Autores. Diamantino Sanches Trindade e Subintendente Manuel dos reis de Jesus
1ª edição. 1º Volume
Escola Superior de Polícia Lisboa 1998
Autores. Diamantino Sanches Trindade e Subintendente Manuel dos reis de Jesus
1ª edição. 1º Volume
Escola Superior de Polícia Lisboa 1998
Autor. Domingos Monteiro
1ª edição. Setembro de 1974
Sociedade de Expansão Cultural
Autor. Eduardo Nobre
1ª edição. Outubro de 2004
Editora. Quimera Editores Ldª
DuelosAutora. São José Almeida
1ª edição - Maio de 2010
Porto Editora ldª
Esta é uma primeira tentativa de abordagem do que foi a realidade dos
homossexuais em Portugal durante praticamente todo o século XX, ou seja,
desde que a jovem Primeira República, enquadrada pela psiquiatria,
coloca sob a alçada da lei os crimes contra a natureza até que estes o
deixam de ser, em 1982. O que era ser homossexual em Portugal? O que é
viver uma condição estigmatizada e estigmatizante, em que não há
identidade, tão-só uma afetividade e uma sexualidade, quase sempre
clandestinas?
José Gil foi considerado, no número especial do Le Nouvel
Observateur, de Dezembro de 2004, como um dos 25 «grandes pensadores» de
todo o mundo, ao lado de Richard Rorty, Peter Sloterdijk, Toni Negri e
Slavoj Zizek. O autor de Portugal, Hoje nasceu em Moçambique a 15
de Junho de 1939 e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris
(1982), sob a orientação de François Châtelet.
Colabora com revistas
portuguesas e estrangeiras de várias áreas. Foi Directeur de Programme
do Collège International de Philosophie de Paris e ensina actualmente na
Universidade Nova de Lisboa. As suas obras estão traduzidas em várias
línguas.
“Quando o luto não vem inscrever no real a perda de um laço afectivo (de uma força), o morto e a morte virão assombrar os vivos sem descanso.”
Professor universitário, filósofo e ensaísta português nascido em
1939, em Lourenço Marques, Moçambique. Após completar o ensino
secundário na capital moçambicana, em 1957 veio estudar para a Faculdade
de Ciências da Universidade de Lisboa, onde completou o 1º ano do curso
de Ciências Matemáticas. Depois de completar este primeiro ano de
estudos, mudou-se para Paris onde, em 1968, concluiu a licenciatura em
Filosofia na Faculdade de Letras de Paris, na Universidade da Sorbonne.
No ano seguinte, fez o mestrado em Filosofia, com uma tese sobre a moral
de Kant. Em 1982 concluiu o doutoramento d´Etat de Philosophie com a
tese Le Corps comme Champ du Pouvoir, editada em livro em 1988.
Entre
1965 e 1973 leccionou Filosofia no Liceu Misto de Pontoise, ao que se
seguiram as funções de coordenador do departamento de Psicanálise e
Filosofia da Universidade de Paris VIII, a partir de 1974.
Paralelamente, exerceu a actividade de tradutor de documentos
científicos no Centre for Educational Research and Innovation da
O.C.D.E. (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).
Em
1976 José Gil regressou a Portugal, tendo assumido o cargo de adjunto
do Secretário de Estado do Ensino Superior e da Investigação Científica
no VI Governo Provisório. Foi também bolseiro do governo francês para
conclusão de redacção de tese de doutoramento. Em 1981 iniciou funções
docentes, como professor auxiliar convidado, na Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde é actualmente
professor catedrático. Leccionou Estética e Filosofia Contemporânea.
Paralelamente, deu aulas no Colégio Internacional de Filosofia, de
Paris, numa escola em Amesterdão e na Universidade São Paulo, no Brasil.
Orientou também vários seminários em Porto Alegre, no Brasil.
José
Gil tem um vasto trabalho científico publicado em revistas
especializadas e enciclopédias, nacionais e estrangeiras, designadamente
Encyclopédie de la Vie Française, Enciclopédia Einaudi, Análise e
Cadernos de Subjectividade (S. Paulo, Brasil), destacando-se nas suas
preferências a reflexão sobre o corpo. Também publicou alguns trabalhos
importantes sobre Fernando Pessoa que se distinguem radicalmente das
abordagens tradicionais dos estudos literários. «Gil propõe um novo
paradigma dos estudos pessoanos. Mais profundamente, é a uma ligação
mais precisa entre o corpo e a escrita poética que se vinculam as suas
análises, para além das metáforas habituais sobre "o corpo da escrita"
ou "a escrita do corpo". Espantosamente, Gil descobre um Pessoa
deleuziano.» (Eduardo Lourenço).
A partir de 1996 passou a dirigir a Colecção de Filosofia da editora Relógio D' Água.
Em
2004 publicou Portugal, Hoje. O Medo de Existir, a sua primeira obra
escrita directamente em português, que rapidamente se tornou um sucesso
de vendas. O livro fala do quotidiano de uma forma simples e acessível.
Antes disso já tinha publicado diversas obras, sobre temas tão diversos
como Salazar, Fernando Pessoa, a Córsega, o corpo ou O Principezinho, de
Saint-Exupéry. Em Janeiro de 2005 a conceituada revista francesa Le
Nouvel Observateur, num número especial comemorativo do seu 40º
aniversário, considerou José Gil como sendo um dos 25 grandes pensadores
do mundo.
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| José Gil |
Situadas na parte central da laguna, as ilhas da Ria de Aveiro já foram
terra que deu de tudo (milho, feijão, batatas, melancias, vinho e até
sal) e algumas delas até chegaram a ser habitadas.
Com existência registada desde 1407, as ilhas aveirenses são pequenos
pedaços de terra hoje votados ao abandono e dos quais pouco reza a
história contada nos livros. Restam as memórias daqueles que
protagonizaram ou testemunharam esses tempos idos, em que foram pequenas
estâncias de veraneio, para uns, e campos de trabalho árduo, para
outros. Este retrato faz-lhes justiça, antes de eventualmente
desaparecerem, se não forem travadas a tempo a degradação e a erosão a
que estão sujeitas.
1ª Edição. Maio de 2020
Estas histórias retratam um país cada vez mais envelhecido, mas com
muitas realidades diferentes. Alice não tem família, nem amigos e
alimenta pombos dentro de casa para estar entretida. António encontrou
numa república sénior uma solução digna de habitação, Maria de Lurdes
domina as redes sociais e é adepta dos programas culturais do centro de
dia. Fernanda decidiu vender a casa e ir para um lar para garantir
cuidados de saúde.
Daqui a três décadas, quase metade dos portugueses terão mais de 60
anos. Daí a urgência destas perguntas: Como vivem os nossos idosos?
Porque estão tão sozinhos? A cidade é-lhes hostil? E o mundo rural? A
família, os lares e os centros de dia tratam bem quem ficou dependente
dos cuidados dos outros?
No início… houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo… e estávamos a ir à ópera. A teoria que posiciona o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.
O nosso país constitui, de há muito, um exemplo tristemente esclarecedor
da sanha descontrolada de antipatrimónio. As fases subterrâneas da
História portuguesa pululam de ondas de descaracterização, de desleixo e
de abandono de parte da sua memória arquitetónica, outrora
significativa, que pura e simplesmente é deixada em estado de silenciosa
agonia, em nome de uma ideia abastardada de progresso.
Não só as guerras e as catástrofes naturais, os megassismos e os
incêndios, as invasões estrangeiras e as fases de conturbação intestina,
os maus restauros e as ondas de iconoclastia, contribuíram para essa
perda do património comum, mas também a inconsciência das tutelas, a
ambição de especuladores sem escrúpulos, a desmemória de muitas
comunidades e a falta de instrumentos legais de preservação e de
salvaguarda. Destes pequenos-grandes crimes de lesa-património falam os
exemplos aqui reunidos.
Dimensões - 6,5 × 130 × 200 mm
Nº ISBN - 978-989-8943-01-9
1ª Edição. Outubro de 2018
Autora. Rita Pereira Carvalho.
1ª edição. Fevereiro de 2022
«Sentes que quando és das limpezas te tornas invisível em relação às outras pessoas». O relato de Ana Isabel, de 25 anos, retrata o sentimento comum às treze mulheres e um homem que partilham neste livro o dia a dia de uma mesma profissão: as limpezas industriais. Esta obra revela a realidade ignorada de quem precisa de umas costas de aço, de braços bastante competentes e de força, não só física, para limpar o que os outros sujam, sem se preocuparem muito em lhes agradecer.Autora. Ana Daniela Soares.
1ª edição. Fevereiro de 2020
Imagine ter por animais de estimação… escorpiões, tarântulas, tucanos, furões, macacos ou chimpanzés, aranhas, lagartos, bichos-de-conta gigantes, formigas, baratas, leões, uma pitão com sete metros ou um elefante-africano com quatro mil quilos de peso. Em Portugal, há cada vez mais pessoas a optar pela companhia doméstica de bichos exóticos, cujo mercado está a aumentar. Porquê? O que as motiva? Que cuidados e leis devem respeitar? Que espécies podem ser um bom e feliz companheiro do ser humano?Autor. Diogo Freitas da Costa.
1ª edição. Janeiro de 2015.
Continuamos a saber muito pouco sobre o sistema de valores e de representações dos artistas portugueses e sobre as suas condições materiais de existência. Como trabalham os artistas em Portugal? Como definem o seu «local de trabalho» e que relação se estabelece entre as características desses espaços e a natureza das suas obras? Que ritmos hábitos, métodos e materiais usam habitualmente? Qual a relação entre os espaços onde surgem as ideias e os locais onde elas se materializam? Em suma, qual a importância do «ambiente de trabalho» nos modelos de vida, nos horizontes de expectativa e na identidade coletiva dos criadores portugueses?Autor. Luís Mendonça de Carvalho.
1ª Edição. Setembro de 2019
As plantas são os alicerces de todas as civilizações, permitem a vida humana e determinam a nossa história pessoal e coletiva. Este ensaio apresenta tradições culturais portuguesas ligadas às plantas (simbologia, romarias, artesanato, lendas, culinária, literatura, música, arquitetura), assim como informação sobre a nossa flora autóctone, árvores monumentais, parques, jardins e proteção da natureza.