Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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25/05/2026

FARSA DE INÊS PEREIRA, de GIL VICENTE ( Edição escolar )

 Autor. Albano Monteiro Soares

( Estudo, análise, notas, vocabulário e questionários )

Porto Editora. Outubro 1996

 



A Farsa de Inês Pereira (1523) é uma comédia de costumes de Gil Vicente baseada no provérbio "Mais quero asno que me leve, que cavalo que me derrube". A obra critica os casamentos arranjados e a ambição social, retratando a emancipação feminina através da ironia e da astúcia. 
Resumo do Enredo
  1. Aspiração: Inês vive oprimida pela mãe e anseia casar para ganhar liberdade. Recusa pretendentes rudes, mas com bons princípios (como Pero Marques).
  2. Primeiro Casamento: Casa-se com Brás da Mata, um escudeiro fidalgo, presumido e falido que se revela um marido tirano, proibindo-a de sair de casa. 
  3. Desfecho: Após um caso extraconjugal do escudeiro e a sua morte em combate, Inês fica viúva. Casa-se então com Pero Marques, que aceita todas as suas vontades e a deixa livre para se encontrar com o seu amante (o ermitão), saindo ilesa e vitoriosa no final. 
 Personagens Principais
  • Inês Pereira: Jovem rebelde, sonhadora, preguiçosa e astuta. Evolui de uma ingénua oprimida para uma mulher calculadora e emancipada.
  • Mãe (Mãe de Inês): Representante do pragmatismo popular. Aconselha a filha a casar com segurança e sensatez.
  • Brás da Mata: O escudeiro. Símbolo da falsa nobreza, da aparência e da opressão.
  • Pero Marques: Lavrador pacato, ingénuo, rico e submisso. Representa a segurança valorizada no provérbio.
  • Lianor Vaz: A alcoviteira que articula casamentos e traz intrigas, ajudando a avançar a ação.
Edições Escolares e Estudo
Para o programa do Ensino Secundário, estas edições são excelentes guias de estudo:
  • Coleção Educação Literária: A edição da Porto Editora e a da Fnac incluem o texto integral, notas de vocabulário e questionários.

22/05/2026

INITIA LATINA - Primeiro Livro de Latim ( 6º Ano )

 

Autor. José Nunes de Figueiredo, professor do Liceu de D. João III em Coimbra.

7ª edição - Coimbra 1962

Coimbra Editora 





Initia Latina substitui Rudimenta Latina, como primeiro livro na aprendizagem do Latim, e está, segundo julgo, de acordo com o espírito e as exigências da lei. Seguiram-se as instruções que acompanham os Programas, as sugestões postas nos relatórios e uma ou outra lembrança amiga. Uma breve introdução, com provérbios e expressões geralmente conhecidas, estabelece o primeiro contacto com o latim e procura mostrar o que aproxima ou diferencia do português. Refere-se depois como a língua falada pelos Romanos veio a originar as línguas românicas, para, em seguida, se apresentarem os primeiros exercícios. (...) *

* Breve extrato do Prefácio assinado por José Nunes de Figueiredo em Coimbra, no dia 7 de Fevereiro de 1954.

13/05/2026

REVISTA DA FACULDADE DE LETRAS Tomo XV - 2ª Série. Nºs 1 e 2

 Autores. Diversos.

 Edição da Universidade de Lisboa

Ano de 1949 


Em 1948 e 1949 realizaram-se notáveis conferências nesta Faculdade. Professores e investigadores, portugueses e estrangeiros, continuaram uma já longa série de exposições científicas em variados ramos humanísticos. Algumas, ou a maior parte, serão publicadas oportunamente nesta revista (...) *

* Breve extrato de " Vida da Faculdade " 

11/04/2026

PRONTUÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA

 

Autor. Manuel dos Santos Alves

2ª edição. Ano de 1993

Edição: Universitária Editora

 

 

 

 

 

 

 

Os « Prontuários » da Língua Portuguesa »  parecem bastante incompletos e um tanto confusos nas rubricas e no seu tratamento. Se em termos de extensão é relativamente simples determinar os limites de um Prontuário, o mesmo não acontece quanto ao conteúdo, que, na sua objectividade necessária, vem profundamente marcado pelo que de subjectivo implica a selecção dos elementos constituintes. (... ) *

* Breve extrato de " Razão de Ser " inserido na página inicial da obra. 

20/09/2025

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL ( 2 tomos )

 

Edição da Universidade de Coimbra e Fundação Calouste Gulbenkian.

1º Volume tomo I ( 1290 - 1536 )

2º Volume tomo II ( 1537 - 1771)

Colaboraram  nestes números diversas pessoas e entidades.

Vol I -  857 pp.  (29 x19,5 cm )   1 250 g

Vol II -   1 153 pp   ( 29 x 19,5 cm )   2 450 g

 

 

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL - I volume (2 tomos)

Ano 1997

Lisboa; Universidade de Coimbra - Fundação Calouste Gulbenkian; In-4º de 2 volumes com 1151(3) páginas; Ilustrado; Encadernado

Obra dividida em dois tomos sendo o primeiro relativo ao período de 1290-1536 e o segundo de 1537-1771. Trabalho de grande interesse para o estudo da história do ensino no nosso país.

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL. 1º volume - Tomo I (1290- 1536)

 

Edição da Universidade de Coimbra e Fundação Calouste Gulbenkian

I Volume -  Tomo I ( 1290 - 1536 )

( ... ) A Fundação Galouste Gulbenkian decidiu subsidiar a publicação, cujo primeiro volume agora se apresenta, em edição conjunta da Reitoria da Universidade de Coimbra e da Fundação. Tal facto obriga a render à Fundação a mais viva homenagem. *

Breve extrato do texto inserido na apresentação da obra assinado por António Ferrer Correia ( Reitor honorário da U.C. ) e Rui Alarcão ( Reitor da U.C. )

HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE EM PORTUGAL. 1º Volume. Tomo II. (1537 - 1771)

 

Edição da Universidade de Coimbra e da Fundação Calouste Gulbenkian

1º Volume. Tomo II ( 1537 - 1771) 

Por contrapartida aos tempos medievais, evento fundamental da história universitária portuguesa verifica-se, em 1537, quando D. João III decide encerrar os Estudos de Lisboa e transferir a Universidade para Coimbra, onde ela desde então labora, sintonizando-a com as correntes europeias do pensamento renascentista. ( ... ) *

* Breve extrato do capítulo inicial deste tomo sob o título " A Universidade de Coimbra sob a égide de D. João III " e assinado por Luís A. de Oliveira Ramos

19/05/2025

RELAÇÕES PÚBLICAS ( 10º ano de escolaridade )

 

Autores. Maria da Luz Oliveira, Maria João Pais, Belmiro Gil Cabrito.

Edição para o 10º ano de escolaridade pela Texto Editora.

Lisboa -1987

(...) É, pois, com este objectivo que orientámos o nosso trabalho e definimos a estrutura deste manual. Assim ao lado de textos de sociólogos da comunicação, alguns naturalmente complexos, encontram-se algumas pistas para abordagem e reflexão dos mesmos assim como algumas questões que servirão de ponto de paragem para avaliação do processo de aprendizagem. Incluímos, ainda, os elementos que considerámos necessários para uma preparação ou síntese da matéria focada nos textos.*

* Breve extrato da " Introdução " da responsabilidade dos autores

16/10/2024

HISTÓRIA

 

Autoras. Maria Eugénia Reis Gomes, Maria Margarida Mendes de Matos, Ana Maria Leal de Faria,Joaquina Mendes Pereira

Obra composta por 2 volumes para o 8º Ano.

Anos destas edições. 1979


Introdução

As Aprendizagens Essenciais (AE) de História identificam os conhecimentos, as capacidades e as atitudes que se pretendem atingir com a aprendizagem da História no 3.o ciclo e constituem-se como o documento curricular base para a planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, contribuindo para a consecução do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA). Identificando as AE permite-se o aprofundamento de temas, as explorações interdisciplinares e a mobilização de componentes locais do currículo.

As AE foram elaboradas tendo como referência uma escolaridade obrigatória de 12 anos, com a preocupação de dar aos alunos instrumentos para o prosseguimento de estudos, mas pensando igualmente que, para muitos, o 9.o ano representa o fim do contacto com a disciplina de História.

No 3.o ciclo a História torna-se uma disciplina autónoma, uma vez que no 1.o ciclo está integrada no Estudo do Meio e no 2.o ciclo se trata a História e Geografia de Portugal, o que permite aprofundar a utilização das metodologias específicas desta área do saber e, optando por uma abordagem cronológica, dar aos alunos uma consciência de outras realidades espácio-temporais, relacionando a história de Portugal com a história da Europa e do Mundo.

No que respeita ao 8.o ano de escolaridade, as AE definidas incidem no estudo de etapas fundamentais do desenvolvimento da humanidade, desde a expansão e mudança verificadas nos séculos XV e XVI até ao aparecimento e desenvolvimento da civilização industrial no século XIX.

Pretende-se que o aluno adquira uma consciência histórica que lhe permita assumir uma posição crítica e participativa na sociedade, reconhecendo a utilidade da História para compreender de forma integrada o mundo em que vive e para a construção da sua identidade individual e coletiva. A História, através da análise fundamentada e crítica de exemplos do passado, é uma disciplina fundamental para promover a cultura de autonomia e responsabilidade, referida no documento PA.

Para além das AE identificadas para cada tema do Programa, ao longo do 3o ciclo o aluno deve desenvolver um conjunto de competências específicas da disciplina de História e transversais a vários temas e anos de escolaridade:

  • Consolidar a aquisição e utilizar referentes de tempo e de unidades de tempo histórico: antes de, depois de, milénio, século, ano, era; (A; B; C; I) 
  • Localizar em representações cartográficas, de diversos tipos, locais e eventos históricos; (A; B; C; I)
  • Compreender a necessidade das fontes históricas para a produção do conhecimento histórico; (A; B; C; D; F; I)
  • Utilizar adequadamente fontes históricas de tipologia diversa, recolhendo e tratando a informação para a abordagem da realidade social numa perspetiva crítica; (A; B C; D; F; H; I)
  • Relacionar formas de organização do espaço com os elementos naturais e humanos aí existentes em diferentes épocas históricas, ressaltando aspetos diferentes e aspetos que permanecem; (A; B; C D; F; G; I; J)
  • Reforçar a utilização de conceitos operatórios e metodológicos da disciplina de História; (C; D; F; I)
  • Compreender a existência de continuidades e de ruturas no processo histórico, estabelecendo relações de causalidade e de consequência; (A; B; C; D; F; G; I)
  • Reconhecer a importância dos valores de cidadania para a formação de uma consciência cívica e de uma intervenção responsável na sociedade democrática; (A; B; C; D; E; F; G; I)
  • Promover uma abordagem da História baseada em critérios éticos e estéticos; (A; B; C; D; E; F; G; H; I; J)
  • Relacionar, sempre que possível, as aprendizagens com a História regional e local, valorizando o património histórico e cultural existente na região/local onde habita/estuda; (A; B; C; D; E; F; G; H; I)
  • Promover o respeito pela diferença, reconhecendo e valorizando a diversidade étnica, ideológica, cultural e sexual; (A; B; C; D; E; F; G; H; I)
  • Valorizar a dignidade humana e os direitos humanos, promovendo a diversidade, as interações entre diferentes culturas, a justiça, a igualdade e equidade no cumprimento das leis; (A; B; C; D; E; F; G; H; I)
  • Respeitar a biodiversidade, valorizando a importância da riqueza das espécies vegetais e animais para o desenvolvimento das comunidades humanas. (A; B; D; F; G)


Os documentos de referência considerados para a elaboração das AE foram o Programa e as Metas Curriculares que se mantêm em vigor.