Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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19/03/2025

SEARA DOS TEMPOS - HARVEST OF TIME

 

Autor. José Maria d`Eça de Queiroz



Queiroz, (José Maria d’Eça de ) - Angola Seara dos Tempos: Angola no Presente, Angola no Passado. Edição do autor. [Empresa Industrial Gráfica do Porto. Litografia Pátria, Porto. Neogravura, Lda. Lisboa. Empresa Nacional de Publicidade]. Lisboa. Sem data (1969). In-fólio de 442-II pags. Ilustrado com fotografias da autoria de Ludwig Wagner, António Sequeira e Joaquim Cabral. Ilustrações desenhos e aguarelas de Neves e Sousa. Encadernação do editor em tela, com sobrecapa de papel policromada. Edição bilingue, sendo a versão inglesa da responsabilidade de Elaine Sanceau. Profusamente ilustrado com mapas e reproduções fotográficas. *

* Texto. Homem dos livros -Alfarrabista.


15/06/2024

À descoberta de ÁFRICA

 


Autor. Martin Dugard

 Título original. Into Africa

Tradução: António Cruz Belo

 

1ª Edição. Abril de 2007




As viagens épicas de Stanley e Livingstone


  Doutor Livingstone, Presumo ? 

Com esta simples pergunta terminou uma das maiores expedições da história da humanidade e selou o encontro mais famoso na história da exploração do continente africano.
Mas qual foi o verdadeiro percurso do Dr. David Livingstone e do repórter Henry Morton Stanley? Como conseguiram sobreviver e vencer em África, o continente mais inexplorado do século XIX? Como ultrapassaram florestas demoníacas, doenças impensáveis para os ocidentais, tribos canibais, pragas de insectos, traficantes de escravos, lutas tribais e um clima completamente sufocante e doentio?
À Descoberta de África é o relato de uma viagem onde o desconhecido, a aventura, os perigos, a adversidade e, mais do que tudo, a coragem imperam.

TERRAS DE ÁFRICA. A Viagem de Capêlo e Ivens de Angola à Contra Costa

 

Autor: Augusto Reis Machado

 

Colecção Pelo Império nº 77

Divisão de Publicações e Biblioteca Agência Geral das Colónias 

Ano de 1941

Este trabalho foi extraído, quase todo, da obra de H. Capelo e R. Ivens: De Angola à Contra Costa - Lisboa, 1886 2º vol.



 Contém um mapa desdobrável com o esboço da viagem de Hermenegildo Capêlo e Roberto Ivens . 1884 - 1885


 

 Vês África, dos bens do mundo avara,

Inculta, e tôda cheia de bruteza,

C'o cabo, que até aqui se vos negara,

Que assentou para o  Austro a natureza;

Olha essa terra tôda, que se habita

Dessa gente sem lei, Quási infinita.

        CAMÕES

Lusíadas, canto X, estância XCII

27/05/2024

MOÇAMBIQUE. SANTUÁRIO BRAVIO. WILD SANCTUARY.

 

 

 

 

 Autor

 José Maria d' Eça de Queiroz 

 Editora: Edição do Autor

Ano: 1964
Idiomas: Inglês, Português

  Tiragem de 5.000 exemplares. Obra Bilingue em Português/inglês. Com a sobrecapa original. Encadernação editorial em tela com sobrecapa a cores. Versão inglesa de Elaine Sanceau. Orientação artística de Maria Teresa d'Eça de Queiroz. Fotografias de Ludwig Wagner. Desenhos de António de Vasconcellos.

 

 

 

 

1ª Edição - a obra nunca foi reeditada. 1ª obra do autor.

 Obra profusamente ilustrada com 270 fotografias, 100 das quais a cores, de Ludwig Wagner, com aspectos do Parque Natural da Gorongosa e aspectos Arquitectónicos e Etnográficos da Ilha de Moçambique. 

Obra impressa a duas colunas, tendo no lado esquerdo o texto em Português e no lado direito a Tradução para o Inglês e contém, ainda, um Índice Analítico. As guardas deste livro ("Abutres ao Pôr-do-Sol") foram executadas em litografia, a partir duma fotografia a preto e branco tirada no Parque Nacional da Gorongosa. Esta obra, escrita após uma viagem do autor, da sua mulher e do Engenheiro Ludwig Wagner pelas Savanas de Moçambique em Maio de 1964, é um valioso documentário sobre a riqueza das vastas regiões da fauna selvagem de Moçambique e das suas Reservas de Caça, com especial destaque para o Parque Nacional da Gorongosa.

 A obra encontra-se dividida em 4 partes: 1.) "Na Rota Quinhentista" - as Rotas seguidas durante a viagem a Moçambique colocaram o autor e os outros viajantes perante trechos esbatidos da Expansão Marítima, 2.) "Os Animais e a Vida," - sobre o dinamismo incomparável encontrado nas Reservas e Coutadas de Moçambique, 3.) "Os Animais e a Morte" - sobre o drama monumental da extinção dos Bichos Bravos e 4.) "Os Animais e o Tempo" - uma síntese relâmpago sobre 30 milhões de séculos de vida dos Animais e algumas noções básicas. O autor é neto Primogénito e Homónimo do grande escritor Realista José Maria Eça de Queirós, mas não nos foi possível encontrar elementos biográficos sobre o mesmo, sabendo-se apenas que publicou, depois desta obra, o livro "Seara dos Tempos" em 1969.

24/05/2024

ANTROPOFAGOS

 

 

 



Autor. Henrique Galvão

1ª Edição. 1947
Nº de Páginas. 327

Ilustrações de José de Moura. Editorial “Jornal de Notícias”.

 Impresso nas oficinas gráficas de Bertrand Irmãos, Lda. Gravuras de Mário Nunes.

 Lisboa. 1947. De 23x17 cm. Com 323-(vii) pags.


  Profusamente ilustrado a preto/branco e com gravuras a cor em extra texto.

 Contém 7 páginas numeradas com índice e uma bibliografia. Obra sobre o tema da antropofagia em todo o mundo e particularmente na África Ocidental.

 Fotografia do autor em conferência com um soba em que se fala de antropofagia.



 

 

ATRAVEZ DO CONTINENTE NEGRO

 

 

 



Ou as Nascentes do Nilo Circumnavegação dos Grandes Lagos da África Equatorial e Descida do Rio Livingstone ou Congo até ao Oceano Atlãntico.

Tradução do Inglêz por Mac - Noden
Aluno do 4º Ano da Escola Polytechnica de Lisboa
             Em Tres Volumes
Contendo 149 Gravuras e 11 mappas

LISBOA
Mendonça & Irwin, Empreza Editora
                   1880

Lallemant Frères, Typ. Lisboa
Fornecedores de Casa de Bragança
6, Rua do Thesouro Velho, 6

Autor. Henrique M. Stanley
1ª  Edição. ano de 1880


Lisboa, 1880-1881
Mendonça & Irwin, Empreza Editora / Empreza Horas de Viagem
1.ª edição
3 volumes (completo)
22,4 cm x 15,3 cm
[XVI págs.* + 366 págs. + 11 folhas em extra-texto] + [424 págs. + 9 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 20 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto]
 
SubtítuloAs Nascentes do Nilo, Circumnavegação dos Grandes Lagos da Africa Equatorial e Descida do Rio Livingstone ou Congo até ao Oceano Atlantico

ATRAVEZ DO CONTINENTE NEGRO - III Vol.

 

 

Autor. Henrique M. Stanley

 Lisboa. Mendonça & Irwin, Empreza Editora,1880. 3 vols. Encs.
1ª Edição 1880

III Volume

Encadernações meia de pele. Encadernações meia da época em pele.

 
 Narrativas de um realismo invulgar. Eram tempos, em que o Continente africano estava  desconhecido na quase totalidade. Descrições extraordinárias de um mundo para sempre desaparecido.
  Não se trata de ficção ou romance. 

 Clássico da literatura de exploração africana, adornado com dois retratos do autor e muitas figuras intercaladas no texto e várias em separado, das quais 10 mapas.

 Este exemplar apresenta  um dos mapas grandes que  já me foi dado observar em falta em exemplares semelhantes colocados no mercado.



 

ATRAVEZ DO CONTINENTE NEGRO - I Vol

 

 

Autor. Henrique M. Stanley
 

1ª Edição. 1880

 1º Volume

Lisboa: Mendonça & Irwin



Primeira edição da tradução portuguesa deste clássico da literatura de exploração do continente africano.

  ATRAVEZ do Continente Negro ou as nascentes do Nilo, circumnavegação dos Grandes Lagos da África Equatorial e descida do Rio Livingstone ou Congo até ao Oceano Atlântico / traducção do inglês por Mac-Noden. 

 

Em Abril de 1874, Stanley decidiu continuar o trabalho deixado inacabado por Livingstone. A sua intenção era circumnavegar o Lago Vitória, visitar os afluentes do Alto Nilo, prosseguir para Oeste demarcando as linhas divisórias do curso de água do Nilo e dos rios que seguem para o Congo.
 Ao obter o financiamento necessário, reuniu 374 homens e partiu na sua viagem de exploração que durou de Novembro de 1874 a Novembro de 1877, terminando-a com 114 sobreviventes.
 Stanley regressou a Inglaterra em 1878, publicando o original inglês deste seu texto, e demonstrou finalmente a falsidade da teoria de Livingstone que o Lualaba era a nascente do Nilo, sustentanto a tese de Speke que o lago avistado na sua expedição com Burton era, de facto, uma das nascentes.

HOWGEGO, Raymond John, Encyclopedia of Exploration, 1850-1940 Continental Explorations, pp, 873-876
 
 

ATRAVEZ DO CONTINENTE NEGRO - II Vol.

 






Autor. Henrique M. Stanley

1ª Edição. 1880
  II Volume


Talvez mais conhecido como o intrépido aventureiro que localizou o desaparecido explorador David Livingstone na África Equatorial em 1871, Henry Morton Stanley (1841-1901) desempenhou um papel importante na reunião das descobertas fragmentadas e do conhecimento geográfico incerto da África Central numa imagem coerente.

 Foi o primeiro europeu a explorar o rio Congo, apoiou a fundação do estado Livre do Congo e ajudou a aplanar o caminho para a abertura da África moderna.

Neste clássico relato de uma das suas mais importantes expedições, o venerável vitoriano conta a viagem, incrivelmente difícil e perigosa, na qual explorou os grandes lagos da África Central, procurou as nascentes do Nilo e traçou o desconhecido rio Congo desde as profundezas do continente até ao mar.
A sua tremenda perseverança era complementada pelas capacidades de Stanley de observador penetrante e prosador consumado.

Estes talentos evidenciam-se totalmente nesta excitante narrativa. Ela oferece não apenas a acção e a aventura de uma luta de vida ou de morte para sobreviver nas vastidões africanas, mas também pormenorizadas descrições dos povos, costumes e cultura nativos; a flora e a fauna da África Central.

A GRANDE TRAVESSIA AFRICANA DE CAPELO E IVENS

 

  Autor
Rafael Ávila de Azevedo 

 

1ª Edição-1946






 (...) Estamos em presença dum dos maiores feitos nacionais do último quartel do século XIX.
   Se a viagem de Capelo e Ivens não se notabilizou pelos lances emocionais de outras explorações africanas, ela avulta pelo método e pelos resultados científicos. (...)*

*
Breves Palavras de " Abertura "



 Curiosa obra de vulgarização da aventura de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, exploradores africanos que melhor contaram, em obra literária própria, a crónica das suas viagens.

 
O presente exemplar contem um mapa da travessia.

DE BENGUELLA ÁS TERRAS DE IÁCCA

 

 

 Autores. H. Capelo e R. Ivens
    Officiais Da Armada Real

                                             

 

  Expedição organisada nos annos de 1877 - 1880

 
Edição Illustrada
Volume I


                                           
                                              

  Descripção de Uma Viagem na África Central e Occidental
                                            

Comprehendendo narrações aventuras e estudos importantes sobre as cabeceiras dos rios Cu - nene, Cu-bango, Lu-ando, Cu-ança, e Cu -ango, e de grande parte do curso dos dois ultimos; além da descoberta dos rios Hamba,Cauali,Sussa e Cu-gho, e larga notícia sobre as terras de Quiteca N ' bungo, Sosso, Futa e Iácca

                                                                
                                         

                                                 Lisboa Imprensa Nacional
                                                                     1881
 
Mapa que " acompanha " o presente volume


ante-rosto

DE ANGOLA À CONTRACOSTA - 2º Vol.

 

   

 Autores. H. Capelo, R. Ivens                               

Edição em formato reduzido da edição original datada de 1886.


 Um grande documento histórico e um livro de aventuras (reais) fantástico! Histórias de grandes portugueses que deviam ser mais difundidas hoje em dia. Foi um dos livros mais vendidos do seu tempo. Esta edição está muito boa e melhor que a de bolso. As primeiras páginas são em fac-simile da primeira edição, globalmente apenas foi actualizada a ortografia e as gravuras também são da época, pelo que está bastante fiel ao original. Todos conhecem ou já ouviram falar de Livingstone mas Capelo e Ivens, infelizmente, estão meio enterrados pelas areias do tempo.  Injustamente! E este livro conta a sua história. *




DE ANGOLA À CONTRACOSTA - 1º Vol.

  
 

 

 Autores. H. Capelo, R. Ivens

 

Edição em formato de livro de bolso
do original datado de 1886


«Às cinco horas acampámos. Deste lugar para o sul terminam as habitações e começa uma longa floresta, que nos levou três dias a atravessar. Constitui ela nesta zona a orla da mata com que defrontam pelo ocidente o Quipungo, Quiita, Gambos, etc., e que o Cunene delimita pelo oriente: valhacouto de quanto bicho bravio existe, pois, quase impenetrável pela espessura do arvoredo, é composta na maior parte de espinheiros.
Por lá divagam elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos, a coberto de qualquer agravo do rei da criação, pastando e entredevorando-se placidamente, sem que pessoa alguma pense em perturbá-los.»
Do capítulo VI, volume I
"De Angola à Contracosta" é o relato empolgante da viagem de exploração que durante sete meses e ao longo de 4500 quilómetros levou H. Capelo (1841-1917) e R. Ivens (1850-1898) a atravessar o continente africano do litoral da Huila a Quelimane. Verdadeiro clássico da literatura de viagens portuguesa, tornou-se um marco incontornável das narrativas de exploradores na tradição de outros notáveis africanistas como Stanley e Livingstone.
O livro «encerra a história de uma peregrinação, modelada passo a passo nos apontamentos do respectivo diário» conduzindo-nos «nessa tortuosa vereda trilhada, desde Angola até Moçambique; por meio de serras e planuras, pântanos e desertos; (...) desde o mar Atlântico até ao Índico!»

COMO EU ATRAVESSEI A ÁFRICA . A Família Coillard - 2º Vol.



 Autor. Serpa Pinto
                       
                              



Sinopse 
 
À Europa, e em geral ao homem que nunca viajou nos sertões do interior de África, não é dado compreender o que se sofre ali, quais as dificuldades a vencer a cada instante, qual o trabalho de ferro não interrompido para o explorador.
As narrações de Livingstone, Cameron, Stanley, Burton, Grant, Savorgnan de Brazza, d'Abbadie, Ed. Mohr e muitos outros, estão longe de pintar os sofrimentos do viajante africano. Difícil é compreendê-lo a quem o não o experimentou; àquele que o experimentou difícil é descrevê-lo.
Não tento mesmo pintar o que sofri, não procuro mostrar o quanto trabalhei, que me façam ou não a justiça de que me julgo merecedor aqueles que examinarem os meus trabalhos, hoje é isso para mim indiferente; porque me convenci de que só posso ser bem compreendido pelos que como eu pisaram os longínquos sertões do continente negro, e passaram os maus tratos que eu por lá passei."*

* Redigido na ortografia actual















 

 

COMO EU ATRAVESSEI A ÁFRICA . A Carabina D ' El - Rei . 1º Vol

 

Autor.
Serpa Pinto                

Sinopse 
 
À Europa, e em geral ao homem que nunca viajou no interior de África, não é dado compreender o que ali se sofre, quais as dificuldades a vencer a cada instante, qual o trabalho de ferro não interrompido para o explorador. Numa obra sem pretensões literárias e que, nas palavras do seu autor, pretende ser apenas a fiel reprodução de um diário de viagem.


Nota do Editor


Ao apresentar em livro de bolso a obra de Serpa Pinto " Como Eu Atravessei África ", o editor julga-se dispensado de repetir o que em circunstância idêntica, escreveu a propósito do livro " De Angola à Contracosta " . De facto, as razões que se julgou justificarem a edição da obra de Capelo e Ivens são igualmente válidas para o trabalho de Serpa Pinto, e não colhem, neste caso, as objecções em contrário mais do que colheriam as refutadas naquele.
   Esta edição apresenta, além do texto integral, a totalidade de mapas, quadros e gravuras  contidos na primeira edição da obra, publicada em Londres por Sampson Low, Marston, Searle,e Rivington, no ano de 1881. A ortografia foi actualizada no texto, mas não nas legendas dos mapas e ilustrações, como o não foi nos muitos quadros que aparecem na obra. Reproduzem-se em fac- simile, além das páginas iniciais de edição original, as dedicatórias, os agradecimentos e as explicações de que o autor fez preceder o corpo da obra.