Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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03/07/2026

CASCAIS HÁ QUATRO MIL ANOS

 

Autor. Afonso do Paço

Edição da Câmara Municipal de Cascais

Ano de 1964 

"Cascais há quatro mil anos" remonta à época do Neolítico e Idade do Bronze. A região era habitada por pequenas comunidades piscatórias e agrícolas que se fixaram na costa, deixando vestígios valiosos estudados pioneiramente pelo arqueólogo Afonso do Paço na sua famosa obra homónima

02/07/2026

MEMÓRIAS QUE MARCAM

 

Autora. Ana Paula Reis

4ª Edição

Apoios e parcerias: Câmara Municipal de Cascais, Misericórdia de Cascais, 

 


No dia 21 de janeiro ( 21 - 01 -2026 ) tivemos a apresentação do livro Memórias que Marcam. Um projeto da querida Ana Paula Reis com a parceria da Câmara Municipal de Cascais. Um projeto todo em si especial. Nele habita tanta coisa. Habita o exercício da memória, da palavra escrita, da partilha, e sobretudo das emoções. As emoções que muitas vezes ficam escondidas e esquecidas e que são muitas vezes comuns a outros. Os nossos seniores ousaram esse exercício e o resultado foi mais uma linda edição, a IV Edição.

Maria de Jesus Penha

A TAUROMAQUIA EM CASCAIS

 

Autores. Manuel Eugénio Fernandes Silva e José Ricardo C. Fialho

1ª Edição.Ano de 2018

Edição. União das Freguesias de Cascais e Estoril. 

O livro A Tauromaquia em Cascais, da autoria dos já consagrados reveladores do passado cascalenses, Manuel Eugénio Fernandes Silva e José Ricardo C. Fialho, em muito boa hora apoiado pela União de Freguesias Cascais Estoril e apresentado perante mais de meia centena de amigos e cascalenses, no final da tarde do passado dia 18 de Junho, no largo fronteiro ao edifício da Junta, vem precisamente no sentido de nos revelar essa tradição, a das touradas em Cascais. *

* breve extrato do texto inserido no blog: http://notascomentarios.blogspot.com de José d' Encarnação

NOMES E ALCUNHAS DE CASCAIS

 

Autor. Henrique Rodrigues de Brito

2ª edição. Maio de 2019

Edição de: União das Freguesias de Cascais e Estoril 

     Foi cascalense dos quatro costados. Nasceu a 23 de Janeiro de 1927, na pequenina Rua da Palmeira, trabalhou durante 63 anos numa loja da Rua do Regimento da Infantaria 19, junto ao Largo Camões. Vendia calçado, solas e cabedais. Por isso, Henrique Rodrigues de Brito era mais conhecido como «o senhor Henrique da sapataria». Faleceu a 19 de Maio de 2014.

            Versejava. Ou melhor: para ele tudo era motivo de mais uma quadra, quer a pedido, quer porque estava prá virado.
            Este livrinho, ora em 2ª edição, vem na altura certa e bem fez a União das Freguesias de Cascais e Estoril em o reeditar.
            Assim se mostra quanto de saboroso, típico e substancial a alcunha encerra, por desta forma se caracterizar espontaneamente toda uma personalidade, nos seus tiques, na sua maneira de ser, na actividade que exerce. Diria ser uma espécie de talismã, que cada um carrega consigo e não se importa nada, porque sabe que, no fim das contas, ali não há maldade mas uma ingénua forma de carinho. *
 
* Breve extrato do texto inserido no blog: http://notascomentarios.blogspot.com  


05/06/2026

CASCAIS. MEMÓRIAS E PERCURSOS

 

Autor. Ferraz & Azevedo

Edição. Ferraz & Azevedo

1ª edição. Ano de 2003 


Cascais é uma antiga vila de pescadores que se transformou no retiro aristocrático de reis e refúgio internacional. A sua identidade única cruza tradições locais, as vivências retratadas na obra clássica Memórias da Linha de Cascais e percursos contemporâneos que valorizam a sua herança marítima e cultural.
Para conhecer a verdadeira alma "cascaense", pode seguir estes percursos e memórias: 
 O Percurso dos Museus e Memórias
  • Bairro dos Museus: Concentra vários espaços culturais de relevo, com destaque para a Casa-Museu de Santa Maria, o Farol-Museu de Santa Marta e o Museu Condes de Castro Guimarães. [
  • Cidadela de Cascais: Um complexo histórico-militar fortificado que hoje é um vibrante polo de arte e hotelaria.
  • Casa das Histórias Paula Rego: Um espaço arquitetónico distinto desenhado por Eduardo Souto de Moura, que guarda a obra da famosa pintora portuguesa.
 O Percurso da Beira-Mar
  • Paredão de Cascais: Um passeio pedonal à beira-mar com cerca de 2,5 km de extensão, que liga a vila à praia de São João do Estoril. Ideal para caminhadas com a brisa atlântica.
  • Baía de Cascais e Praia da Ribeira: O coração tradicional da vila, outrora o ancoradouro dos pescadores.
  • Boca do Inferno: Uma impressionante formação rochosa esculpida pelo mar, outrora cenário de lendas e memórias românticas locais. 
 Vias Emblemáticas e Vivências
  • Rua Amarela: Conhecida localmente como Yellow Street, é o ponto ideal para percursos gastronómicos, com várias esplanadas e restaurantes onde se destaca o marisco fresco. 
  • Mercado da Vila: Um espaço renovado onde as memórias do comércio tradicional encontram produtos frescos, bancas de flores e eventos locais

13/04/2026

UM PORTUGUÊS DERRETIDO. A pitoresca história de D. Álvaro Pires de Castro, 1º Marquês de Cascais

 

Autor. Alberto Pimentel.

1ª edição. Outubro de 2016

Edição de Apenas Livros e Associação Cultural de Cascais 

 

Quando el-rei D. João IV nomeou o conde de Monsanto, sexto do título, para ir a França dar os pêsames ao rei - menino e à rainha regente pela morte de Luís XIII, foram muitos os ressentidos e despeitados pela escolha de um fidalgo que, posto exercesse elevados cargos na corte, se recomendava menos pelos seus dotes políticos do que por seus acutíssimos ditos e excentricidades galantes (... )*

* Breve extrato do texto inicial 

VILA DE CASCAIS

 Autor. Pedro Silva.

Edição . Junta de Freguesia de Cascais Janeiro de 2005 

 

 

 

 

 

 

 

 


É com todo o gosto que a Junta de Freguesia de cascais apoia a elaboração de uma Brochura Histórica da Freguesia, na qual se incluíam um conjunto de informações úteis para além de uma lista de actividades. O trabalho está feito e vem aqui à estampa, acrescido de uma síntese de caracterização da freguesia, com as suas origens e que nela se passou ao longo dos séculos. ( ... ) *

* breve extrato do texto inicial da obra, assinado por Pedro Silva 

11/04/2026

CONVERSAS DA NOSSA TERRA

 

Autora. Inês de Santar

1ª Edição.Dezembro de 2013

Edição. Junta de Freguesia de Cascais e Estoril 







Tenho de assumir que no início estava nervosa, talvez porque sentia a responsabilidade de que tudo tinha de correr bem... e tinha mesmo ! Cheguei a ter dores no pescoço de tensão, com medo de que não correse bem.  ( ... )*

* Breve extrato de " Introdução " 

30/03/2026

OS POETAS AMIGOS DAS TERRAS

 

Autor. Raul Paulo

1º Edição. Ano de 2013 









Os " Amigos das Terras ", é uma associação informal que foi criada, há 18 anos, para juntar os cascalenses que viviam numa zona de Cascais conhecida por " Terras ". Durante vários  anos, estes jovens conviveram com muita alegria. Mas, para desgosto de todos nós, muitos destes nossos conterrâneos já nos deixaram. É a lei da vida!  (... ) *

* Breve extrato de « Prefácio e Agradecimentos » 

26/08/2025

PENHA LONGA ( Cascais )

 

Autora - Denise Pereira da Silva.

 Edição Penha Longa Golf Resort

 Ano de - 1999. 

Encadernação cartonada do editor com sobrecapa.

 Med: 34x24 cm.

A região a Ocidente de Lisboa, era então considerada terra bravia e despovoada. O território de Cascais, coberto de matas de carrascais e de charnecas, salientava-se sobretudo pela criação de açores, aves de caça muito apreciadas e cujo nome em baixo latim, asturil, ( de astur, açor )originou o nome Estoril. Beneficiando de uma costa marítima muito recortada, o concelho era rico em peixe e frutos do mar, pomares, vinhas, legumes, cereais, gado de toda a espécie, incluindo caça grossa e miúda nas charnecas e matas. *

* Breve extrato de um dos capítulos iniciais

31/03/2025

TEATROS DE CASCAIS

 

Autores. Manuel Eugénio F. Silva, José Ricardo C. Fialho

1ª Edição. Março de 2017

 


 


Divulgamos a publicação do Livro “Teatros de Cascais”, dos autores Manuel Eugénio Fernandes Silva e José Ricardo C. Fialho, promovido pela União de Freguesias de Cascais e Estoril, onde estão publicadas as peças do nosso Grupo de Teatro que levamos à cena desde 2014. *


Texto de: CENTRO DE CULTURA E DESPORTO DO PESSOAL DO MUNICÍPIO DE CASCAIS


30/08/2024

OS VALARES

 

Autor. Pedro Falcão.

1ª Edição, ano de 2004

Pedro Falcão, pseudónimo de D. Simão aranha, escritor, poeta pintor e ensaísta, viveu essencialmente para a cultura. Esta alma de eleição, apesar de toda a sua simplicidade, da forma modesta como sempre viveu, deixou-nos um conjunto de trabalho literário valioso, nomeadamente acerca da sua terra, o mar e as gentes de Cascais, que tão bem conhecia. ( ...)*

* Breve extrato do texto inserido na badana inicial da obra.

( ...) Tal como Cascais Menino este é um livro para se ler várias vezes. Se servir só pela estética e pelo prazer que a sua leitura confere, a Academia de Letras e Artes já se dá por satisfeita com a sua edição. Mas a nossa intenção é ir mais longe: homenagear o seu autor e contribuir para o entendimento de um tempo que faz parte do nosso viver colectivo e que, por raiva ou por estupidez alguns tantos quiseram fazer de conta que nunca existiu. *

Breve extrato de « Palavras de Abertura » assinado por  António de Sousa Lara.

CASCAIS Do final da Monarquia ao alvorecer da República ( 1908 - 1914 )

 

Ricardo Moita, a partir de pormenor da baía de Cascais nos finais do século XIX
Autor. João Miguel Henriques

Edição. Dezembro de 2001

Ao longo desta proposta de estudo procuraremos analisar a história do concelho de Cascais no período compreendido entre 1908 e 1914, marcos cronológicos de uma época que tem vindo a ser apresentada como de retracção da dinâmica concelhia, sem se recorrer, porém, à necessária comprovação documental. Impera, assim, a ideia de que, em 1908, após o assassinato de D. Carlos, a região perde o mais estimado cultor das suas virtualidades enquanto estância balnear e parte fundamental do seu poder atractivo (... )*

* Breve extrato da « Introdução »

29/08/2024

LUGARES DE CASCAIS NA LITERATURA

 

Autor. Júlio Conrado

1ª edição. Ano de 1995

 

 Organizar uma antologia de textos literários em prosa ( ficção, crónica, diário, memória, epistolografia ) relacionada com a Costa de Cascais era um sonho antigo a que comecei a dar feição numa pequena série de artigos em 1990, no jornal cascaense A Zona, série que por circunstâncias várias foi interrompida, nunca, porém, tendo perdido de vista a concretização de um projecto que conciliasse amor pela literatura e amor à terra onde me criei, trabalhei, amei, fiz filhos, o lugar, enfim, que me acolheu quando a ele cheguei há cinquenta e cinco anos: o concelho de Cascais*

* Breve extrato de ( Introdução ) « O Espírito Dos Lugares » inserido na parte inicial da obra. assinado por Júlio Conrado em S. João do Estoril, 25 de Fevereiro de 1995

 Júlio Conrado nasceu em Olhão, em 1936. Vive em S. João do Estoril. Escritor e crítico literário, publicou o seu primeiro livro (contos) em 1963 e o primeiro ensaio literário na imprensa de âmbito nacional em 1965 (Diário de Lisboa). Tem colaboração dispersa no Jornal de Notícias, Diário de Lisboa, O Século, A Capital e República. Durante vários anos assegurou o balanço literário no jornal O Século. Exerceu crítica literária na Vida Mundial, no Diário Popular, no Jornal de Letras e na revista Colóquio Letras, actividade que ainda mantém nesta última publicação. Coordena a revista de cultura e pensamento, Boca do Inferno, de Cascais. Está ligado às principais organizações portuguesas de escritores - Associação Portuguesa de Escritores, Pen Club Português, Centro Português da Associação Internacional dos Críticos Literários e Associação Portuguesa dos Críticos Literários. Participou, com comunicações, em congressos e encontros de escritores realizados em Portugal e no estrangeiro. Tem dezoito livros publicados de que destacamos Era a Revolução, As Pessoas de Minha Casa, Gente do Metro, Maldito Entre as Mulheres, De Mãos no Fogo e Desaparecido no Salon du Livre. 

07/08/2024

SALOIOS DE CASCAIS. Etnografia e Linguagem

 

TRAJO DOMINGUEIRO - BICESSE
Autora. Maria Micaela Soares

1ª Edição. Abril de 2013

Dimensões. 25 X 32.

Peso. 3,800 kg

Foi com grande entusiasmo e interesse que a Câmara Municipal de Cascais se associou, desde a primeira hora, ao desafio apresentado pela consagrada etnolinguísta, Drª Maria Micaela Soares, para a investigação e estudo aprofundado do tema Saloios de Cascais: Etnografia e Linguagem (...) Para além dos aspectos etnográficos, este estudo apresenta-nos uma profunda inventariação de um importante património imaterial, que constitui enorme contributo para a preservação da memória e da identidade local. Recolher e preservar a memória colectiva, de forma a acessibilizá-la aos vindouros, constitui uma das mais nobres missões do município, por se reconhecer que nada melhor exprime a nossa diferença e identidade do que a cultura nacional, regional ou local.*

* Extrato do texto da apresentação da obra publicado na imprensa, aquando do seu lançamento na Sociedade de Instrução e Recreio de Janes e Malveira  em 18 de Abril de 2013.

06/08/2024

A REAL FÁBRICA DE LANIFÍCIOS DE CASCAIS

 

Autor. Câmara Municipal de Cascais

Edição inserida no VI centenário da Vila de Cascais no ano de 1964

A Câmara Municipal de Cascais, ao comemorar o Sexto Centenário da elevação a Vila procedeu a buscas para encontra documentação acerca da antiga Fábrica de Lanifícios de Cascais. Apenas encontrou um trabalho desenvolvido sobre o assunto, trabalho este que pertence à Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e que, devidamente autorizada pela mesma Faculdade, agora se dá à estampa. (...)*

*Extrato do texto inserido na parte inicial da obra e assinado pelo então presidente da Câmara, cujo nome não está referido. 

CARTA ARQUEOLÓGICA DO CONCELHO DE CASCAIS

 

Autor. Guilherme Cardoso

Edição da Câmara Municipal de Cascais. Ano de 1991

( ... ) A publicação da Carta Arqueológica faz-se também no ano em que a sala de arqueologia comemora os 50 anos de instalação no Museu Condes de Castro Guimarães. ( ... ) Por último, resta-me faz<er mais uma vez referência e agradecer a Guilherme Cardoso. Cidadão interessado pela arqueologia e de uma maneira mais geral pela sua terra, com o seu trabalho muito tem contribuído para que hoje o nosso conhecimento da arqueologia do concelho seja mais vasto. Esta obra é a prova disso mesmo.*

* Texto inserido na « Nota Prévia " assinado pelo então Presidente da Câmara Municipal Dr: Georges Silveira Dargent

A VILLA ROMANA DO ALTO DO CIDREIRA EM CASCAIS

 

Autores. José D'Encarnação, Guilherme Cardoso,Jeannette U. Smit Nolen

1ª edição. Ano de 1982

(...) as villae não constituem, porém, um exclusivo do território português a sul do Tejo. No concelho de Cascais já detectámos várias, umas ainda por explorar e outras que nunca chegarão a sê-lo, porque a escavadora urbanizante lá chegará primeiro ... Duas são conhecidas: Os  CasaisVelhos,plantados numa colina sobranceira ao Guincho, onde a agricultura se aliou à actividade industrial, e a villa do Alto do Cidreira, em Carrascal de Alvide, freguesia de Alcabideche. *

Breve extrato do texto inicial da obra assinado pelos autores.

A VILA DE CASCAIS E O TERREMOTO DE 1755

 

Autor. Ferreira de Andrade

2ª Edição. Ano de 1964

Edição da Câmara Municipal de Cascais inserida nas comemorações do VI  Centenário da Vila de Cascais.

(...) O documento, de que nos vamos ocupar e será objecto deste trabalho, consta de um dos livros manuscritos do cronista franciscano, frei Vicente Salgado, um dos espíritos mais cultos e estudioso incansável da Ordem Terceira de Penitência. No índice do trabalho a que nos reportamos, o manuscrito de frei António do Espírito Santo é mencionado nestes termos: " Papel sobre os terremotos e sobre o de 1755 feito no Convento de Nª Sª da Piedade de Cascais com muitos versos de sonetos à vila de Cascais. "*

* breve extrato do texto inserido nas páginas iniciais da obra.

CASCAIS ( Cidades e Vilas de Portugal )

 

Autora. Raquel Henriques da Silva

1ª Edição, Lisboa, 1998

A velha vila de Cascais possui, ainda hoje, uma respiração específica - em que os vestígios do burgo de pescadores se cruzam com sonhos expansionistas dos séculos XVI e XVII e com os gestos de uma aristocracia que aí edificou um dos mais caracteristícos núcleos de arquitectura de veraneio. Por isso, para quem a souber ver, Cascais é uma realidade orgânica, entretecida pelas modestas casas e capelas das gentes do mar e pontuada por algumas imagens maiores: as igrejas de Nª Srª da Piedade e dos Navegantes, a Fortaleza de Nª Srª da Luz, mas também as casas dos duques de Palmela ou de Jorge O'Neill. Corpo compósito de que a baía é o mais denso suporte. *

* Extrato inserido na badana do livro