Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
Mostrar mensagens com a etiqueta REVOLUÇÃO de 25 de Abril de 1974. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta REVOLUÇÃO de 25 de Abril de 1974. Mostrar todas as mensagens

16/06/2026

O SEGREDO DO 25 DE NOVEMBRO

 

Autor. José Freire Antunes

Editor. Francisco Lyon de Castro. 2ª edição.

Publicações Europa - América 


O "25 de Novembro" de 1975 foi um momento decisivo que evitou uma possível guerra civil e uma ditadura de extrema-esquerda em Portugal. Trata-se do nome atribuído a um contra-golpe militar que travou uma tentativa de insurreição dos setores revolucionários. 
O termo "O Segredo do 25 de Novembro" remete também para o famoso livro de investigação histórica da autoria de José Freire Antunes, que revelou bastidores, divisões e planos desconhecidos dos militares durante aquele período conturbado. 
Contexto e Protagonistas
Durante o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), após a revolução de 25 de abril de 1974, Portugal dividiu-se. O poder estava efetivamente nas mãos de quem controlava as Forças Armadas. Havia duas fações principais: 
  • A Ala Radical (ou Gonçalvista): Com forte influência do Partido Comunista e da extrema-esquerda, pretendia instaurar um modelo socialista/comunista. 
  • O Grupo dos Nove e Moderados: Oficiais liderados pelo Coronel Jaime Neves e apoiados pelo plano militar do General Ramalho Eanes, que pretendiam um regime democrático pluralista.
O Estopim e o Contra-Golpe
Em meados de novembro de 1975, a tensão atingiu níveis extremos, com greves e o governo paralisado. A fação radical preparava uma insurreição armada para tomar o poder.
A 25 de Novembro, os paraquedistas ocuparam bases aéreas na tentativa de dar um golpe militar. Contudo, os militares moderados anteciparam-se e desativaram a ameaça. Através de um plano cirúrgico liderado por Ramalho Eanes e com a ação operacional do Regimento de Comandos de Jaime Neves, neutralizaram as forças rebeldes rapidamente e sem derramamento de sangue em larga escala.
O Legado
O fracasso do golpe de esquerda permitiu que Portugal seguisse o rumo da democracia parlamentar e ocidental. Seguiu-se a aprovação da Constituição de 1976 e a normalização da vida política e social do país

ABRIL NOS QUARTÉIS DE NOVEMBRO

 

Autores. Avelino Rodrigues, Cesário Borga e Mário Cardoso.

1ª edição. Maio de 1979

Livraria Bertrand 

 

Este livro procura descrever como o movimento social atravessou as portas de armas e alterou o comportamento dos militares, os seus valores e até a estrutura da instituição. Prova que a instituição militar não está condenada e ser uma cidadela incondicional do Poder, mas é atravessada, ela mesma, por contradições de classe que abalam o imobilismo do status quo. E verifica que, depois do 25 de Abril, nunca mais os quartéis puderam ser o que eram antes.

06/05/2026

BANDEIRA VERMELHA. Órgão Teórico Central do M.R.P.P.

 

Edição dos Simpatizantes do M.R.P.P. da Figueira da Foz

 Ano desta edição. 18 de Setembro de 1974 

"Bandeira Vermelha" foi o órgão teórico central do MRPP (Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado), com o seu n.º 1 publicado em dezembro de 1970. Esta publicação, de difícil localização hoje em dia, servia para difundir a linha ideológica maoista do partido durante e após o PREC, sendo também o nome das edições do partido

30/04/2026

" DOSSIER " TERRORISMO

 

Autor. P. C.P.

Edições Avante. Lisboa 

1ª edição. Junho de 1977

 

 

 

 

 

 

 

 Pelos períodos que marcam os seus surtos, o terrorismo revela que o seu verdadeiro objectivo é a contestação violenta das instituições e do regime democrático. Enquadradas no plano geral de subversão fascista, as vagas terroristas têm, em cada momento, o objectivo muito concreto de fazer pressão para obter resultados políticos imediatos. O terrorismo é a continuação, por outros meios, da acção dos partidos reaccionários contra as conquistas da Revolução portuguesa e as forças que defendem essas conquistas.

16/04/2026

GUERRA E POLÍTICA em nome da verdade os anos decisivos

 

Autor. Kaúlza de Arriaga ( General )

1ª Edição. Ano de 1987

Edições Referendo 

O facto era que, na década de 60 e no começo dos anos 70, Portugal prosseguia, com crescente decisão e ímpeto, no caminho certo. E o facto era também que o Ultramar Português, pelo menos nas suas parcelas principais, se situava, já, na vanguarda de muitos, se não de quase todos, os territórios e países africanos, e até de grande parte dos do Terceiro Mundo. *

* Extrato do texto inserido na pág: 26 da obra 

13/04/2026

QUANDO PORTUGAL ARDEU. Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril

 

Autor. Miguel Carvalho.

1ª Edição. Março de 2017

Editora. Oficina do Livro. 

Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.

02/04/2026

REVOLUÇÃO E INSTITUIÇÕES. A extinção dos Grémios de Lavoura Alentejanos

 

 Autor. Manuel de Lucena

 

  • Obra de 483 páginas.


  • ASSUNTOS: divisão da propriedade; propriedade rústica; conflito social; política agrícola nacional; reforma agrária; Portugal

    Obra integrada no projecto de investigação sobre a reforma agrária levada a cabo pela Faculdade de Ciências Humanas, da Universidade Católica Portuguesa, com o apoio da Fundação Friedrich Naumann, da República Federal da Alemanha. 

    Volumes publicados

    1 - Memória da Reforma Agrária. Autor. António Barreto 

    2 - Conflitos Sociais nos Campos do Sul de Portugal. Autor. José Pacheco Pereira

    3 - O Direito da Terra. Autora. Maria José Nogueira Pinto.

    4 - Diário da Reforma Agrária. Autora. Teresa Almada

    5 - Revolução e Instituições - A Extinção dos Grémios de Lavoura Alentejanos.  Autor. Manuel de Lucena .

    Por ocasião da edição da presente obra estavam previstos editar os seguintes títulos. 

     Anatomia de uma Revolução. Autor. António Barreto.

    Geografia da Reforma Agrária. Autora. Maria João Costa Macedo.

     António Barreto é um sociólogo, político e ensaísta português, com vasta obra editada sobre política, sociedade, agricultura e história de Portugal, destacando-se títulos como

    Anatomia de uma Revolução, Três Retratos e vários dicionários de história. Publica frequentemente com a Relógio D'Água e Imprensa de Ciências Sociais

     antónio barreto de www.acad-ciencias.pt

    09/05/2025

    EANES NUNCA MAIS !

     

    Autora. Vera Lagoa.

    Editorial Intervenção. - 1980

    Exemplar valorizado com autógrafo da autora.
    Muitas destas crónicas não foram lidas por todos. Umas o foram por uns, outras por outros. Neste momento de luta ( como aliás têm sido todos os que temos vivido desde há muitos anos, repesco-as para mostrar ao meu país que amo apaixonadamente, quem foi e é Ramalho Eanes. *

    Breve extrato do texto " Abertura "

    29/04/2025

    JORGE JARDIM AGENTE SECRETO

     

    Autor. José Freire Antunes

    3ª Edição. Ano de 1996

    Bertrand Editora


    Jorge Jardim foi um homem de sete ofícios e de sete faces: Subsecretário de Estado entre 1948 e 1952, gestor de empresas de Manuel Boullosa e António Champalimaud, mensageiro de António de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano junto de Hastings Banda, cônsul do Malawi na Beira, planeador de golpes de Estado e de incursões, chefe de tropas especiais sem ser militar, tutor de serviços de informação, promotor de acções de desestabilização nos países vizinhos de Angola e de Moçambique, aventureiro de mil peripécias.

    Foi uma figura controversa, suscitou grandes afeições e grandes repulsas, fazia a diferença e a quase ninguém era indiferente. Foi um indivíduo invulgar, quer nos seus atributos visíveis, quer nas suas obscuras deambulações e características, e difícil de enquadrar nas tipificações clássicas da psicologia. Verdadeiramente só perseguiu aquilo que lhe escapou, teve Moçambique a seus pés e morreu, quase sozinho e de mãos vazias, em busca das oportunidades perdidas.

    Este livro baseia-se em documentação inédita de vários arquivos e em dezenas de entrevistas, correspondentes a três anos de pesquisa e a milhares de horas de gravação de testemunhos orais. É a revisitação de um tempo histórico que muitos, em Portugal e em África, ainda retêm na pele e na memória. José Freire Antunes *

     Extraído do Prefácio

    MOÇAMBIQUE. Terra Queimada

     

    Autor. Jorge Jardim

    Ano desta edição - 1976

    Editorial Intervenção. Lisboa


    Sinopse

    “Só há perigo e se joga o drama, quando homens que vêm de longe (e por isso se consideram mais civilizados) ateiam o fogo para desvendarem a selva que desconhecem ou para se protegerem dos medos que os assaltam.
    No reflectir nocturno dos olhos da gazela julgam adivinhar a proximidade agressiva do leão. Fazem crepitar o lume, que não dominam, e depois assustam-se quando a África Ihes responde com a força mágica que desencadearam.
    Então, até a terra arde.
    Julgando tudo saberem, só por nada terem aprendido, esses homens sem cor assistem impotentes à destruição que provocaram. Não acertam em entender de que lado está o vento e tudo tentam explicar, desculpando-se confusamente, para fugirem apressados do
    braseiro.
    Atrás deles deixam a terra queimada e abandonam as vítimas inocentes que a surpresa apanhou desprevenidas.
    Essa grande queimada, feita fora do tempo, nada tem de africana mesmo quando em África a ateiam. Dessa, até os sábios velhos do mato têm medo. Essa queima as raízes, faz arder a terra e não permite que o capim espontâneo volte a brotar.
    Quem ali viveu intensamente longos anos, e ali deixou a alma presa ao feitiço que inegavelmente existe, não pode esquecer a imagem dessa grande queimada da descolonização que não foi mais do que fogo posto por mãos ignorantes e criminosas. Mãos de gente que não pertencia à África.
    Mas as dores tiveram de ser sofridas, sem culpa, pelos africanos de todas as raças atingidas pela mais monstruosa traição que naquelas terras se conheceu.”*

     Da Introdução

    13/03/2025

    PIDE. A História da Repressão

     

    Coordenação. Alexandre Manuel, Rogério Carapinha, Dias Neves.

    Editora. Jornal do Fundão.

    Junho de 1974






     

     



    11/03/2025

    11/10/2024

    M D L P O QUE SÃO ?

     

    Autor. Carlos Dugos

    Título original. M.D.L.P. - E. L. P. - O Que São ?

    1ª Edição. Ano de 1976

    Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP)

    Brasão do Movimento Democrático de Libertação de Portugal

    Brasão do Movimento Democrático de Libertação de Portugal

    O Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP), organizado no mês de maio de 1975, foi um grupo político-paramilitar de resistência portuguesa, criado para fazer frente ao crescimento do Partido Comunista Português, bem como de outras denominações ideológicas de extrema-esquerda.

    Foram criados após o Golpe de 11 de Março de 1975, uma tentativa de golpe de estado que havia sido comandada pelo General António de Spínola, ex-presidente de Portugal, entre os meses de maio e setembro de 1974 (renuncia ao cargo), indicado pela Junta de Salvação Nacional.

    General António de Spíndola

    General António de Spínola

    O MDLP era dirigido pelo General de Spínola, direto do Brasil, entretanto a maior parte da estrutura estava em Madrid, capital da Espanha. Possuíam grande adesão de oficiais das forças armadas de Portugal, e de soldados anti-comunistas e nacionalistas.

    Havia o Gabinete Político, sob a mão de Fernando Pacheco de Amorim, que se reportava diretamente ao general nacionalista português, António de Spínola. A estrutura militar estava ao encargo do Coronel Dias de Lima, chefe do estado maior.

    Pertencente ao Movimento Democrático de Libertação de Portugal, existiam a RAI (Rede de Ação Interna), liderada por Alexandre Negrão, além da FAE (Forças de Ação Externa), liderada por Alpoim Calvão. Acima deste, Dias de Lima, reportado por ambos. Porém de Lima estava subordinado ao General de Spíndola.

    Publicação noticia o Golpe de 11 de Março de 1975

    Publicação noticia o Golpe de 11 de Março de 1975

    Tivera influência entre os militares que participaram do Golpe de 25 de Novembro (1975), que acabou por fracassar. Foi uma ação contra a Revolução de 25 de Abril (Revolução dos Cravos), de 1974 em Portugal.

    Na noite do dia 4 de Outubro de 1975, soldados do Regimento de Infantaria de Braga, realizam cerco contra os membros do MDLP no Seminário de São Tiago, na cidade de Braga. Logram a captura do Major Mira Godinho, e do Major-tenente Benjamim de Abreu.. Alpoim Galvão escapar através do telhado.

    Desaparecem com o estabelecimento da democracia em Portugal por volta do início do ano de 1976.

    Contracapa do livro

    05/10/2024

    ANGOLA. Do Alvor a Lusaka

     

    Autor. Pedro de Pezarat Correia

    1ª Edição para a língua portuguesa. Ano de 1996

    Com Angola arranquei para o 25 de Abril. E essa marca será para mim, sempre, incontornável. Depois, através do meu empenhamento no processo de descolonização, iniciei uma actividade que influenciaria decisivamente o rumo da minha vida. Fiquei assim irreversivelmente ligado ao destino deste país e do seu povo (... ) *

    * Breve extrato da « Introdução »

    25 DE NOVEMBRO. Anatomia de um golpe

     

    Autor. L.Pereira Gil

    1ª Edição. Março de 1976

    (...) É pois em intenção desse esplêndido e democrata povo que somos todos nós, desse povo que dizem ignorante e inculto, impróprio para viver em democracia ( conforme pretendem os « progressistas » deste país ), desse povo que uma vez mais contrariou a viciosa macrocefalia dos lisboetas, que as linhas impressas a seguir foram escritas. que elas ajudem e aproveitem a quem as ler. E o autor sentir-se-á recompensado *

    * Breve extrato do « Prefácio » assinado por L. Pereira Gil.

    MARCELLO CAETANO. DEPOIMENTO.

     

    Autor. Marcello Caetano

    Ano desta edição. 1974

     

     Aos meus queridos amigos Joaquim Moreira  da Silva Cunha e César Henrique Moreira Baptista; Ao senhor general Alberto de Andrade e Silva;  - que em 25 de Abril de 1974 tinham a seu cargo, no meu governo, as responsabilidades da defesa do Ultramar, da manutenção da ordem pública e da disciplina das forças armadas e que depois, amnistiados os terroristas, os criminosos comuns e os desertores, ficaram sob prisão por terem servido o seu País. Ao Francisco Elmano Alves, deportado sob prisão para Cabo Verde durante 54 dias por, na Ação Nacional Popular, ter procurado erguer uma barreira ideológica `a expansão do comunismo em Portugal *

    ( ... ) trata-se de um depoimento e que, por isso, não pode deixar de ser prestado na primeira pessoa. Mas ao qual procurei imprimir a objectividade possível no testemunho de quem apenas tivesse presenciado os factos. Com ele não pretendo criar dissensões, agravar pessoas, açular ódios, mas unicamente esclarecer propósitos, justificar orientações, retificar versões de factos, em legítima defesa própria e dos meus colaboradores, e nada mais. ( ... ) *

    * Breve extrato do texto inicial do livro.

     “Logo que, sob prisão, cheguei ao Funchal em 26 de abril, resolvi aproveitar as horas de ócio forçado para ir redigindo o meu depoimento sobre os sacrificados cinco anos e meio em que tive sobre os ombros o encargo do governo português.  E não mais deixei de trabalhar nele até o dia que, dois meses decorridos, o terminei, já no Rio de Janeiro.”

    AS MENTIRAS DE MARCELLO CAETANO

     

    Autores. Antonino Cruz, Vitoriano Rosa

    Edição. Ano de 1974


    Pesoa amiga acaba de nos trazer do Brasil o tão falado livro de Marcello Caetano, e tendo feito rapidamente a sua leitura, uma onda de revolta nos invadiu, pela maneira tão despudorada como o autor mente. (... ) 1

    Não costumamos tomar atitudes políticas, mas somos intransigentes defensores e respeitadores da Verdade. Não admitimos por tal motivo a existência de mentiras e ao tomarmos conhecimento de alguma, imediatamente tentamos desmascará-la ( ... ) 2

    Breve extrato de dois dos textos iniciais do livro. O número (1) assinado por Vitoriano Rosa  e o nº( 2 ) por Antonino Cruz

    04/07/2024

    VERA LAGOA CRÓNICAS DO TEMPO ( 5 / 6 / 75 a 2 / 10 / 75 )

     Autora. Vera Lagoa

    1ª Edição. Novembro de 1975









    Entre 1974 e 1977, avulta no jornalismo português o nome de Vera Lagoa (Maria Armanda Falcão). Esta mulher tornou-se exemplo de coragem popular. A jornalista Vera Lagoa (1916-1996) foi uma das principais “bandeiras” de uma forma de luta a favor do saneamento moral da sociedade portuguesa daquela época, na luta pela defesa da liberdade. Neste livro, reúnem-se crónicas de Vera Lagoa, em linguagem simples e direta, publicadas no jornal Tempo, denunciando e ridicularizando situações e pessoas comprometidas com a escalada comunista.

     5/6/75 – 2/10/75

    As revoluções são assim: não tardam a revelar dois tipos característicos os «revolucionários» oportunistas, multidão palradora, legião de medíocres, intermediários de ideias feitas, malta que procura aproveitar a confusão em proveito pessoal, que se berram vítimas do antigamente, e andam, cirandam de faca e garfo, esfomeados de postas; e os verdadeiros revolucionários, esses do sentido colectivo, ideias firmes, concepções construtivas, o futuro.
    Os génios da nossa Praça – nas artes, nas letras, no jornalismo, na política parecem, coitadinhos, desempregados desde o 25 de Abril de 1974. Basta olhar à nossa volta (onde estão?), basta saber ler (que escrevem?), basta, basta, basta.
    Vera Lagoa, essa mesma. A das «misses». A das «bisbilhotices». A das frivolidades do antigamente, do 24 de Abril. A que inventou o supérfluo quotidiano num país onde, durante 48 anos, foi proibido inventar. Que riscos tremendos a Revolução lhe trazia, que perigos corria quando os talentos de café desabrochassem, quando todos os nossos géniozinhos florissem ao sol forte da Liberdade, quebradas as algemas do fascismo; já sem vestidos compridos, sem lantejoulas as mulheres, sem jantaradas, sem beija-mão que iria ser da «pobre» Vera Lagoa na Revolução, quando os génios das artes, das letras, das ciências, dos jornalismos, criassem, escrevessem, inventassem, cronicassem em liberdade?
    O tempo, que nada perdoa, que se atreve com colunas de mármore quanto mais com corações de cera, já deu parte da resposta. No «Tempo», onde saíram estas crónicas que aí vão. Sem vestidos compridos, sem misses, sem lantejoulas, sem jantaradas, sem beija-mãos. Mas em carne e sangue, em democracia e liberdade, em coragem, em Povo. O Povo que semana a semana, lê Vera Lagoa na comunhão de uma linguagem simples, sólida, directa, livre – tão simples como as pedras, tão sólida como as árvores, tão directa como a democracia, tão livre como a liberdade.

    02/07/2024

    25 DE ABRIL: A REVOLUÇÃO DA VERGONHA

     Autor: João M. da Costa Figueira

    1ª Edição - Fevereiro de 1977

    «O 25 de Abril é o facto mais desastroso da nossa história e o de mais pesadas consequências para a vida do Ocidente. Representa a maior vitória da Rússia e do comunismo de que é o mais estrénuo defensor e difusor. Homens de inteligência pequenina, cheios de ambições mas sem preparação para nada de útil.



    18/06/2024

    Os S.U.V. em Luta (manifestos, entrevistas, comunicados) Novembro de 1975

     


      Edição promovida por esta entidade



     

      Primeira Edição: Lisboa, 1975

     

     

     À memória do soldado Luís, morto ao serviço da Revolução, no RALIS, em 11 de Março de 1975.

     

    • Descrição: 
    •  'OS SUV EM LUTA (Manifesto, entrevistas, comunicados)' - Lisboa 1975 - MUITO RARO****** Portugal & PREC - A acção da Associação de soldados revolucionários no período entre 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975' 
    • (Manifesto, entrevistas, comunicados)
    • Impresso na Tipografia Silva ReisLisboa 1975
    • Livro com 116 páginas e em bom estado de conservação.
    • De muito difícil localização.MUITO RARO.
    • Hoje um documento histórico da actividade exercida pela Associação de soldados revolucionários, considerada próxima das posições das forças políticas de extrema esquerda, os SUV (Soldados Unidos Vencerão).

     


    Introdução

    O que são os S.U.V.

    Primeira conferência de imprensa dos S.U.V.

    Segunda conferência de imprensa dos S.U.V.

    Manifesto Nacional dos S.U.V.

    Entrevista com um soldado do S.U.V.-Norte

    Os pontos nos ii ... Nada de confusões

    Entrevista à Flama do secretariado da R.M.L.

    Não à legalização dos S.U.V.

    Os objectivos dos S.U.V.

    Isolemos as manobras divisionistas

    O Desenvolvimento Nacional dos S.U.V.

    Porto

    Comunicado distribuído aos soldados do Norte

    Comunicado distribuído aos soldados recrutas

    Apelo à manifestação

    Balanço da manifestação

    SUV-Norte apoia manifestação em Lisboa

    Lisboa

    Todos à grande manifestação S.U.V.

    À classe operária, a todos os trabalhadores

    Comunicado distribuído nos quartéis

    Libertação imediata de Pinto e Figueiredo

    Balanço da manifestação

    O S.U.V. cresce

    Nem um só S.U.V. deixará de ir a Évora

    Coimbra

    Manifesto dos S.U.V. da Região Militar do Centro

    Portoalegre

    Comunicado

    Beja

    Beja já tem S.U V.

    Évora

    Convocatória da manifestação

    Manisfesto proclamação dos S.U.V.

    Setúbal

    Convocatória da manifestação

    Os S.U.V. em luta

    A luta nos quartéis

    A reacção ataca

    Os soldados do CICA vencerão

    Todos à rua no dia 6

    Não, à liquidação das unidades revolucionárias

    S.U.V.-R.M.L. apoia a justa luta do CICAP

    CICA-RASP: a luta continua

    Fora com o Pires Veloso

    Apoiemos a luta no RASP

    Em frente até à reabertura do CICAP

    Não às manobras militaristas

    Operários, soldados: a mesma luta

    Rádio Renascença a funcionar, já!

    O Internacionalismo Proletário dos S.U.V.

    Apelo dos S.U.V. aos trabalhadores e soldados europeus

    Abaixo a ditadura franquista