2ª edição. Lisboa, 13 de Março de 2011
Editor. Fernando Mão de Ferro
Edições Colibri
2ª edição. Lisboa, 13 de Março de 2011
Editor. Fernando Mão de Ferro
Edições Colibri
Autor. Manuel Brandão
1ª Edição -2026
Editora. Crónicas e Troféus 2026
"Cartas ao meu cão" são expressões de amor incondicional, gratidão e saudade, celebrando a conexão única entre humanos e os seus companheiros de quatro patas. Essas cartas frequentemente destacam o papel do cão como confidente, curador de dias difíceis e lembrete de que a felicidade está nos pequenos gestos e na presença. No presente livro a temática cinegética constitui o plano central da obra.
Autor. António Maria Pignatelli
1ª Edição -2022
Edição. Crónicas e Troféus, Ldª
(...) Terei de começar por dizer que nos tempos actuais, tudo o que seja feito em prol da caça, é sempre de louvar e definitivamente cada livro novo que nos chegue à mão e nos proporcione um bom serão é obra ! (...) É um conjunto alargado mas não cansativo, de episódios de caça aos Javalis, com situações de sucesso, mas também e bem, de insucesso. (... )** Breve extrato do " Prefácio " da autoria de Pedro Lencastre
Madrid. Ano de 1904
Imprimido por: Ricardo Fé
" quando llegan los achaques de la vejez y nos privan de las pasiones, parece que las sentimos más intensamente, y con los recuerdos de aquello que nos agradó formamos un ídolo que se encierra en el tabernáculo de nuestro corazón (... ) *
* Breve extrato do Prólogo
Edição em língua portuguesa
Editorial Ulisseia - Lisboa
Ano de 1957
Edição em formato de livro de bolso. Ano de 1993
Se trata de un conjunto de ensayos –”La caza en España, “La nueva codorniz”, “Las tablas de Daimiel” y “La caza hace un siglo”–, alguno de ellos muy breves. El primero y más extenso, que da título a la obra, había sido publicado en 1968 como introducción al libro colectivo “Alegrías de la caza”, editado originalmente en francés en 1966 y traducido por el propio Delibes y su hijo Miguel. En él Delibes aborda temas relacionados con la caza pero también cuestiones ecológicas como la conservación del medio y los peligros de extinción de algunas especies de la fauna española.
Edição. Ano de 1996
La caza de la perdiz roja» es una breve y deliciosa obra publicada primero como texto independiente, con fotografías de Oriol Maspons, en 1963, e incorporada posteriormente a la edición de “Viejas historias de Castilla la Vieja” que hizo Alianza Editorial en 1969.
En forma de diálogo entre el Barbas, un viejo y avezado “perdicero”, y el Cazador, el propio Delibes, se van glosando, en boca de uno y otro, toda una serie de reflexiones y comentarios sobre la caza y su ejercicio, al tiempo que se hace una clara denuncia de las prácticas abusivas o de la progresiva desaparición de la caza libre.
No son pocas las preocupaciones y críticas –plasmadas en esta obra- sobre la ruptura del equilibrio ecológico y su repercusión en la caza, que acabarán por convertirse en una constante de la literatura cinegética delibeana.
Título original. Los Santos Inocentes
Edição em idioma português.
Editorial Teorema. Ano de 1991
Os Santos Inocentes conta a história da família do personagem Paco, el Bajo, camponeses paupérrimos que vivem num latifúndio na região de Estremadura, na Espanha, no período da ditadura franquista, pós-guerra civil.
Paco, el Bajo, é casado com Régula e tem 3 filhos: Las Nieves, um menino chamado Quirce e uma menina deficiente mental, chamada La Niña Chica, uma criança que não conseguia ficar em pé, comer sozinha e falar, somente dar alguns gritos esporádicos.
O cunhado de Paco, el Bajo, é Azarias o personagem principal da obra. Também, deficiente mental trabalha num latifúndio na Andaluzia. O dono das terras manda-o embora, porque Azarías tem o costume de urinar nas mãos, para que não gretassem com o frio, além de defecar em qualquer lugar.
Sem ter para onde ir, Azarías vai morar com a irmã – Régula na Estremadura.

O protagonista tem uma verdadeira devoção por pássaros, ao passo que adota uma águia, que cuida como se fosse uma criança dando-lhe comida. Chama-a de: “Milana, bonita!” Assobia -lhe e a ave aparece para receber carinho e comida.
Os diálogos entre os personagens são poucos, não demonstram contrariedade e tampouco contestam. Paco, el Bajo, diz para a sua filha: “Ver, ouvir e calar”. Tudo é narrado na terceira pessoa por um narrador onisciente.
Quando a família de Paco, el Bajo, chega para trabalhar no latifúndio, Dom Pedro solicita que Las Nieves comece a servir na sua casa. Paco, el Bajo, e Régula sonham dar estudos a Las Nieves e Quirce, porém, com a solicitação de Dom Pedro, o desejo vai por água abaixo.
Nesse diálogo, não vemos em nenhum momento uma proposta salarial, por parte de Dom Pedro, ou seja, a família trabalha em troca de comida e habitação.
A resposta que o casal dá ao patrão é sempre a mesma: “Sim, senhor, é para isso que aqui estamos. ” Nada é contestado ou negociado, simplesmente baixam a cabeça a tudo.

O filho de Dom Pedro é o senhorito Ivan, sendo um costume local chamar de senhorito ao filho do patrão. Um rapaz mimado que trata os empregados com total desprezo.
Mirian, filha de Dom Pedro, é completamente alienada da situação miserável em que vivem os empregados.
Um dia quando passeava com sua mãe, Azarias arrasta-a para mostrar-lhe a Milana, bonita. Quando a rapariga entra na casa, assusta-se com a extrema pobreza do local e ainda porque La Niña Chica começa a gritar de maneira assustadora.

Com o início da temporada de caça , senhorito Ivan ordena para que Paco, el Bajo, seja seu secretário ( mochileiro ), cuja função será recolher a caça.
“Y el señorito Iván apresenta-se cada vez más implicativo, e de pior humor:
-No puedes moverte un poquito más rápido, Paco? Si no te das prisa, te van a robar los pantalones.”
Um dia, Paco, el Bajo, cai e fere-se na perna. Mesmo assim, Ivan continua a insistir com o empregado debilitado e quase incapaz de prosseguir a jornada de caça. Por fim e sem outra alternativa acaba por levá-lo ao médico, que lhe engessa a perna e receita repouso.
Senhorito Ivan continua, apesar disso, a insistir com Paco, el Bajo, para que o acompanhe, pouco se importando com a saúde do empregado. A partir daqui a narrativa terá os seus desenvolvimentos.
O autor escreveu a obra em 1981, como denúncia das péssimas condições de vida da população rural espanhola.
Miguel Delibes ao escrever Los Santos Inocentes inspirou-se nos meninos assassinados a mando do rei Herodes, que esperava encontrar Jesus entre eles.
Miguel Delibes dá esse nome à obra, comparando os personagens, que são pessoas sem livre-arbítrio, portanto, sem pecados como as crianças assassinadas por Herodes.
A família de Paco, El Bajo, carece de tudo: Não possuem nenhuma propriedade e não tem autonomia nem para decidir se os filhos estudam ou trabalham.
Essas pessoas são consideradas como propriedades de Dom Pedro, a quem acreditam dever a vida. No campo das ideias, essa mentalidade de devoção ao senhor foi responsável pela perpetuação da ditadura franquista, pois, esses trabalhadores não contestavam nenhuma figura de autoridade, seja o patrão, ou a Igreja.
O personagem do senhorito Ivan representa a mentalidade tacanha da elite rural espanhola, que apoiou Francisco Franco e tratavam os empregados como servos.
Fica a dica de uma obra excelente, que trata do ambiente rural espanhol e das condições dos trabalhadores. Obra importante para refletirmos a respeito da liberdade de escolha, que as pessoas possuem em determinadas situações, além, das relações de poder no ambiente de trabalho atual.

Miguel Delibes nasceu em Valladolid na Espanha em 1920 e faleceu na mesma cidade em 2010. Foi escritor, jornalista e membro da Real Academia Espanhola desde 1975, até sua morte.
As suas obras giram em torno dos desvalidos da sociedade, como em: El Camino (1950), La hoja roja (1959), Las ratas (1962), Mi idolatrado hijo Sisí (1953) e Cinco Horas con Mario (1966)
Autor. Miguel Delibes
15ª Edição. Setembro de 1997
Prémio Nacional de Literatura. Ano de 1955
1955
Miguel Delibes Setién, Valladolid, (1920-2010), caracterizou-se por ter
uma produção literária carregada de uma perspetiva irónica, da qual
aproveita para denunciar as injustiças sociais e criticar a pequena
burguesia. No entanto, a sua obra não se reduz a mera denúncia social,
mas aprofunda-se na rememoração da infância e na representação dos
hábitos e falas típicos do mundo rural, muitos dos quais recuperou para a
literatura. Considerado um dos grandes escritores espanhóis
contemporâneos, a sua obra recebeu inúmeros prémios, incluindo o Nadal, o Príncipe das Astúrias, o Prémio Nacional de Letras Espanholas e o Cervantes.
Sinopse
Lorenzo trabaja de bedel en una escuela, mantiene a su madre, tiene las ideas muy claras sobre muchas cosas y en los ratos libres, y todos los domingos durante la temporada, va de caza. Contempla el mundo con su lúcida inteligencia de muchacho de pueblo y se cuenta a sí mismo las cosas que pasan sin pensar en la posteridad. Su existencia, aunque estrecha y humilde, está tamizada por un optimismo beligerante y una clara conciencia de su dignidad. Frente a los sinsabores cotidianos está siempre la caza, que le llena el alma de gozo desde la elección de los cartuchos al regreso con las piezas incluso en los días de fiasco. Delibes consigue con Diario de un cazador Premio Nacional de Literatura 1955 una obra extraordinaria, divertida a menudo hilarante y conmovedora, y convierte a Lorenzo en uno de los personajes más intensos y más de carne y hueso de la literatura española.
Autor. Joseba Zulaika

Dr. Joseba Zulaika (Ph.D. Princeton 1982) is an anthropologist and Professor Emeritus at the Center for Basque Studies, University of Nevada, Reno. Dr. Zulaika conducted fieldwork and published ethnographies of deep-sea fishermen, farmers, soldiers, terrorists, hunters, and artists. He has published extensively on terrorism and counterterrorism, including Basque Violence: Metaphor and Sacrament; Terror and Taboo: The Follies, Fables and Faces of Terrorism (with William Douglass); Terrorism: The Self-Fulfilling Prophecy, as well as numerous articles on the culture of violence and terrorism.
Zulaika has also worked on the urban and political renewal of the city of Bilbao; among his publications are: Crónica de una seducción: El museo Guggenheim Bilbao; Guggenheim Bilbao Museoa: Museums, Architecture and City Renewal; Learning from the Bilbao Guggenheim (with Anna Guasch); That Old Bilbao Moon: The Passion and Resurrection of a City. His most recent book is Hellfire from Paradise Ranch: On the Frontlines of Drone Warfare.
Autor. Joaquin España Payá
2º Edição. Ano de 1978
Realmente sobram todas as linhas que possam escrever-se em prólogo de uma qualquer obra deste autor. Pessoa muito conhecida no mundo cinegético, que, quando saímos para o campo com uma arma no braço em desfrute do mais nobre dos desportos, conhecemos de sobra a eficácia da sua pena e a profundidade dos seus conhecimentos.
Autor. António Fornes Andrés
Editorial Hispano Europea-1992 – 2ª edição
Dimensões do livro -21 x 13.5 –
Nº de páginas. 192. ilustrado. br.
A perdiz vermelha é a rainha da caça menor. Em cada dia atrai mais aficionados nacionais e estrangeiros, e cresce a sua importância desportiva e económica nesta modalidade de caça. O autor, experiente aficionado com uma vasta experiência cinegética, interrogou-se ao começar a escrever esta obra se deveria dirigir-se ao caçador iniciado - que lerá com gosto tudo quanto se refira a sua modalidade favorita - ou ao neófito - desejoso de conhecer os segredos que lhe permitam colocar no pendural esse troféu invejável que é a perdiz vermelha.Autor.José Gibert Buch
Texto de: Xavier Trías de Bes Trabal
Autor. Georges Lanorville
Título da edição original. Les Chasses au Sanglier
Autor: Víctor Expósito,
1ª Edição Junho de 1993
Edição do: Grupo Editorial V, Encuadernación: RUSTICA PLASTIFICADA,
Páginas: 229,
Fotos del autor
Autor. Alonso Sánchez Gascón
3ª edição. Ano de 2003
Tiene el lector en sus manos veinte relatos -¿o quizás veinte novelas cortas?- auténticos, biográficos, autobiográficos, en los que se mezclan y confunden el humor y el drama más desgarrado en la sociedad rural de los años cuarenta y cincuenta, en Sierra Morena de El Hoyo, Ciudad Real, y Andújar, Jaén. Y de tal manera se mezclan que el autor, partiendo de la realidad vivida, su realidad, nos hace reír en una página y llorar en la siguiente; tal vez incluso en la misma.
Un texto profundamente realista en el que la caza sirve de disculpa narrativa para dar vida a hechos y personajes que ya sólo podemos contemplar en viejos daguerrotipos. En el fondo -a medio camino entre los “Santos Inocentes” y “Padre Padrone”-, de lo que se trata aquí es de la lucha por la supervivencia de unos hombres en circunstancias claramente hostiles, pero que, sin embargo, ellos aceptan de buen grado, sin rebelarse, porque forman parte de su ser, de su misma existencia.
Autor. José Luis Lopez Trascasa
Edição. Ano de 1995
Serie de relatos de caza premiados por la federación de caza, es uno de los más atractivos libros sobre temas cinegéticos, contiene relatos tanto de caza mayor como menor, aguardos, recechos, caza en mano y monterías, perros y cazadores, guardas y furtivos, todo se refleja en sus páginas. Amor a la naturaleza y por supuesto mucha caza. Muy ameno.Autor. Pedro J. Henrich
Edição . Ano de 1961
Com 144 ilustrações
Desde os tempos mais remotos o homem dedicou-se à caça. Primitivamente, era uma necessidade para o homem das cavernas; mais tarde, foram as caçadas dos senhores da Idade Média e de uma parte da época contemporânea; finalmente, nos tempos modernos, a caça converteu-se num desporto para uns, um espairecer e uma paixão para a maioria.*
* Tradução abreviada do texto inserido na « Introduccion »
Autor. José Antonio Ruiz Resina
Edição do Autor. Ano de 1994
São muitos os erros que cometemos, nós mortais, na vida em todo o tipo de temas. A caça não é uma excepção, daí a conveniência de lêr livros de caça escritos por veteranos sinceros que digam a verdade despida, que contem os seus fracassos e as causas que os motivaram, para que o jovem aficionado possa esquivar alguns, já que apesar de tudo, cometem erros e os seguirão cometendo durante a sua vida, porém antes de conseguir alcançar uma média de 50% de acertos não poder-se-à considerar um bom caçador. *
* Tradução livre de um pequeno extrato do texto inserido no capítulo I.
Autor. Dr. R. Bommier.
Traducción de la segunda edición francesa por J. Labandera.
Ano de 1943
El asombro que produce la ignorancia, como la cantidad de prejuicios relativos a cuanto se refiere a la escopeta, a los cartuchos, al tiro, a la eficacia de ciertas cargas de los diversos números de perdigones etc. Los que no saben hallaran en estas paginas, mas que antiguos conocimientos, conocerán el secreto de saber tirar bien, apuntar bien y cazar mejor.