21/04/2026

A VIDA PRIVADA DAS ELITES DO ESTADO NOVO

 

Autora. Conceição Queiroz.

1ª Edição. Abril de 2016

Edição de : 20/20 Editora 

 

Esta é uma obra fundamental, que revela a ostentação e a celebração vividas no regime autoritário do Estado Novo.
Com o final da Segunda Guerra Mundial, Portugal conheceu um crescimento económico invulgar, contexto no qual se potenciou o poder e a riqueza dos mais influentes grupos económico-financeiros da ditadura, protegidos pelo regime salazarista. Nesses anos, era luxuosa, mas discreta, a vida dos membros das elites. Preservava-se a tradição familiar e investia-se fortemente na educação, num contraste evidente em relação às condições de vida da esmagadora maioria da população. Apesar das transformações sociais geradas pelo 25 de abril, estas famílias mantêm hoje a sua influência económica e política, sendo ainda das mais ricas do país.


Com recurso a depoimentos inéditos, Conceição Queiroz, jornalista premiada e pivot dos noticiários da TVI24, desmonta neste livro os sentidos das principais práticas sociais que unem os elementos das elites portuguesas no período de 1945-1968. São exemplos as idas ao Teatro Nacional de São Carlos para a ópera e para o ballet, as caçadas, o hipismo, o golfe e o ténis, os passeios de iate, as idas à neve, os encontros no Hotel Ritz, na Parada de Cascais e no Turf Club, as viagens intercontinentais ou as sofisticadas festas.
Com base na investigação que realizou para a sua tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea, a autora revela como as festas das elites eram meros pretextos para que «as grandes famílias» pudessem circular pelos mesmos espaços e a manter interesses em comum, que passavam de geração, em plena ditadura.

PROIBIDO !

 

Autor. António Costa Santos

3ª Edição. Agosto de 2007

Edição de: Guerra e Paz Editores S.A. 

Com algum humor à mistura, este livro aborda várias das proibições do tempo da ditadura. Lendo o livro no século XXI, não podemos deixar de pensar no que iria na cabeça das pessoas que criaram algumas destas leis, no mínimo ridículas... Um bom exemplo que nos faz dar valor à liberdade que hoje vivemos.

DICIONÁRIO DE AGOUROS E SUPERSTIÇÕES

 

Autora. Philippa Waring.

Título original. A Dictionary of Omens and Superstitions. 

By Philippa Waring. 1978 

Tradução de Eduardo Saló 

 

 

Os agouros e as superstições têm, desde sempre, acompanhado a humanidade, pois eles resultam do esforço dos homens para apaziguar os seus medos...São os exorcismos naturais de quem receia o futuro. Apesar de ancestrais, estes comportamentos continuam presentes no nosso dia-a-dia, sendo importante conhecê-los e descodificá-los.

O leitor, quer seja um fervoroso adepto das crenças populares quer seja um simples curioso, irá encontrar nesta obra a descrição de cerca de quinhentos agouros e superstições, o que faz da mesma um dos mais completos e interessantes trabalhos sobre o tema.

D. AMÉLIA

 

Autora. Isabel Stilwell

8ª Edição. Junho de 2010

Editora. A Esfera dos Livros 

 

Última Rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.

TERRA FRIA

 

Autor. Ferreira de Castro

3ª Edição 

Publicado originalmente em 1934, Terra Fria suscita, desde logo, o entusiasmo da crítica («não se pode duvidar, cremos bem sinceramente, de que muitos portugueses o hão-de ler amanhã, e depois, e depois…»), vindo a ocupar um dos lugares cimeiros do universo ficcional de Ferreira de Castro e na literatura portuguesa do século xx. 

Tragédia da vida rural passada nas Terras do Barroso, este é dos romances intemporais de Ferreira de Castro e um marco na literatura portuguesa do século xx.

O enredo, que concilia o realismo da descrição das «gentes que vivem entre cadeias de montanhas (...) página viva da antropologia» com o tom da tragédia, localiza-se em Terras do Barroso, Trás-os-Montes. Na pequena aldeia de Padornelos, Leonardo procura com o pobre sustento do seu trabalho de jornaleiro, e sobretudo com o contrabando, prover a si e à sua família, enquanto sonha em se estabelecer por conta própria com uma venda. A ambição de uma vida independente parece-lhe finalmente poder concretizar-se com a chegada à aldeia de um homem há muito emigrado nos Estados Unidos. Porém, o «americano» rico e influente «se com uma mão lhe dá alguma coisa com a outra tudo tira, inclusive a paz e a mulher».

A TEMPESTADE

 

Autor. Ferreira de Castro

3ª edição 


Albano, funcionário bancário, viúvo e com uma filha pequena, apaixona-se por Cecília e, apesar das diferenças de classe que existem entre os dois, casam. a suspeita de infidelidade, porém, evidenciará o seu verdadeiro carácter.

O ciúme, a irracionalidade e um sentido de honra distorcido, precipitarão os acontecimentos à medida que Albano procura justificar os seus actos.

 

Elogiado de imediato pela crítica como «empolgante romance psicológico», que conjuga «dramatismo equilibrado, concisão, rigor descritivo e aquele sentido trágico da vida, sem excluir a ironia e o sarcasmo», em a Tempestade, Ferreira de Castro transita com mestria das grandes paisagens de a Selva ou Terra Fria para a dimensão fechada do espaço doméstico citadino, denunciando, com «compreensão humanista», as suas fragilidades psicológicas e, sobretudo, a desolada condição da mulher e o mesquinho espartilho moral que a sociedade lhe impõe.

O INSTINTO SUPREMO

 

Autor. Ferreira de Castro.

3ª Edição. Ano de 1968

Guimarães Editores 

«Eram novos, magros e descascados, um ao lado do outro, os dois mastros. Unia-os, ao meio, uma tira de pano branco, com grandes letras negras, onde se lia: Morrer se necessário for; matar, nunca!»

Curt Nimuendajú, etnólogo alemão naturalizado brasileiro, prepara-se para liderar uma missão cujo objetivo é pacificar os índios parintintins no interior da selva amazónica. A missão, orientada pela visão de Cândido Rondon, marechal e explorador sertanejo, republicano e abolicionista, segue o lema deste: Morrer se necessário for; matar, nunca!.

Os homens, enviados pelo Serviço de Proteção aos Índios, são obrigados a fazer uma jura antes de partirem: aconteça o que acontecer, nunca tirarão a vida de um índio. Ao longo do caminho, terão de enfrentar todo o tipo de desafios: a selva é impiedosa, os índios hostis e, talvez o mais difícil, deverão contrariar o seu próprio instinto de sobrevivência perante uma ameaça que não podem combater.

Último livro publicado por Ferreira de Castro, O Instinto Supremo constitui um regresso do autor à Amazónia, cenário do seu livro-monumento A Selva. Ganha, com o tempo, estatuto de clássico e, a forma como a crueza do processo de pacificação dos índios convive nas suas páginas com o virtuosismo das descrições da floresta, torna-o um livro necessário e único.

17/04/2026

MAIS BASTIDORES DE HOLLYWOOD

 

Autor. Mário Augusto.

2ª Edição. Novembro de 2006

Edição. Prime Books Ldª. 

(... ) Para uma verdadeira estrela, os sonhos são aquilo em que se acredita, e os medos são simples desafios. A mais autêntica de entre todas as estrelas é a que toca os outros com o seu encanto, é a que ajuda e partilha, é a estrela da humildade  e do trabalho, é a estrela do respeito e da dedicação, é a que sonha e faz sonhar. Mas é, sobretudo, aquela que tem a coragem de tentar conquistar o impossível e que não desiste de lutar todos os dias para que o seu brilho seja eterno. (...) *

* Breve extrato do texto inserido na parte inicial da obra ( pág 10 ) assinado pelo autor da mesma. 

CRIMES IMPERFEITOS

 

Autor. Álvaro Guerra.

Edições de « O Jornal » Ano desta edição. 1990 

Crimes Imperfeitos

David Castro, figura central de ‘Café Central’ e ‘Café 25 de Abril’ regressa neste romance, de qualquer modo totalmente autónomo daquela trilogia, grande fresco da vida portuguesa desde o início da I Guerra Mundial até ao pós-25 de Abril. Em ‘Crimes Imperfeitos’, viragem e ponto muito alto da obra do escritor, a acção – actual, intensa, às vezes até trepidante – passa de Vila Velha para as metrópoles de várias latitudes, reflectindo uma peculiar visão de um mundo em que avultam as ruínas da utopia.

Biografia
Álvaro Manuel Soares Guerra (Vila Franca de Xira, 19 de outubro de 1936 — Vila Franca de Xira, 18 de abril de 2002) foi um jornalista, diplomata e um importante escritor português do século XX.

Formado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; foi fundador do jornal ‘A Luta’ e embaixador de Portugal em Estocolmo.
Combateu na Guerra do Ultramar, mais propriamente na Guiné-Bissau, entre 1961 e 1963. Desde cedo se manifestou contra o salazarismo e contra a guerra colonial (gabava-se de ter sido dos primeiros autores a escrever sobre esta guerra). Após um ferimento, regressou a Portugal tendo logo em 1964 rumado a França, para estudar publicidade na École des Hautes Études da Sorbonne, onde permaneceu até 1969, evitando as perseguições da PIDE. Regressado ao seu país, ligou-se ao jornalismo tendo colaborado no ‘República’ e em particular no Jornal do Caso República existente entre Maio e Julho de 1975, tendo também participado na fundação de ‘A Luta’, sempre numa perspectiva oposicionista.

Esta sua atividade jornalistica levá-lo-ia, após o 25 de Abril, à Direção de Informação da RTP. Foi conselheiro do Presidente da República António Ramalho Eanes no primeiro mandato deste, tendo depois abraçado a carreira diplomática, que o levaria à antiga Jugoslávia, Índia, Zaire, Estrasburgo e Suécia.

A 18 de março de 1980, foi agraciado com o grau de Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, a 7 de fevereiro de 1985 com o grau de Grã-Cruz da Ordem do Mérito e a 1 de outubro de 1985 com o grau de Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.

Viria a falecer a 18 de abril de 2002, vítima de complicações cardíacas.

Ao longo da sua vida permaneceu sempre muito ligado à sua terra natal e ao elemento cultural que mais a caracteriza, a tauromaquia. A este propósito, afirmou no Congresso Mundial de Cidades Taurinas, realizado em Vila Franca de Xira em 2001, que «A escrita é um desafio, tal como a tourada. Gostaria de fazer da minha vida uma tauromaquia».

Foi um dos fundadores do PS, em abril de 1973, tendo-se afastado daquele partido, embora se tenha sempre mantido nu sua esfera político-ideológica.

Álvaro Guerra (1936-2002) nasceu em Vila Franca de Xira em 1936. Escritor, jornalista e diplomata é um dos grandes nomes da literatura portuguesa contemporânea. Foi embaixador na Jugoslávia, Zaire, Índia, Suécia e no Conselho da Europa, em Estrasburgo. Trabalhou na renovação do jornal República, dirigido por Raul Rêgo e Vítor Direito, acompanhando-os depois no jornal A Luta. Em finais de 1974 foi director de informação da RTP. Da sua obra vasta destacam-se: Os Mastins, 1967; Café República, 1982; Café Central, 1984; Café 25 de Abril, 1984; Crimes Imperfeitos, 1990; Razões do Coração, 1991; Crónicas Jugoslavas, 1996, Grande Prémio de Crónica da Associação Portuguesa de Escritores, em 1997; e Nos Jardins das Paixões Extintas, 2002.

FÁTIMA DESMASCARADA

 

Autor. João Ilharco

Opúsculo editado pelo autor em Coimbra no ano de 1972.

 

( ... ) « Fátima  Desmascarada » não encontrou - que eu saiba  - um único critico na classe sacerdotal. Apareceram, sim, uns tantos fundibulários, que sem  aquela compostura de maneiras, que deveria ser apanágio da classe eclesiástica, em vez de rebaterem afirmações gravíssimas, preferiram alvejar-me com pedradas, com fúrias de arruaceiros. A esses fundibulários e ao público que fez das duas primeiras edições de « Fátima Desmascarada » um excepcional « best - seller » no acanhado mercado livreiro português, tenho que dizer alguma coisa mais. Esta é a razão da vinda a lume deste opúsculo. ( ... ) *

* breve extrato da nota inicial da obra sob o título " Introdução Necessária " 

 João Ilharco (Coimbra, :1823 — :1921) foi um republicano, proprietário de uma escola primária e professor, interessou-se pelo caso de Fátima, pois estava convicto de que tinha sido «obra de um pequeno grupo de eclesiásticos, inteligentes e ousados, que tinham contra o regime republicano, implantado em 1910, grandes ressentimentos. Escreveu Fátima desmascarada, livro polémico lançado em 1971, a partir de cuja publicação iniciou uma discussão acesa entre o autor e alguns críticos da sua ousada iniciativa. Posteriormente ( 1972 ) fez editar mais um polémico opúsculo cuja imagem aqui se apresenta.

COLONIZAÇÃO ( Contribuição para o seu estudo em Moçambique )

 

Autor. Rodrigues Júnior.

1ª edição. Ano de 1959

Edição de : África Editora. Lourenço Marques. Ano de 1959

Prefácio de Luis Forjaz Trigueiros 

Colonizar, é valorizar a terra que está vazia - os grandes espaços sem gente, sem enxadas e sem sementes. É dar a essa gente, que a há-de ocupar e não tem pão, ou o tem escasso, abundância da sua mesa, alegria do seu lar. Saúde do corpo que torna a criatura sã; saúde do espírito, que põe o coração e a alma em festa. Colonizar é, também, dar à terra os elementos de que carece para ser terra: o músculo do homem, com a sua enxada de aço polido, para lhe fazer saltar os torrões. ( ... ) *

* Breve extrato de " Considerações " texto inserido na parte inicial da obra. 

16/04/2026

LA BECADA Historia natural interpretada

 

Autor. Florentino Braña.

1ª Edição. Ano de 2024

Edição da Universidade de Oviedo 




Este libro pretende ofrecer una síntesis general sobre la historia natural de la becada. Partiendo de ese enfoque y de esos límites, el autor ha compuesto un libro asequible que puede ser de utilidad para quienes se inicien en el estudio de la becada, ya sean científicos, gestores de los recursos naturales, naturalistas o cazadores. Con el propósito de hacer el texto accesible a los no especialistas, se ha intentado evitar el exceso de datos numéricos o de presentaciones gráficas de esos datos, limitando el uso de jerga especializada, aun a riesgo de incurrir en alguna imprecisión. Sin embargo, no se ha querido prescindir de un buen sistema de referencia y se ha intentado dar cuenta de las publicaciones más importantes referidas a la bionomía y gestión de la becada, al menos de aquellas que han sido un apoyo fundamental para sustentar las diversas propuestas o interpretaciones contenidas en este libro.

GUERRA E POLÍTICA em nome da verdade os anos decisivos

 

Autor. Kaúlza de Arriaga ( General )

1ª Edição. Ano de 1987

Edições Referendo 

O facto era que, na década de 60 e no começo dos anos 70, Portugal prosseguia, com crescente decisão e ímpeto, no caminho certo. E o facto era também que o Ultramar Português, pelo menos nas suas parcelas principais, se situava, já, na vanguarda de muitos, se não de quase todos, os territórios e países africanos, e até de grande parte dos do Terceiro Mundo. *

* Extrato do texto inserido na pág: 26 da obra 

A INQUISIÇÃO EM CASCAIS. 1541 - 1798

 

Autor. Francisco Carvalho Rosado

Edição: Câmara Municipal de Cascais Departamento de Arquivos, Bibliotecas e Património Histórico.

1ª Edição. ano de 2022 

O livro "A Inquisição em Cascais: 1541-1798", da autoria de Francisco Carvalho Rosado e editado pela Câmara Municipal de Cascais em 2022, analisa a atuação do Santo Ofício no concelho. A obra, com 134 páginas, investiga 53 processos locais, abordando a repressão contra cristãos-novos e outros comportamentos desviantes num contexto social e religioso *

* Texto obtido na referência à obra por I.A. 

OITO SÉCULOS DE PORTUGAL NA CULTURA EUROPEIA

 

Autora. Ana Maria Homem de Mello

1ª Edição. Ano de 1992

Edição da Sociedade Histórica da Independência de Portugal 

Quando se olha o mapa da Europa, de imediato salta à vista a singular localização de Portugal: no seu extremo oeste, bem avançado e coroando, face ao Oceano, uma vasta península que quase toca a África. Pela sua nitidez, esta imagem de geografia física impressiona de tal maneira que passa a ser o alicerce único de todos os raciocínios e considerações sobre o lugar, a presença e o papel dos portugueses na história do Velho Continente. ( ... ) *

* Breve extrato do " Prefácio " 

CECÍLIA SUPICO PINTO o rosto do Movimento Nacional Feminino

 

Autora. Sílvia Espírito Santo

1ª Edição. Janeiro de 2008

Edição de A Esfera dos Livros 

(...) O seu sentido de Pátria fê-la vestir um camuflado, dormir em tendas de campanha e embrenhar-se nos matos de África no cumprimento do que considerou ser uma « missão » - a sua missão. Um conceito que para ela, como para a generalidade dos que o praticam, remete para a entyrega total a uma causa, a valorização do seu significado e nunca as agruras da tarefa. (... ) *

* Breve extrato da " Introdução " 

D. URRACA

 

Autora. Amalia Gómez

Título original: Urraca - Zeñora de Zamora. Ano de 2017

Tradução de Lídia Geer

Bertrand Editora. Lisboa 2008 

Num momento crucial da história espanhola, brilhou com luz própria a figura apaixonante de D. Urraca, irmã de Afonso VI e tia-avó de D. Afonso Henriques. Mulher culta com uma visão para além do seu tempo. É-lhe atribuído um romance com El-Cid e a suspeita de ter assassinado o Rei seu irmão.

Carlos Alexandre O JUIZ

 

Autoras. Inês David Bastos e Raquel Lito

1ª edição. Maio de 2017

Editora- Grupo Planeta 

 A primeira biografia do homem que mandou deter José Sócrates e Ricardo Salgado

 Biografia sobre o juiz mais mediático do país.
Conhecido como superjuiz pelo seu arrojo em desafiar os mais poderosos e por ter na mão os maiores e mais mediáticos processos da justiça portuguesa dos últimos anos.

Descrevem-se as maneiras de pensar, agir e decidir do magistrado, até as ameaças que já sofreu.
O livro por que toda a gente esperava e que, ao mesmo tempo, ninguém esperava, dado o carácter reservado do biografado.

OTELO - O Revolucionário

 

Autor. Paulo Moura

1ª edição. Abril de 2012

Editora. Publicações Dom quixote 

 

 

 

 

 

 

 

 

Otelo Saraiva de Carvalho é uma das mais importantes figuras da segunda metade do século XX, em Portugal. Faltava a este homem corajoso, dedicado, aguerrido, meticuloso e patriota, que nunca teve medo de intervir quando achou que fosse necessário para o bem do seu país, uma biografia desta envergadura.
Em finais de 2011 fez algumas declarações polémicas. É normal, a sua vida foi sempre assim, controversa. Esta biografia explica as razões que levam este homem descomplexado e irreverente a ser um exemplo para tantos. Das surpresas da sua vida pessoal ao seu crescimento político, passando por 1974 e FP25, não há quase nada que escape neste livro. 

Morte

Morreu de falência cardíaca, às 4:11 de 25 de julho de 2021no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, onde se encontrava internado desde 17 de julho.

13/04/2026

DIVAGANDO... Poemas de João Rosa Pinto

 

Autor. João Rosa Pinto.

1ª edição. União das Freguesias de Cascais e Estoril. Ano 2015 

 


 Vive ali há  muitos anos

 O Francisco, à beira mar

Vê sempre o Farol da Guia

Quando acorda cada dia

E quando se vai deitar (... *

Breve extrato do poema « A Casinha da Guia » inserido na pág. 93. 

  

QUANDO PORTUGAL ARDEU. Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril

 

Autor. Miguel Carvalho.

1ª Edição. Março de 2017

Editora. Oficina do Livro. 

Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.

BREVE HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL

 

Autor. José Calvet de Magalhães.

Publicações Europa América. Ano de 1990 

A presente Breve história Diplomática de Portugal procura  registar sumariamente os aspectos mais relevantes da acção diplomática portuguesa com a indicação dos mais importantes actos internacionais de que Portugal foi parte ou a ele respeitam. (... ) *

* Breve extrato de « Advertência » inserido no capítulo inicial da obra. 

HOMOSSEXUAIS NO ESTADO NOVO

 

Autora. São José Almeida

1ª edição - Maio de 2010

Porto Editora ldª 

Esta é uma primeira tentativa de abordagem do que foi a realidade dos homossexuais em Portugal durante praticamente todo o século XX, ou seja, desde que a jovem Primeira República, enquadrada pela psiquiatria, coloca sob a alçada da lei os crimes contra a natureza até que estes o deixam de ser, em 1982. O que era ser homossexual em Portugal? O que é viver uma condição estigmatizada e estigmatizante, em que não há identidade, tão-só uma afetividade e uma sexualidade, quase sempre clandestinas?

UM PORTUGUÊS DERRETIDO. A pitoresca história de D. Álvaro Pires de Castro, 1º Marquês de Cascais

 

Autor. Alberto Pimentel.

1ª edição. Outubro de 2016

Edição de Apenas Livros e Associação Cultural de Cascais 

 

Quando el-rei D. João IV nomeou o conde de Monsanto, sexto do título, para ir a França dar os pêsames ao rei - menino e à rainha regente pela morte de Luís XIII, foram muitos os ressentidos e despeitados pela escolha de um fidalgo que, posto exercesse elevados cargos na corte, se recomendava menos pelos seus dotes políticos do que por seus acutíssimos ditos e excentricidades galantes (... )*

* Breve extrato do texto inicial 

VILA DE CASCAIS

 Autor. Pedro Silva.

Edição . Junta de Freguesia de Cascais Janeiro de 2005 

 

 

 

 

 

 

 

 


É com todo o gosto que a Junta de Freguesia de cascais apoia a elaboração de uma Brochura Histórica da Freguesia, na qual se incluíam um conjunto de informações úteis para além de uma lista de actividades. O trabalho está feito e vem aqui à estampa, acrescido de uma síntese de caracterização da freguesia, com as suas origens e que nela se passou ao longo dos séculos. ( ... ) *

* breve extrato do texto inicial da obra, assinado por Pedro Silva 

11/04/2026

HISTÓRIA DA PEDAGOGIA.

 

Autor. João Aníbal Henriques

1ª edição. Ano de 2012

 

 

 

 

 

 

 


Instruir é transmitir conhecimentos e competências. Educar é criar hábitos socialmente valiosos. Hoje em dia vive-se num relativismo moral de tal forma castrador, que ninguém se atreve a apregoar os bons hábitos consagrados pela história. E os que insistem em transmiti-los às novas gerações, fazem-no quase clandestinamente ou no segredo da sua privacidade. Uma das causas da crise em que vivemos é a do colapso dos valores e, portanto, da Pedagogia. (...) *

* Breve extrato de " Prefácio "  Assinado por António de Sousa Lara Professor Catedrático. Presidente da A.L.A. Academia de Letras e Artes.