Autor. C. F. Buys.
E em " estudo " por Edgar Luiz Schneider
Edição da Livraria do Globo, nº 554.
Ano de 1934.
Acervo de livros, quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, revistas e papéis de valor, entre outros objetos.
Autor. C. F. Buys.
E em " estudo " por Edgar Luiz Schneider
Edição da Livraria do Globo, nº 554.
Ano de 1934.
Textos de: Tomás de Figueiredo, Ferreira da Costa, Fernand Lambert e Jules Gérard.
Tradução de Maria Adelaide Couto Viana
Nº da Ed. 926 . Lisboa - 1975
Um admirável espectáculo: seis javalis - entre os cinquenta e cinco e os noventa quilos -, dois veados novos, uma dezena de perdigões e quinze lebres. Muito honroso para seis espingardas ! Pessoalmente, não me portei nada mal. (... ) *
Breve extrato do texto inicial da autoria de Fernand Lambert
Autor. Paul Boyer
Título original. La Chasse en 10 leçons
Tradução de Ana Cristina Pinto
Hachette, 1973
Publicações Europa - América
A caça: uma carnificina ! É o que proclamam os seus detractores, não deixando de acrescentar que os caçadores só pensam em matar, indiscriminadamente, os pobres animais indefesos. Pois bem, não têm razão ! Quando devidamente compreendida, a caça é, e deve ser sempre, um desporto. Vamos, ao longo desta primeira lição, dizer-vos porquê. *
* Breve extrato da parte inicial do livro
Autor da presente obra. Mário da Costa Roque
Edição da Fundação Calouste Gulbenkian. Centro Cultural Português. Paris ano de 1979
Inserido na colecção. Fontes Documentais Portuguesas, sendo este o tomo XII.
O mais estimado e completo trabalho sobre as pestes medievais, sobretudo no que respeita a Portugal, com reprodução em fac-símile do «Regimento ― Proueytoso contra ha Pestenença» w ilustrado em folhas à parte com mais de três dezenas de gravuras.
Do índice, alguns capítulos:
«Problemas das pestes antigas»; «A peste deixada por viajantes indemnes»; «As grandes epidemias»; «Epidemias duradouras sem mortandades»; «As pestes medievais europeias»; «A peste negra na Europa»; «Origem asiática da peste negra»; «A Europa que recebeu a peste negra»; «A peste negra em Portugal»; «Início e duração da peste negra em Portugal»; «A peste em Portugal no século XV»; «A defesa do país, medidas de higiene, de profilaxia e de polícia Sanitária»; «Os enterros dos pestosos»; «O papel dos santos medievais na protecção contra os assaltos da epidemia»; São Sebastião; O Culto de São Sebastião como santo protector contra a epidemia»; «O Culto de São Roque como santo protector contra a epidemia»; «Grupos de Santos antipestosos»; […].
1ª edição. Lisboa * Imprensa Nacional * Ano de 1938
Livro valorizado por uma dedicatória assinada pelo autor.
Autor. Manuel de Sousa
Editor. SporPress.
1ª edição. Ano de 2001
Quem não teve já curiosidade em saber de onde deriva o apelido que usa ou de onde provém a sua família? É para responder a essa natural curiosidade que o autor publica o trabalho. Registando mais de mil apelidos, dos mais vulgares aos mais raros, esta obra procura interessar vastas camadas de público na pesquisa genealógica que pode, na generalidade, ser realizada por qualquer pessoa, bastando, como ponto de partida, uma certidão de baptismo ou um registo de nascimento.
Edição muito cuidada, graficamente muito atrativa, ilustrada em folhas à parte com reprodução a cores dos brasões de armas dos apelidos fixados no texto. Cartonagem editorial.
1ª edição. Ano de 1942
ARRUELA, JOSÉ DE (1942) UMA TREPA HISTÓRICA. COIMBRA: COIMBRA EDITORA. DE 24X16 CM. COM XL. 127-262 PÁGS.
Compila a polémica entre José d’Arruela, natural de Ovar, advogado e membro do Partido Monárquico, com Alfredo Pimenta, natural de Guimarães, escritor e historiador, sobre a aliança entre Portugal e a Inglaterra, a Primeira Guerra-Mundial, a Alemanha, e as colónias Portuguesas.
Contém a transcrição de correspondência entre o autor e várias personalidades ligadas à literatura, história, e política Nacional, assim como notas e artigos diversos.
“...As novas falsidades de História, perpetradas pelo snr. Alfredo Pimenta. Mente quando atribui a Barros Gomes a concepção do Mapa Côr-de-Rosa. Mente, e falsifica, quando cita as obras do snr. Marques de Lavradio. Mente quando atribui a Portugal a iniciativa da fatal Conferência de Berlim. Mente quando nega ter sido a Alemanha a principal animadora da criação do Estado Independente do Congo. Mente quando atribui à Inglaterra a oferta à Alemanha de qualquer colónia Portuguesa. Mente no que se refere à Convenção Anglo-Alemã de 1914. Mente quando nega que foi na Conferência de Berlim que se estabeleceu, como Direito Internacional, o princípio de ocupação «bona-fide». Mente quando nega a Bismark o papel de árbitro da Europa depois de 1870. Mente quando afirma que o escritor Raczynsky é alemão...”