estado (controlado por reis teocráticos) é dono das terras e explora a mão de obra de camponeses em regime de servidão coletiva.
 Origem e Sociedades Hidráulicas
O termo foi formulado pelo filósofo Karl Marx para descrever as primeiras civilizações estatais que surgiram nas margens de grandes rios, onde o clima árido exigia controle rigoroso da água. Exemplos notáveis incluem:
  • Egito Antigo: ao longo do Rio Nilo.
  • Mesopotâmia: entre os rios Tigre e Eufrates.
  • Índia: vales dos rios Indo e Ganges.
  • China: bacia do Rio Amarelo.
Estrutura Política e Social
  • Estado Teocrático e Despótico: O poder estava centralizado nas mãos de um líder (como o faraó no Egito) considerado um deus ou representante divino. O governo era absolutista, sem espaço para contestações. 
  • Sociedade Estamental: ( A a palavra “estamento” vem de “estado” ou “status”. Esse conceito descreve geralmente a Idade Média e a organização feudal na Europa) A mobilidade social era inexistente ou muito restrita. A pirâmide social era encabeçada pelo monarca, seguida por nobres, sacerdotes, burocratas (escribas), guerreiros, comerciantes, camponeses e, em menor escala, escravos.
Economia e Trabalho
  • Propriedade Estatal: A terra não pertencia a indivíduos, mas sim ao Estado.
  • Servidão Coletiva: A principal base de trabalho não era a escravidão (como na Grécia ou Roma), mas sim a servidão coletiva. Os camponeses trabalhavam nas terras do Estado e, durante o período de cheia dos rios, eram obrigados a realizar obras públicas (canais, diques e pirâmides).
  • Pagamento de Tributos: Os trabalhadores entregavam parte significativa da sua colheita como forma de imposto, chamado de corveia real. 
 Dinâmica e Redistribuição
Todo o excedente produzido e arrecadado pelo Estado era centralizado e armazenado. Essa reserva servia para manter a burocracia (sacerdotes, exército e funcionários públicos) e garantir a sobrevivência da população durante períodos de seca ou fome. O comércio era fortemente controlado pelo Estado e voltado para a importação de artigos de luxo.

24/05/2026

LES ARTS DÉCORATIFS. Todos os 5 volumes - História completa dos padrões de trajes, design e moda

 

La célèbre collection « Les Arts décoratifs - Le Costume » désigne la grande encyclopédie de référence en 5 volumes écrite par l'historien Jacques Ruppert et publiée par Flammarion. Cette série richement illustrée retrace l'histoire de la mode de l'Antiquité jusqu'à la fin du XIXᵉ siècle, en se concentrant sur la France. 
Les 5 Tomes de la Collection
  • Tome I : Antiquité et Moyen-Âge
  • Tome II : Renaissance et époque Louis XIII
  • Tome III : Époques Louis XIV et Louis XV ( Em Falta )
  • Tome IV : Époques Louis XVI et Directoire
  • Tome V : Consulat, Premier Empire, Louis-Philippe et Napoléon III 
Où consulter ou acheter ces ouvrages ?
  • Bibliothèque : Les ouvrages de référence sont disponibles pour consultation à la Bibliothèque du MAD située à Paris, spécialisée dans le design, le textile et l'histoire de la mode. [1]
  • Achat d'occasion : Vous pouvez trouver les éditions originales ou les rééditions sur des plateformes de livres rares comme AbeBooks ou eBay.
a collection "Les Arts décoratifs - Le Costume" désigne une célèbre série d'ouvrages didactiques écrite par l'historien Jacques Ruppert et publiée par les éditions Flammarion. Cette encyclopédie de référence retrace l'évolution de la mode et de l'habillement, de l'Antiquité jusqu'au XIXe siècle. [1, 2, 3, 4, 5]
L'édition de référence se compose de 5 volumes richement illustrés : [1]
  • Tome I : Antiquité et Moyen-Âge
  • Tome II : Renaissance et Louis XIII
  • Tome III : Louis XIV et Louis XV ( Em Falta )
  • Tome IV : Louis XVI et Directoire
  • Tome V : Consulat, Premier Empire, Louis-Philippe et Napoléon III

CONSULAT - PREMIER EMPIRE LOUIS-PHILIPPE - NAPOLÉON III

 

Autor. Jacques Ruppert. Vice - Président de la Société de L'Histoire du Costume. Professor aux Écoles D'Artes Appliqués.

Flammarion et Cte, Éditeurs 

4º trimestre. 1947 


Luís Filipe e Napoleão III foram os dois últimos monarcas de França, governando de forma consecutiva entre 1830 e 1870. Ambos moldaram a transição da França para a era moderna, mas divergiram profundamente nas suas origens políticas, ideologias e no desfecho dos seus reinados. 
As Dinastias e Ramo Político
  • Luís Filipe I: Rei dos Franceses (1830–1848). Pertencia à Casa de Orléans. Subiu ao trono através da Revolução de Julho, que derrubou a linha conservadora da Casa de Bourbon. O seu governo ficou conhecido como a "Monarquia de Julho" e caracterizou-se pelo liberalismo moderado, beneficiando a alta burguesia.
  • Napoleão III: Presidente (1848–1852) e Imperador dos Franceses (1852–1870). Era sobrinho de Napoleão Bonaparte. Fundou o Segundo Império Francês, apoiando-se numa ideologia de populismo autoritário e nacionalismo, baseada na herança gloriosa do seu tio. 
O Contexto dos Golpes e Quedas
  • A ascensão de Luís Filipe: Foi impulsionado pelo clamor popular e liberal para salvar o país do absolutismo, criando uma monarquia constitucional.
  • A queda de Luís Filipe: Devido à sua recusa em expandir o direito de voto e ao aumento da pobreza, foi deposto pela Revolução de 1848, que instaurou a Segunda República. 
  • A ascensão de Napoleão III: Eleito primeiro presidente da Segunda República. Sem conseguir a reeleição constitucional, realizou um autogolpe em 1851 e restaurou o Império um ano depois.
  • A queda de Napoleão III: O seu império ruiu durante a Guerra Franco-Prussiana, quando foi derrotado e capturado na Batalha de Sedan em 1870, pondo fim à monarquia em França. 
Legado e Modernização
  • Modernização: Durante o reinado de Luís Filipe, a industrialização avançou, com expansão ferroviária e crescimento económico.
  • A França de Napoleão III: O seu reinado transformou Paris, com o redesenho urbano do Barão Haussmann, e modernizou as infraestruturas, o sistema bancário e a expansão colonial frances