Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor.
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05/06/2026

A VIDA MISTERIOSA DOS CADÁVERES

 

Autora. Mary Roach

Titulo da edição original. Stiff - The Curious Lives of Human Cadavers

2023 by Mary Roach

Tradução. Marcelo Oliveira

1ª edição. Setembro de 2006

Edição -A Esfera dos Livros. Lisboa 

A morte não tem necessariamente que ser aborrecida. É isso que nos mostra A Vida Misteriosa dos Cadáveres. Num tom por vezes perturbador, na maioria das vezes irónico e humorístico, a autora avisa que não se trata de desrespeitar os mortos, mas sim de contar a história dos feitos notáveis que alguns corpos, ou partes
deles, conseguiram alcançar depois de mortos.

28/03/2026

MANUELA a MARECHALA DO CRIME

 Autor. Artur Varatojo

Edição: Junho de 2003 

 Conselheira dos " Amigos do alheio "

  Uma mulher a comandar a fina flor da gatunagem de um país pode parecer, à primeira vista, uma impertinência de misógino. Tudo muda, porém, de figura quando sabemos quem eram os ladrões mais famosos de Portugal em meados do século XIX e descobrimos a famosa " Marechala do Crime ", uma mulher muito esperta e activa que se viu forçada à " reforma " , depois de cumprir cinco anos de degredo em África, por  " sugestão " do Tribunal de Aveiro, decidiu passar no respeito das circunstâncias a " conselheira " e orientadora técnica dos " amigos do alheio ". O inicio da carreira criminosa desta famosa ladra situa-se por volta de 1860. 

20/03/2025

MARIA DAS DORES. A matadora do jet set

 

Autores. Hernâni Carvalho e Luís Maia

Título da colecção: Na Cena Do Crime

Edição. Ano de 2008

Livro em formato de "  Livro de bolso "


As duas imagens, aqui apresentadas  à direita, correspondem a uma actualização do assunto que foi tema do livro. Trata-se de uma reportagem inserida num suplemento do jornal " Correio da Manhã " do mês de Fevereiro de 2025.











18/06/2024

O SANGUE E A RUA elementos para uma antropologia da violência em Portugal ( 1926 - 1946 )

 

Autor. João Fatela

1ª edição. Março de 1989

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 A criminalidade de um país (e, menos ainda, a sua violência) não pode confundir-se com a imagem que dela apresenta a estatística judiciária. Seja qual for o campo em que pretenda incidir, a estatística é um trabalho de «construção», a que seria absurdo atribuir «o poder de dizer a realidade». Assim, ao debruçarmo-nos sobre a estatística judiciária, não é inútil interrogarmo-nos sobre o que ela encobre ou exclui: Quem escapa à polícia? Quem, uma vez preso, escapa à justiça? Quem, uma vez julgado, escapa à prisão, etc.? Num contexto histórico em que a estatística era chamada a estabelecer o «estado moral» da sociedade, já o autor do nosso primeiro grande estudo de estatística criminal precisava não poderem as estatísticas «servir para só por elas se aquilatar o grau de moralidade de um povo», que mais não fora por causa de todos os que a elas escapam - «uns porque o acto que praticam não é juridicamente considerado como crime e outros porque de várias formas se eximem à expiação da pena imposta pela lei»

21/04/2024

N º 1 - O CASO BORREGO . O 1º Estripador Português

 

 





Autor. Artur Varatojo
 

1ª Edição. Ano.  2003

 

Arquivos do Crime

 Casos reais














 

 

 

 

ARTUR VARATOJO

 

Morreu o Inspector Varatojo, que nunca quis fazer disso uma profissão



Homem de muitos ofícios e actividades, deixa o nome ligado à divulgação do policial em Portugal
Artur Francisco Varatojo, mais conhecido como Inspector Varatojo, faleceu no sábado no hospital de Santa Cruz, em Carnaxide (concelho de Oeiras).

 Tinha 80 anos, feitos em Agosto passado.

 O funeral realizou-se ontem à tarde para o Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.A sua faceta mais conhecida, popularizada pela rádio, televisão e imprensa - só para o jornal A Capital escreveu ao longo de 17 anos uma rubrica intitulada O Crime Visto Por -, foi a de criminologista e divulgador do policial.

 "Durante muito tempo pensei mesmo que ele era inspector, tal a forma como dominava os assuntos" respeitantes à criminologia e à técnica policial, disse ontem à Lusa o médico Gentil Martins.
Nascido a 21 de Agosto de 1926, em Lisboa, Varatojo foi um homem de muitas actividades e ocupações ao longo da vida, umas mais conhecidas do que outras. Formou-se em Ciências Económicas e Financeiras e, mais tarde, em direito, obtendo o curso superior de Medicina Legal. 

Mas foi sucessivamente aferidor de contadores da antiga Companhia das Águas (actual EPAL), funcionário da Câmara Municipal de Lisboa, comerciante, produtor de rádio e de televisão, economista e publicitário.


É autor de mais de duas dezenas de livros de divulgação policial, com destaque para ABC do Crime (seis volumes). Registou também uma presença regular e duradoura na televisão, tendo apresentado na RTP os programas ABC do Crime (sete anos) e Selecção Policial (oito anos). Realizou ainda algumas incursões, porventura menos conhecidas, pelo campo da banda desenhada, sendo nomeadamente argumentista de A Ala dos Namorados (desenho de José Manuel Soares), publicada na revista Cavaleiro Andante, em 1956.


"Há duas facetas de Artur Varatojo que são importantes. Fica-se a dever-lhe a divulgação do policial, sobretudo através do programa de rádio o Quinto Programa. Por outro lado, e graças às antologias que coordenou, foi o responsável pela chamada de atenção para as problemáticas de investigação criminal (balística, impressões digitais, etc.)", afirma Luís Pessoa, coordenador da secção Policiário do PÚBLICO.

Fã de Jack, "O Estripador"
Apesar da sua ligação ao mundo policial, raramente participava nas tertúlias policiárias, recorda Luís Pessoa, que evoca a paixão de Artur Varatojo por Jack, "O Estripador", sobre o qual fez investigações e a quem consagrou um livro.


Detective é profissão que nunca teve nem quis ter. "Gostaria, sim, de investigar casos, mas polícia nunca, porque a partir do momento em que descubro o criminoso passo a ter pena dele", confessou em 1990 ao Diário de Lisboa.


Também nunca escreveu qualquer romance policial, pelas razões que explicou na mesma ocasião: "Tenho muita dificuldade em fazer isso porque li muito e livros muito bons. Para escrever um romance teria que achar que ele era melhor do que os que eu li."


Nota. Sob estas linhas estão oito livros, ou seja, uma colecção completa de obras, coordenadas por Artur Varatojo, nas quais se demonstra uma realidade portuguesa, em que, o crime, é « figura central » 

 

Nº 4 - VIRGÍNIA. E As Envenenadoras

 

 



Autor. Artur Varatojo
 

1ª Edição. 2003

 

 Arquivos do Crime
Casos Reais















 

 

Nº 3 - DIOGO ALVES . E Os Crimes do Aqueduto

 

 

 

 



Autor. Artur Varatojo

 Arquivos do Crime
Casos Reais













 

 

 

Nº 2 - A GIRALDINHA. E Os Vigaristas do Passado

 

 
Autor. Artur Varatojo
 

Arquivos do Crime
Casos Reais


1ª Edição. 2003
















 

 

Nº 6 - CASO URBINO FREITAS. O Famoso e Controverso caso Urbino Freitas

 

 

 

 Autor. Artur Varatojo
 

1ª Edição ano de 2003

 Arquivos do Crime
Casos Reais






















 

 

 

Nº 5 - O JOSÉ DO TELHADO

 

 

Autor: Artur Varatojo
 

1ª Edição . 2003

  Arquivos do Crime
 Casos Reais














 

 

 

 


DIOGO ALVES E A SUA QUADRILHA

 

 

 

    Autores: Belo Redondo
               Tomé Vieira

 

 Crimes e Criminosos Célebres
                      I
 

  « O Homem Nu »

 
A Famosa « Giraldinha »

 
« As Proezas de um gatuno Elegante »

 

« O Falso Casamento dos    Irmãos Unidos »






Diogo Alves:

  Foi um espanhol nascido em 1810 em Santa Gertrudes de Samos, bispado de Lugo, na Galiza e morto em 1841 em Cais do Tejo, Lisboa.
Sendo ainda muito novo veio viver para Portugal, em Lisboa.
Ficou conhecido sob o pseudónimo do Assassino do Aqueduto das Águas Livres devido a que foi neste lugar onde cometeu numerosos crimes dentre os anos 1836 até 1839, crimes que em primeira instância foram atribuídos como suicídios seriais.
Foi descoberto em 1840 pelo assassinato de quatro pessoas de uma mesma família cuja casa assaltou.
Também conhecido com “O Pancada”, Alves se escondia no Aqueduto na espera de pessoas para assaltar no passeio ao ar livre localizado sobre a Ribeira de Alcântara.
Logo do roubo, o galego atirava suas vítimas do topo do Arco Grande com 65 metros de altura, com o objetivo de não ser denunciado.
Por causa dos crimes praticados por Alves, o caminho do Aqueduto permaneceu fechado ao público desde 1853.  Na atualidade é possível fazer o percurso deste trajeto através de passeios guiados.

Percurso Criminal de Diogo Alves

Segundo as pesquisas da justiça, Diogo Alves começou a onda de delitos instigado pelas exigências de dinheiro feitas pela sua namorada Gertrudes Maria, natural de Mafra, taberneira de profissão e conhecida como “a Parreirinha”.
Com o fim de satisfazer os pedidos de sua companheira, Alves que até então atuava sozinho no mesmo local em horários de pouco movimento, decidiu conformar um bando de criminosos para atacar as pessoas que frequentavam o Aqueduto entre as seis horas da manhã até às dez da noite.


Cabeça de Diogo Alves (Autor: Luísa, L*)


O bando foi formado por cinco bandidos conhecidos por seus pseudónimos como Beiço Rachado, Pé de Dança, Enterrador, Apalpador e Pancada, sendo este último o próprio Alves, chefe do grupo de salteadores.  A partir da formação da quadrilha o método de homicídio mudou da queda nos arcos para a asfixia.
Ao longo desse tempo os criminosos não foram descobertos cobrando a vida de mais de setenta pessoas, até que um deles, o Beiço Rachado foi preso, denunciando aos outros cúmplices, mas sem conseguir apresá-los.
A banda teve de mudar de local para os seus atos criminosos devido ao fechamento do Aqueduto e só em 1841 Diogo Alves é capturado pelo assalto e a massacre de quatro pessoas de uma mesma família.  Diogo Alves foi condenado à pena de morte e os outros companheiros foram condenados a degredo perpétuo, só o bandido conhecido como Pé de Dança recebeu uma pena menor de dez anos.

Interesse Científico e Literário na História de Diogo Alves

Logo de realizado o enforcamento de Alves, o professor José Lourenço da Luz Gomes médico português que estudava a ciência da Frenologia, interessou-se pela história do criminoso, solicitou o pedido formal à justiça portuguesa para que concedesse a autorização da decapitação do corpo e o posterior estudo de sua cabeça decepada outorgando a permissão desta pesquisa para o Gabinete de Frenologia da Escola Médica-Cirúrgica de Lisboa.
Logo obteria também a cabeça de outro célebre criminoso, a de Matos Lobo, para os mesmos fins de análise científica sobre a origem da maldade, mas sem conseguir resultados definitivos.
Atualmente sua cabeça se encontra no Teatro Anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
A sociedade de Portugal ficou profundamente impressionada com esta ocorrência, fato que originou a escrita do livro Os crimes de Diogo Alves, do jornalista e escritor de textos de ficção, Francisco Leite Bastos, nascido em Lisboa no ano de 1841 e falecido em 1886 na mesma cidade.
Publicado em 1877 com grande sucesso, demonstrou que o público em geral ainda estava interessado no caso.  Tempo depois em 1911 se estrearia no Porto o primeiro filme mudo de ficção titulado igualmente “Os crimes de Diogo Alves” pelo realizador João Tavares.  Este filme foi perdido e só recentemente recuperado.
Desde o ano de 1846, a pena capital começou a ser transformada em prisão perpétua.  Já para o ano de 1852, seria totalmente abolida. *


* Site. História de Portugal

Nº 8 - RAPTOS FAMOSOS

 

Autor. Artur Varatojo

1º Edição. Ano de 2003

 

 Arquivos do Crime
 Casos Reais




















                          
















OS ASSASSINOS DA BEIRA. Novos Apontamentos para a História Contemporânea

 

Autor.
Joaquim Martins de Carvalho
 


Edição fac-simile. 1ª - Ano 2004

Sinopse

Coimbra 1890

“(...) Uma lucta sangrenta de odios politicos degenerou na vindicta particular e no desenfreamento do crime. Eis o que mostra este livro. (...)”

PENA DE MORTE

 

 
Autor  : Eduardo de Noronha



"  Pretendi, ao escrever êste livro (…) por em relevo o que as torturas, os suplícios, a pena de morte, numa palavra, tem de deprimente e de improfíquo. Mais nada. (…) Esforça-se por ser salutar. Deseja evitar que para castigar crimes, se perpetuem outros iguais, se não maiores, com longa premeditação e alucinantes preparativos». "














 

 

 

MADDIE. A VERDADE DA MENTIRA

 Autor. Gonçalo Amaral

5ª Edição. 2008

Sinopse 
 
Este não é mais um livro sobre a investigação do desaparecimento de Madeleine McCann. Este é o livro do investigador principal do processo, que foi atacado e vilipendiado quando se encontrava apenas em busca da verdade e da justiça.

 Ninguém, à excepção dos pais de Maddie, sabe tão bem o que se passou naquela noite fatídica de 3 de Maio de 2007.
Gonçalo Amaral escreve na perspectiva da investigação por si conduzida e tem uma forte preocupação factual e de objectividade.
 Além disso, o livro contém revelações originais e esclarece muitos dos mais controversos aspectos do caso.
O texto está apoiado por infogramas e fotografias que facilitam a compreensão do leitor e ilustram os passos da investigação e da conclusão obtida - por mais terrível que a mesma seja: Maddie está morta desde o dia do seu desaparecimento.
Para o autor do livro, Madeleine Beth McCann é a principal preocupação - é ela a vítima, e são as vítimas que têm de ser defendidas pela polícia e perseguidos os culpados do seu sofrimento.
 Tendo-lhe sido impossibilitado solucionar o caso, devido ao seu afastamento, quando se encontrava eminente a recolha de testemunhos vitais, preferiu abandonar a vida policial activa e retomar a liberdade de expressão não só para lavar a honra das calúnias que sobre si foram lançadas, mas para ajudar a que o caso não caia no esquecimento e a que, mais tarde ou mais cedo, o processo seja reaberto e feita justiça.*

* Wook













 


17/03/2024

GRANDES VIGARICES - Título original. The World's Greatest Crooks And Conmen

 

 




Autor: Nigel Blundell

 

 Tradução de:  Maria Adelaide Namorado Freire

Edição: Ano de 1987

Círculo de Leitores ( Encadernação em  capa dura )

" O Diabo, costuma dizer-se, conhece as melhores melodias. Podemos dizer que é também ele quem tem conhecimento das melhores histórias. 

Quer isso nos agrade quer não, os patifes, os aldrabões e os vadios deste mundo são geralmente personagens mais interessantes do que os homens virtuosos. Com efeito, tanto na realidade como na ficção, as acções deles são mais recordadas que as dos heróis. 

Para o provar reunimos neste livro um grande número de histórias verdadeiras sobre homens e mulheres cujos feitos, embora não louváveis, prendem no entanto a atenção do leitor.

  Nem todos foram malfeitores ou criminosos dos chama dos « duros », claro, e alguns deles chegaram a ser até pessoas simpáticas.

  Podemos não aprovar o que fizeram... Mas não conseguimos deixar de os admirar ! " *

Da :  Introdução

INDISPONÍVEL

13/02/2024

PSICOPATAS PORTUGUESES. 13 histórias reais de morte, perversão e horror.

 Autora. Joana Amaral Dias

 

   ISBN 9789897801341 Editor: Oficina do Livro Idioma: Português Dimensões: 156 x 236 x 21 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 336


 
 
 
 
Sinopse

 

«O primeiro trabalho clínico que reúne os protagonistas da criminologia portuguesa, uma viagem ao recôndito das suas mentes perversas, uma descida às suas doentes e pérfidas motivações. Psicopatas Portugueses é também um trabalho de Psicologia Forense e procura revelar o quanto o assassínio é complexo, um fenómeno intricado que ocorre no contexto de uma imensa multiplicidade de factores pessoais e culturais.»

Os casos: Luísa de Jesus (última condenada à morte em Portugal), Francisco Esperança (Monstro de Beja), o estripador de Lisboa, Francisco Leitão (Rei Ghob), etc. 

OS CADÁVERES ACUSAM

 

 Autor. Brian Innes

 

  SBN 9789723316490 Editor: Editorial Estampa Idioma: Português Dimensões: 202 x 255 x 22 mm Encadernação. Capa dura

Sinopse

Com mais de 100 casos verídicos, este livro recolhe histórias de crimes perpetuados por todo o mundo, incluindo O.J. Simpson, Ted Bundy, John Wayne Gacy, o Bombista Louco George Metsky, Tommy Lee Andrews, O Caçador Nocturno Richard Ramirez, Jack Unterweger, Lee Harvey Oswald, O Estrangulador de Boston Albert DeSalvo, Jeffrey Macdonald, o bombista de Lockerbie, O Unabomer Theodore Kaczynski e muitos outros.

Incluiu também muitos primeiros casos, como a primeira condenação por assassínio sem um corpo e o primeiro uso bem-sucedido das análises de ADN para assegurar uma condenação.

Ilustrado com 200 fotografias a cores e a preto e branco, muitas delas permitindo vislumbres raros e fascinantes imagens de ficheiros policiais.

ASSIM MATAM OS PORTUGUESES. Os dez crimes que chocaram Portugal.

 

 Autor. Ricardo Marques

 

   ISBN 9789896261153 Editor: A Esfera dos Livros Idioma: Português Dimensões: 159 x 233 x 11 mm Páginas: 266

 

 

Sinopse

A história de qualquer homicídio é a história das pessoas que morrem, das pessoas que matam e das que tentam encontrar os responsáveis pelo crime. São histórias de crimes cometidos por dinheiro, por ciúme, por loucura. As armas são pistolas, caçadeiras, facas ou as próprias mãos. Os assassinos são homens e mulheres, novos e velhos. Desde o pacato cabo da GNR que matou três raparigas, ao reformado que um dia assassinou metade de uma aldeia e se suicidou, passando pelo famoso caso da Praia do Osso da Baleia e pela sucessão de mortes ligadas aos estranhos negócios da noite do Porto. A psicologia do assassino é um mistério difícil de desvendar. Mas será que os portugueses têm um modo especial de matar?


 Críticas

«Ricardo Marques traz-nos, através do olhar do jornalista, uma teia de diferentes homicídios e das formas como a PJ os abordou. Como resolveu muitos e deixou alguns por resolver. Recupera memórias recentes, casos de grande visibilidade mediática. Não se coloca na posição do moralista, hoje muito em voga nalgum jornalismo de emoções, apenas reconstrói factos sem deles querer ser juiz ou fazer homilia. É um livro bem escrito. Que nos conduz às entranhas do homicídio. (…)
 
Francisco Moita Flores