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01/10/2024

PORTUGAL ESTÁ A ARDER ( O Século Ilustrado de: ( 06 -09 - 1975 )

 

Autores. Rui Cartaxana  ( Texto )

Alfredo Cunha ( fotos )

Revista " O SÉCULO ILUSTRADO "

Data. 06 de Setembro de 1975



Em menos de um mês, arderam já mais de 60.000 hectares das reservas florestais do País. Em termos comerciais directos, qualquer coisa como 400.000 contos. Estes prejuízos não são recuperáveis senão dentro de 30 a 40 anos. Mas o mais grave é que está comprovada a origem criminosa da maior parte dos fogos, que têm vindo a ser postos de uma forma sistemática e organizada. *

* Breve extrato do texto a que a revista se refere especificamente.



CHIADO. O dia em que o coração de Lisboa ardeu

 

Edição. Suplemento do Jornal " Correio da Manhã " datado de 19 -08 - 2018.

Edição evocativa dos 30 anos da ocorrência.

(... ) O antigo Chiado morreu a 25 de Agosto de 1988, num incêndio de que até hoje se desconhecem as causas. Começou na primeira grande superfície comercial de Portugal, os Armazéns do Grandella, inaugurados a 12 de Julho de 1891 à imagem do que era então moda em Paris.

* Breve extrato de uma das páginas da revista.

11/03/2024

O LIVRO NEGRO DOS FOGOS

 




Autor. Paulo Galacha

1ª Edição. Ano de 2003


 

POR QUE ARDERAM AS FLORESTAS

 
O " livro Negro dos Fogos " é a antítese do " Livro Branco " que o Ministério da Administração Interna lançou, em Outubro, depois da vaga de incêndios florestais que, no Verão, queimaram cerca de  430 mil hectares em Portugal.


 Da autoria de Paulo Galacha, especialista em formação de bombeiros o livro, lançado esta semana, baseia-se nas contradições dos responsáveis governamentais ao longo do período de crise e, também, nas informações internas dos serviços de protecção e socorro que nunca chegaram ao conhecimento do público.


 

 

 

 

 

 

 

PORTUGAL. O VERMELHO E O NEGRO

 





Autor: Pedro Almeida Vieira

1ª Edição. 2006

Nota. 469 páginas


A verdade amarga e a dolorosa realidade dos incêndios florestais

Nas últimas duas décadas e meia, os incêndios devastaram uma extensão equivalente a um terço do território de Portugal.

 Um ritmo que deixa "invejosas" as chamas que desflorestam a Amazónia.
Nestes ataques, o saldo tem sido tenebroso: dezenas de mortos, milhares de casas calcinadas e a destruição de pinhais, eucaliptais e montados de sobro e azinho, com efeitos sociais e económicos aterradores.
 Jamais na longa História de Portugal, de intermináveis e batalhas sanguinárias, um outro inimigo conseguiu o prodígio de tão rápida, fácil e dilacerante destruição.



AINDA AQUI ESTOU. Histórias de quem viveu os incêndios de Junho e Outubro de 2017

 







Autora. Patrícia Carvalho


1ª Edição. ano de 2018



 Os incêndios do ano passado confrontaram o país com uma tragédia inédita: 115 mortos, centenas de casas e empresas destruídas. "Ainda aqui estou" reconstitui a história com relatos de quem sobreviveu.

 A imagem de Manuel Francisco Ribeiro passou rapidamente de capa de jornal, a símbolo da devastação deixada pelos incêndios de outubro de 2017 — e a prémio Gazeta para Adriano Miranda, o fotojornalista do Público que a registou.

Manuel é o homem de olhar cansado e triste, corpo apoiado num cajado de madeira, que nos olhava a todos — um país incrédulo por mais uma tragédia.

 

 











11/02/2024

URBANISMO E INCÊNDIOS FLORESTAIS ( A Quinta da Marinha em Cascais )

 

 

 

 

 

Autor. Fernando de Oliveira Martins

1º Edição. 1998

   
 A  Quinta da Marinha era... 

" Um baldio do domínio público, estéril, de areais e pedregulhos nativos, que no século. XIX passou para o domínio privado "

20/01/2024

OS INCÊNDIOS FLORESTAIS EM PORTUGAL

 

 

  

 Autor. António Bento Gonçalves

   Editor: Fundação Francisco Manuel dos Santos

  Idioma: Português

  Dimensões: 137 x 207 x 13 mm

  Encadernação: Capa dura Páginas: 112

 

 

 Que fazer quando tudo arde? Ou quase. Portugal apresenta, por ano, extensas áreas ardidas e uma das mais elevadas taxas de ignições a nível mundial, num contexto de acréscimo tendencial do número e da dimensão e capacidade destruidora dos "grandes incêndios".

Sabia que, entre 1961 e 2019, morreram, vítimas dos incêndios florestais, pelo menos, 257 pessoas (65 bombeiros, sete especialistas estrangeiros, 25 militares, quatro funcionários florestais e 156 outros cidadãos)?

No actual cenário de mudanças climáticas e num país sem grande cultura de auto-protecção, onde, ao contrário da sabedoria popular, se continua a remediar em vez de prevenir, este livro visa contribuir para a divulgação do conhecimento na área dos incêndios florestais. É um alerta muito claro para um flagelo que, sem clara mudança de paradigma, apenas poderá piorar.


 INDISPONÍVEL

16/01/2024

UMA NOITE COM O FOGO

 

 


 

   Autor. António Manuel Venda

Editora. On Y Va

3ª edição. Julho de 2019

 Valorizado com a dedicatória do Autor.



António Manuel Venda nasceu em Monchique, no sul de Portugal, em 1968. Publicou uma dezena e meia de livros de ficção e alguns títulos de outros géneros. Recebeu prémios literários de várias instituições: Centro Nacional de Cultura, Câmara Municipal de Almada, Instituto Abel Salazar, Secretaria de Estado da Cultura e Sociedade Portuguesa de Autores. Já houve quem escrevesse que «nos habituámos a ir descobrindo os seus livros como se fôssemos exploradores em busca da última mina perdida da escrita».

 

 Serra de Monchique, num dos grandes incêndios deste século 

 Quando vê as chamas que devoram as serras e o lugar onde nasceu, o homem cede a um impulso, mete-se no carro e dirige-se para lá. Aí chegado, em vez de encontrar as as equipas de reportagem, os bombeiros, a população local, e pessoas da sua família, vê-se só na aldeia abandonada ao fogo que se aproxima, incontrolável. É nesse teatro de luz e treva, nesse ambiente fantasmagórico, que vai percorrer os caminhos da infância e da memória. E é perante a acção destruidora do fogo, que se confrontará consigo próprio. 

INDISPONÍVEL