Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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06/09/2024

ALQUEVA A Grande Barragem

 


Autor. Antunes da Silva

1ª edição. 1982










Após vários estímulos recebidos de instituições, pessoas amigas e simples leitores, decidiu-se na divulgação em volume dos artigos que afloraram a controversa questão da futura Barragem do Alqueva, e que durante o Verão de 1982 o autor deu à estampa no jornal « Diário de Lisboa » *

* Breve extrato de um texto inserido no início do livro rubricado por A.da S.

22/05/2024

TRADICIONALIDADE NO ALTO ALENTEJO. Percursos

 

 

 
Autoras:
Maria Lucinda Fonseca       

José Manuel Simões

1ª Edição. Janeiro de 2001

Desde sempre, ao percorrer uma região me deixei envolver pelos sabores dos saberes fazer e, não raro, as rotas das minhas viagens foram sendo alteradas pelos caminhos que conduziam às oficinas dos artesãos. (...) *

Breve extrato da " Apresentação "











 

 

 


NORDESTE ALENTEJANO em mudança

 

 

 

 

Autora. Raquel Soeiro de Brito 
 

1ª Edição Ano. 2000



Sinopse

Um livro que procura «pôr em dia» a imagem de um Alentejo e que nos mostra várias facetas das suas feições físicas e humanas. 
 
" Definir o Alentejo a vol d'oiseau, na sua globalidade e características fundamentais, é fácil; terra plana e monótona onde reinam montados, serras e aldeias brancas, de casas cerradas; à sua volta apenas um imenso vazio humano só quebrado, de vez em quando, pelo casario dos montes. (...) *

Breve extrato de " Abertura "












 


 

O POVO RATINHO

 

 Autor. Adriano Pacheco

“O fenómeno das migrações sempre foi o reflexo da falta de trabalho nas terras de residência, e foi isso que levou a que elevado número de beirões, a pé ou de burro se metessem a caminho e nos vastos campos do Ribatejo e do Alentejo e mesmo da Extremadura espanhola – procurassem a sua subsistência.

Era gente simples, necessariamente submissa, que não vergava face ao mais duro dos trabalhos, não obstante os miseráveis quartéis em que pernoitavam e à por vezes desumana alimentação. Trabalhar era o verbo que conjugavam sem hesitações. Poupar, um ponto de ordem de que não abdicavam.

Dizia uma senhora que morreu recentemente com 94 anos, que ao temperarem a comida o faziam com um gesto rápido de maneira a que caísse pouco tempero.

E contam-me agora que ao começarem mais tarde a fazer o caminho de comboio, a fim de pouparem no bilhete iam a pé até à próxima estação, e se apeavam antes de última

Há quem afirme que sempre foram bem recebidos onde quer que chegassem. Mas não seria bem assim, pois quer fossem ratinhos, gaibéus ou caramelos, era mão-de-obra mais barata que inclusivamente não permitia aos locais avançar com algumas reivindicações. Aliás, referem-no José Saramago em “Levantar-se do chão” e Alves Redol em “Gaibéus”.”

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

INDISPONÍVEL

CONTRIBUTOS PARA preservação e valorização do património natural dO troço médio do VALE DO GUADIANA

 


Autor (a ). Diversos

Edição. Associação de defesa do Património de Mértola

Programa Life - Conservação da Natureza

1º Edição. Ano de 1996 

 Nº de páginas. 99

" Nos últimos anos o rio - O Grande Rio do Sul - tem sido merecedor das mais diversas atenções. São as ameaças constantes, as intempéries fenomenais, os recursos que guarda e as potencialidades que representa, ao ir passando por terras esvaziadas de gente, de quem, muitas vezes, tem saudade." *


*
Breve extrato da " Introdução "

 

 

 

 

 


06/02/2024

RICOS E POBRES NO ALENTEJO

 

 Autor. José Cutileiro

  ISBN 9789722412964 Editor: Livros Horizonte Idioma: Português Dimensões: 168 x 238 x 18 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 320

 

 O livro descreve a vida de uma freguesia rural alentejana, em meados dos anos sessenta do século XX, e é leitura indispensável para quem queira conhecer o Portugal rural do Sul. Além disso, como em aspectos capitais da sua vida e da reflexão que faziam sobre ela os camponeses alentejanos não diferiam dos seus compatriotas do resto do país, o livro continua a ser uma excelente introdução à chamada 'identidade portuguesa’.

 

 


                                                                  JOSÉ CUTILEIRO

 Nasceu em Évora a 20 de Novembro de 1934. Estudou Antropologia Social em Oxford e ensinou-a em Londres. Diplomata de 1974 a 1994, em 1992 coordenou a Conferência Europeia sobre a ex-Jugoslávia. De 1994 a 1999 foi secretário-geral da União Europeia Ocidental e de 2001 a 2004 professor no Institute for Advanced Study, Princeton, New Jersey. Comenta relações internacionais no programa O Estado do Sítio, de Ricardo Alexandre, e escreve aos sábados um In Memoriam no semanário Expresso. Publicou inter alia dois livros de versos, uma monografia antropológica, crónicas sob o nome de A. B. Kotter (Bilhetes de Colares). Entre Janeiro de 2014 e Outubro de 2019 manteve um Bloco-Notas no blogue Retrovisor, de Vera Futscher Pereira, do qual se extraíram os artigos que integram o livro Inventário. Faleceu a 17 de Maio de 2020, em Bruxelas.