Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
Mostrar mensagens com a etiqueta EROTISMO / COMPORTAMENTO HUMANO RELACIONADO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EROTISMO / COMPORTAMENTO HUMANO RELACIONADO. Mostrar todas as mensagens

26/08/2025

HISTÓRIAS ERÓTICAS

 

Autores - Diversos

Título original. Erotic Tales

1993 by Michael O' Mara Books Limited.

1ª Edição. Dezembro de 1997

Edições  Asa 

De  AS LIGAÇÕES PERIGOSAS escrito em 1782, até O PONTO FIXO, de Subniv Babuta publicado em 1991, um panorama fascinante do modo como o sexo foi retratado nas mais diferentes épocas e pelos mais diferentes escritores.

PORTUGAL ERÓTICO. anúncios - telefones - excessos

 

Autor. João Alves da Costa

 1ª Edição: Novembro de 1993

  • ISBN: 972-20-1135-9
  • Depósito legal: 72828/93

  • Idioma: Português
  • Nº Páginas: 212 p.

  • Editora: Dom Quixote 
  •  ISBN: 972-20-1135-9Depósito legal: 72828/93

  • Ainda tinha os olhos quentes depois de ter saido do vulcão. A pele louletana, a lassidão mourisca, a cimitarra do Crescente esculpida no rosto, ao sorrir. Não tem cabelos, porque os rapou numa noite de desamores. Perdeu e cumpriu a aposta num jogo de dados. « recuso-me a ser a VOZ do dono » *

    * Breve extrato do Prefácio  

    07/03/2024

    OS BONS VELHOS TEMPOS DA PROSTITUIÇÃO EM PORTUGAL

     


    L

    Textos e Gravuras
    da " História da Prostituição em Portugal " de Alfredo Amorim pessoa, Lisboa 1887.


    Antologia Organizada e Anotada por.
    Manuel João Gomes

    Editora Arcádia S.A.R.L.
    Edição. 1ª Edição. Novembro de 1976
    Desta edição tiraram-se 3.000 exemplares.
    Este ostenta o nº 683.



    Este livro não pretende de modo algum desenvolver um estudo exaustivo sobre a prostituição em Portugal, mas coloca uma pergunta inquietante: que diferença existe entre as relações sexuais dentro da prostituição e as relações sexuais convencionais?
    Observações:
    Antologia de histórias e documentos colhidos na História da Prostituição em Portugal de Alfredo Amorim Pessoa (1887), com  selecção e anotações de Manual João Gomes onde ele  denuncia a  "trafulhice" e a leviandade de Alfredo Amorim Pessoa.

















     


    18/02/2024

    A CARNE o DIABO e o CONFESSOR

     

     Autor:Guy Bechtel


    1ª Edição. Janeiro de 1999








    "A Carne, o Diabo e o Confessor", de Guy Bechtel, é a história de uma "ambição imensa que nem sequer o fascismo ou o comunismo, ideologias ridiculamemte inquisitoriais e moralizadoras, ousaram intentar".
    Que ambição é esta?
     A que a Igreja Católica Apostólica Romana teve (teve?), "através da confissão obrigatória, periódica e detalhada dos pecados aos confessores", de "pôr a mão em cima da vida pessoal mais íntima dos indivíduos e, mais especialmente, dos casais".

    Durante séculos, escreve Bechtel, "num curioso 'ménage à trois', o confessor deitou-se todas as noites no leito conjugal" - "Onde Estaline se detinha à porta da alcova, a Igreja pretendia deslizar para o meio dos lençóis".
     Diga-se desde já que, apesar das aparências, o autor não pretende ser polémico, nem "terrorista", nem sequer fazer a "reclamação utópica de uma total liberdade sexual".

     Por exemplo: quando ele fala daqueles teólogos que no século XVII entretiveram o tempo decidindo se "um caldo tomado como clister quebrava o jejum e portanto impedia a comunhão", não o faz com o intuito provocatório usado, em pleno furor anticlerical oitocentista, por Léo Taxil, que dizia que se tratava de saber "se a Santíssima Trindade e o clister nutritivo tinham hipóteses de se encontrar no tubo dos comungantes".Bechtel parece-nos até ser um historiador comedido (tenta "ser menos pornográfico do que os [...] antecessores clericais ou anticlericais");

     bem intencionado (sugere que, dado o primeiro passo com a revisão do caso Galileu, a Igreja vire mais decididamente o feitiço contra o feiticeiro, ou seja, faça um "mea culpa" que abranja generosamente a Inquisição e outros pecados igualmente pouco originais);

     e preocupado (o último "Catecismo" católico, que é do início desta década, não deixa alternativa a quem vê na confissão uma das causas da "descristianização" do Ocidente; ainda por cima numa altura em que o mercado dos "apaziguadores" está cheio de profissionais - psicólogos, psicanalistas, astrólogos, etc. - não menos preparados do que os padres e seguramente mais "permissivos" do que eles, embora mais caros).

     O que Bechtel não consegue é deixar de fazer algumas perguntas: "Que palavras de Jesus, que textos dos Evangelhos levaram São Clemente (150-211) ou Monsenhor Claret por volta de 1860 a interrogar-se sobre o esperma?

     São Barnabé desde o século primeiro a preocupar-se com o lado pecaminoso da felação?
     Monsenhor Bouvier (1783-1854) a descrever as consequências morais do coito praticado entre as coxas de uma mulher [...]
     ou Pierre de la Palud (morto em 1342) a interessar-se pela sodomia ou a procurar substitutos para o coito demasiado pecador?

     E tantos autores a comentar com tantos detalhes as faltas constituídas pelo estupro, as titilações, os beijos lascivos, os supositórios com pimenta, os médicos que na sua profissão vêem demasiadas vulvas, a masturbação que torna uma pessoa surda ou doida, os banhos sem fato-de-banho, a maquilhagem das mulheres, os decotes, o acto amoroso praticado 'more canino'?"...

     A tentativa de responder a perguntas como estas resulta na história de uma obsessão totalitária, a obsessão da Igreja em policiar até ao mais ínfimo e íntimo pormenor os actos e a consciência (ainda não se inventara o inconsciente) dos crentes, a obsessão de "saber tudo acerca de tudo", e especialmente saber tudo acerca das práticas sexuais dos fiéis.

     Para a Igreja, que quando não interdita obriga, o sexo foi sempre sulfuroso, mesmo quando instrumento de procriação.

     Verdadeira "cruzada interior", não menos violenta e tortuosa do que as outras, que os penitenciários medievais (catálogos de pecados e respectivas penitências, para uso dos sacerdotes confessores) e depois os "dicionários de casos de consciência" (autênticos manuais de instruções para inquisidores de confessionário bem manipularem a consciência e a culpa dos carnais pecadores) documentam.

     O detalhe pornográfico e sistemático com que a Igreja procura deslizar para o meio dos lençóis dos seus fiéis é o que caracteriza estes manuais: não basta saber se os paroquianos se masturbam ou não - há que saber se eles pecam com a mão esquerda ou com a direita, ou com ambas;
    há que saber se a mulher que pecou bestialmente com um cão usou "saliva ou pão na matriz [...] para que o animal [lhe] lamba as partes púdicas".

     Bechtel percorre esses manuais e conclui, quanto aos pecados susceptíveis de serem praticados por padres e bispos compendiados num deles, que nem os "maiores inimigos da Igreja, no final do século XIX, quando se acusavam os padres das piores torpezas" foram capazes de os imaginar.

     Numa vertigem catalogadora de fazer inveja a Sade, os autores desses guias inventariam gulosamente todas as formas e feitios possíveis e imagináveis de pecar com o sexo.

    .O tema passou à história e entedia? Olhem que não!, olhem que não...
     A Igreja comove-se muito lentamente: vejam-se os seus mandamentos actuais sobre contracepção, uso do preservativo, homossexualidade...
    De resto, Bechtel termina abrindo para uma questão mais vasta: a de saber até que ponto é o Ocidente "filho da confissão" (basta lembrar a fortuna da autocrítica estalinista).

     Em resumo: um livro divertido e educativo. Nada (quase) a obstar.*

    * Texto Jornal  " Público "


    O AMOR NO TEMPO DOS LIBERTINOS

     

     

     Autor. Patrick Wald Lasowski

    ISBN 9789898285904 

      Editor: Edições Texto & Grafia 

      Idioma: Português 

      Dimensões: 155 x 234 x 16 mm 

      Encadernação: Capa mole Páginas: 200

      

     

    Sinopse

    O século XVIII francês é um longo período de cerca de 100 anos carregado de enigmas. Na verdade, não parece concebível que, no mesmo tempo e no mesmo espaço, tenham podido coexistir «o grande ambiente de deboche» característico de uma cultura de prazer (e de vício) de que a libertinagem é o símbolo, e a instauração gradual na sociedade dos valores do Iluminismo, em paralelo com a publicação da Enciclopédia, que reuniu os grandes nomes da ciência e filosofia de então.

    Podemos afirmar, sem exagero, que se trata de um livro de História que se lê avidamente, tal o ritmo narrativo que o Autor soube imprimir num livro que é um espelho fiel da época que retrata admiravelmente.*

    CENSURADO. APROVADO.

     

     

     

     

     

       ISBN 9789896830106 

      Editor: Argusnauta 

      Idioma: Português

      Dimensões: 171 x 229 x 6 mm 

      Encadernação: Capa mole

      Páginas: 112 

     


    Sinopse

    O livro Censurado/ Aprovado, na sua actualidade (eu diria tratar-se de um tema de sempre), é creio, profundamente publicável porque num Estado de Direito a escrita pode, e deve, ir contra os costumes vigentes, denunciando-os, sob pena de se criar, em disfarce, uma ditatura dos costumes. Leia-se, no entanto, que o livro não promove quaisquer tipos de comportamentos ou de práticas, apenas os revela e mostra a nova hipocrisia da sociedade actual. *

    ELOGIO DA HETEROSSEXUALIDADE

     

     

     


    Autor. Guy Baret
     Helena Moura
     Canto Nono
     Teorema
     Literatura
     Sexualidade e Erotismo
     1.Edição
     1995
     Português
     110
     
     

    " EU, UM HETEROSSEXUAL "

     
     Hesitei muito tempo antes de escrever cruamente, preto no branco, o que até aqui estava na categoria do indizível.
      É uma confissão difícil de formular, por tocar tanto no mais íntimo do meu ser, mas enfim, lanço-me de cabeça e confesso já sem pudor: sim, sou heterossexual.
      Pronto, está dito... *

    * Breve extrato da página inicial

    A ARTE DE DESEJAR


    Autor:  Fernando Fernán-Gómez

     Edições Teorema









     
    Sendo provavelmente um dos maiores atores do cinema espanhol, Fernando Fernán Gómez também dirigiu muitos filmes como adaptações de livros clássicos espanhóis como "El Lazarillo de Tormes" e escreveu roteiros, tanto originais como adaptações para o cinema. 
      

    17/02/2024

    DE BOAS ERECÇÕES ESTÁ O INFERNO CHEIO

     

     

     

     Autor. Luís Graça

     

      Luís Graça editou recentemente  o livro de poesia satírico-erótica "De Boas Erecções está o Inferno Cheio - King Kong Size".

     Esta é uma edição de autor (que aqui assina com o pseudónimo Dick Hard), que vem no seguimento de uma edição anterior, da Polvo, de 2004.


    Esta edição recente, bastante aumentada, tem quase toda a poesia erótica e satírica de Luís Graça escrita entre 1989 e 2007, e, também, uma secção de poesia lírica com 72 poemas.

     

     

     

     

      

    TEXTOS OBSCENOS

     

     

     Autor. José Vilhena

     

     

    Entre os nossos desenhadores há um que se destaca pela sua longevidade e que é, quanto a mim, injustamente desconsiderado: José Vilhena. É um ilustrador, caricaturista e humorista de grande qualidade mas quase sempre foi apelidado de "porco" ou "obsceno". O seu trabalho é mais profundo do que parece a que não é alheio o facto de Vilhena ter estudado Belas Artes (arquitectura) e revela mesmo uma formação bastante sólida nos seus escritos. Abandonou os estudos para começar a colaborar em jornais e revistas de humor. Durante os anos da ditadura escreve e ilustra cerca de 70 livros que lhe provocam numerosos problemas com a censura devido à sua veia satírica política e ao desenho de figuras femininas sensuais e provocantes. Chegou a estar preso por causa disso... Embora alguns livros fossem de sua inteira autoria também fez traduções de obras importantes como os Contos de Guy de Maupassant, Alphonse Allais e até um livro da série Petit Nicolas, traduzido como As broncas do Nicolau.

    Depois do 25 de Abril as "mais amplas liberdades" abrem-lhe as portas para um humor mais livre (ou libertino) e de carácter sexual cada vez mais explícito. Publica de imediato a revista Gaiola Aberta que teve alguma notoriedade e sucesso de vendas. Posteriormente publica também O Cavaco e o Fala-Barato, entre outras. Se tomarmos em consideração a sua longevidade, a sua coerência, as suas qualidades gráficas e humorísticas e o facto de ter editado quase tudo sozinho talvez entendamos o seu verdadeiro valor. Infelizmente neste país ainda há muito preconceito e puritanismo e estes ofuscam tudo o resto...

    Aqui ficam algumas ilustrações que foram capas de livros publicados nos anos '60 e, portanto, objecto de censura. Também um link interessante com bastante material sobre este autor e ainda o site oficial de José Vilhena.











     

     

    A LÍNGUA DA TUA MÃE

     

     

     

     Autor. Stephen Burgen

     

      São esses sentidos ocultos, e de cuja origem, muitas vezes, nem sequer temos consciência, que fazem deste estudo uma viagem incomparável pela Europa.


      Este livro é um fascinante estudo sobre a obscenidade e insultos de palavrões em todas as línguas europeias. Na verdade, há muito mais num palavrão que aquilo que geralmente pensamos. São esses sentidos ocultos, e de cuja origem, muitas vezes, nem sequer temos consciência, que fazem deste estudo uma viagem incomparável pela Europa.

       

    DOS CORNUDOS: SUAS ESPÉCIES E TIPOS

     

     

     

      Autor: Charles Fourier
    Ano: 1996
    Edição: Cavalo de Ferro


    Charles Fourrier, filósofo autodidacta considerado pai do socialismo utópico, desenha uma série de retratos de homens enganados, algumas vezes com o seu consentimento, mas sempre ridículos e ridicularizados.



      Esta espantosa colecção de oitenta esboços publicada postumamente é uma surpreendente revelação de como a natureza se vinga da civilização ao libertar as desenfreadas paixões humanas.

     

     

     

    HISTÓRIA DAS ORGIAS

     

     Autor. Burgo Partridge

     Editor: Edições Século XXI 

      Idioma: Português

      Dimensões: 160 x 230 x 20 mm Encadernação: Capa mole 

      Páginas: 208

     

     

     

     

      Neste livro, publicado na Inglaterra em 1958, Burgo Patridge narra as transformações por que passou a orgia ao longo da história. Em 'Uma história das orgias', o autor analisa desde os festivais dionisíacos dos gregos, a brutalidade dos romanos, o sexo grupal praticado por religiosos na Idade Média, a repressão da época vitoriana, os tempos de Casanova e do marquês de Sade até as práticas do século XX.


    A MULHER, A LUXÚRIA E A IGREJA NA IDADE MÉDIA

     

     

     Autor. Mario Pilosu

       Editor: Editorial Estampa 

      Idioma: Português

      Dimensões: 139 x 204 x 10 mm

      Encadernação: Capa mole 

      Páginas: 192


    Relevante para estudos universitários
    Joaquim Luís Oliveira Costa

    Este livro aborda a temática da mulher na Idade Média, sobretudo em termos da ideologia cristã. Na Idade Média, a mulher foi vista como inferior ao homem, muito devido à doutrina que menosprezava a mulher, se comparada com o homem. Ela era vista como a principal causa da luxúria, isto é, a principal causadora do pior pecado que o homem poderia cometer na época medieval: o ato sexual, logo o desvio dos bens costumes. Atendendo a esta questão doutrinária que, praticamente perdurará até ao Concílio de Trento (século XVI), este livro é fundamental para estudos universitários ao nível da história, sociologia, teologia e arte. Este livro é assim um relevante manual de como a mulher era vista, julgada ou tratada numa sociedade que a secundarizava. 

    EROTISMO. A CULTURA LIBERTINA

     

     

     

     Autor. Rubén Solis Kraus

    • Editora ‏ : ‎ Editorial Estampa (1 janeiro 2007)
    • Idioma ‏ : ‎ Português
    • ISBN-10 ‏ : ‎ 9723323745
    • ISBN-13 ‏ : ‎ 978-9723323740


    Um percurso exaustivo ao longo da história do erotismo, das origens aos dias de hoje. Uma história amena, estimulante e sem preconceitos da cultura erótica e da literatura, arte e personagens-chave respectivas, complementada com fragmentos das obras-primas do género, em que o «picante» se amalgama com o obseno para nos transmitir a imagem mais verídica e ralista da evolução da sociedade e dos seus gostos, da libertagem requintada à pornografia pura e dura.



    O propósito deste livro é descrever e analisar tanto as raízes como a evolução histórica e social do erotismo na nossa civilização ao longo do que o autor chamou «a cultura libertina». Este universo fecundo de ideias excitantes, heterodoxas e inconformistas estimulou a Humanidade durante milénios e produziu inumeráveis correntes culturais que chegaram até aos nossos dias. Do Kama Sutra, Aristófanes, Apuleio e Aretino a Apollinaire, Anais Nin e Henry Miller. De Giulio Romano e Rembrandt a Robert Crumb e Guido Crepax. De Samantha Fox a Nacho Vidal...