Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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23/05/2025

ANTÓNIO OLIVEIRA SALAZAR



Autor. Joaquim Vieira

Pesquisa iconográfica: Cristina Faria,Irene Pimentel,Júlia Leitão de Barros, Margarida cunha Belém, Paula Barreiros.

Edição. Círculo de Leitores e Autor.

1ª Edição. Maio de 2001
 







Salazar nasce de uma escassa probabilidade. A mãe, Maria do Resgate, já tem 44 anos, encontrando-se perto do limite da idade fértil e incorrendo em gravidez de risco. Casara-se em 1881, havia apenas nove anos, com António de Oliveira, que já passa agora do meio século de idade. Tinham tido entretanto quatro filhas de enfiada ( Marta, Elisa, Leopoldina e Laura ) e deviam julgar nunca chegar a ver um filho varão. (...) *

* Breve extrato de " Um rapaz das Beiras "  ( pág-15 )

07/10/2024

SALAZAR. A DOENÇA E A MORTE

 

Autor. Manuel Catarino

1ª edição. Ano 2020

(...) Os  mais próximos de Salazar viram como ele envelheceu nos primeiros meses de 1968. Estava com 79 anos. Notaram-lhe falhas e memória, os passos cada vez mais lentos e esforçados, a falta de forças e energia. O final de 1967 foi particularmente difícil. ( ... ) Salazar desabafou sobre os seus ministros: " Alguns são umas bestas ". *

* Breve extrato do 2º capítulo da obra.

MÁSCARAS DE SALAZAR

 

Autor. Fernando Dacosta


 Ficcionista e autor dramático, formado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, exerceu a actividade profissional de jornalista, na sequência da qual publicou os trabalhos de investigação jornalística Os Retornados Estão a Mudar Portugal (Grande Prémio de Reportagem do Clube Português de Imprensa) e Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo (Prémios Gazeta e Fernando Pessoa). Estreou-se como dramaturgo com Um Jipe em Segunda Mão , peça que, tendo por tema as sequelas da guerra colonial portuguesa, foi distinguida com o Grande Prémio de Teatro da RTP, e editada, em 1983, com o monólogo dramático A Súplica e o diálogo Um Suicídio Sem Importância, volumes a que se seguiriam os trabalhos teatrais Sequestraram o Senhor Presidente (1983) e A Nave Adormecida (1988). Tentado pela maior liberdade de tratamento do espaço e do tempo no registo novelístico, com O Viúvo (Grande Prémio da Literatura do Círculo de Leitores) e Os Infiéis , afirmou-se no domínio da ficção com uma escrita instituída como indagação obsessiva sobre uma portugalidade entrevista num passado recente (O Viúvo ) ou no período dos Descobrimentos (Os Infiéis), e estabelecendo nexos de intertextualidade com outros autores de língua portuguesa que integram ou reflectiram sobre a mitologia do ser português, como Agostinho da Silva, Jaime Cortesão, Antero, Pascoaes, Oliveira Martins, Camões ou Pessoa. 


Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.

Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio».

21/06/2024

EDUCAÇÃO E SOCIEDADE NO PORTUGAL DE SALAZAR

 

Autora. Maria Filomena Mónica

1ª Edição. Ano de 1978

Procurar-se-á neste livro analisar o impacto dos factores políticos e ideológicos na educação, assim como o funcionamento dum sistema educativo específico. Estudar-se-á a forma como uma determinada ordem política ( o Salazarismo ) conseguiu impor uma estratégia completamente nova face à educação popular na  década de 1930: focar-se-á, em especial, a transição de um regime jacobino para uma ditadura conservadora, tentando mostrar a forma como a mudança que então se verificou a nível do bloco no poder conduziu a uma ideologia pedagógica completamente diferente. *

Breve extrato do texto " Uma discussão teórica: Escola, Estado, Sociedade inserido no capítulo I

OS MEUS 35 ANOS COM SALAZAR

 

Autores. Maria da Conceição de Melo Rita, Joaquim Vieira

1ª Edição. Outubro de 2007

« Salazar entrou devagar na minha vida, sem eu dar por isso, ainda na minha infância. Quiseram logo a seguir separar as nossas vidas, mas revoltei-me e não deixei. Acompanhei-o assim até ao fim da vida dele.»

 Durante 35 anos, Maria da Conceição de Meloi Rita privou com António de Oliveira Salazar. Nenhum laço familiar os unia, mas com apenas seis anos, Micas, como o chefe do Governo carinhosamente a chamava, foi viver para a residência do « Senhor Doutor », por intermédio da sua familiar ( por afinidade ) Maria de Jesus Freire, a governanta de Salazar. *

Breve extrato da sobrecapa

21/05/2024

SALAZAR ( 6 volumes biográficos )

 

Autor. Franco Nogueira

Seis volumes brochados, editados inicialmente pela Atlântida Editora e posteriormente editados e reeditados pela Livraria Civilização Editora

Volume 1: A mocidade e os princípios (1889-1928)

Volume 2: Os tempos áureos (1928-1936)

Volume 3: As grandes crises (1936-1945)

Volume 4: O ataque (1945-1958)

Volume 5: A resistência (1958-1964)

Volume 6: O último combate (1964-1970)

 
 
 

Depois da Revolução de 25 de Abril de 1974, gerou-se em Portugal um clima de ódio contra a figura histórica e humana de Oliveira Salazar. Não procuro negar a legitimidade dos motivos de quantos nutrem aquele sentimento. Decerto terão para tanto razões pessoais. É perfeitamente possível, aliás, formular reservas a muitos aspectos da obra de Salazar, e a traços da sua personalidade; e a quem possuir documentos que o permitam, e que eu desconheço, seria mesmo lícito condenar em bloco aquela obra e aquela personalidade.|Mas o ódio é mau conselheiro, e a paixão política parece ser, dentre todas as paixões, a que mais cega os homens. No plano histórico, se são de arredar o favor e o encómio, também são de evitar tanto o ódio como a paixão. Impõe-se ao cronista de factos passados toda a frieza, toda a isenção de ânimo, toda a objectividade de juízo: não pode ser o apóstolo da figura retratada, nem o seu detractor tão-pouco. Em qualquer caso, a realidade histórica é esta: Oliveira Salazar governou Portugal durante quase quarenta anos. Esses quarenta anos não foram um espaço em branco na história da Nação: mal ou bem, alguém os preencheu.

 
 
 
 
« Termino com este sexto volume a biografia de Oliveira Salazar. Na portada do primeiro tomo, afirmei o propósito de isenção, serenidade, frieza e recusa a elogio e vitupério.

 Quanto humanamente viável, penso que o consegui. Creio que não terei agradado aos fanáticos de sinais opostos: para uns, não afirmei com suficiência a grandeza do homem; para outros, não fiz sobressair as suas sombras o bastante.

 Mas em verdade eram outros os meus desígnios: aproveitar os documentos, descrever os factos, intervir nas fontes o menos possível [...] Figura de muitos ângulos, com traços contraditórios e sempre vincados, de características extremadas, Salazar presta-se a muitas versões, a muitos retratos, e todos verdadeiros ainda que falsos se incompletos.

 Ao erguer uma biografia daquele homem, que poderia perguntar-se às fontes disponíveis?

 Era um homem com força de vontade inquebrantável?
 Era lúcido, inteligente? 
Era honesto, incorruptível?
 Era duro, autoritário? 
Era vaidoso, arrogante?
 Era frio, insensível? 
Era nervoso, emotivo?
 Era ambicioso, amante do poder?
 Era bom português, patriota?

 Todas estas perguntas se poderiam formular, e mil outras; há elementos para lhes responder, e documentação para comprovar as respostas.
 Seria viável escrever uma biografia que seleccionasse algum daqueles traços, e o transformasse no tema central.
 Seria viável; mas não seria intelectualmente e historicamente honesto. Será isso, no entanto, que pretendem os fanáticos a que aludi. 

Para uns, basta descrever um Salazar desumanizado, provido de todas as perfeições; para outros, se não se afirmar que Salazar foi um criminoso ou apenas um autoritário, não se está a compor uma obra exacta.

 Rejeitei as duas atitudes, procurei investigar [...] Alguns criticaram os volumes precedentes porque, da sua leitura, o leitor desprevenido poderia concluir que o biografado fora um homem de génio, e portanto eu estava sendo parcial, ou faccioso. 

Ora a verdade é esta: Oliveira Salazar foi um homem de génio. «Não é popular afirmá-lo», escreveu um jornalista de extrema-esquerda, «mas foi-o»
 Enquanto não se aceitar esta realidade, nenhuma biografia daquele vulto político será possível, e é este ponto que muitos não sofrem reconhecer ou admitir, sendo levados a exigir uma biografia de Salazar necessariamente e exclusivamente demolidora.
 Desde que o não seja, pensam que não é isenta e que é unilateral.
 Mas do facto de ter sido um homem de génio não se segue que haja sido um intocável, um divino, um santo, e há que aceitar também esta realidade, porque de outro modo continua a não ser viável uma biografia, salvo se esta se confinar ao panegírico hagiológico.
 No mais, e quanto aos cinco volumes já publicados, ninguém impugnou um documento e a sua interpretação, ninguém contestou um facto e a sua relevância
.
  Outro equívoco importa destruir: afirmar a genialidade de Salazar não implica compromisso político ou ideológico; é um acto de inteligência, que não traduz adesão a princípios, ainda que lúcida e independente, e muito menos devoção embevecida sem atitude crítica.
 Salvo excepções, para muitos políticos portugueses, todavia, negar hoje o mérito pessoal de Salazar (o que é diferente de negar o Salazarismo) tornou-se um expediente e um imperativo ou uma obsessão, parecendo que sentem terror de uma sombra que se diria esmagá-los, ou de uma comparação ou paralelo que se diria diminuí-los; mas esses, quase clandestinamente, não têm deixado de se debruçar sobre a vida e a figura de Salazar na ânsia de descobrir o segredo e a receita da sua longa permanência no poder.
 No fundo, sentem avidez de mando, pouco democrática, e que parece julgarem ser-lhes inerente; e desejariam saber como exercer esse mando a título vitalício, e sem restrições.
 Ao fim e ao cabo, têm ânimo de ditadores, sem espírito de servir nem de sacrifício, com gosto pelo exercício pessoal de um poder arbitrário e discricionário, que não estava nas coordenadas de Salazar.

 Simplesmente o génio não se transmite por herança nem é susceptível de cópia; e os imitadores são epígonos, a situar no limbo da história.»

Franco Nogueira, Salazar; O Último Combate (1964-1970), Civilização, Porto, 1985, pp. XI-XIII.

SALAZAR. A MOCIDADE E OS PRINCÍPIOS. Vol. I

  

 1889 - 1928.

  ( Vol. I )

Autor. Franco Nogueira

 Sinopse

Depois da Revolução de 25 de Abril de 1974, gerou-se em Portugal um clima de ódio contra a figura histórica e humana de Oliveira Salazar. Não procuro negar a legitimidade dos motivos de quantos nutrem aquele sentimento. Decerto terão para tanto razões pessoais. É perfeitamente possível, aliás, formular reservas a muitos aspectos da obra de Salazar, e a traços da sua personalidade; e a quem possuir documentos que o permitam, e que eu desconheço, seria mesmo lícito condenar em bloco aquela obra e aquela personalidade.

Mas o ódio é mau conselheiro, e a paixão política parece ser, dentre todas as paixões, a que mais cega os homens. No plano histórico, se são de arredar o favor e o encómio, também são de evitar tanto o ódio como a paixão. Impõe-se ao cronista de factos passados toda a frieza, toda a isenção de ânimo, toda a objectividade de juízo: não pode ser o apóstolo da figura retratada, nem o seu detractor tão-pouco. Em qualquer caso, a realidade histórica é esta: Oliveira Salazar governou Portugal durante quase quarenta anos. Esses quarenta anos não foram um espaço em branco na história da Nação: mal ou bem, alguém os preencheu. Afigura-se que os portugueses têm o direito de saber como viveu a sua pátria e o que nesta aconteceu ao longo daquele período. Os portugueses de hoje e os de amanhã (...)

É neste espírito, de absoluto desprendimento, de rigoroso exame das fontes, mesmo de gelado realismo, que concebi o relato do consulado de Oliveira Salazar. Não é obra de vitupério, nem de apostolado: busco a verdade, à luz de factos e documentos. Quem a quiser entender diferentemente, que entenda: mas não está de boa-fé.

Franco Nogueira - " in " -  Esclarecimento

SALAZAR. OS TEMPOS ÁUREOS. Vol. II

 

 . ( 1928 - 1936 )

 

 Vol. II

Os tempos áureos (1928-1936).

 Estudo Biográfico. 

Atlântida Editora, S.A.R.L. Coimbra.

 1977. ´ De 21,5x15,5 cm. Com vii, [i], 380 págs.


 

Obra de grande interesse documental e histórico, contendo um estudo biográfico sobre António de Oliveira Salazar, o líder imperativo do «Estado Novo» em Portugal.

Cruzando informações provenientes de jornais e artigos da época, testemunhos de manuscritos e diários de Salazar, cartas particulares de e para Salazar, discursos e livros de Actas da Universidade de Coimbra, para mencionar apenas os mais relevantes, o autor procurou demonstrar de que forma os percursos de Salazar e Portugal se influenciaram e confundiram durante décadas.

SALAZAR. AS GRANDES CRISES. Vol. III

  ( 1936 - 1945 )

Autor. Franco Nogueira

 Atlântida Editora. Coimbra. 1978. De 22x16 cm. Com [vi], 590, [i] págs. Brochado. Ilustrado em extra-texto sobre papel couché com um retrato de António de Oliveira Salazar, com cerca de 55 anos.

 

Este volume aborda o período complicado de Portugal num ambiente de pré-Segunda Guerra Mundial, na qual o país atravessava uma fase de restauração da lei e da ordem com o movimento de 28 de Maio e a institucionalização constitucional do Estado Novo, assim como revela o tipo de liderança por parte do decisor político, António de Oliveira Salazar. Este livro é de leitura obrigatória para uma melhor compreensão sobre Salazar, assim como do Estado Novo. 

SALAZAR. O ATAQUE. Vol. IV

 1945 - 1958

  VOL. IV

 

 

 

 

 

 

 

INDISPONÍVEL

SALAZAR. O ÚLTIMO COMBATE. Vol VI

 1964 - 1970

 VOL VI



Este livro é fundamental para a compreensão da História de Portugal, em particular os últimos tempos do Estado Novo, sob a liderança de António de Oliveira Salazar.

 

 

SALAZAR. A RESISTÊNCIA . Vol. V

 

 ( 1958 - 1964 ) 

 VOL. V 

 

 

 

 

 


Importante**. Trata-se de um livro **usado**, por isso o livro poderá conter características  próprias do manuseamento. Detalhe: Bordas da capa, contra-capa e lombada desgastadas, exterior das páginas amareladas pelo tempo e com manchas de oxidação,  lombada,e capa com impurezas. Rasuras na página do índice como se pode observar na imagem

 

.Interior ( miolo ) limpo.

Preço. 2 € + portes de envio.

20/05/2024

SALAZAR. UMA BIOGRAFIA POLÍTICA

 


 


Autor. Filipe Ribeiro de Menezes

1ª Edição Ano, 2014


Salazar – Uma Biografia Política


Salazar – Uma Biografia Política é a primeira biografia académica escrita sobre Salazar. O autor, Filipe Ribeiro de Meneses, é um investigador português a leccionar actualmente na University of Ireland, na Irlanda:

«...as consequências das decisões de Salazar eram sentidas por povos na Europa, África e Ásia. 


Salazar reconfigurou a política portuguesa, embora não tivesse partidários pessoais nem estivesse disposto a cortejar a opinião pública para os conquistar.

 Guiou o seu país através do campo minado da diplomacia e política da Guerra Civil de Espanha e da II Guerra Mundial, emergindo incólume da última, não obstante as suas idiossincráticas alianças políticas e a sua neutralidade em tempo de guerra. 

Sob Salazar, Portugal foi membro fundador da NATO e da EFTA e diligenciou no sentido de se associar à CEE.

Simultaneamente, recusou-se a aceitar a inevitabilidade da descolonização, mantendo as suas colónias africanas e asiáticas e desenvolvendo uma aliança flexível com a Rodésia e a África do Sul para proteger as suas mais preciosas possessões, Angola e Moçambique.


 Quando Salazar saiu de cena, Portugal era alvo de críticas infindáveis nas Nações Unidas e perdera para a União Indiana o grandiosamente intitulado Estado Português da Índia, mantendo todavia a sua atitude de desafio perante o resto do mundo.» *


* Goodreads

COMO SE LEVANTA UM ESTADO

 




 

 Autor.  Oliveira Salazar


Prefácio de: Jorge Morais

Presente edição. Ano de 1977

Nº de páginas. 111



" Contra- revolucionário por excelência, a teoria e a figura do doutor Oliveira Salazar voltam a estar na ordem do dia .

 Chefe do Governo durante 36 anos, o professor de Santa Comba regressa agora, a 9 anos da sua morte e a 3 do fim do Regime que consolidou, aos escaparates das livrarias, às primeiras páginas dos jornais e, o que é sem dúvida mais relevante,  às conversa de café e aos desabafos das donas de casa. " ( ... )  *

 
* do Prefácio


MARCELLO CAETANO. MINHAS MEMÓRIAS DE SALAZAR

 


Autor. Marcello Caetano

1ª Edição. 1977

Nota. Obra de 597 páginas.


Valioso documento de análise, acerca de uma incontornável personalidade portuguesa.

Sinopse 
Ninguém melhor que Marcello Caetano – colaborador de Salazar durante 30 anos e depois seu sucessor – para traçar o retrato de uma figura complexa como a de Salazar.
 Numa linguagem clara e de grande poder comunicativo, o Autor descreve nestas Memórias o ambiente nacional e internacional em que Salazar agiu, evoca as figuras dos seus principais colaboradores, documenta os grandes lances da política externa que salvaram Portugal da II Guerra Mundial.
Através do seu diário íntimo e da sua correspondência com Salazar, revela o Autor como ele era exacto e inflexível nos negócios públicos e de extrema sensibilidade nas relações pessoais.
 As grandes correntes políticas que se digladiaram na época de Salazar são também aqui analisadas e as divergências e intrigas que se desenvolveram no seio do próprio regime.

Este livro inclui ainda o estudo inédito de José Freire Antunes Salazar e Caetano nas Encruzilhadas do Estado Novo que, com o distanciamento que o tempo já permite e a autoridade de estudioso da História recente de Portugal, põe em relevo a importância historiográfica de Minhas Memórias de Salazar para a contextualização do Estado Novo e das relações entre os dois governantes.*

FÉRIAS COM SALAZAR

 

 

 

 

 
Autora: Christine Garnier

Edição fac-similada da 1ª Edição de 1952

Ano da presente edição : 2009







Descrição.  

Bernard Grasset, editor francês, criou a coleção «Les Grandes Figures du Monde» com a intenção de poder dar ao público uma ideia da vida quotidiana e da maneira de ser dos grandes homens da sua época.

 Para conseguir esses “documentos humanos” procurou uma equipa de jornalistas e romancistas e, para dirigir a coleção, Grasset foi buscar o seu último grande êxito editorial – Christine Garnier – sugerindo-lhe o primeiro tema: Salazar.
Garnier era uma literata e jornalista de naturalidade belga, filha de um almirante, que frequentava os círculos da elite política e militar, a alta sociedade francesa e, especialmente, os meios mais conservadores.
 Em 1952, o original "Vacances Avec Salazar" é publicado em França e, no mesmo ano, sai a edição portuguesa, da Parceria A.M. Pereira, Férias com Salazar, a 21 de Maio, anunciado com espavento pelo SNI.
 O livro foi um sucesso e num ano esgotaram-se 7 edições. *


  

UM HOMEM CHAMADO SALAZAR

 




Autor: Ápio Garcia

1ª Edição -1968

Nº de páginas 117







" Um homem Chamado Salazar " não é um livro de elogio, nem à Obra de António de Oliveira Salazar. Antes a expressão da verdade histórica de certas fases da sua existência, as quais vão da humildade da sua origem até à grandeza do minuto em que entrou nas casa da governação nacional.
   É, pois, uma colectânea de subsídios bio- bibliogáficos assentes na rigidez da verdade histórica como elementos de informação dos biógrafos e deleite daquela parcela de indivíduos que estimará ver dado à luz do domínio público, algo inédito de tão notável existência. *


* Extrato das " palavras de abertura "

















 

 

 

 

 

OS AMORES DE SALAZAR

 




Autora: Felícia Cabrita

6ª Edição. 2006

Sinopse

Uma vida ao serviço da Nação - foi assim que António de Oliveira Salazar quis ficar conhecido para a História.

Um homem sério, ex-seminarista, casto, antiquado, pouco dado a devaneios amorosos.

Tudo a bem da nação.
  Mas a paixão bateu bem cedo à porta deste homem. 
Conhecido por ser também um trocatintas, Salazar tocou o coração de várias mulheres, deixando-as, sem esperança, a suspirar de amor:
 Felismina de Oliveira, o seu primeiro amor; 
Júlia Perestrelo, a jovem a quem dava explicações;
 Maria Laura, o amor pecaminoso;
 Maria Emília, a bailarina e astróloga que o ajudava a tomar decisões consoante os astros;
 Maria, a Governanta de Portugal, e as suas sobrinhas, que rapidamente ganharam um lugar no seu coração e ficaram conhecidas como as pupilas de Salazar;
 Mercedes Feijó, a amante do Hotel Borges; 
ou Christine Garnier, a jornalista que o levou, num ato pouco usual, a abrir os cordões à bolsa para enviar garrafas do melhor vinho para França.
 Apesar dos rumores e mesmo de algumas notícias de jornal, António de Oliveira Salazar nunca casou. 
Preferiu levar uma vida de D. Juan, um destruidor de corações que nunca conseguiu fazer nenhuma mulher feliz.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SALAZAR. ( A construção do Mito ) - Vol 1

 

          

Autora -  Helena Matos





«Este é um livro sobre um homem que marcou o século xx português. E por isso por aqui passam centenas de outros homens e mulheres que com ele se cruzaram neste país. Em manifestações ou revoltas. Em secretarias e palácios. Na rua ou no cinema... Portugueses que lhe escreveram a pedir emprego, a denunciar o vizinho, a pedir que soltasse o filho da prisão ou enchendo páginas com contas de somar e subtrair para lhe provarem que não conseguiam ser pobres e honrados. Este é o livro de uma jornalista e não de uma historiadora. É um livro em que as principais fontes são a imprensa e os materiais a que os portugueses da época tiveram acesso [...]»

SALAZAR SEM MÁSCARAS

 

 Autores

António José Saraiva,António da Cruz Rodrigues, Rodrigo Emílio, Amândio César,Francisco Ferro, Manuel Maria Múrias, António José de Brito, João Meal, Barradas de Oliveira, Mircea Eliade

 

1ª Edição. 1998


Conjunto de textos sobre uma das mais marcantes figuras da História de Portugal, que contribuem para a avaliação da sua obra e do seu legado. Contém textos traduzidos e editados pela primeira vez em Portugal, como é o caso da contribuição de Mircea Eliade e notas biográficas dos autores: