Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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04/09/2025

BIPLANOS MÍSTICOS

 

Direcção Geral da obra: - Augusto Soveral

Realização. Editora Planeta DeAgostini, S.A.

Este 1º Volume  engloba um conjunto de nºs publicados em fascículos durante o ano de -2007

 

"Biplanos místicos" refere-se à coleção de modelos de biplanos da editora Planeta deAgostini, que inclui aeronaves históricas e lendárias como o Spad VII, Bristol Bulldog e Nieuport 11-16, disponíveis em escala 1/72 fabricados em metal. Esses modelos foram pensados para colecionadores ou entusiastas, oferecendo cada um deles uma peça totalmente montada e decorada de aeronaves icónicas.

Alguns exemplos: 

 Bristol Bulldog UK (1927)

 Spad VII (França, 1916)

 Nieuport 11-16 (França, 1914 )

 Royal Aircraft Factory SE 5 ( Reino Unido, 1916)


  • Características dos modelos:
    • Escala: 1/72
    • Material: Feitos em metal
    • Montagem: Totalmente montados e decorados, prontos para serem expostos.
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      • Os modelos podem ser encontrados em lojas de brinquedos e colecionáveis, como a Selegna Juguetes.
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      Em resumo, a expressão "biplanos místicos" refere-se a modelos colecionáveis de biplanos históricos da série "Legendary biplanes" da Planeta deAgostini. 
       
  • 18/07/2024

    AVIÕES

     

    Autores. Roy Coombs, Nicholas de Vere

    Título da edição original. The Book Of Fantastic Planes

    1ª edição. 1974

    Tradução e adaptação Vasco Fernandes Teixeira

    1ª Edição portuguesa. 1979 

    Porto Editora


    (... ) Nas páginas deste livro figuram numerosos exemplos dos muitos aviões que ajudaram a construir a trilha que levou o Homem à sua mais corajosa aventura, a conquista do espaço. Alguns termos técnicos que possam desconhecer constam dum glossário no final deste livro. *

    Breve extrato da « Introdução »

     

     

     

    10/01/2024

    HISTÓRIA DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA

     

    Edgar Pereira da Costa Cardoso

    História da Força Aérea Portuguesa / Edgar Pereira da Costa Cardoso
    ed. Cromocolor, 1981-1984
    DESCR. FÍSICA:
    3 v. : il. ; 29 cm
    CONTÉM:
    2o v.: 361 p. . – 3o v.: 536 p.

    Encadernação editorial em percalina com ferros próprios estampados a dourado nas pastas frontais e lombada.


    A mais completa e estimada história da Força Aérea Portuguesa, apresentada numa cuidada edição, ilustrada a negro e a cores com reprodução de centenas de fotografias e outra iconografia temática. Dos primórdios da aviação até à actualidade, passando pelas guerra de Espanha e Ultramar.
    “A História da Força Aérea é a narrativa fiel e objectiva de uma existência com mais de sessenta anos, a transcrição rigorosa e por ordem cronológica de documentos oficiais que, como marcos de progresso, determinaram a sua evolução e estrutura actual; o esboço biográfico e imparcial de figuras prestantes que, pelos seus feitos contribuíram para vincular a Força Aérea, de indiscutível prestígio técnico, moral e histórico, que hoje disfruta (...)” (in Prefácio)

     

     

    A Força Aérea Portuguesa (FAP) é o ramo aéreo das Forças Armadas Portuguesas.As suas origens remontam a 1912, altura em que começaram a ser constituídas as aviações do Exército e da Marinha.Em 1 de Julho de 1952, as aviações do Exército (Aeronáutica Militar) e da Marinha (Aviação Naval) foram fundidas num ramo independente denominado Força Aérea Portuguesa.










     


    O AVIADOR

     

     




    Idioma: Português
    Dimensões: 156 x 233 x 12 mm
    Encadernação: Capa mole
    Páginas: 240








    Ser comissário de bordo não é fácil, mas comandante de aviões comerciais ainda menos. José Correia Guedes passou metade da sua vida a pilotar aviões. E aconteceu-lhe um pouco de tudo. À cabeça dos infortúnios, viu o avião que co-pilotava ser sequestrado - estávamos em 1980, Sá Carneiro era o então primeiro-ministro e a RTP o único canal de televisão.

     Houve outros problemas, claro. Aterradores para quem viaja de avião, mas quase corriqueiros para quem os pilota - desde o trem de aterragem encravado até "passageiros" clandestinos, passando por… partos improvisados a dez mil metros de altitude. E houve momentos gloriosos. Como o primeiro e único desfile de moda feito em pleno ar. Ou o voo dos campeões, que trouxe para Portugal um Mourinho vitorioso, com a taça da Liga dos Campões debaixo do braço.

    O autor recorda-nos as suas muitas aventuras, que começaram nos tempos (ainda) dourados da aviação comercial, quando voar era um luxo, e Nova Iorque quase tão remota como a Lua. De então para cá houve o atentado às Torres Gémeas, nasceram as lowcost, o mundo ficou mais pequeno - e as ex-colónias, para onde o Comandante tantas vezes voou, ficaram estranhamente mais longe, ou pelo menos na memória.

    Em O Aviador redescobrimos um Portugal em mudança, nas histórias ora divertidas, ora nostálgicas, de quem viu o nosso País lá de cima. E é um mundo à parte, onde o medo de voar ainda afecta muita gente. Este livro passa também por aí, mostrar aos leitores que não há nada a temer: o comandante tem tudo sob controlo. 

     José Correia Guedes

    José Correia Guedes nasceu no Porto em 1946. Passou mais de metade da sua vida ao serviço da TAP, para onde entrou em 1971 como Comissário de Bordo. No ano seguinte deu início à sua formação como Piloto de Linha Aérea frequentando a Flight Safety Academy em Vero Beach, Florida. Depois de uma breve passagem pela posição de Mecânico de Voo em Boeing B727 passou a integrar o quadro de pilotos da companhia, função que desempenhou em vários tipos de aviões Boeing, Airbus e Lockheed. Quando se retirou por limite de idade, em 2006, era Comandante e Line Check Captain da frota Airbus A340 da TAP.
    Foi fundador e Director Adjunto da revista aeronáutica Sirius, criada em Março de 1983. 

     

    INDISPONÍVEL

    CARLOS BLECK

     


    de José Correia Guedes
    ISBN: 9789892352060
    Edição/Reimpressão: 09-2021
    Editor: Lua de Papel
    Idioma: Português
    Dimensões: 156 x 234 x 18 mm
    Encadernação: Capa mole
    Páginas: 248




    No dia 5 de Março de 1934, aterrava em Goa, vindo de Lisboa, o mais aguardado dos visitantes. Carlos Bleck, a bordo de um pequeno monomotor, fazia-se à pista, depois de mais de 50 horas a voar. Foi recebido por uma multidão eufórica: pela primeira vez na história um aviador concluía a travessia entre Portugal e a Índia, um extraordinário feito aeronáutico.

    Descendente de uma família judaica da Polónia, que a diáspora fixou em Portugal, o piloto crescera com a febre da velocidade. Foi corredor de automóveis e velejador olímpico, antes de abraçar a sua maior paixão: voar. Bleck, o primeiro português a ter um brevet de piloto civil, distinguiu-se também como empresário, fundando uma companhia de aviação, a CTA, que antecedeu a TAP. O que o imortalizou, porém, foram as viagens aéreas.

    Para além da viagem à Índia, fez a primeira ligação aérea Lisboa / Angola / Lisboa. Atravessou mares e desertos, enfrentou tempestades de areia, trovoadas tropicais, fogo inimigo. A História, no entanto, acabou por o ignorar. Ainda durante o Estado Novo, protagonizou um acidente aparatoso, a bordo de um avião chamado Salazar, que ditou o fim dos seus voos pioneiros.

    O Portugal pós-25 de Abril não lhe perdoou ter sido membro da Legião Portuguesa e fervoroso defensor do regime anterior. Permaneceu uma nota de rodapé na história da aviação portuguesa. Até ao dia em que o comandante José Correia Guedes (autor de O Aviador) decidiu resgatá-lo do esquecimento.

     

    INDISPONÍVEL

    NA ROTA DO YANKEE CLIPPER

     



    Há quase 80 anos, nas águas turvas do Tejo, acontece um desastre inacreditável.

     O luxuoso Yankee Clipper, que fazia a rota Nova Iorque-Lisboa, destrói-se em segundos. Porquê?

     Quem vai a bordo?

     Como reage Salazar à tragédia?

     E que vidas viveram os sobreviventes?

    Há quase 80 anos, nas águas turvas do Tejo, acontece um desastre inacreditável. O luxuoso Yankee Clipper, que fazia a rota Nova Iorque-Lisboa, destrói-se em segundos. Porquê? Quem vai a bordo? Como reage Salazar à tragédia? E que vidas viveram os sobreviventes?

    O Boeing 314 da Pan Am era uma maravilha da técnica. E Lisboa o seu pouso na Europa em guerra. Mas a morte brutal de 24 passageiros é também o começo do fim dos grandes hidroaviões.

    Ao drama junta-se uma bonita história de amor, que dá um romance. E deu mesmo um filme de Hollywood.

     https://tvi.iol.pt/noticias/sociedade/yankee-clipper/naufragio-no-mar-da-palha-quando-o-maior-aviao-do-mundo-caiu-no-tejo

    INDISPONÍVEL

    ATERREM EM PORTUGAL !

     

    AVIADORES E AVIÕES BELIGERANTES EM PORTUGAL NA II    GUERRA  MUNDIAL




    Autor. Carlos Guerreiro

    1ª edição. 2008


    Sinopse


    Traça o retrato de um país através dos olhos de jovens estrangeiros que, envolvidos no tumulto de um conflito mundial, se viram, de repente, num Portugal atrasado - mas em paz.

    Centenas de pilotos beligerantes estiveram em Portugal durante a II Guerra Mundial depois dos seus aviões terem sofrido avarias ou danos em combate.

     Algumas dezenas chegaram mesmo a morrer em resultado de aterragens acidentadas ou combates que se desenrolaram no nosso espaço aéreo.

    Este livro conta estas histórias. Para a sua concretização o autor entrevistou mais de uma dezena de pilotos aliados que, entre os anos de 1941 e 1945, terminaram voos em Portugal e acabaram por ser internados durante dias, semanas ou meses no nosso país.

    Vários portugueses, testemunhas ou participantes nos incidentes, ou que conviveram, com estes aviadores também foram entrevistados.

    O livro, com mais de 300 páginas, conta com mais de 150 fotos e documentos daquele período fornecidos por várias fontes. A maioria foram entregues pelos próprios entrevistados que guardaram não só fotos como, por exemplo, o telegrama que a família recebeu dias depois de terem realizado a aterragem.

    Encontra-se dividido em cinco partes, além de um anexo documental que pode dar pistas para outros investigadores. Contadas na primeira pessoas é possível conhecer as histórias de vários aviadores que terminaram as suas viagens no mar perto da costa portuguesa.

     Outros relatos incidem sobre os períodos de internamento nas Caldas da Rainha ou em Elvas por onde passaram centenas destes jovens estrangeiros.

    Por fim são referidas várias histórias, umas inéditas e outras não, que também merecem ser contadas.
    A última parte deste apresenta, cronologicamente, uma lista com cerca de 130 aviões beligerantes de várias nacionalidade que aterraram ou se despenharam em Portugal ou nas ex-colónias portuguesas durante este período.

     Também alguns voos civis que partiram de Lisboa e que tiveram fins trágicos merecem alguma atenção.
    A obra resulta de cerca de uma década de investigações e entrevistas a vários protagonistas e acaba por mostrar que Portugal não esteve tão longe da guerra como muitas vezes foi dito.

     Traça também o retrato de um país através dos olhos de jovens estrangeiros que, envolvidos no tumulto de um conflito mundial, se viram, de repente, num canto desse mundo atrasado - mas em paz.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
    INDISPONÍVEL

    VIAGENS AERONÁUTICAS DOS PORTUGUESES

     
    Autor. Museu do Ar

    1ª Edição. 1997

     O livro que agora se apresenta testemunha o entendimento que a Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses tem da sua missão.

     Apesar de, entendida à letra, a expressão ‘Descobrimentos’ remeter para uma época de que se comemoram os quinhentos anos, nem as viagens dos Portugueses, nem a sua presença fora da Europa, deixaram de ser uma constante que, com medida e sensatez, pretendemos inserir nos nossos programas.

     No caso da aviação, este alargamento da nossa temática justifica-se ainda mais facilmente.

    Não apenas porque, institucionalmente, a aviação surgiu, em Portugal, como continuação e complemento da marinha, mas também porque, como fica demonstrado neste livro, as primeiras rotas desta aviação pioneira foram as rotas do antigo Império: Madeira, Brasil, Macau, Guiné, São Tomé, Angola, Moçambique, Índia, Timor, tais foram os destinos desses novos descobridores (...)”. — retirado do texto de abertura da autoria de António Manuel Hespanha.

     Obra profusamente ilustrada, com coordenação executiva de António Camões Gouveia, textos de António Manuel Fernandes, António Telle Pacheco, Henrique-Henriques Mateus, José Bruno Falcão Machado, Mário Correia, Mário Wilson Pereira. *

    *Texto obtido da internet

    Encadernação dos editores

                               

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

             INDISPONÍVEL

    VOO ETERNO

     


    • Autor: Carlos Marques
    • Ano: 2023
    • ISBN: 97898977962
    • Número de páginas: 262
    • Edição: 1 ª
    •  Editora: Edições Vieira da Silva

     




    • Sinopse

      De 8 de fevereiro de 1917, altura em que ocorreu o primeiro acidente mortal com um avião militar português, por acaso em Moçambique, até 5 de setembro de 2019, quando um piloto militar, que se encontrava em férias, perdeu a vida tripulando um helicóptero de combate a fogos rurais no norte de Portugal, contam-se por cerca de três centenas e meia as ocorrências identificadas e cerca de seiscentas e treze vítimas militares, mas igualmente civis…

      Autor

      Carlos Marques

      Licenciado em Ciências Sociais, depois de ter publicado uma obra sobre o movimento sindical, vem agora Carlos Marques corporizar o seu “bichinho” pela aviação, ao concluir com a publicação do “Voo Eterno” um longo trabalho de investigação de mais de dez anos sobre acidentes da aviação militar portuguesa com consequências mortais para os tripulantes e, nalguns casos, passageiros militares e civis.

      Esta obra cujo primeiro passo foi dado com o blogue criado pelo autor: https://acidentesaviacaomilitar.blogspot.com/, neste momento com perto de 55.000 visualizações é, já hoje, uma referência em alguns dos “sites” internacionalmente reconhecidos, como é o caso da ASN – Aviation Safety Network pertencente à Flight Safety Foundation.

       

      INDISPONÍVEL