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21/10/2026

ARMAS E MUNIÇÕES DE CAÇA com um estudo sobre Aspectos Sociológicos da Caça

 

Autor. C. F. Buys.

E em " estudo " por Edgar Luiz Schneider

Edição da Livraria do Globo, nº 554.  

Ano de 1934.

 

 

  


Folhei o livro “Armas e munições de Caça” de 1934, onde C. F. Buys onde ele  cita o livro “La chasse à tir” de Paul Cunisset-Carnot de 1911: “Cunisset observa que a solidez é a qualidade principal de um fuzil. E afirma, com razão, que seria loucura querer sacrificá-la à leveza. Primeiro a segurança, diz este autor, depois o prazer; em um bom fuzil, a beleza, a delicadeza, a precisão mecânica, a elegância, a facilidade de manejo devem associar-se, mas sem comprometer a robustez. Expõe uma tabela dos melhores pesos para todos os calibres, exemplo: cal.12=3,150kg e cal. 20=2,80kg. Quanto ao peso do cano, é sempre inferior à metade do peso da arma.”
Continuando Buys descreve:” Há, entre nós, brasileiros, uma preferência acentuada para os pequenos calibres. Temos abundância de caça, pelo menos no interior. Com qualquer arma abate-se um número relativamente grande de peças—o que se deveria atribuir ao milagre da terra dadivosa empresta-se à pretendida superioridade do pequeno calibre da arma que se utiliza, ao seu fácil manejo, ao nenhum esforço físico que demanda o seu transporte, ao nulo recuo.” “A arma não cansa”, afirma-se. E, como a arma não cansa, a eficiência do atirador não enfraquece senão em proporções menores do que a do caçador que se serve de um calibre grande.
Pelo fato do Brasil ter sido terra dadivosa em caça, não haveria motivo consumir munição mais cara. O costume dos calibres finos acompanhou gerações dos praticantes da caça até à proibição total da  caça. *
 

15 EPISÓDIOS DE CAÇA

 

Textos de: Tomás de Figueiredo, Ferreira da Costa, Fernand Lambert e Jules Gérard.

Tradução de  Maria Adelaide Couto Viana 

 

Nº da Ed. 926 . Lisboa - 1975





Um admirável espectáculo: seis javalis - entre os cinquenta e cinco e os noventa quilos -, dois veados novos, uma dezena de perdigões e quinze lebres. Muito honroso para seis espingardas ! Pessoalmente, não me portei nada mal. (... ) *

Breve extrato do texto inicial da autoria de Fernand Lambert 

20/10/2026

A CAÇA EM 10 LIÇÕES

 

Autor. Paul Boyer

Título original. La Chasse en 10 leçons

Tradução de Ana Cristina Pinto

Hachette, 1973

Publicações Europa - América 





A caça: uma carnificina ! É o que proclamam os seus detractores, não deixando de acrescentar que os caçadores só pensam em matar, indiscriminadamente, os pobres animais indefesos. Pois bem, não têm razão ! Quando devidamente compreendida, a caça é, e deve ser sempre, um desporto. Vamos, ao longo desta primeira lição, dizer-vos porquê. *

* Breve extrato da parte inicial do livro 

19/10/2026

AS PESTES MEDIEVAIS EUROPEIAS E O « REGIMENTO PROUEYTOSO CONTRA HA PESTENENÇA » Lisboa, Valentim Fernandes ( 1495 - 1496 )

 Tentativa de interpretação à luz dos conhecimentos pestológicos actuais.


Autor da presente obra. Mário da Costa Roque 

Edição da Fundação Calouste Gulbenkian. Centro Cultural Português. Paris ano de 1979 

Inserido na colecção. Fontes Documentais Portuguesas, sendo este o tomo XII.

 

 O mais estimado e completo trabalho sobre as pestes medievais, sobretudo no que respeita a Portugal, com reprodução em fac-símile do «Regimento ― Proueytoso contra ha Pestenença» w ilustrado em folhas à parte com mais de três dezenas de gravuras.
 

Do índice, alguns capítulos: 

 «Problemas das pestes antigas»; «A peste deixada por viajantes indemnes»; «As grandes epidemias»; «Epidemias duradouras sem mortandades»; «As pestes medievais europeias»; «A peste negra na Europa»; «Origem asiática da peste negra»; «A Europa que recebeu a peste negra»; «A peste negra em Portugal»; «Início e duração da peste negra em Portugal»; «A peste em Portugal no século XV»; «A defesa do país, medidas de higiene, de profilaxia e de polícia Sanitária»; «Os enterros dos pestosos»; «O papel dos santos medievais na protecção contra os assaltos da epidemia»; São Sebastião; O Culto de São Sebastião como santo protector contra a epidemia»; «O Culto de São Roque como santo protector contra a epidemia»; «Grupos de Santos antipestosos»; […]. 

RELATÓRIO das CHEIAS DO TEJO E OUTROS RIOS no INVERNO DE 1935 - 1936

 


Autor. Engenheiro Abel de Noronha e Andrade - Director da ^Hidráulica do Tejo.

1ª edição. Lisboa * Imprensa Nacional * Ano de 1938

Livro valorizado por uma dedicatória assinada pelo autor. 

 

 

 

 

O inverno de 1935-1936 ficou registado na história da hidrologia em Portugal devido a um estado de cheia quase permanente que afetou profundamente a bacia do rio Tejo, o rio Mondego e vários outros cursos de água do país. O ano hidrológico começou com um outono excecionalmente chuvoso, gerando inundações consecutivas que se prolongaram de novembro de 1935 a abril de 1936. 

O Rio Tejo e a Região do Ribatejo
No rio Tejo, os meses de janeiro e fevereiro de 1936 concentraram os picos de maior destruição:
  • Picos de Cheia: Registaram-se subidas drásticas e picos severos a 26 de janeiro e a 19 de fevereiro de 1936.
  • Constância: A vila, situada na confluência do Tejo com o rio Zêzere, sofreu uma subida impressionante das águas, que ultrapassou os 12 metros. Casas e lojas foram submersas, forçando os habitantes a fugir e a ser resgatados através de janelas e telhados. 
  • Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes): Conhecida como uma "terra mártir" das inundações, viu as águas ameaçarem seriamente as infraestruturas ferroviárias locais. 
  • Destruição Agrícola: Os campos agrícolas e as lezírias de Almeirim, Chamusca, Benavente, Salvaterra e Coruche ficaram inteiramente alagados. As searas de inverno que prometiam colheitas abundantes foram totalmente aniquiladas pela permanência prolongada da água
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  •  Embora sem relevância no presente livro  regista-se o seguinte: 
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  • Impacto noutros Rios: O Mondego e o Sizandro
    O fenómeno de saturação do solo e a precipitação contínua não se limitaram à bacia do Tejo:
    • Rio Mondego: O Anuário dos Serviços Hidráulicos publicou um estudo específico sobre as cheias deste rio em 1935/1936 (da autoria de H. Ruas). O Mondego manteve caudais instantâneos máximos muito elevados, gerando inundações severas e prolongadas nos campos de Coimbra. 
    • Rio Sizandro (Torres Vedras): Este curso de água, que habitualmente seca ou reduz-se a um fio de água no verão, transbordou de forma inédita, cobrindo por completo as várzeas das suas margens e forçando o abandono das habitações na zona baixa da vila.
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AS ORIGENS DOS APELIDOS DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS

 

Autor. Manuel de Sousa

Editor. SporPress.

1ª edição. Ano de 2001 




Quem não teve já curiosidade em saber de onde deriva o apelido que usa ou de onde provém a sua família? É para responder a essa natural curiosidade que o autor publica o trabalho. Registando mais de mil apelidos, dos mais vulgares aos mais raros, esta obra procura interessar vastas camadas de público na pesquisa genealógica que pode, na generalidade, ser realizada por qualquer pessoa, bastando, como ponto de partida, uma certidão de baptismo ou um registo de nascimento.

Edição muito cuidada, graficamente muito atrativa, ilustrada em folhas à parte com reprodução a cores dos brasões de armas dos apelidos fixados no texto. Cartonagem editorial.


UMA TREPA HISTÓRICA

 



Autor. José D'Arruela

1ª edição. Ano de 1942

 

ARRUELA, JOSÉ DE (1942) UMA TREPA HISTÓRICA. COIMBRA: COIMBRA EDITORA. DE 24X16 CM. COM XL. 127-262 PÁGS. 








Compila a polémica entre José d’Arruela, natural de Ovar, advogado e membro do Partido Monárquico, com Alfredo Pimenta, natural de Guimarães, escritor e historiador, sobre a aliança entre Portugal e a Inglaterra, a Primeira Guerra-Mundial, a Alemanha, e as colónias Portuguesas.

Contém a transcrição de correspondência entre o autor e várias personalidades ligadas à literatura, história, e política Nacional, assim como notas e artigos diversos.

“...As novas falsidades de História, perpetradas pelo snr. Alfredo Pimenta. Mente quando atribui a Barros Gomes a concepção do Mapa Côr-de-Rosa. Mente, e falsifica, quando cita as obras do snr. Marques de Lavradio. Mente quando atribui a Portugal a iniciativa da fatal Conferência de Berlim. Mente quando nega ter sido a Alemanha a principal animadora da criação do Estado Independente do Congo. Mente quando atribui à Inglaterra a oferta à Alemanha de qualquer colónia Portuguesa. Mente no que se refere à Convenção Anglo-Alemã de 1914. Mente quando nega que foi na Conferência de Berlim que se estabeleceu, como Direito Internacional, o princípio de ocupação «bona-fide». Mente quando nega a Bismark o papel de árbitro da Europa depois de 1870. Mente quando afirma que o escritor Raczynsky é alemão...”