Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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03/07/2026

SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA POLÍCIA PORTUGUESA

 

Autores. Diamantino Sanches Trindade e Subintendente Manuel dos reis de Jesus

1ª edição. 1º Volume

Escola Superior de Polícia Lisboa 1998 


"Subsídios para a História da Polícia Portuguesa" é uma obra de referência publicada em 1998, da autoria de Diamantino Sanches Trindade e Manuel dos Reis Jesus. O livro fornece um panorama sistemático da evolução institucional da segurança e policiamento em Portugal desde os primórdios da nacionalidade até finais do século XVIII. 
O estudo desdobra-se em dois volumes e foca-se na administração central e local, na manutenção da ordem pública e nas figuras de autoridade que antecederam a moderna Polícia de Segurança Pública (PSP). A historiografia sobre o tema tem raízes nos trabalhos precursores de Albino Lapa, que detalhou a génese da Polícia Civil e da PSP em Lisboa e no Porto

22/06/2026

LIVROS PROIBIDOS A crise do idealismo na arte e na vida social. Paisagem social portuguesa

 

Autor. Domingos Monteiro

1ª edição. Setembro de 1974

Sociedade de Expansão Cultural 


Livros Proibidos: A crise do idealismo na arte e na vida social / Paisagem social portuguesa é uma obra emblemática do escritor e ensaísta português Domingos Monteiro. Publicado em 1974, este volume reúne textos e ensaios que haviam sido censurados e apreendidos pela PIDE e pela Censura durante o regime do Estado Novo.
A obra critica a alienação, a estagnação cultural e as debilidades sociais do Portugal da época. O livro aborda temas como: 
  • A crise do idealismo: Uma reflexão sobre a perda de valores éticos e espirituais na arte e na sociedade, explorando como a criação artística refletia as angústias, o materialismo e o declínio das correntes de pensamento tradicionais.
  • Paisagem social portuguesa: Um olhar crítico e sociológico sobre as desigualdades, a falta de liberdade, as estruturas políticas e a realidade sócio económica de Portugal durante a ditadura.
Para compreender o contexto sócio político e filosófico do idealismo e a sua relação com a sociedade portuguesa, é comum fazerem-se pontes com o pensamento de António Sérgio, outra figura incontornável da cultura portuguesa que dedicou grande parte da sua obra a analisar o "idealismo crítico" e a crise da ideologia burguesa em Portugal

15/06/2026

DUELOS & ATENTADOS

 

Autor. Eduardo Nobre

1ª edição. Outubro de 2004

Editora. Quimera Editores Ldª 

Duelos
Este livro de Eduardo Nobre transporta-nos para a agitação social em Portugal causada pelo Ultimato de 1890, quando a vida intelectual e política sofre enormes convulsões e, no Parlamento, nas tertúlias e nos jornais, o debate de ideias excede todos os limites. Feridos na sua honra pessoal, os visados pelos textos de imprensa ou pelos discursos e discussões nas bancadas de S. Bento chegam ao extremo de desafiar os opositores para o mais radical dos desagravos, o duelo. À espada e à pistola, intelectuais, jornalistas e políticos salpicam de sangue o campo da honra. Eduardo Nobre retrata aqui um insólito conjunto de duelos a que assistiam em directo os repórteres e os fotógrafos dos jornais da época, para além de dezenas de curiosos e que marca os primeiros anos do século xx português.

Atentados
Ao longo do século xix, os atentados – regicídios ou tiranicídios – sucedem-se por toda a Europa. São quase sempre perpetrados por homens isolados ou, mais raramente, organizados em pequenos grupos, empurrados por uma fixação doentia que ronda a loucura. Uns parecem-nos hoje quase caricatos, outros chocam-nos pela chacina inútil de inocentes. Ao longo deste livro é possível conhecer um louco que quis matar D. Carlos à pedrada ou o anarquista que, por não encontrar o seu alvo, acaba por assassinar a mais bela imperatriz da Europa, a lendária Sissi, com quem se cruza casualmente. Neste livro se recordam os atentados que mudaram regimes, que transformaram os alvos em heróis e os assassinos em vítimas, e que acabariam, com duas balas apenas, por matar milhões de homens e alterar o mapa e os destinos da Europa.

13/04/2026

HOMOSSEXUAIS NO ESTADO NOVO

 

Autora. São José Almeida

1ª edição - Maio de 2010

Porto Editora ldª 

Esta é uma primeira tentativa de abordagem do que foi a realidade dos homossexuais em Portugal durante praticamente todo o século XX, ou seja, desde que a jovem Primeira República, enquadrada pela psiquiatria, coloca sob a alçada da lei os crimes contra a natureza até que estes o deixam de ser, em 1982. O que era ser homossexual em Portugal? O que é viver uma condição estigmatizada e estigmatizante, em que não há identidade, tão-só uma afetividade e uma sexualidade, quase sempre clandestinas?

04/09/2025

PORTUGAL HOJE, O Medo de Existir

 

Autor - José Gil

Editor - Relógio d'Água

6ª Reimpressão -Março de 2005
EAN 978972708936 ISBN 9789727089369
 Nº Páginas 142
 
 Prémio Literário -Vergílio Ferreira


Portugal, Hoje — O Medo de Existir aborda traços de mentalidade (desde a inveja à dificuldade de «inscrição») que por serem particularmente acentuados no nosso país, entravam o seu desenvolvimento, abertura ao exterior, e, sobretudo, a sua dinâmica interna. E por «dinâmica interna» José Gil entende «um movimento profundo, para além do plano sociológico, que faz mexer as pessoas e as liberta para todo o tipo de procuras, invenções, experimentações nas várias dimensões da vida».
O livro revela que um pensamento criativo e com conceitos próprios se pode exprimir numa linguagem acessível. 

José Gil foi considerado, no número especial do Le Nouvel Observateur, de Dezembro de 2004, como um dos 25 «grandes pensadores» de todo o mundo, ao lado de Richard Rorty, Peter Sloterdijk, Toni Negri e Slavoj Zizek. O autor de Portugal, Hoje nasceu em Moçambique a 15 de Junho de 1939 e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), sob a orientação de François Châtelet.
Colabora com revistas portuguesas e estrangeiras de várias áreas. Foi Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris e ensina actualmente na Universidade Nova de Lisboa. As suas obras estão traduzidas em várias línguas.

 “Quando o luto não vem inscrever no real a perda de um laço afectivo (de uma força), o morto e a morte virão assombrar os vivos sem descanso.”

 Professor universitário, filósofo e ensaísta português nascido em 1939, em Lourenço Marques, Moçambique. Após completar o ensino secundário na capital moçambicana, em 1957 veio estudar para a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde completou o 1º ano do curso de Ciências Matemáticas. Depois de completar este primeiro ano de estudos, mudou-se para Paris onde, em 1968, concluiu a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras de Paris, na Universidade da Sorbonne. No ano seguinte, fez o mestrado em Filosofia, com uma tese sobre a moral de Kant. Em 1982 concluiu o doutoramento d´Etat de Philosophie com a tese Le Corps comme Champ du Pouvoir, editada em livro em 1988.
Entre 1965 e 1973 leccionou Filosofia no Liceu Misto de Pontoise, ao que se seguiram as funções de coordenador do departamento de Psicanálise e Filosofia da Universidade de Paris VIII, a partir de 1974. Paralelamente, exerceu a actividade de tradutor de documentos científicos no Centre for Educational Research and Innovation da O.C.D.E. (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).
Em 1976 José Gil regressou a Portugal, tendo assumido o cargo de adjunto do Secretário de Estado do Ensino Superior e da Investigação Científica no VI Governo Provisório. Foi também bolseiro do governo francês para conclusão de redacção de tese de doutoramento. Em 1981 iniciou funções docentes, como professor auxiliar convidado, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde é actualmente professor catedrático. Leccionou Estética e Filosofia Contemporânea. Paralelamente, deu aulas no Colégio Internacional de Filosofia, de Paris, numa escola em Amesterdão e na Universidade São Paulo, no Brasil. Orientou também vários seminários em Porto Alegre, no Brasil.
José Gil tem um vasto trabalho científico publicado em revistas especializadas e enciclopédias, nacionais e estrangeiras, designadamente Encyclopédie de la Vie Française, Enciclopédia Einaudi, Análise e Cadernos de Subjectividade (S. Paulo, Brasil), destacando-se nas suas preferências a reflexão sobre o corpo. Também publicou alguns trabalhos importantes sobre Fernando Pessoa que se distinguem radicalmente das abordagens tradicionais dos estudos literários. «Gil propõe um novo paradigma dos estudos pessoanos. Mais profundamente, é a uma ligação mais precisa entre o corpo e a escrita poética que se vinculam as suas análises, para além das metáforas habituais sobre "o corpo da escrita" ou "a escrita do corpo". Espantosamente, Gil descobre um Pessoa deleuziano.» (Eduardo Lourenço).
A partir de 1996 passou a dirigir a Colecção de Filosofia da editora Relógio D' Água.
Em 2004 publicou Portugal, Hoje. O Medo de Existir, a sua primeira obra escrita directamente em português, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas. O livro fala do quotidiano de uma forma simples e acessível. Antes disso já tinha publicado diversas obras, sobre temas tão diversos como Salazar, Fernando Pessoa, a Córsega, o corpo ou O Principezinho, de Saint-Exupéry. Em Janeiro de 2005 a conceituada revista francesa Le Nouvel Observateur, num número especial comemorativo do seu 40º aniversário, considerou José Gil como sendo um dos 25 grandes pensadores do mundo.

José Gil

03/09/2025

MALDITOS Histórias de homens e de lobos

 




Autor. Ricardo J. Rodrigues

1ª Edição. Dezembro de 2014
Dimensões -  5 × 130 × 200 mm
Nº ISBN - 978-989-8662-89-7

Nas serras mais escondidas de Portugal trava-se um combate de séculos entre lobos e pastores. São dois exércitos acossados, os últimos resistentes dos montes. Este livro fala de dois inimigos, sim, mas também do facto de estarem ambos cercados. Do desaparecimento do mundo rural, da extinção da vida selvagem, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem animais. Este é o relato de uma guerra silenciosa que está a chegar ao fim. E de como os ódios antigos só podem derivar de amores profundos.

ILHAS DA RIA

 


Autora
Maria José Santana
Maria José Santana
 
1ª Edição. Setembro de 2021 
 
Dimensões
5 × 130 × 200 mm
Nº ISBN - 978-989-9064-16-4

 

Situadas na parte central da laguna, as ilhas da Ria de Aveiro já foram terra que deu de tudo (milho, feijão, batatas, melancias, vinho e até sal) e algumas delas até chegaram a ser habitadas.

Com existência registada desde 1407, as ilhas aveirenses são pequenos pedaços de terra hoje votados ao abandono e dos quais pouco reza a história contada nos livros. Restam as memórias daqueles que protagonizaram ou testemunharam esses tempos idos, em que foram pequenas estâncias de veraneio, para uns, e campos de trabalho árduo, para outros. Este retrato faz-lhes justiça, antes de eventualmente desaparecerem, se não forem travadas a tempo a degradação e a erosão a que estão sujeitas.

OS POMBOS DA SENHORA ALICE. Envelhecer em Portugal

 

 

 

Autora
Ana Catarina André
Ana Catarina André

 

1ª Edição. Maio de 2020

Dimensões
6 × 130 × 200 mm
Nº ISBN 978-989-9004-11-5


Estas histórias retratam um país cada vez mais envelhecido, mas com muitas realidades diferentes. Alice não tem família, nem amigos e alimenta pombos dentro de casa para estar entretida. António encontrou numa república sénior uma solução digna de habitação, Maria de Lurdes domina as redes sociais e é adepta dos programas culturais do centro de dia. Fernanda decidiu vender a casa e ir para um lar para garantir cuidados de saúde.

Daqui a três décadas, quase metade dos portugueses terão mais de 60 anos. Daí a urgência destas perguntas: Como vivem os nossos idosos? Porque estão tão sozinhos? A cidade é-lhes hostil? E o mundo rural? A família, os lares e os centros de dia tratam bem quem ficou dependente dos cuidados dos outros?

O MACACO BÊBEDO FOI À ÓPERA

 

 
Autor
Afonso Cruz
Afonso Cruz
 
1ª Edição. Maio de 2019 
 
 Dimensões
5 × 130 × 200 mm
Nº ISBN - 978-989-8943-58-3



No início… houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo… e estávamos a ir à ópera. A teoria que posiciona o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.

PORTUGAL EM RUÍNAS

 

 
 
Autor
Gastão de Brito e Silva
Gastão de Brito e Silva
 
 
 
1ª Edição. Maio de 2014
 
Dimensões - 9 × 130 × 200 mm
Nº ISBN - 978-989-8662-47-7



O nosso país constitui, de há muito, um exemplo tristemente esclarecedor da sanha descontrolada de antipatrimónio. As fases subterrâneas da História portuguesa pululam de ondas de descaracterização, de desleixo e de abandono de parte da sua memória arquitetónica, outrora significativa, que pura e simplesmente é deixada em estado de silenciosa agonia, em nome de uma ideia abastardada de progresso.

Não só as guerras e as catástrofes naturais, os megassismos e os incêndios, as invasões estrangeiras e as fases de conturbação intestina, os maus restauros e as ondas de iconoclastia, contribuíram para essa perda do património comum, mas também a inconsciência das tutelas, a ambição de especuladores sem escrúpulos, a desmemória de muitas comunidades e a falta de instrumentos legais de preservação e de salvaguarda. Destes pequenos-grandes crimes de lesa-património falam os exemplos aqui reunidos.

30/08/2025

AINDA AQUI ESTOU.

 


Autora
Patrícia Carvalho
Patrícia Carvalho
 
Dimensões - 6 × 130 × 200 mm
 
Nº ISBN978-989-8943-03-3
 
 1ª Edição - Outubro de 2018

Até 2016, a cada verão, fomos tristemente habituados às imagens dos fogos que avançavam pelo País. Nos televisores, o desespero e o crepitar das labaredas preenchiam os noticiários. Em junho e outubro de 2017, quando julgávamos que a tristeza daquele «hábito» não podia ser maior, 115 pessoas perderam a vida, e Portugal, de luto, era um País inteiro incrédulo, ferido de morte pela tragédia que parecia não ter explicação.
«Ainda aqui estou», diz um dos sobreviventes. É dos que morreram, mas, sobretudo, dos que ainda aqui estão que este Retrato faz e conta a história: bombeiros apanhados pelas chamas que deviam ajudar a combater, voluntários que se fizeram à estrada pela primeira vez, famílias que perderam a casa e a empresa. E também dos velhos que, sozinhos, viram o fogo avançar.

TERRA FIRME

 


Autor
jose navarro andrade
José Navarro de Andrade
 
 
Dimensões - 7 × 130 × 200 mm
 
Nº ISBN- 978-989-8662-46-0
 
1ª Edição.  Outubro de 2014

Quando percorremos os corredores do supermercado e vamos enchendo o carrinho, estamos a tomar decisões cujas consequências remontam à origem da cadeia de produção alimentar. Às vezes, por mais incrível que pareça, as escolhas que fazemos estão no princípio e não no fim de todo um processo agro-industrial.

Este livro propõe uma viagem à descoberta do lugar onde começam os alimentos. Quem o ler, passará um ano numa herdade do Alentejo e acompanhará duas histórias: a evolução de uma terra severa e difícil, que atravessou distintas épocas e sofreu consideráveis mudanças; e o relato da produção agrícola contemporânea, cheio de sobressaltos e muita tenacidade.

ARQUIVE-SE. Uma viagem pelos arquivos nacionais

 


Autora
Rita Almeida de Carvalho
Rita Almeida de Carvalho
 
 
Dimensões - 7,5 × 130 × 200 mm
 
Nº ISBN - 978-989-8943-65-1
 
1ª Edição - Fevereiro de 2019

Arquive-se! A ordem parece simples e é seguramente muito comum. Mas na prática, são a organização e o acesso dos documentos arquivados - os «laboratórios da História» - que determinam o seu papel na compreensão da nossa história. Portugal progrediu significativamente no domínio dos arquivos, mas investigadores e arquivistas concordam que muito está ainda por fazer.
Sabia, por exemplo, que um tratamento adequado da documentação arquivada pela administração pública, preservando apenas a que tem valor probatório ou histórico, resultaria numa poupança de cinco milhões de euros só em instalações?
Numa abordagem crítica, a autora deste livro parte da análise de casos e circunstâncias, do testemunho próprio e de colegas historiadores e arquivistas, para radiografar a gestão do património arquivístico nacional. Diz-nos que nem tudo está bem e explica porquê.

VIDA DE PRISÃO

 

 
Autor
Pedro Prostes da Fonseca
Pedro Prostes da Fonseca
 
Dimensões - 6 × 130 × 200 mm
 
Nº ISBN - 978-989-8863-94-2
 
1ª Edição. Maio de 2018


É uma das palavras que mais usamos, mas da vida sem «liberdade», da vida de prisão pouco ou nada sabemos. No entanto, as condições do sistema prisional português — a sobrelotação das cadeias, o mecanismo de subornos e tráfico ilegal, para dar apenas dois exemplos — são tema recorrente nos debates em Portugal.
A partir de testemunhos de ex-reclusos, em contrapeso com a influência de magistrados, psicólogos, diretores e guardas prisionais, este livro revisita a nossa ideia de vida de prisão, pela voz de quem, hoje em liberdade, conhece o dia a dia atrás das grades melhor do que ninguém.
Em permanente tensão, amor, ódio, vida e morte convivem no retrato que nos desperta para uma realidade tão próxima quanto desconhecida de todos nós.

A BLOGOSFERA PORTUGUESA

 


Autor
sergiobarretocosta
Sérgio Barreto Costa
 
Dimensões - 8 × 130 × 200 mm
 
Nº ISBN - 978-989-9004-92-4
 
1ª edição - Fevereiro de 2021

Eles, bloggers, ainda andam aí. É fácil encontrar nomes-chave da blogosfera da década de 2000 nos espaços atuais de opinião nos jornais, mas também na política, na cultura e no entretenimento. Quando escrever na internet não dava dinheiro, nem borlas em restaurantes, nem cremes para as rugas, o que levou milhares de Portugueses a criarem e a alimentarem um blogue? Como se explica o êxito da blogosfera e o que a fez desvanecer-se?

Este é o retrato da blogosfera em Portugal, desde o primeiro caso de sucesso (A Coluna Infame) e o auge, em 2008, até à migração da maioria dos bloggers para o Facebook e para o Twitter. Descontraído e deliberadamente informal, regista um fenómeno marcado, desde o início, por uma considerável dose de som e de fúria.

VIVER DA MORTE

 


Autora
Rita Canas Mendes
Rita Canas Mendes

 Dimensões - 6,5 × 130 × 200 mm
 

Nº ISBN - 978-989-8943-01-9

1ª Edição. Outubro de 2018 

Quase ninguém gosta de pensar na morte, mas há quem faça dela profissão. Em Portugal, existem mais de mil agências funerárias e cerca de seis mil pessoas trabalham no ramo. Que contornos tem esta indústria? Como é o dia a dia dos profissionais? Há algum monopólio? Este retrato analisa os diversos aspetos do negócio lutuoso, revelando facetas desconhecidas e desconcertantes.

31/07/2025

AS INVISÍVEIS. Histórias sobre o trabalho de limpeza

 

Autora. Rita Pereira Carvalho.

1ª edição. Fevereiro de 2022 

«Sentes que quando és das limpezas te tornas invisível em relação às outras pessoas». O relato de Ana Isabel, de 25 anos, retrata o sentimento comum às treze mulheres e um homem que partilham neste livro o dia a dia de uma mesma profissão: as limpezas industriais. Esta obra revela a realidade ignorada de quem precisa de umas costas de aço, de braços bastante competentes e de força, não só física, para limpar o que os outros sujam, sem se preocuparem muito em lhes agradecer.

COBRAS, LAGARTOS e BARATAS. Os melhores amigos do homem ?

 

Autora. Ana Daniela Soares.

1ª edição. Fevereiro de 2020 

Imagine ter por animais de estimação… escorpiões, tarântulas, tucanos, furões, macacos ou chimpanzés, aranhas, lagartos, bichos-de-conta gigantes, formigas, baratas, leões, uma pitão com sete metros ou um elefante-africano com quatro mil quilos de peso. Em Portugal, há cada vez mais pessoas a optar pela companhia doméstica de bichos exóticos, cujo mercado está a aumentar. Porquê? O que as motiva? Que cuidados e leis devem respeitar? Que espécies podem ser um bom e feliz companheiro do ser humano?
Neste Retrato, em conversas com tutores, criadores, biólogos e veterinários, revela-se o mundo surpreendente da adoção de animais exóticos — uma tendência que implica responsabilidades e, em casos extremos, pode originar problemas ambientais e de saúde pública, mas que pode também significar um novo e insólito caminho na convivência entre humanos e animais.

ATELIER

 

Autor. Diogo Freitas da Costa.

1ª edição. Janeiro de 2015. 

Continuamos a saber muito pouco sobre o sistema de valores e de representações dos artistas portugueses e sobre as suas condições materiais de existência. Como trabalham os artistas em Portugal? Como definem o seu «local de trabalho» e que relação se estabelece entre as características desses espaços e a natureza das suas obras? Que ritmos hábitos, métodos e materiais usam habitualmente? Qual a relação entre os espaços onde surgem as ideias e os locais onde elas se materializam? Em suma, qual a importância do «ambiente de trabalho» nos modelos de vida, nos horizontes de expectativa e na identidade coletiva dos criadores portugueses?

Este livro pretende antes de mais aproximar o grande público da experiência quotidiana de trabalho de um conjunto de artistas plásticos portugueses. Não é, por isso, nem um exercício de crítico de arte, nem um ensaio de teoria estética, mas antes uma reportagem que, ao olhar de perto para os espaços de produção, quer oferecer ao leitor uma outra compreensão dos seus problemas e dificuldades, mas também das suas ideias e preocupações, bem como do seu lugar e papel na sociedade atual.

AS PLANTAS E OS PORTUGUESES. Património, tradição e cultura

 

Autor. Luís Mendonça de Carvalho.

1ª Edição. Setembro de 2019 

 

As plantas são os alicerces de todas as civilizações, permitem a vida humana e determinam a nossa história pessoal e coletiva. Este ensaio apresenta tradições culturais portuguesas ligadas às plantas (simbologia, romarias, artesanato, lendas, culinária, literatura, música, arquitetura), assim como informação sobre a nossa flora autóctone, árvores monumentais, parques, jardins e proteção da natureza.