Autor. Friedrich Nietzsche
Introdução e tradução de Armando de Morais.
Edição. Livrolândia. Lisboa.
Friedrich
Wilhelm Nietzsche foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e
compositor alemão. Escreveu vários textos criticando a religião, a
moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa
predileção por metáfora, ironia e aforismo.
Nascimento 15 de outubro de 1844, Röcken, Lützen, Alemanha
Falecimento 25 de agosto de 1900 (idade 55 anos), Weimar, Alemanha
Influenciado por Zaratustra, Arthur Schopenhauer,
Influenciado / Influenciada Albert Camus, Franz Kafka,
Formação Universidade de Leipzig (1865–1869),
Nessa obra o sentido histórico do qual nosso século se orgulha foi pela primeira vez reconhecido como doença, como signo típico da decadência. A obra, contudo, não é pessimista. No último século e neste, a segunda extemporânea tem se configurado representante fundamental da investigação sobre o valor da história e da cultura histórica ocidental.
As noções de aistórico e suprahistórico, apresentadas em Sobre a utilidade e a desvantagem da história, podem ainda nos dizer muito acerca de nosso olhar sobre o passado e como nos aproveitamos dele para bem vivermos o presente e gestarmos o futuro.
Esta edição de "Da Utilidade e Inconvenientes da História para a Vida" (1874) de Friedrich Nietzsche, publicada pela Livrolândia, Lisboa, é uma obra de 122 páginas traduzida por Armando de Morais. O texto é uma crítica feroz ao historicismo excessivo do século XIX, defendendo que a história só tem valor se servir à vida e à ação, não como erudição estéril. [
Detalhes da Edição Livrolândia:
- Autor: Friedrich Nietzsche
- Tradução/Introdução: Armando de Morais
- Editora: Livrolândia (Lisboa)
- Páginas: 122-III págs.
- Formato: Brochura
- Estado Geral: Edição antiga, por vezes descrita com sinais de manuseio ou picos de humidade.
Ideias Centrais da Obra:
- História ao serviço da Vida: Nietzsche argumenta que o passado deve inspirar a ação presente, não paralisar o ser humano.
- O "Excesso de História": O autor alerta para a desvantagem de acumular conhecimentos históricos que enfraquecem a capacidade de criar e agir no presente.
- Uso da História: Defende três tipos de história (monumental, antiquária e crítica), mas sublinha que o conhecimento deve ser um estímulo para a vida, não um fim em si mesmo.
Trata-se de uma edição específica e por vezes difícil de encontrar no mercado de segunda mão.