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14/05/2026

A FORMAÇÃO DO ESTILO POR ASSIMILAÇÃO DOS AUTORES

 

Autor. António Albalat

Tradução de Cândido de Figueiredo 

3ª Edição. Lisboa. 1922

Livraria Clássica Editora 

 

Antoine Albalat (1856–1935), um escritor e crítico literário francês que ensinava sobre estilo e técnica de escrita, e suas “20 regras”. Albalat dedicou grande parte de sua carreira a analisar o estilo literário de grandes autores franceses (especialmente dos séculos XVII e XIX, como Flaubert e Bossuet) e a oferecer conselhos práticos para aspirantes a escritores sobre como aprimorar sua técnica e estilo.

"A Formação do Estilo pela Assimilação dos Autores", de Antoine Albalat, é uma obra clássica que ensina a desenvolver um estilo próprio de escrita através do estudo e imitação ativa de bons escritores. A ideia central é absorver a sensibilidade e os processos técnicos dos grandes mestres, em vez de apenas copiar frases. 
Aqui estão os pontos-chave sobre esta metodologia:
  • Imitação como Aprendizado: Albalat argumenta que a imitação não é um exercício mecânico ou servil (paródia/plágio), mas sim um método de transpor imagens e procedimentos técnicos para a própria escrita.
  • Assimilação do Estilo: O objetivo é internalizar a forma como os autores expõem suas ideias, aproveitando-as para criar um estilo pessoal, e não uma cópia idêntica.
  • Estudo dos Grandes Mestres: O livro incentiva a leitura minuciosa e a análise da obra de escritores consagrados para entender como eles constroem frases e imagens.
  • Método Ativo: A formação do estilo é descrita como um trabalho prático, onde a sensibilidade interior é refinada pela assimilação. 
A obra, também editada em português (por exemplo, pela Livraria Clássica Editora), é um guia prático para quem busca aprimorar a escrita criativa e técnica

19/05/2025

MODERNA GRAMÁTICA PORTUGUESA

 

Autor. Evanildo Bechara.

Edição da . Companhia Editora Nacional

São Paulo. Brasil. 1985

Esta edição tem por base  a Nomenclatura Gramatical Brasileira e o último acordo ortográfico.

 

Com a evolução dos estudos linguísticos e das pesquisas em língua portuguesa, há muito não saía uma gramática completa que pudesse dar conta deste progresso. Esta lacuna é agora preenchida pela edição da Moderna Gramática Portuguesa, do profº Evanildo Bechara, revista e atualizada, também na grafia, pelo autor, eminente estudioso e pesquisador de nosso idioma, e representante da Academia Brasileira de Letras no novo Acordo Ortográfico. Acertando o passo com este progresso, a Moderna Gramática Portuguesa põe nas mãos dos professores, alunos e estudiosos a mais completa soma de fatos e soluções de dúvidas em língua portuguesa. Esta obra aborda os seguintes temas - Breve história externa da língua portuguesa; Teoria gramatical; Linguagem - suas dimensões universais; Linguagem; Técnica livre do discurso e discurso repetido; Sistema, norma, fala e tipo linguístico; Propriedades dos estratos de estruturação gramatical; Língua comum e dialeto; Âmbitos de estudo da Gramática; Fonética e Fonologia; Vogais e consoantes; Acento de intensidade; Acento de intensidade na frase; Vocábulos tônicos e átonos - os clíticos; Consequência da próclise; Palavras que oferecem dúvidas quanto à posição da sílaba tônica; Palavras que admitem dupla prosódia; Inconsistência do gênero gramatical; Aumentativos e diminutivos afetivos; Comparativos e superlativos irregulares; Pronome substantivo e pronome adjetivo; Função do pronome átono em Dou-me ao trabalho; Reforços de demonstrativos; Formas nominais do verbo; Emprego do verbo - tempos e modos; Locução prepositiva; Conjunções e expressões enfáticas; Palavras cognatas; Enobrecimento do significado; Alternância entre adjetivo e advérbio; Regência; Os diversos tipos de sinais de pontuação; Aliteração; entre outros

09/05/2025

GALLEGO

 

Autoria. Instituto de la Lengua Gallega

Universidad de Santiago de Compostela

Ano desta edição - 1972


O Instituto da Língua Galega (ILG) é um instituto universitário pertencente à Universidade de Santiago de Compostela criado em 1971 para promover o uso e a normalização da língua galega, e estudá-la sincrónica e diacronicamente. Tem, junto com a Real Academia Galega, as competências oficiais para elaborar as normas da língua galega.

Suas atribuições, porém, não se limitam a isso: o trabalho com as novas tecnologias da informação é meritório, tendo produzido importantes resultados, entre os quais se podem citar os seguintes. TMLG. Tesouro Medieval informático da Língua Galega em colaboração com o Centro de Investigação Ramón Piñero. ( CIRP ) e  TILG. Tesouro Informatizado da Língua Galega

  • O Instituto acolhe no seu seio conferências, congressos, simpósios e encontros sobre diferentes temas relacionados com a língua e a literatura galegas (normalização linguística, história da língua, ensino, sociolinguística etc.)

28/06/2024

HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA

 


Autores. António José Saraiva, Óscar Lopes

2ª edição, corrigida






 




Há quem ponha em causa a validade da história da literatura ou, o que tanto faz, a reduza a uma arrumação quanto possível cronológica de estilos, autores e obras, a uma iniciação em certos dados, necessários ao entendimento das obras, mas que nada teriam a ver com o seu valor intrínseco.


O objeto básico do nosso estudo é constituído pelas obras literariamente mais qualificadas de língua e autoria originariamente portuguesas, segundo uma perspetiva de desenvolvimento geral das estruturas formais e da matéria humana socialmente comunicável que lhes corresponde.

Para designar as fases de estruturação e desagregação de uma escola ou estilo épocal, que evidentemente só poderá ter-se consumado de um modo permanentemente válido em obras individualizadas, usaremos por vezes, e como é costume, um nome evocativo do seu contexto histórico geral: Fim da Idade Média, Época Contemporânea, por exemplo.

No entanto, o critério de periodização é intrinsecamente literário, pelo que tentaremos, quanto possível, distinguir as afinidades características de cada geração ou conjunto de autores que tal critério permita, de algum modo, isolar. A atenção predominante que entendemos dar às obras ou autores capitais atenuou muito neste livro a preocupação (tradicional nos manuais de história da nossa literatura) de indicar os limites cronológicos de cada época ou escola, o que sublinhava os momentos de incipiência e de decadência de cada estilo, em vez de sobretudo o ver em sua maturidade.

"... uma obra seguramente das mais influentes da nossa cultura, que se calcula tenha sido já lida ou consultada por milhões de estudiosos e estudantes em Portugal e em todo o «universo da lusofonia», cujo cinquentenário da publicação se assinala no próximo ano."
"... sem dúvida a mais importante e completa que existe (...) publicada pela primeira vez, em 1955, e que já vai na 17ª edição, sempre com a chancela da Porto Editora."*  * in
Jornal de Letras