Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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03/07/2026

POEMAS DO SOLSTÍCIO

 Autor. Manuel Vaz de Carvalho

2ª edição. Lisboa, 13 de Março de 2011

Editor. Fernando Mão de Ferro

Edições Colibri 

 


"Poemas do Solstício" remete tanto para a antologia poética de Manuel Vaz de Carvalho como para o fascínio intemporal que o fenómeno astronómico exerce na literatura. Celebrando a luz, a mudança e o clímax da natureza, esta poesia reflete o auge da vitalidade.
O solstício inspirou inúmeras criações literárias, evocando o encontro entre o sol, a noite e a passagem do tempo.

14/05/2026

CARTAS AO MEU CÃO

 

Autor. Manuel Brandão

1ª Edição -2026

Editora. Crónicas e Troféus 2026 

 

"Cartas ao meu cão" são expressões de amor incondicional, gratidão e saudade, celebrando a conexão única entre humanos e os seus companheiros de quatro patas. Essas cartas frequentemente destacam o papel do cão como confidente, curador de dias difíceis e lembrete de que a felicidade está nos pequenos gestos e na presença. No presente livro a temática cinegética constitui o plano central da obra.

JAVALIS DE ESPERA ( ou de qualquer outra maneira )

 

Autor. António Maria Pignatelli

1ª Edição -2022

Edição. Crónicas e Troféus, Ldª 

(...) Terei de começar por dizer que nos tempos actuais, tudo o que seja feito em prol da caça, é sempre de louvar e definitivamente cada livro novo que nos chegue à mão e nos proporcione um bom serão é obra ! (...) É um conjunto alargado mas não cansativo, de episódios de caça aos Javalis, com situações de sucesso, mas também e bem, de insucesso. (... )*

* Breve extrato do " Prefácio " da autoria de Pedro Lencastre 

25/11/2025

EL CAZADOR PRÁCTICO

 Autor. Antonio Briones Parra

Madrid. Ano de 1904

Imprimido por: Ricardo Fé 



El Cazador Práctico. Reproducción, conservación y arte de cazar. Cuadros tomados del natural.

" quando llegan los achaques de la vejez y nos privan de las pasiones, parece que las sentimos más intensamente, y con los recuerdos de aquello que nos agradó formamos un ídolo que se encierra en el tabernáculo de nuestro corazón (... ) *

* Breve extrato do Prólogo 

O CAMINHO

Autor. Miguel Delibes

Edição em língua portuguesa

 Editorial Ulisseia - Lisboa

Ano de 1957 

 

 

 

 

 

 Esta história tem um "sabor" de nostalgia e melancolia; saudades da infância e do tempo que já passou, dos lugares e das pessoas que marcaram nossas vidas, e saudades do que fomos um dia e já não somos .

Daniel é um menino de onze anos filho de um casal humilde, que vive do fabrico caseiro de queijos numa pequena vila rural na Espanha pós-guerra. A história transcorre durante a noite anterior à partida de Daniel, contra sua vontade, para a cidade onde deve prosseguir os estudos conforme os anseios do pai, que deseja que ele seja “alguém na vida”.

O título do livro alude ao caminho da vida. Daniel passa a noite acordado relembrando a sua vida até o presente momento. Vive livre e feliz na pequena vila, em contacto com a natureza e com seus dois melhores amigos e não entende porque deveria mudar. Para ele, estudar  não significa progresso.
 Sente que seu lugar é ali, na aldeia em que nasceu, onde o tempo parece ter parado e onde todos se conhecem por apelidos. Daniel, “el Mochuelo” (o coruja) forma um trio inseparável com os amigos Roque, “el Moñigo” (o bosta) e Germán, “el Tiñoso”(que sofre de "tinha", infecção provocada por fungos que causa perca de cabelo). Daniel lembra-se dos momentos vividos ao lado dos amigos: das travessuras, dos castigos, das competições para provar quem era o mais corajoso, o mais forte.

Os seus pensamentos trazem à memória a descoberta do amor e da submissão que ele nos impõe. A sensação de perder o controle sobre si mesmo: o rubor, a gagueira, a palpitação acelerada, o suor frio e o “embrulho” no estômago.

As lembranças de Daniel revelam indignação com algumas atitudes dos adultos como o mau-humor do pai, que a princípio conversava com ele e contava-lhe histórias, mas que à medida que o filho crescia, foi se distanciando por acreditar que o menino deveria amadurecer sozinho e passou a ficar ensimesmado, preocupado apenas em economizar para dar uma vida melhor ao filho. Daniel conclui que quando as pessoas chegam à idade adulta  adquirem o direito de decidir. As crianças, que tem o ímpeto e a coragem para decidir, são obrigadas a deixar que os adultos decidam por elas.

Daniel questiona a prepotência do professor que aplica castigos humilhantes aos alunos; comove-se com a bondade do padre, a quem considera um santo; revolta-se com as  mesquinharias das beatas da aldeia que se acham melhores que os outros, e diverte-se com a companhia dos amigos.

Daniel admira Paco, pai de Roque. Paco é ferreiro, homem robusto e simples, que criou o filho sózinho após a morte da esposa no parto. Daniel vê nele as qualidades que considera principais no homem: a força física e a valentia.

Ao lidar com a morte do amigo Germán, “el Tiñoso”, após um acidente, Daniel perde a inocência e dá-se  conta da efemeridade da vida, de que é apenas uma questão de tempo para que a morte chege a cada uma daquelas pessoas e a ele próprio, e que a passagem do tempo apagaria todos os vestígios da geração que ele conheceu.

Daniel não deseja ir estudar para a cidade porque sabe que não está a despedir-se  apenas das pessoas e do lugar, mas também da infância.

LA CAZA EN ESPAÑA

 Autor. Miguel Delibes

Edição em formato de livro de bolso. Ano de 1993



 Se trata de un conjunto de ensayos –”La caza en España, “La nueva codorniz”, “Las tablas de Daimiel” y “La caza hace un siglo”–, alguno de ellos muy breves. El primero y más extenso, que da título a la obra, había sido publicado en 1968 como introducción al libro colectivo “Alegrías de la caza”, editado originalmente en francés en 1966 y traducido por el propio Delibes y su hijo Miguel. En él Delibes aborda temas relacionados con la caza pero también cuestiones ecológicas como la conservación del medio y los peligros de extinción de algunas especies de la fauna española.

LA CAZA DE LA PERDIZ ROJA

 Autor. Miguel Delibes

 Edição. Ano de 1996 


La caza de la perdiz roja» es una breve y deliciosa obra publicada primero como texto independiente, con fotografías de Oriol Maspons, en 1963, e incorporada posteriormente a la edición de “Viejas historias de Castilla la Vieja” que hizo Alianza Editorial en 1969.

En forma de diálogo entre el Barbas, un viejo y avezado “perdicero”, y el Cazador, el propio Delibes, se van glosando, en boca de uno y otro, toda una serie de reflexiones y comentarios sobre la caza y su ejercicio, al tiempo que se hace una clara denuncia de las prácticas abusivas o de la progresiva desaparición de la caza libre.

No son pocas las preocupaciones y críticas –plasmadas en esta obra- sobre la ruptura del equilibrio ecológico y su repercusión en la caza, que acabarán por convertirse en una constante de la literatura cinegética delibeana.

24/11/2025

OS SANTOS INOCENTES

 Autor. Miguel Delibes

Título original. Los Santos Inocentes

Edição em idioma português.

Editorial Teorema. Ano de 1991 


Sinopse

Os Santos Inocentes conta a história da família do personagem Paco, el Bajo, camponeses paupérrimos que vivem  num latifúndio na região de Estremadura, na Espanha, no período da ditadura franquista, pós-guerra civil.

Paco, el Bajo, é casado com Régula e tem 3 filhos: Las Nieves, um menino chamado Quirce e uma menina deficiente mental, chamada La Niña Chica, uma criança que não conseguia ficar em pé, comer sozinha e falar, somente dar alguns gritos esporádicos.

O cunhado de Paco, el Bajo, é Azarias o personagem principal da obra. Também, deficiente mental trabalha  num latifúndio na Andaluzia. O dono das terras  manda-o  embora, porque  Azarías tem o costume de urinar nas mãos, para que  não gretassem com o frio, além de defecar em qualquer lugar.

Sem ter para onde ir, Azarías vai morar com a irmã – Régula na Estremadura.

Los santos inocentes - Azarías
Cena do filme " Los Santos Inocentes " de Mario Camus.

O protagonista tem uma verdadeira devoção por pássaros, ao passo que adota uma águia, que  cuida como se fosse uma criança dando-lhe comida. Chama-a  de: “Milana, bonita!” Assobia -lhe  e a ave aparece para receber carinho e comida.

Os diálogos entre os personagens são poucos,  não demonstram contrariedade e tampouco contestam. Paco, el Bajo, diz para a sua filha: “Ver, ouvir e calar”. Tudo é narrado  na  terceira pessoa por um narrador onisciente.

Quando a família de Paco, el Bajo, chega para trabalhar no latifúndio, Dom Pedro solicita que Las Nieves comece a servir na sua casa. Paco, el Bajo, e Régula sonham dar estudos  a Las Nieves e Quirce, porém, com a solicitação de Dom Pedro, o desejo vai por água abaixo.

Nesse diálogo, não vemos em nenhum momento uma proposta salarial, por parte de Dom Pedro, ou seja, a família trabalha em troca de comida e habitação.

A resposta que o casal dá ao patrão é sempre a mesma: “Sim, senhor, é para isso que  aqui estamos. ” Nada é contestado ou negociado, simplesmente baixam a cabeça a tudo.

Los Santos inocentes - cena da família
Cena do filme " Los Santos Inocentes " na qual vemos  a família de Paco, el Bajo.

O filho de Dom Pedro é o senhorito Ivan,  sendo um costume  local chamar de senhorito ao filho do patrão. Um rapaz mimado que trata os empregados com total desprezo.

Mirian, filha de Dom Pedro, é completamente alienada da situação miserável em que vivem os empregados.

Um dia quando passeava  com sua mãe, Azarias  arrasta-a  para mostrar-lhe a Milana, bonita. Quando a rapariga entra na casa,  assusta-se com a extrema pobreza do local e ainda porque  La Niña Chica começa a gritar de maneira assustadora.

Los santos inocentes - Azarías e Mirian
Cena de "  Los Santos Inocentes ". Azarías mostra à Mirian a Milana, bonita.

Com o início da temporada de caça , senhorito Ivan ordena para que Paco, el Bajo, seja seu secretário  ( mochileiro ), cuja função será recolher a caça.

“Y el señorito Iván  apresenta-se cada vez más implicativo, e de pior humor:

-No puedes moverte un poquito más rápido, Paco? Si no te das prisa, te van a robar los pantalones.”

Um dia, Paco, el Bajo, cai e fere-se  na perna. Mesmo assim, Ivan continua a insistir com o empregado debilitado e quase incapaz de prosseguir a jornada de caça. Por fim e sem outra alternativa acaba por levá-lo   ao médico, que  lhe engessa a perna e receita  repouso.

Senhorito Ivan continua, apesar disso, a insistir com  Paco, el Bajo, para que  o acompanhe, pouco se importando com a saúde do empregado. A partir daqui a narrativa terá os seus desenvolvimentos.  

O autor escreveu a obra em 1981, como denúncia das péssimas condições de vida da população rural espanhola.

Miguel Delibes ao escrever Los Santos Inocentes inspirou-se nos meninos assassinados a mando do rei Herodes, que esperava encontrar  Jesus entre eles.

Miguel Delibes dá esse nome à  obra, comparando os personagens, que são pessoas sem livre-arbítrio, portanto, sem pecados como as crianças assassinadas por Herodes.

A família de Paco, El Bajo, carece de tudo: Não possuem nenhuma propriedade e não tem autonomia nem para decidir se os filhos estudam ou trabalham. 

Essas pessoas são consideradas como propriedades de Dom Pedro, a quem acreditam dever a vida. No campo das ideias, essa mentalidade de devoção ao senhor foi responsável pela perpetuação da ditadura franquista, pois, esses trabalhadores não contestavam nenhuma figura de autoridade, seja o patrão, ou a Igreja.

O personagem do senhorito Ivan representa a mentalidade tacanha da elite rural espanhola, que apoiou Francisco Franco e tratavam os empregados como servos.

Fica a dica de uma obra excelente, que trata do ambiente rural espanhol e das condições dos trabalhadores. Obra importante para refletirmos a respeito da liberdade de escolha, que as pessoas possuem em determinadas situações, além, das relações de poder no ambiente de trabalho atual. 

Miguel Delibes

Miguel Delibes  nasceu em Valladolid na Espanha em 1920 e faleceu na mesma cidade em 2010. Foi escritor, jornalista e membro da Real Academia Espanhola desde 1975, até sua morte.

As suas obras giram em torno dos desvalidos da sociedade, como em: El Camino (1950), La hoja roja (1959), Las ratas (1962), Mi idolatrado hijo Sisí (1953) e Cinco Horas con Mario (1966)


DIARIO DE UN CAZADOR

 

Autor. Miguel Delibes

15ª Edição. Setembro de 1997

Prémio Nacional de Literatura. Ano de 1955

 

 

 1955 

 


Fotografia de Miguel Delibes

Miguel Delibes Setién, Valladolid, (1920-2010), caracterizou-se por ter uma produção literária carregada de uma perspetiva irónica, da qual aproveita para denunciar as injustiças sociais e criticar a pequena burguesia. No entanto, a sua obra não se reduz a mera denúncia social, mas aprofunda-se na rememoração da infância e na representação dos hábitos e falas típicos do mundo rural, muitos dos quais recuperou para a literatura. Considerado um dos grandes escritores espanhóis contemporâneos, a sua obra recebeu inúmeros prémios, incluindo o Nadal, o Príncipe das Astúrias, o Prémio Nacional de Letras Espanholas e o Cervantes.

 Sinopse

Lorenzo trabaja de bedel en una escuela, mantiene a su madre, tiene las ideas muy claras sobre muchas cosas y en los ratos libres, y todos los domingos durante la temporada, va de caza. Contempla el mundo con su lúcida inteligencia de muchacho de pueblo y se cuenta a sí mismo las cosas que pasan sin pensar en la posteridad. Su existencia, aunque estrecha y humilde, está tamizada por un optimismo beligerante y una clara conciencia de su dignidad. Frente a los sinsabores cotidianos está siempre la caza, que le llena el alma de gozo desde la elección de los cartuchos al regreso con las piezas incluso en los días de fiasco.  Delibes consigue con Diario de un cazador Premio Nacional de Literatura 1955 una obra extraordinaria, divertida a menudo hilarante y conmovedora, y convierte a Lorenzo en uno de los personajes más intensos y más de carne y hueso de la literatura española.

02/09/2025

CAZA, SÍMBOLO Y EROS

 

Autor. Joseba Zulaika

  •  
  • Editora ‏ : ‎ Editorial Nerea, S.A.
  • Data da publicação ‏ : ‎ 10 Abril 1992
  • Edição ‏ : ‎
  • Idioma ‏ : ‎ Espanhol
  • Número de páginas ‏ : ‎ 184 páginas
  • ISBN-10 ‏ : ‎ 8486763665
  • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8486763664
  • Peso do livro  ‏ : ‎ 250 gImagem do perfil de Joseba Zulaika

  • Dr. Joseba Zulaika (Ph.D. Princeton 1982) is an anthropologist and Professor Emeritus at the Center for Basque Studies, University of Nevada, Reno. Dr. Zulaika conducted fieldwork and published ethnographies of deep-sea fishermen, farmers, soldiers, terrorists, hunters, and artists. He has published extensively on terrorism and counterterrorism, including Basque Violence: Metaphor and Sacrament; Terror and Taboo: The Follies, Fables and Faces of Terrorism (with William Douglass); Terrorism: The Self-Fulfilling Prophecy, as well as numerous articles on the culture of violence and terrorism.

    Zulaika has also worked on the urban and political renewal of the city of Bilbao; among his publications are: Crónica de una seducción: El museo Guggenheim Bilbao; Guggenheim Bilbao Museoa: Museums, Architecture and City Renewal; Learning from the Bilbao Guggenheim (with Anna Guasch); That Old Bilbao Moon: The Passion and Resurrection of a City. His most recent book is Hellfire from Paradise Ranch: On the Frontlines of Drone Warfare.

LA CODORNIZ Y OTRAS AVES AFINES

 

Autor. Joaquin España Payá

2º Edição. Ano de 1978 

 

 








Realmente sobram todas as linhas que possam escrever-se em prólogo de uma qualquer obra deste autor. Pessoa muito conhecida no mundo cinegético, que, quando saímos para o campo com uma arma no braço em desfrute do mais nobre dos desportos, conhecemos de sobra a eficácia da sua pena e a profundidade dos seus conhecimentos.

LA CAZA DE LA PERDIZ

 


Autor. António Fornes Andrés

Editorial Hispano Europea-1992 – 2ª edição

Dimensões do livro -21 x 13.5 – 

Nº de páginas. 192. ilustrado. br.

A perdiz vermelha é a rainha da caça menor. Em cada dia atrai mais aficionados nacionais e estrangeiros, e cresce a sua importância desportiva e económica  nesta modalidade de caça. O autor, experiente aficionado com uma vasta experiência cinegética, interrogou-se ao começar a escrever esta obra se deveria dirigir-se ao caçador iniciado - que lerá com gosto tudo quanto se refira a sua modalidade favorita - ou ao neófito - desejoso de conhecer os segredos que lhe permitam colocar no pendural esse troféu invejável que é a perdiz vermelha.

CAZA MENOR

 

Autor.José Gibert Buch

Editorial: Hispano Europea

ISBN: 9788425506581

Número de páginas: 504

Encuadernación: Tapa blanda

Año de edición: 1983

Plaza de edición: Barcelona
Alto: 14.0 cm
Ancho: 22.0 cm

(...) após ler com calma Caza Menor sente-se a reconfortante sensação de que percorremos o monte acompanhado por um autêntico desportista e de termos vivido uma singular jornada de caça em pos de todas e cada uma das espécies que compõem o belo reportório da cinegética menor. Também sinto como Azorin, que escreveu que a verdadeira caça é a menor, a saber« a que se pratica sem violências, correrias e fadigas, mas sim serena e sossegadamente entre uma artística reflexão »*

Texto de: Xavier Trías de Bes Trabal 

LA CAZA DEL JABALI

 

Autor. Georges Lanorville

Título da edição original. Les Chasses au Sanglier 

  • Editora ‏ : ‎ Hispano Europea
  • Data da publicação do exemplar à esquerda na foto: Setembro de 1991‏: O da foto da direita:‎ 30 Junho 1996
  • Idioma ‏ : ‎ Espanhol
  • Número de páginas ‏ : ‎ 192 cada exemplar
  • ISBN-10 ‏ : ‎ 8425506735
  • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8425506734
  • Peso aproximado de cada livro ‏ : 505 g

Só uma experiência de muitos anos, pode permitir a realização de uma análise tão detalhada e instrutiva, como a que neste livro nos oferece o seu autor, e somente a prática desta modalidade de caça, realizada com a ilusão que o autor lhe dedicou, tornou possível oferecer-nos uma narrativa de leitura tão serena e vivida como a que descreve.

TRAS LAS HUELLAS DEL GRAN JABALI. El Manco Del Barranco Del Lobo

 

Autor: Víctor Expósito, 

1ª Edição Junho de 1993

Edição do: Grupo Editorial V, Encuadernación: RUSTICA PLASTIFICADA,

 Páginas: 229, 


. La vida y la muerte, las alegrías y los peligros, las andanzas y las peripecias de un jabalí en los montes extremeños, en los altos de las sierras y en lo profundo de los barrancos. Una obra que nos introduce de lleno en las vivencias de un jabalí que sortea, con dispar fortuna, aguardos y esperas, monterías y batidas, para cumplir su destino, su enfrentamiento con El Milano. 

Fotos del autor

19/07/2025

LOS HOMBRES NUNCA LLORAN

 

Autor. Alonso Sánchez Gascón

3ª edição. Ano de 2003 

 

. Una novela compuesta por 20 relatos autobiográficos. El drama más desgarrado en la sociedad rural de los años cuarenta y cincuenta, en sierra morena, en el Hoyo, Ciudad Real, y Andújar, Jaén. Y de tal manera se mezclan que el autor, partiendo de la realidad vivida, su realidad, nos hace reír en una página y llorar en la siguiente; tal vez incluso en la misma. Un texto profundamente realista en el que la caza sirve de disculpa narrativa para dar vida a hechos y personajes que ya sólo podemos contemplar en viejos daguerrotipos. En el fondo a medio camino entre los “Santos inocentes” y “Padre padrone”, de lo que se trata aquí es de la lucha por la supervivencia de unos hombres en circunstancias claramente hostiles, pero que, sin embargo, ellos aceptan de buen grado, sin rebelarse, porque forman parte de su ser, de su misma existencia.

 

Descripción

Tiene el lector en sus manos veinte relatos -¿o quizás veinte novelas cortas?- auténticos, biográficos, autobiográficos, en los que se mezclan y confunden el humor y el drama más desgarrado en la sociedad rural de los años cuarenta y cincuenta, en Sierra Morena de El Hoyo, Ciudad Real, y Andújar, Jaén. Y de tal manera se mezclan que el autor, partiendo de la realidad vivida, su realidad, nos hace reír en una página y llorar en la siguiente; tal vez incluso en la misma.

Un texto profundamente realista en el que la caza sirve de disculpa narrativa para dar vida a hechos y personajes que ya sólo podemos contemplar en viejos daguerrotipos. En el fondo -a medio camino entre los “Santos Inocentes” y “Padre Padrone”-, de lo que se trata aquí es de la lucha por la supervivencia de unos hombres en circunstancias claramente hostiles, pero que, sin embargo, ellos aceptan de buen grado, sin rebelarse, porque forman parte de su ser, de su misma existencia.

EL RELEVO y outros relatos de caza.

 

Autor. José Luis Lopez Trascasa

Edição. Ano de 1995 

Serie de relatos de caza premiados por la federación de caza, es uno de los más atractivos libros sobre temas cinegéticos, contiene relatos tanto de caza mayor como menor, aguardos, recechos, caza en mano y monterías, perros y cazadores, guardas y furtivos, todo se refleja en sus páginas. Amor a la naturaleza y por supuesto mucha caza. Muy ameno.

CAZA MAYOR

 

Autor. Pedro J. Henrich

Edição . Ano de 1961

Com 144 ilustrações 

 







Desde os tempos mais remotos o homem dedicou-se à caça. Primitivamente, era uma necessidade para o homem das cavernas; mais tarde, foram as caçadas dos senhores da Idade Média e de uma parte da época contemporânea; finalmente, nos tempos modernos, a caça converteu-se num desporto para uns, um espairecer e uma paixão para a maioria.*

* Tradução abreviada do texto inserido na « Introduccion » 

REALIDADES DE LA CAZA

 

Autor. José Antonio Ruiz Resina

Edição do Autor. Ano de 1994 

 








São muitos os erros que cometemos, nós mortais, na vida em todo o tipo de temas. A caça não é uma excepção, daí a conveniência de lêr livros de caça escritos por veteranos sinceros que digam a verdade despida, que contem os seus fracassos e as causas que os motivaram, para que o jovem aficionado possa esquivar alguns, já que apesar de tudo, cometem erros e os seguirão cometendo durante a sua vida, porém antes de conseguir alcançar uma média de 50%  de acertos não poder-se-à considerar um bom caçador. *

* Tradução livre de um pequeno extrato do texto inserido no capítulo I. 

08/07/2025

EL ARTE DE TIRAR BIEN A LA CAZA

 

Autor. Dr. R. Bommier.

Traducción de la segunda edición francesa por J. Labandera.

Ano de 1943 

El asombro que produce la ignorancia, como la cantidad de prejuicios relativos a cuanto se refiere a la escopeta, a los cartuchos, al tiro, a la eficacia de ciertas cargas de los diversos números de perdigones etc. Los que no saben hallaran en estas paginas, mas que antiguos conocimientos, conocerán el secreto de saber tirar bien, apuntar bien y cazar mejor.