Organizo e divulgo, aqui, no blogue, algum do meu acervo.Quadros, esculturas, pintura, manuscritos, postais, fotografias, entre outros objetos. Preservo livros, revistas e papéis de valor. Separo, guardo, e deles obtenho informações. No que respeita às antiguidades procuro ser um colecionador e estudioso do passado.

27/09/2024

ABCedário da GRAVATA

 

Autor. François Chaille

Tradução. Ana Barradas e Manuela Pena Gomes

Edição portuguesa para o Jornal Público. Ano 2000

Desde que as profundas mudanças sociais e culturais dos anos 60 e 70 modificaram sensivelmente os códigos de vestuário, a gravata - com poucas excepções - deixou de ser uma obrigação para o homem. Para muitos dos que a usam, a menos triste das peças da indumentária masculina tornou-se uma fonte de prazer. Prazer de um belo tecido, mas sobretudo prazer de se exprimir, de comunicar aos outros, com todos os matizes que se impõem, a verdade profunda ou passageira da alma de cada um. ( ... ) *