Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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14/06/2024

GUERRA COLONIAL - Heróis Condecorados Em Combate - Todos Os Nomes


Autor Manuel Catarino

 



Este livro reporta o cenário de guerra na Guiné, Angola e Moçambique. No final de cada capítulo, encontra-se uma lista com os todos nomes condecorados em combate.


Mais de 2.500 militares distinguiram-se por feitos em combate, entre 1961 e 1975, nos três teatros de operações em África. Eles são os heróis da Guerra Colonial – publicamente recompensados pelo regime na cerimónia do 10 de junho, então Dia de Portugal e da Raça. O ritual, que tinha o seu ponto alto no Terreiro do Paço, era presidido pelo Chefe de Estado e com a assistência de todo o Governo: os dignitários impunham as honras aos bravos e às viúvas ou aos pais dos que recebiam as condecorações a título póstumo. Este livro – com os nomes de todos esses heróis – é uma homenagem aos que suportaram a guerra nas três frentes de combate.

24/05/2024

MASSACRES EM ÁFRICA

 

 Autora. Felícia Cabrita                    

1ª Edição. 2008

Sinopse 
 
Em 1991, Felícia Cabrita foi pela primeira vez a África. Aterrou em Angola e estava longe de imaginar que grande parte da sua carreira como jornalista iria ser dedicada a desbravar o manto de silêncio que escondia os massacres cometidos nas antigas colónias portuguesas durante o Estado Novo. O seu relato inicia-se na década de 50, com uma página negra da nossa história: os massacres de Batepá, em São Tomé, onde a realidade ultrapassou em muito a ficção. A jornalista segue o rumo da história para relatar os massacres da UPA, em 1961, sobre os colonos portugueses; passa pela luta na Guiné; descobre os sobreviventes do massacre de Wiriyamu, que rouba a vida a centenas de moçambicanos. Com a saída dos portugueses, a guerra civil continua a fazer as suas vítimas, Sita Valles é uma delas. Eduardo, de catorze anos, outra, morrendo em 2001, no mato, às mãos dos guerrilheiros da UNITA que se sente cada vez mais encurralada. Porque não há guerras santas, a jornalista traz-nos o lado mais sombrio dos homens. «Tentei perceber as minhas personagens individualmente e, uma vez lançadas no mundo, neste caso a guerra, interpretar o seu desempenho no comportamento colectivo. A história tem ciclos, repete-se sem novidades e o homem, seja qual for o continente, é sempre igual nos vários palcos onde o inferno assenta.»*



10/03/2024

DECLARAÇÕES DE GUERRA

 


Autor. Vasco Luís Curado

1ª Edição. 2019


Sem tabus, de coração aberto, têm a palavra os combatentes da Guerra Colonial. Estas são as histórias em carne viva dos soldados portugueses:
 o que viram, sentiram e pensaram - e os estilhaços físicos e psicológicos de uma juventude perdida que ainda hoje os atormentam. De 1961 a 1974, Portugal travou uma guerra em três frentes: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.

Do lado português, quase um milhão de mobilizados, perto de dez mil mortos, dezenas de milhares de mutilados e um número indeterminado de stressados de guerra.

 Este livro reúne 48 relatos emocionantes, que testemunham diferentes experiências de combate. Do militar inadaptado ao que se guia por um escrupuloso sentido de dever; do que lamenta não ter desertado ao que tem gosto em matar.

Uns sentiam empatia pelo inimigo, outros moviam-se pelo desejo de aniquilação e extermínio, numa guerra que as mudanças no mundo tinham tornado obsoleta antes mesmo de começar.



MISSÃO CUMPRIDA. 1963-1965

 




Autor. Santos Andrade

6ª Edição. Ano de 1969


04/02/2024

OS ÚLTIMOS GUERREIROS DO IMPÉRIO

 

 

 Autor. Rui Rodrigues

Publicação: Amadora : Editora Erasmos

Ano -, 1997 

 Descrição: 253 p. ; 24 cmISBN: 972-8301-03-0.

 

 

"A guerra é uma coisa horrorosa, é uma bestialidade: as pessoas matam-se umas às outras. Mas, por vezes, faz-se. E a verdade é que há diferentes maneiras de a fazer. Pode-se fazer achando que, apesar de tudo, os combatentes inimigos são criaturas de Deus, como nós, ou podemos olhá-las como meros indivíduos a abater, como se fossem animais." (declarações de José Pedro Simões Caçorino Dias, Coronel, p. 111)

 

"Para mim e para muitos camaradas meus, o mais revoltante foi o que se passou depois da independência da Guiné-Bissau. O mais revoltante era dizerem que éramos portugueses, quando afinal não éramos portugueses. Nós pensávamos que ficávamos portugueses, que pertencíamos à geração dos que pertencem a Portugal. Mas chegámos à conclusão de que não era assim. Não se podia imaginar que a tropa portuguesa ia mandar para a Guiné a lista dos que, lá, tinham pertencido à tropa portuguesa. Não sabemos quem é que mandou essa lista, mas sabemos que a mandaram, no tempo de Luís Cabral.  Eu estive preso cinco vezes, e na prisão mostravam essa lista, com o carimbo do quartel-general daqui e tudo, e com os nomes dos que tinham condecorações e louvores.

 

(...) Não culpamos o governador Bettencourt Rodrigues, que, esse, foi preso depois do 25 de Abril. Culpamos, sobretudo, o governador português e também o último governador que esteve lá, Carlos Fabião. Foi ele que nos disse que tinha recebido uma carta de Portugal, do general Spínola, para nós deixarmos a tropa. Precisamente no dia 19 de Agosto de 1974. Mostrou a carta, mas ninguém leu.

 

(...) No mês de Março de 1975 começaram as prisões. Foi um mês negro para os comandos. Eu fui preso. E fui torturado. Como muitos outros camaradas. Tenho testemunhas, e alguns estão cá em Portugal. Obrigaram-nos a carregar pneus gigantescos, pneus de Berliet, com jantes e tudo. Era uma das torturas, mas havia outras: como pendurar uma pessoa pelos pés, com cordas e dar-lhe chicotadas. Dentro da prisão obrigavam as pessoas a andar despidas, só com as cuecas. Em Bula obrigaram muitos camaradas a andar com pneus de Berliet à cabeça, na rua. O comandante do PAIGC, na altura em que faziam isso, chamava-se Benjamim Correia. Mas o homem da segurança, o carrasco de todos esses camaradas, foi Fernando Quadé.

 

(...) Houve camaradas que estiveram presos seis, sete ou oito anos. Alguns já tinham sido fuzilados, e os familiares continuavam a levar-lhes comida e cigarros. Às vezes, os guardas pediam cigarros, dos bons, para os presos: as famílias estranhavam, diziam que eles não fumavam. Diziam que tinham passado a fumar. Já estavam mortos. Outros ficaram aleijados para sempre, por causa dos maus tratos. Uma vez fui passar férias à Guiné, e encontrei um soldado da minha companhia, que tinha sido muito valente, chamado Mumó Sissé. Quando me viu começou a chorar. Contou-me que passou seis meses numa cela onde não se podia pôr de pé nem estender as pernas. Quando de lá saíu tinha uma perna e uma mão paralíticas. E por lá anda.

 

(...) Houve camaradas que foram presos no Senegal, na Gâmbia, e na Guiné-Conacry. Foram mandados para a Guiné como se fossem peixe, para serem fuzilados. Tudo se passou no tempo de Luís Cabral. Podem dizer o que quiserem de Nino Vieira, mas todas essas perseguições acabaram depois do golpe de Estado de 14 de Novembro de 1980." [meu negrito] (declarações de João Seco Mamadu Mané, Fuzileiro Comando, pp. 166-168)

 

"Não posso nem quero deixar de dizer uma palavra sobre o que foi, depois, o destino desses homens do Batalhão de Comandos Africanos. Em 1974 estive em Londres, com o Dr. Mário Soares, o Dr. Almeida Santos e com o Prof. Jorge Campinos, já falecido, a negociar com o PAIGC, representado por Pedro Pires (...) As indicações que levava do general Spínola eram muito claras e eram as mesmas que tinha recebido, na Guiné, o major Carlos Fabião: aceitação pelo PAIGC de que ninguém tocava nos africanos, não só nos oficiais e sargentos do Batalhão de Comandos, como nos comandantes das milícias, que tinham cerca de 20 000 homens, com insígnias e uniformes próprios, e que tinham sido comandados pelo major Fabião. Nas nossas conversas com o PAIGC ficou sempre assente que haveria uma integração desses pessoal: não iam, com certeza, continuar a ser oficiais e sargentos, isso percebia-se, mas seriam reabsorvidos como civis. Não foi isso que o PAIGC fez. O PAIGC fuzilou barbaramente a maioria dos meus oficiais do Batalhão de Comandos Africanos. Creio que o primeiro a ser fuzilado foi o capitão Jamanca (...) Os meus oficiais foram assassinados pelo PAIGC, com conhecimento de Luís Cabral e de Nino Vieira. Não o posso provar, mas não tenho dúvidas nenhumas, pois tenho relatos de familiares, nomeadamente da mulher do tenente Zacarias Saiegh. Os meus sargentos foram também quase todos fuzilados; só nos soldados é que eles não tocaram.

 

(...) Disse-se que daqui, de Lisboa, foi mandada para a Guiné uma lista dos comandos africanos, com postos, condecorações, louvores e tudo.(...) Num programa de televisão, em 1994, Luís Cabral foi fortemente pressionado pelo comandante Alpoim Calvão - e viu-se que ele ficou aflito. Como é que ele podia não saber? Então ele era presidente e não sabia?"(declarações de João Almeida Bruno, General de Quatro Estrelas, pp. 76-78)

 

"No princípio, os jovens eram apanhados como pássaros para irem para a tropa, às vezes eram amarrados para não fugirem e depois eles punham nos papéis que eram voluntários. Nos últimos anos da guerra os guineenses já iam para a tropa voluntariamente, porque o PAIGC matava mulheres e crianças nos povoados que não estavam com eles." (declarações de Marcelino da Mata, Tenente Coronel Graduado Comando, p. 183)











HISTÓRIAS DE GUERRA. ÍNDIA, ANGOLA e GUINÉ. ANOS 60

 Autor. José Pais

 

  SBN 9789728563752 

  Editor: Prefácio

  Idioma: Português

  Dimensões: 149 x 229 x 16 mm  

Encadernação: Capa mole 

  Páginas: 144

 

 










19/01/2024

O HERÓI MILITAR PORTUGUÊS EM ÁFRICA

 

 

  Autor: José Hugo Marques

  Editor: Hugin Editores

1ª Edição: Junho de 2004

 

 

 

 




 INDISPONÍVEL

NO MATO NINGUÉM MORRE EM VERSÃO JOHN WAYNE

 


 
Autor. Jorge Monteiro Alves


Editor: Livros Horizonte
Data de Lançamento: julho de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 235 x 15 mm
ISBN: 9789899984837














Um livro sobre Marcelino da Mata e os ex-combatentes da Guerra da Guiné. 1961-1974.
 

 

Marcelino da Mata CvTE • 5 MPCG • MOCP • 2 MPFDC • MCC (Ponte Nova, Bula, Guiné, 7 de maio de 1940 ― Amadora, Portugal, 11 de fevereiro de 2021),

 Da etnia papel, foi um Tenente-Coronel Comando do Exército Português, notório por ser o militar português mais condecorado de sempre.

Portugal teve o seu Vietname na Guiné. Ali, ao longo de 11 anos, num território do tamanho do Alentejo, morreram mais de três mil soldados portugueses, vítimas de um adversário temível e de um clima impiedoso. Muitos mais ficaram estropiados e com feridas na alma para toda a vida. Lutaram em condições pavorosas e, apesar de tudo, muitos foram além do que exigia o dever. O contexto adverso deste relato é o que ficará para a História.

Para os seus homens, Marcelino da Mata foi um líder e um herói. Para o PAIGC, um temível inimigo.
Para nós, Portugueses, alguém cuja memória merece uma análise desapaixonada e contextualizada. 

INDISPONÍVEL

A PIDE / DGS na Guerra Colonial 1961 - 1974

 


 

 

Autora Dalila Cabrita Mateus ; 

rev. Filipe Rodrigues.

  2ª ed. - Lisboa : Terramar, 2004

  (Arquivos do século XX). - ISBN 972-710-369-3



    INDISPONÍVEL

ÁFRICA. A VITÓRIA TRAÍDA

 


 .

 

 Autor ( es ) -  J. da Luz Cunha, Kaúlza de Arriaga, Bethencourt Rodrigues, Silvino Silvério Marques

 

 Editorial Intervenção, Lda. Braga. 

  Ano -1977.

 Com 276, [i] págs.


Ilustrado com fotografias dos autores, quadros com dados e mapas desdobráveis dos teatros de operações.

Obra que procura provar que «A grande responsável pelo desastre ultramarino português é a política e não as Forças Armadas. Dos políticos anteriores ou posteriores ao 25 de Abril que não souberam ganhar ou evitar a derrota [...]».

 

  Importante**. Trata-se de um livro **usado**, por isso o livro poderá conter características  próprias do manuseamento. Detalhe: Capa, contra-capa e lombada desgastadas, páginas amareladas pelo tempo. Vinco ligeiro na capa. Miolo limpo.

Preço.  5 €.  + Portes.


UM MILITAR NA POLÍTICA

 




  Autor: Carlos Galvão de Melo

Editor: Shinton Investiments,Ldª

3ª Edição -Setembro de 2002

Nº de páginas: 238

Exemplar autografado com dedicatória

 

 

 


 

«O livro Um Militar na Política, assenta especialmente no binómio Verdade e Mentira. Com efeito, as distorções de há muito vindas prepositadamente a lume no respeitante à Revolução de Abril, exigiam que alguém de responsabilidade se dispusesse a corrigir vários dos desmandos verificados contrariamente à verdade histórica. Daí que o presente livro venha a preencher tão grave lacuna.»

INDISPONÍVEL

EM NOME DA PÁTRIA

 



 

 Autor: João José Brandão Ferreira

 Publicações D. Quixote

1ª Edição. Outubro de 2009

Nº de páginas: 596




 

 

 

 

 

 

 

 

    INDISPONÍVEL