Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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02/07/2026

EL PENSAMIENTO PREFILOSÓFICO - II. LOS HEBREOS

 

Autores. W.A.Irwin e H.A. Frankfort

1ª edição em Espanhol. Ano de 1954 

A edição original desta obra foi registada por: University of Chicago Press com o título " The Intellectual Adventure of Ancient Man "

Impresso e feito no  México 


"El pensamiento prefilosófico II: Los hebreos", escrito por W.A. Irwin (parte de la obra original de H. y H.A. Frankfort), analiza la cosmovisión del pueblo judío. Explora su concepción radical de un Dios único y trascendente, la naturaleza humana y la ética, alejándose del mito y acercándose al pensamiento racional. 
Ejes temáticos principales
El libro se divide en cuatro secciones clave, donde Irwin detalla las particularidades de la filosofía hebrea antigua: 
  • Dios: A diferencia del politeísmo politeísta de los pueblos vecinos, los hebreos desarrollan un monoteísmo ético. Yahvé no es una fuerza de la naturaleza sujeta a caprichos, sino un ser moral, supremo y activo en la historia.
  • El hombre: Se conceptualiza al ser humano como una unidad integral con libre albedrío, dignidad y una responsabilidad directa ante Dios, en lugar de ser un simple servidor de los dioses como en otras culturas antiguas.
  • El puesto del hombre en el mundo: La naturaleza no es divina en sí misma, sino una creación ordenada por Dios. El ser humano tiene un propósito y un papel activo dentro del universo.
  • Nación, sociedad y política: La comunidad no se organiza en torno a un rey-dios, sino mediante un pacto (alianza) y una fuerte conciencia histórica. La ley y la justicia social adquieren un protagonismo central.

FILOSOFIA DEL ORIENTE

 

Autores. Chan Wing-Tsit, George P. Conger,Junjiro Takakuso, Daisetz Teitaro Susuki e Shuzo Sakamaki.

3ª edição em espanhol. Ano de 1965.

Tradução de Jorge Hernández Campos e Jorge Portilla 

Os capítulos que formam este livro foram publicados originalmente em volume colectivo " Philosophi-East and West, editado por Charles A. Moore para a Princcton University Press, Princetos, N.J., E.U.A.

Este livro foi produzido integralmente no México 

A filosofia do Oriente  refere-se às tradições filosóficas desenvolvidas em várias regiões do Oriente Médio, desde a Antiguidade até os tempos contemporâneos. Essas tradições filosóficas incluem contribuições da filosofia egípcia, mesopotâmica, persa, grega, helenística e islâmica medieval.

21/06/2026

FALSOS DEUSES. Sobre o amor, o ódio e a dificuldade da paz.

 

Autor. Arno Gruen

Título original. Falsche Gotter. Uber Liebe,Hab und die Schwierigkeit des Friedens 

Edição original editada por:Deutscher Taschenbuch Verlag GmbH & Co. KG, Munique 1ª edição - Econ Verlag, Dusseldorf, Viena e Nova Iorque,1991

Traduzido do alemão por Lumir Nahodil

1ª edição portuguesa: Setembro de 1997

Paz - Editora Multimédia,Ldª - Lisboa 

 


Falsos Deuses: Sobre o amor, o ódio e a dificuldade da paz é uma obra essencial do psicanalista e psicólogo Arno Gruen. Publicado em Portugal o livro investiga a raiz dos comportamentos auto-destrutivos e as dinâmicas psicológicas que impedem o ser humano de viver em paz. 
O que o livro aborda:
  • A Ilusão da Autoridade: O autor demonstra por que razão nos sujeitamos a falsas autoridades. Procuramos a autonomia, mas acabamos por nos subjugar àqueles que nos prometem a felicidade, embora o caminho nos conduza a um abismo.
  • A Fuga de Si Mesmo: O anseio pelo amor é genuíno, mas muitas vezes transforma-se em dependência. O autor expõe que estas dinâmicas se instalam na nossa infância e são geradas pelo medo de assumir a responsabilidade por nós próprios.
  • A Raiz do Ódio: Para não tomar consciência da nossa própria vulnerabilidade e dependência, criamos os chamados "falsos deuses". Esta fuga é a base do comportamento destrutivo e do ódio, minando a possibilidade de construir uma paz interior verdadeira

14/05/2026

DA UTILIDADE E INCONVENIENTES DA HISTÓRIA PARA A VIDA

 

Autor. Friedrich Nietzsche

Introdução e tradução de Armando de Morais. 

Edição. Livrolândia. Lisboa.

 

 

Publicada em 1874, a segunda das quatro considerações extemporâneas, Sobre a Utilidade e a Desvantagem da História para a Vida, foi definida pelo autor em sua autobiografia, Ecce homo, como sendo o tratado que, através de nossa capacidade de perceber e dar significado ao passado, «traz à luz o que há de perigoso, corrosivo e envenenador da vida». E continua: «A vida doente dessa engrenagem e mecanismo desumanos, da impessoalidade do trabalhador, da falsa economia da divisão do trabalho».

Nessa obra o sentido histórico do qual nosso século se orgulha foi pela primeira vez reconhecido como doença, como signo típico da decadência. A obra, contudo, não é pessimista. No último século e neste, a segunda extemporânea tem se configurado representante fundamental da investigação sobre o valor da história e da cultura histórica ocidental.

As noções de aistórico e suprahistórico, apresentadas em Sobre a utilidade e a desvantagem da história, podem ainda nos dizer muito acerca de nosso olhar sobre o passado e como nos aproveitamos dele para bem vivermos o presente e gestarmos o futuro.

 

Esta edição de "Da Utilidade e Inconvenientes da História para a Vida" (1874) de Friedrich Nietzsche, publicada pela Livrolândia, Lisboa, é uma obra de 122 páginas traduzida por Armando de Morais. O texto é uma crítica feroz ao historicismo excessivo do século XIX, defendendo que a história só tem valor se servir à vida e à ação, não como erudição estéril. [
Detalhes da Edição Livrolândia:
  • Autor: Friedrich Nietzsche
  • Tradução/Introdução: Armando de Morais
  • Editora: Livrolândia (Lisboa)
  • Páginas: 122-III págs.
  • Formato: Brochura
  • Estado Geral: Edição antiga, por vezes descrita com sinais de manuseio ou picos de humidade.
Ideias Centrais da Obra:
  • História ao serviço da Vida: Nietzsche argumenta que o passado deve inspirar a ação presente, não paralisar o ser humano. 
  • O "Excesso de História": O autor alerta para a desvantagem de acumular conhecimentos históricos que enfraquecem a capacidade de criar e agir no presente. 
  • Uso da História: Defende três tipos de história (monumental, antiquária e crítica), mas sublinha que o conhecimento deve ser um estímulo para a vida, não um fim em si mesmo.
Trata-se de uma edição específica e por vezes difícil de encontrar no mercado de segunda mão.

07/05/2026

ORAÇÃO DE SAPIÊNCIA ( ORATIO PRO ROSTRIS )

 

Autor. André de Resende

Tradução de Miguel Pinto de Meneses

Edição. Instituto de Alta Cultura. Ano de 1956 

Reprodução fac-similada da edição de 1534 

A Oratio pro rostris pronunciata, in Olisiponensi academia, calendis Octobribus M.D. XXXIIII foi impressa pela primeira vez em Lisboa, na oficina de Germão Galharde, em Outubro de 1534, portanto no mesmo mês em que foi pronunciada. « A instâncias de amigos e de uma boa parte de escolares » mandou André de Resende imprimir a Oração de sapiência, embora contra vontade, visto a tip+ografia daquele célebre impressor não ter caracteres gregos adequados para o trabalho. Mas, apesar disto, consentiu na sua impressão, entre outros motivos, para que D. João III, depois de ver, na « mais ilustre de todas as cidades, tão miserável tipografia », se apressasse a dar a que tinha prometido, quando andré de Resende nela lhe falara ( ... ) *

Extrato abreviado de: II - A Edição  

02/04/2026

JEAN - PAUL SARTRE Uma Cultura de Alteridade. ( Filosofia e Literatura )

 Colóquio no Centenário do Nascimento de Sartre

 

Coordenador da obra: Cassiano Reimão.

1ª edição. Maio de 2006

Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas






A náusea, entendida como experiência fenomenológica dada a conhecer por Roquentin na novela La Nausée, corresponde ao momento inaugural da elaboração ontológica de Sartre que culmina em L'Être et le Néant. Nem sempre tal experiência tem sido bem compreendida pela recepção - ora logo destituída na sua originalidade, como se verifica, por exemplo, em estudo de Arthur C. Danto, ora impensada na sua articulação, ou falta dela, com o ensaio de 1943 (...) * 

* Breve extrato de « La Nausée e a ontologia de L´Être et le Néant » com assinatura de André Barata. 

O QUE É O HOMEM ? Sobre os fundamentos da Biologia e da Filosofia.

 

Autores. Luc Ferry e Jean - Didier Vincent

Título da edição original. Qu' Est-ce que L'Homme

Éditions;  Odile Jacob. Ano 2000 

Tradução de Marcelo Corrêa Ribeiro

1ª Edição. Março de 2003. Edições ASA 

Luc Ferry é um filósofo francês, professor de filosofia e político envolvido em favor da União por um Movimento Popular.

 

Jean-Didier Vincent foi um neurobiólogo e neuropsiquiatra francês. Foi professor de Fisiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Bordeaux II e depois na Universidade de Paris-Sud. De 1991 a 2004, Vincent foi Diretor do Instituto Alfred-Fessard de Neurobiologia do CNRS.



"As descobertas levadas a cabo desde há alguns anos pelas ciências da vida não podem deixar ninguém indiferente. Nenhum filósofo poderá de agora em diante fechar-se na sua torre de marfim e ignorar os resultados das ciências positivas; nenhum biólogo poderá desinteressar-se das questões filosóficas que o seu trabalho traz ao de cima quase cada dia. Daí, a aposta deste livro: iniciamo-nos um ao outro, e consequentemente ao leitor, nos elementos fundamentais das nossas disciplinas, abordando uma das questões mais cruciais do pensamento moderno, o estatuto do humano no seio do reino da Natureza."
Luc Ferry e Jean-Didier Vincent

11/05/2025

UNIVERSIDADE DO PORTO - REVISTA DA FACULDADE DE LETRAS

HOMENAGEM AO PROF. DOUTOR EDUARDO ABRANCHES DE SOVERAL 

 

Coordenador. Luís de Araújo.

Redacção. Faculdade de Letras  do Porto - Secção de Filosofia 

Publicação anual. Ano desta edição: 1997.

O Conselho Directivo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto deliberou promover uma homenagem ao Prof. Catedrático Eduardo Abranches de Soveral por motivo da sua jubilação e em reconhecimento do elevado mérito com que tem servido a Universidade e a Cultura portuguesas. Como parte desta homenagem, a Secção de filosofia desta Faculdade decidiu incluir o presente volume da « Revista da Faculdade de Letras - série de Filosofia » que lhe é integralmente dedicado. *

* breve extrato da " Nota de Abertura " rubricada por Luís de Araújo.

25/09/2024

A UTOPIA

 

Autor. Tomás Morus ( Thomas More )

 Tradução de José Marinho.  

Notas e Prefácio de Pinharanda Gomes.


Ano desta edição. 1992

Alguns sublinhados, raros, felizmente, a lápis e a esferográfica nas páginas iniciais ( Da 12ª à 17 ª ).

" A Utopia, é uma ilha imaginária onde todos vivem em harmonia e trabalham em favor do bem comum. Desde então o termo “utopia” está associado à fantasia, sonho, fortuna e bem estar, que são aspectos formadores do ambiente utópico onde se desenvolveu a sociedade utopiana, no país chamado Utopia ou Ilha da Utopia que era dominada pelo rei Utopus:
“Os habitantes da Utopia aplicam aqui o princípio da posse comum..Para abolir a ideia da propriedade individual e absoluta, trocam de casa a cada dez anos e tiram a sorte da que lhes deve caber na partilha."

10/09/2024

O ESTOICISMO

 

Autor. Jean Brun

Título original. Le stoicisme

Presses Universitaires de France

Tradução de. João Amado

 Janeiro de 1986

(...) Enfim, e sobretudo, importa não perder de vista que, se falamos muitas vezes « do » estoicismo, englobamos sob esta cómoda etiqueta, os representantes de uma escola filosófica cuja história se estende por mais de cinco séculos e cujas ideias nem sempre foram convergentes no que respeita a muitos detalhes. Todavia as as dificuldades não são tais que que seja impossível falar de uma doutrina e de uma sabedoria estóicas. ( ... ) *

* Breve extrato da « Introdução »