Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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04/03/2024

RIBATEJO

 Autor
Maurício Abreu 
Helder Pinho



Ribatejo "Em nenhuma outra província do nosso País se descortina uma simbiose tão perfeita das características gerais - geográficas e antropológicas - de Portugal como no Ribatejo.
Região exclusivamente histórica, cerne de todo o território nacional, nela a Geografia não se apresenta como um espaço homogéneo, perfeitamente delimitado. Aliás, em nove séculos de história, das onze províncias instituídas, só o Algarve se manifesta determinado e intocável.
Mas, é aqui, no Ribatejo, que a centralidade geográfica nacional, pelo corpo de um rio - o Tejo - vai permitir aglutinar num só país natal, espaços territoriais tão distintos como díspares, a Norte e a Sul de Portugal."


Helder Pinho

"O touro, o cavalo e o campino são «o produto específico da terra ribatejana», e «na articulação dos três lados do triângulo - campino, cavalo e touro -, conjugam-se as últimas forças viris que restam a Portugal dos tempos livres da Criação, das eras selvagens e testiculares que a civilização castrou." 
 
Miguel Torga
 

CONTOS DO RIBATEJO

 


Autor. José Amaro

2ª Edição ano de 1973

Índice


O Segundo Beijo da Rosalinda
O Zé Carrapato
O Santo de Barro
O Último dia do Lobo em Salvaterra
Cancioneiro Almeirante
O Dia dos Fenómenos
Da Serra à Planicie
A Visita
Piação de Charales
No Olival da Folha
Florêncio, Floripes e Florinda
O Milagre da Cabaça


' Médico em Lisboa, grande amigo de Almeirim e das suas gentes, José Amaro [de Almeida] dedicou parte da sua vida à escrita, sobretudo contando histórias, quase todas verdadeiras e passadas no Ribatejo [terra de origem de sua mãe]. Este livro é dedicado a sua mãe e é Ilustrado por Artur Real. Em reconhecimento à sua personalidade, Almeirim dedicou-lhe uma das suas ruas.`*

* Site "Autor  AL











LEZÍRIAS E CHEIAS DO TEJO

 



Autor. Norberto Pedroso

Nota. Plaquete de 15 páginas
Ano de edição. 1941


  Conferência feita na Associação Central de Agricultura, em 17 de Fevereiro de 1941

" Pouco ou nada podemos contar com o revestimento florestal da bacia hidrográfica do Tejo, para obter a diminuição dos nateiros arrastados pelas cheias, porque:
   1º é sempre difícil fazer revestimento florestal em terrenos tão montanhosos como são os desta bacia.
  2º porque 58.000 quilómetros quadrados desta bacia estão em Espanha, e em Portugal apenas 28.000

Portanto, e provavelmente, as cheias do Tejo arrastarão sempre cerca de 100.000 metros cúbicos de nateiros por ano. *


* Extrato do inicio do livrinho 

2 exemplares
Um deles autografado pelo autor.


PEDAÇOS deste RIBATEJO

 

 Autor. Álvaro Valente

1º Edição. Montijo
 25 / 08 / 1948 

282 páginas.



Índice.

Algumas palavras.
As toiradas neste Ribatejo
Uma toirada trágica
Dois heróis e mártires
O amor e a charneca
A ermida de Santo António de Mora
Paisagens ribatejanas  - Aguarelas
Memórias dum caçador
In finis


" Eu sei que os caçadores são de apetite para a léria. (... )
   Os do Ribatejo são exactamente como os do norte e os do sul e os de toda a parte.
Quando se juntam três ou quatro em doce colóquio de recordações, naqueles cubículos de reunião onde o hábito os leva, vai tamanho florilégio retórico, salpicado de façanhas assombrosas que o sinédrio escutador os proclama heróis do chumbo e da pólvora !

   No fundo e na essência, porém, são todos boas pessoas. (... )
*

Extrato de  uma passagem de " Memórias dum caçador " sito na pág 259 




Desenvolvida monografia sobre a região do Ribatejo, abordando as memórias do autor sobre as toiradas, as paisagens, a caça e outros assuntos ligados à região.

DAQUI... FALA RIBATEJO

 


 Autor: Álvaro Valente

  1ª Edição ano de 1942
Nota. o presente volume apresenta uma dedicatória autografada.

 

Alma que não alberga a GRATIDÃO é uma flor seca, sem graça e sem perfume.
  Eu nunca esqueço o mal e o bem que me fazem; e assim, recordo a toda a hora o momento em que me acolhi neste cantinho português, a forma como fui recebido e os meus, as gentilezas com que sempre nos trataram os seus habitantes.
   Em nome, pois, dessa
GRATIDÃO, ofereço ao povo deste Ribatejo, - e nomeadamente ao de Montijo - o meu modesto trabalho.
O Autor.