Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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21/06/2026

AS POPULAÇÕES A NORTE DO DOURO E OS FRANCESES EM 1808 E 1809 ( alguns elementos históricos )

 

Autor. Carlos de Azeredo - Brigadeiro

1ª Edição. Museu Militar do Porto. 1984 


"As Populações a Norte do Douro e os Franceses em 1808 e 1809" é uma obra do General Carlos de Azeredo, editada pelo Museu Militar do Porto em 1984. 
O livro detalha a resistência e o papel ativo e patriótico do povo nortenho durante a 2ª Invasão Francesa.
Os principais pontos da obra incluem:
  • Foco no Anónimo: Destaca os feitos e o sofrimento das gentes locais que lutaram contra as tropas de Napoleão com escassos recursos.
  • Contexto Geográfico: Concentra-se na região a norte do rio Douro, palco de confrontos marcantes e de guerrilha.
  • Testemunhos e Mapas: O livro contém diversos mapas de época e reconstituições históricas detalhadas daquele período.
Trata-se de um livro de investigação histórica, frequentemente referenciado em estudos sobre as Invasões Francesas em Portugal.

19/06/2026

DUAS NAUS, UM CRUZADOR ... E DUAS FRAGATAS

 

Autor. Mauricio de Oliveira e outros.

Editora. Revista da Marinha

1ª edição.Ano de 2016

 


"Duas Naus, um Cruzador... e duas Fragatas" é uma conhecida obra publicada pela Revista de Marinha. O livro foca na história e nos navios da Armada Portuguesa que ostentaram o nome do famoso navegador Vasco da Gama.
As embarcações que dão título à obra englobam a seguinte cronologia:
  • Duas Naus: A nau Vasco da Gama do século XIX e a nau São Gabriel.
  • Um Cruzador: O famoso cruzador couraçado Vasco da Gama, que esteve ao serviço da Marinha.
  • Duas Fragatas: A fragata NRP Vasco da Gama (classe Bay), que serviu durante a Guerra Colonial, e a fragata NRP Vasco da Gama (classe MEKO 200), que simbolizou a entrada da Marinha na era moderna

25/05/2026

HISTÓRIA DAS IDEIAS REPUBLICANAS EM PORTUGAL

 

Autor. Teófilo Braga

Colecção Documenta Histórica. Editorial Vega -Ano de 1983 

«Identificando República com democracia, Teófilo faz entroncar na origem das ideias republicanas em Portugal todos os factos, pessoas ou teorias que de algum modo contribuíram para o enfraquecimento do poder real. É assim que, no campo externo, vai buscar todas as revoluções que na Europa, sobretudo em França, levaram à implantação da República e, no campo interno, realça o papel das revoluções liberais de 1820 e 1836. Assinala também a influência do positivismo de Augusto Comte (...). Desenvolvendo-se sobretudo a seguir ao aniquilamento da Comuna de Paris, o positivismo pregava a ordem e o progresso, a conciliação das classes, estabelecendo uma hierarquia de dependência necessária entre elas e condenava os métodos revolucionários do jacobinismo. (...) Os republicanos portugueses centraram a sua acção na questão política, evitando aprofundar a questão económica. Lutavam essencialmente pelo derrube da monarquia, a quem atribuíam todos os malefícios, pela separação da Igreja e do Estado (...) e pelo estabelecimento de uma democracia formal, assente no sufrágio universal, na livre expressão do pensamento e na descentralização administrativa.»* 

*  — in prefácio de Manuel Roque de Azevedo.

ESTUDOS HISTÓRICOS E ECONÓMICOS. ( II Volume ) AS PÓVOAS MARÍTIMAS

 

Autor. Alberto Sampaio

1ª edição. Julho de 1979

Documenta Histórica - Editorial Vega 

 

  


As Póvoas Marítimas» obra-prima, sobre as origens da nossa aventura marítima, ficaria, infelizmente, inacabada, que Alberto Sampaio viria a revelar, em toda a plenitude, o seu excepcional talento para a investigação histórica, afirmando-se como pioneiro da história económica em Portugal.

Morreu em Boamense, a 1 de Dezembro de 1908. Em 1923, por iniciativa do seu amigo Luís de Magalhães, a Livraria Chardron publicou parte da sua obra sob o título «Estudos Históricos e Económicos».

 

"As Póvoas Marítimas" é uma obra fundamental do historiador e economista português Alberto Sampaio. Publicada originalmente de forma póstuma no século XX (reeditada em volumes de Estudos Históricos e Económicos), é considerada um estudo pioneiro que investiga as origens da vocação marítima e da economia costeira de Portugal.
O estudo debruça-se sobre:
  • Origens Marinheiras: Analisa as comunidades costeiras e a evolução da navegação no Norte de Portugal, traçando a génese das atividades marítimas portuguesas antes e durante a época dos Descobrimentos.
  • História Económica: Destaca-se por ser uma das primeiras análises aprofundadas a cruzar a geografia e os recursos económicos com a evolução social e institucional das "póvoas" (povoações com estatutos jurídicos próprios).
  • Contexto Regional: Foca-se fortemente na faixa litoral minhota e nas suas dinâmicas de pesca, comércio e transformação social

07/05/2026

DOM DUARTE e os Prosadores da Casa de Aviz

 

Selecção, prefácio e notas de Rodrigues Lapa

 Lisboa ano de 1940

Este livro seleciona e apresenta textos dos prosadores da Casa de Avis, explorando a riqueza da literatura portuguesa de sua época.

16/04/2026

OITO SÉCULOS DE PORTUGAL NA CULTURA EUROPEIA

 

Autora. Ana Maria Homem de Mello

1ª Edição. Ano de 1992

Edição da Sociedade Histórica da Independência de Portugal 

Quando se olha o mapa da Europa, de imediato salta à vista a singular localização de Portugal: no seu extremo oeste, bem avançado e coroando, face ao Oceano, uma vasta península que quase toca a África. Pela sua nitidez, esta imagem de geografia física impressiona de tal maneira que passa a ser o alicerce único de todos os raciocínios e considerações sobre o lugar, a presença e o papel dos portugueses na história do Velho Continente. ( ... ) *

* Breve extrato do " Prefácio " 

13/04/2026

BREVE HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL

 

Autor. José Calvet de Magalhães.

Publicações Europa América. Ano de 1990 

A presente Breve história Diplomática de Portugal procura  registar sumariamente os aspectos mais relevantes da acção diplomática portuguesa com a indicação dos mais importantes actos internacionais de que Portugal foi parte ou a ele respeitam. (... ) *

* Breve extrato de « Advertência » inserido no capítulo inicial da obra. 

19/06/2025

OS FALSOS D. SEBASTIÃO

 

Autor. Miguel D'Antas


"Miguel d´Antas pões a hipótese de o nosso monarca procurar na África o complemento geoeconómico do País e ao considerar essa hipótese, antecipa-se à mais actualizada investigação. Os acontecimentos políticos e diplomáticos que o aparecimento de Marco Túlio, em Itália, provoca; a história pungente do encontro do embusteiro com D. João de Castro; os processos jurídicos levantados ao Calabrês e que envolvem as pessoas de alguns Portugueses - tudo isso ergue uma tessitura de índole historiográfica, que dá o preciso contorno de uma época trágica, emoldurada por um Sebastianismo, que bebeu na dor da nostalgia do passado, a esperança redentora da realização do seu futuro."

01/04/2025

SENHORES DO SOL E DO VENTO - Histórias verídicas de portugueses, angolanos e outros africanos

 Autor. José Bento Duarte

1ª Edição. Fevereiro de 1999

Montagem com ilustrações do livro De Benguella às Terras de Iacca, de H. Capelo e R. Ivens, Lisboa, Imprensa Nacional, 1881

Edição: Editorial Estampa Ldª, Lisboa, 1999

A história deste livro começou num dia da minha infância, quando, folheando um semanário de banda desenhada, desemboquei de súbito numa fatídica floresta africana. Ocorria ali um drama que durante algum tempo me povoaria de pesadelos os sonos até então serenos. Nos sombreados do arvoredo, de espada em punho, um militar português defendia com desespero a vida, assediado por ondas de guerreiros negros que lhe iam picando o corpo de lançadas profundas e presumivelmente fatais. Recordo, como se estivesse a vê-la agora, a figura que o artista concebeu enxuta, valente, de cabelos desgrenhados e a farda em farrapos. (...)  * 

* Breve extrato do " PREÂMBULO " assinado por José Bento Duarte.

INTRODUÇÃO GEOGRÁFICO - SOCIOLÓGICA À HISTÓRIA DE PORTUGAL

 

Autor. António Sérgio.

3ª Edição. 1976 


Edição crítica orientada por Castelo Branco Chaves, Vitorino Magalhães Godinho, Rui Grácio e Joel Serrão e organizada por Idalina Sá da Costa e Augusto Abelaira.

 

Editora. Livraria Sá da Costa -Lisboa

 

No ano de 1941, veio a lume o tomo I da História de Portugal - Introdução Geográfica de António Sérgio, editado pela Livraria Portugália. Das dificuldades de publicação e distribuição da obra faz o Autor um breve relato no prefácio, cuja leitura recomendamos do tomoVIII dos Ensaios. Mas se António Sérgio decidiu, em consequência dessas dificuldades, « desistir da prossecução do trabalho », sabemos também que nãop desistiu de divulgar a obra que considerava  « de pedagogista e de aprendiz de filósofo, de apóstolo do civismo e de reformador social ». Assim, continuou a promover a circulação da sua História de Portugal com uma nova capa e um novo título: Introdução Geográfico - Sociológica
à História de Portugal, sem qualquer referência de data e trazendo no rosto a indicação de « Propriedade do Autor ». ( ... ) *

Extrato de " Da Presente Edição " com registo de autor apenas: I.S. da C. e A.A.

24/09/2024

QUADROS HISTÓRICOS DE PORTUGAL

 

Autor. A. F. de Castilho

 

 Volume II

Ano desta edição. 1938

Livraria civilização Editora - Porto

Livro em formato de bolso.

 António Feliciano de Castilho, primeiro visconde de Castilho, foi um escritor romântico português, polemista, pedagogista e inventor do Método Castilho de leitura. Em consequência de sarampo perdeu a visão quase completamente aos 6 anos de idade. Licenciou-se em direito na Universidade de Coimbra. 

Foi uma criança com dificuldades de saúde, incluindo sérios sintomas de tísica, as quais culminaram aos seis anos de idade com um ataque de sarampo que o deixou cego. Apesar de nessa altura já saber ler e escrever, a cegueira impediu-o durante toda a vida de escrever e ler, tendo de estudar ouvindo a leitura de textos e sendo obrigado a ditar toda a sua obra literária.

Aprendendo somente pelo que ouvia ou lhe diziam, Castilho conseguiu alcançar razoável erudição no latim e nas humanidades clássicas, o conhecimento superficial de algumas línguas e o conhecimento aprofundado da língua portuguesa, que lhe permitiu distinguir-se como poeta e prosador.

O casamento

A publicação das Cartas de Echo e Narciso motivou ao poeta uma aventura romântica. Uma dama reclusa no convento de Vairão, D. Maria Isabel de Baena Coimbra Portugal, escreveu-lhe dando-se como uma nova Eco e perguntando se ele procederia como Narciso. Essa intriga galante resultou numa série de quadras do Amor e Melancholia, que o poeta publicou em Coimbra em 1828.

Concluída a guerra civil e como resultado da extinção das ordens religiosas em Portugal levada a cabo pelos vencedores, essa senhora abandonou o convento e veio a casar com o poeta, realizando-se o casamento em 29 de Novembro de 1834

Pouco durou esse consórcio, pois Maria Isabel faleceu, sem filhos, a 1 de Fevereiro de 1837, com 40 anos.

Durante esse período, Castilho esteve empenhado em projecto visando divulgar a história de Portugal, iniciando a publicação por fascículos intitulada " Quadros Históricos.

Para tal, a Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis, que fundara o jornal literário O Panorama, publicou em 1839 oito fascículos da obra, em que colaborou Alexandre Herculano, escrevendo o último quadro.

Nascimento: 28 de janeiro de 1800, Portugal
Falecimento: 18 de junho de 1875, Lisboa. ( 75 Anos )
Livros: A Noite do Castelo, Os ciumes do bardo: poema.
Filhos: Júlio de Castilho
Formação: Universidade de Coimbra
Obras editadas: Garcia de Resende:  

Quem foi Garcia de Resende ?
Nascimento: 28 de janeiro de 1800, Portugal
Falecimento: 18 de junho de 1875, Lisboa
Livros: A Noite do Castelo, Os ciumes do bardo: poema,
Filhos: Júlio de Castilho
Formação: Universidade de Coimbra
Obras editadas: Garcia de Resende: ( Garcia de Resende foi um poeta, cronista, músico, desenhista e arquiteto português. Género literário: Romântico
Nascimento: 1470, Évora
Falecimento: 3 de fevereiro de 1536, Évora
Morte: 3 de fevereiro de 1536 (66 anos); Évora, Reino de Portugal )

Excertos seguidos de uma noticia sobre sua vida e obras e estudos de língua.
Género literário: Romântico

 
( Se é Portugal a digna coroa da Europa, Lisboa resplandece como digno carbúnculo* ( 1 )  em tal coroa; é a acrópolis * ( 2 ) do Tejo, a cidade dos mármores, dos templos, dos palácios, dos jardins; a cingida de verdura, flores de abundância; a mãe dos grandes homens, das grandes armadas e de uma família grande de cidades espalhada nas cinco partes da orbe *

*Breve extrato do « Quadro Quinto - Tomada de Lisboa ( Ano 1147 )


A anotação seguinte, foi, por mim, decidida acrescentar.*  ( 1 ) -  Almandite, almandina ou carbúnculo é uma granada do ferro-alumínio com a fórmula Fe3Al2(SiO4)3. As variedades transparentes podem ter bastante valor enquanto pedras preciosas.

* ( 2 ) -  Acrópole (em grego clássico: ἀκρόπολις, composto de ἄκρος, "extremo, alto", e πόλις, "cidade") é a parte do estado construída nas partes mais altas do relevo da região.

22/09/2024

HISTÓRIA DE PORTUGAL ( Ensino Primário anos 1963 ou 64 )

 

Autores. Professores. Ernâni Rosas e Pedro de Carvalho




Livro de leitura para o ensino primário em Portugal.






História de Portugal é o livro sagrado que narra os feitos dos nossos antepassados. Muitas páginas deste livro estão escritas a letras de oiro, tão nobres e grandiosas são as coisas que descrevem ! gostas de histórias como todas as crianças. Pois bem: lê com atenção a História Pátria, e verás que outra não há mais interessante, mais colorida, mais linda ! Grava no teu coração os seus episódios maravilhosos e heróicos - e sentirás profunda e fervorosamente o orgulho de ser Português ! *

* Texto inserido nas páginas iniciais do livro.

08/09/2024

ECCOS DA REVOLUÇÃO

 

Autor- Desconhecido

Edição. 5  de Outubro de 1910

Trata-se aqui de um documento distribuído nos dias imediatos à revolução republicana.

Valioso como documento histórico.


( ... ) desde a dictadura de João Franco, em 1907, que em todo o Portugal, principalmente em Lisboa, se respirava um ambiente carregado dos maiores sobressaltos, devido às repressões de que todos vinham sendo victimas. D'ahi nasceu a necessidade d' uma revolução, no que logo pensaram alguns dos nossos mais influentes caudilhos republicanos. (... ) *

* Breve extrato do texto « Precedentes da Revolução " para o que mantive a grafia original

05/09/2024

REIS E RAINHAS DE PORTUGAL

 

Autora. Maria de Lurdes Marcelo

Ilustração. António Salvador

1ª Edição. Ano de 2004

Todo o contador de histórias conta as histórias de que gosta, mesmo que nelas haja passagens que lhe desagradem. (...) Todos os períodos da vida humana têm vantagens e desvantagens. Ver ursos e javalis nas matas da Beira Baixa, como acontecia no tempo dos primeiros reis, ou ser armado cavaleiro e participar em torneios... ou ainda ser rainha aos treze anos e reinar sobre numerosos súbditos... e ouvir jograis e trovadores a cantar poemas de amor, ao som dos seus alaúdes... (... *

* breve extrato da apresentação da obra inserida nas páginas iniciais.

19/07/2024

TIMOR. Ocupação Japonesa Durante a Segunda Guerra Mundial

 

Autor. Carlos Vieira da Rocha

1ª edição. Julho de 1994

Edição da Sociedade Histórica da Independência  de  Portugal

Timor ficou sempre muito longe para a maioria dos portugueses e apenas a tragédia por que está passando alertou a consciência nacional. Não vamos abordar este período actual mas descrever com o maior número de detalhes possível, uma outra tragédia, pouco conhecida: a cruel ocupação de Timor pelos japoneses desde 20 de Fevereiro de 1942 a 5 de Setembro de 1945, em que perderam a vida muitos dos europeus existentes e, aproximadamente, quarenta mil timorenses. ( ... ) * 

* Breve extrato de « Nota Prévia »

30/06/2024

HISTORIÓGRAFOS dos DESCOBRIMENTOS

 


Autor. Costa Brochado

Lisboa ano de 1960









( ... ) Conforme no livro se verá, tivemos a preocupação de salientar a obra daqueles que contribuíram, de algum modo, para a solução de problemas da História dos Descobrimentos; e, por isso, a cronologia adoptada diz apenas respeito aos assuntos, independentemente, às vezes, das datas e pessoas. Procurou-se, sobretudo, deixar uma ideia clara, embora rápida e sintética, acerca do que distingue, cada um dos escritores citados, na historiografia dos  Descobrimentos, isto é, procurou-se salientar a originalidade de cada um deles em relação à vastidão de matérias da História Geral dos Descobrimentos. ( ... ) * 

* Breve extrato do " Prefácio "

A POLÍTICA DE SIGILO nos DESCOBRIMENTOS. Nos tempos do infante D. Henrique e de D. João II

 




Autor. Jaime Cortesão

Lisboa. Ano de  1960











( ... ) Versando com frequência este livrinho aspectos novos da política de segredo - tais como o segredo da caravela, o segredo das Ilhas, o segredo da Mina, o segredo do valor do grau terrestre e de certas coordenadas de regiões - chaves recentemente descobertas, o segredo do alvo económico e do caminho mais rápido para a Índia, mantido até à celebração do Tratado de Tordesilhas, ou o segredo sobre as navegações experimentais, que prepararam a viagem de Vasco da Gama ( ... )*

* Breve extrato do " Prefácio 

28/06/2024

HISTÓRIA DE PORTUGAL

 Autor. Oliveira Martins

17ª edição. Ano de 1977

Joaquim Pedro de Oliveira Martins (Lisboa, 30.04.1845-Lisboa, 24.08.1894) é hoje reconhecido como um dos fundadores da moderna historiografia portuguesa e uma das vozes de maior relevância do pensamento político e social do século XIX.
Foi historiador, político e cientista social, cujas obras marcaram sucessivas gerações de leitores e investigadores, influenciando escritores do século XX, como António Sérgio ou Eduardo Lourenço.
Abandonou os estudos por dificuldades económicas da família, tendo trabalhado no comércio e mais tarde como diretor de vários projetos empresariais e industriais.
Foi deputado em 1883, eleito por Viana do Castelo, e em 1889 pelo círculo do Porto.
Em 1892 foi convidado para a pasta da Fazenda, no ministério que se organizou sob a presidência de Dias Ferreira, e em 1893 foi nomeado vice-presidente da Junta do Crédito Público.
Elemento animador da Geração de 70, revelou uma notável adaptação às múltiplas correntes de ideias do seu século, tendo colaborado nas principais publicações literárias e científicas de Portugal.
A sua vasta obra começou com o romance Febo Moniz, publicado em 1867, e estende-se até 1894, ano em que morreu.
Na área das ciências sociais escreveu, por exemplo, Elementos de Antropologia, de 1880, Regime das Riquezas, de 1883, e Tábua de Cronologia, de 1884.
Das obras históricas há a destacar História da Civilização Ibérica e História de Portugal, em 1879, O Brasil e as Colónias Portuguesas, de 1880, Os Filhos de D. João I, de 1891, e Portugal Contemporâneo, de 1881.
É também necessário destacar a sua História da República Romana.
A sua obra suscitou sempre controvérsia e influenciou a vida política portuguesa, mas também historiadores, críticos e literatos do seu tempo e do século XX. 



(...) Trágica e ardente sempre, a história espanhola difere da portuguesa, que é mais própriamente épica: e as diferenças da história traduzem as dissemelhanças do carácter. Poderemos regressar agora ao passado e perguntar-lhe a causa primária desse fenómeno ? Decerto não. Ou sombras impenetráveis o encobrem, ou a escassez do nosso saber nos não deixou ainda desvendá-lo. (...) *

Breve extrato de « Os lusitanos » in pág 19.

17/06/2024

NOMES ÁRABES DE TERRAS PORTUGUESAS

 

Autor. David Lopes

Lisboa 1968

 Colectânea organizada por José Pedro Machado, Lisboa, Sociedade de Língua Portuguesa e Círculo David Lopes, 1968. Obra de referência maior. Publicação comemorativa do centenário de David Lopes, que inclui, em apêndice, ainda: "Monchique et Arrifana d"Algarve", de C.F. Seybold e uma biobliografia de David Lopes por José Pedro Machado.


 ( ... )  Decidiu esta agremiação cultural, de acordo com a sociedade de Língua Portuguesa, coligir em volume alguns trabalhos do grande Arabista, já antes impressos, mas esparsos, respeitantes à toponímia portuguesa, de origem arábica, ou outra, chegada à nossa língua através dos Mouros . Julga-se proceder para melhor difusão da obra de David Lopes e, consequentemente, em prol da nossa cultura. Neste volume patenteiam-se, mais uma vez, além da vasta e profunda erudição, os invulgares dotes de espírito e carácter do Autor: sagacidade, coragem, concentração, honesta dúvida, compreensão de atitude alheia, operosidade constante ( não dando os problemas como definitivamente resolvidos, emendando as próprias soluções ou adindo novas provas da sua verdade ). ( ... ) *

Breve extrato da " Nota Preliminar "

29/05/2024

TRATADO DE TORDESILHAS

 


 Fac- simile Edições INAPA

 Trata-se da publicação fac-similar e respectiva transcrição de um documento de extraordinária impor­tância na história dos nossos descobrimentos, cujo original se conserva no Arquivo General de Indias, em Sevilha. Edição de invulgar qualidade gráfica, impressa em papel de superior qualidade, sob os auspícios da Comissão Nacional para as Comemo­rações dos Descobrimentos

 O tratado de Tordesilhas foi assinado na cidade espanhola com o mesmo nome e dividia, o mundo “descoberto e por descobrir” em duas partes, com os direitos de exploração, de cada uma delas, destinadas a Portugal e a Espanha.

O Tratado de Tordesilhas foi assinado no dia 7 de Junho de 1494, na cidade espanhola com o mesmo nome, cerca de ano e meio depois da viagem de Cristóvão Colombo à América.

As coordenadas fornecidas por Colombo mostravam, segundo os geógrafos portugueses, que a terra descoberta pertencia a Portugal.

A coroa espanhola pediu a intervenção papal para resolver o caso.

O Papa Alexandre VI, estabeleceu, através de uma bula, uma linha meridional que dividiu o planeta em duas partes, ficando os direitos de exploração de cada uma delas entregue aos países ibéricos, mas o rei D. João II não concordou.