Adágio: o adagium latino formou-se a partir de ad' + aio, tendo o " aio " o significado de, entre outros ; o « dizer que sim » « afirmar » « estatuir » « afirmar » e mesmo « determinar » isto é, algo a que é preciso dar a maior atenção.

15/06/2026

« O HOMEM E A HORA SÃO UM SÓ » A DINASTIA DE AVIS

 

Coordenação Técnica. Rosalina Branca da Silva Cunha

Colaboração de. Carlos Augusto Gonçalves Estorninho

1ª Edição. Ano de 1983

Editor. Presidência do Conselho de Ministros

Co - edição: de Comissariado para a XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura e Imprensa Nacional/ Casa da Moeda


A frase "o homem e a hora são um só" pertence à célebre obra "Os Descobrimentos Portugueses e a Europa do Renascimento: O Homem e a Hora São um Só – A Dinastia de Avis". O livro é o catálogo oficial da XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura, publicada em 1983 pela Presidência do Conselho de Ministros. 
Sobre a Obra e a Dinastia
Este trabalho histórico e artístico debruça-se sobre a ascensão da Dinastia de Avis (que governou Portugal entre 1385 e 1580). O período ficou marcado pela Revolução de Avis e pela Era dos Descobrimentos, transformando profundamente o território nacional.
Enquadra-se conceptualmente na mística da "hora" providencial e do "tempo" em que a vontade humana se alinhou com o destino global de Portugal.
 Faltam-me " Abre-se a Terra em Sons e Cores "  " As Descobertas e o Renascimento, Formas de Coincidência e de Cultura - Museu de Arte Antiga.  Esta obra compõe-se por 2 volumes  
 

05/06/2026

CASCAIS. MEMÓRIAS E PERCURSOS

 

Autor. Ferraz & Azevedo

Edição. Ferraz & Azevedo

1ª edição. Ano de 2003 


Cascais é uma antiga vila de pescadores que se transformou no retiro aristocrático de reis e refúgio internacional. A sua identidade única cruza tradições locais, as vivências retratadas na obra clássica Memórias da Linha de Cascais e percursos contemporâneos que valorizam a sua herança marítima e cultural.
Para conhecer a verdadeira alma "cascaense", pode seguir estes percursos e memórias: 
 O Percurso dos Museus e Memórias
  • Bairro dos Museus: Concentra vários espaços culturais de relevo, com destaque para a Casa-Museu de Santa Maria, o Farol-Museu de Santa Marta e o Museu Condes de Castro Guimarães. [
  • Cidadela de Cascais: Um complexo histórico-militar fortificado que hoje é um vibrante polo de arte e hotelaria.
  • Casa das Histórias Paula Rego: Um espaço arquitetónico distinto desenhado por Eduardo Souto de Moura, que guarda a obra da famosa pintora portuguesa.
 O Percurso da Beira-Mar
  • Paredão de Cascais: Um passeio pedonal à beira-mar com cerca de 2,5 km de extensão, que liga a vila à praia de São João do Estoril. Ideal para caminhadas com a brisa atlântica.
  • Baía de Cascais e Praia da Ribeira: O coração tradicional da vila, outrora o ancoradouro dos pescadores.
  • Boca do Inferno: Uma impressionante formação rochosa esculpida pelo mar, outrora cenário de lendas e memórias românticas locais. 
 Vias Emblemáticas e Vivências
  • Rua Amarela: Conhecida localmente como Yellow Street, é o ponto ideal para percursos gastronómicos, com várias esplanadas e restaurantes onde se destaca o marisco fresco. 
  • Mercado da Vila: Um espaço renovado onde as memórias do comércio tradicional encontram produtos frescos, bancas de flores e eventos locais

USOS E COSTUMES DO BARROSO

 

Autores. Barroso da Fonte e António Fontes

2ª edição. Fevereiro de 2005

Âncora Editora- Lisboa 

Os usos e costumes do Barroso (região de Trás-os-Montes, correspondente ao concelho de Montalegre e arredores) são um relicário etnográfico ímpar. Caracterizam-se por um forte comunitarismo agrário, uma profunda ligação à terra e práticas ancestrais que sobreviveram à passagem dos séculos.

 Nascida da consciência que é, num mundo actual em constante evolução, preservar e transmitir às gerações futuras as tradições dos seus antepassados, esta reedição de Usos e Costumes de Barroso, retornada à estampa mais de 30 anos após a sua primeira edição, apresenta-se como a continuidade natural do trabalho que tem sido realizado na preservação da cultura barrosã. A primeira edição, lançada em 1972, surgiu da intenção de incutir outro alcance para o saber que se tinha distribuído em artigos dispersos pela imprensa regional, reunindo os estudos de Barroso da Fonte, António Fontes e Alberto Machado sobre a etnografia e antropologia da região do Barroso numa obra com o alcance espacial e temporal que o livro faculta.

Pareceu-nos ser importante a reedição deste Usos e Costumes de Barroso primeiro, para que possa estar novamente disponível aos interessados pela cultura barrosã, esgotada que está há muito a primeira edição; segundo, porque este trabalho é em si um documento que permite ao leitor aceder a uma imagem da realidade barrosã do fim dos anos 60. Apresentam-se assim, na íntegra, os estudos publicados em 1972. Procurando valorizar o conteúdo presente nesta nova edição, foram incluídos estudos recentes sobre aspectos essenciais da cultura tradicional barrosã, com um claro realce para a tradição oral. A própria linguagem do livro é fácil de acompanhar e, ao correr da pena, vamos encontrando no discurso a «fala» das gentes de Barroso em toda a sua originalidade. A cultura da terra, as formas de sociabilidade que propicia (o reconhecido comunitarismo barrosão) manteve um papel central nesta edição transmitindo ao leitor usos e costumes celebrados, como são as famosas chegas de bois ou as insólitas eiras de bosta.

MUTANTES. Forma, Variações e Erros do Corpo Humano.

 

Autor. Armand Marie Leroi

Título original. On the Form, Varieties and Errors of the Human Body.

Tradução. Jorge Lima.

Gradiva Publicações.S.A.

1ª Edição. Maio de 2009 


"MUTANTES: Forma, Variações e Erros do Corpo Humano" é um livro marcante do biólogo e geneticista Armand Marie Leroi. A obra explora a biologia do desenvolvimento e a genética, analisando as anomalias congénitas, a evolução humana e a diversidade física através da ciência e de relatos históricos.
O livro foca-se em temas como:
  • Origem da Diversidade: Explica como pequenas alterações no ADN durante o desenvolvimento embrionário dão origem à nossa vasta diversidade de formas e tamanhos.
  • Erros de Desenvolvimento: Analisa condições médicas, malformações e doenças genéticas raras, como o nanismo, o albinismo e a sirenomelia.
  • Perspetiva Histórica e Bioética: Aborda o historial de como a sociedade tem encarado as pessoas com variações físicas extremas, desde o fascínio em feiras de aberrações até à compreensão clínica moderna.
O exemplar combina genética rigorosa com uma reflexão profunda sobre o que consideramos "normal" ou "anormal" no corpo humano

A VIDA MISTERIOSA DOS CADÁVERES

 

Autora. Mary Roach

Titulo da edição original. Stiff - The Curious Lives of Human Cadavers

2023 by Mary Roach

Tradução. Marcelo Oliveira

1ª edição. Setembro de 2006

Edição -A Esfera dos Livros. Lisboa 

A morte não tem necessariamente que ser aborrecida. É isso que nos mostra A Vida Misteriosa dos Cadáveres. Num tom por vezes perturbador, na maioria das vezes irónico e humorístico, a autora avisa que não se trata de desrespeitar os mortos, mas sim de contar a história dos feitos notáveis que alguns corpos, ou partes
deles, conseguiram alcançar depois de mortos.

02/06/2026

ENCICLOPÉDIA ILUSTRADA DA HUMANIDADE.

 

 Publicações iniciadas em Junho de 1995 e concluídas em Dezembro de 1996.

10 Volumes de 31,x24 cm. Com 127, [i]; 127, [i]; 128; 127, [i]; 128; 128; 128; 128; 128; 128 págs. Encadernações do editor com gravações a ouro nas lombadas e sobrecapas de protecção. Profusamente ilustrados com fotografias a cores.


Os volumes desta colecção têm os seguintes títulos: 


Vol. 1 - O Amanhecer da Humanidade: Os Primeiros Homens;
Vol. 2 - Para lá de África: As Primeiras Migrações;
Vol. 3 - Da Pedra ao Bronze: Caçadores, Recolectores e Primeiros Agricultores;
Vol. 4 - Povos da Idade da Pedra: Oceânia, Ásia e América;
Vol. 5 - Berços da Civilização: Mesopotâmia, Egipto e Ásia;
Vol. 6 - 
( Em falta ) Estados e Sociedades: Civilizações da Europa e da África;
Vol. 7 - Incas, Malas e Astecas: Civilização Pré-Colombiana;
Vol. 8 - Imperadores e Caciques: Pacífico, Ásia e o Choque de Culturas;
Vol. 9 - Sobrevivência no Mundo Moderno: Povos da Ásia, Austrália e Pacífico;
Vol. 10 - O Desafio da Mudança; Povos da África, Américas e Árctico;

O AMANHECER DA HUMANIDADE. Os Primeiros Homens. ( 1º Volume )

 

Responsável pelo texto. Goran Burenhult.

Tradutor. Afonso Carmona Teixeira.

Círculo de Leitores.

Junho de 1995 


PARA LÁ DE ÁFRICA. As Primeiras Migrações. ( 2º Volume )

 

Responsável pelo texto. Goran Burenhult

Tradutor. Afonso Carmona Teixeira.

Círculo de Leitores.

Abril de 1995 


DA PEDRA AO BRONZE. Caçadores, Recolectores e Primeiros Agricultores. ( 3º Volume )

 

Responsável pelo texto. Goran Burenhult

Tradutor. Afonso Carmona Teixeira.

Círculo de Leitores.

Julho de 1995 


POVOS DA IDADE DA PEDRA. Oceânia, Ásia e América. ( 4º Volume )

 

Responsável pelo texto. Goran Burenhult

Tradutor. Afonso Carmona Teixeira

Círculo de Leitores.

Agosto de 1995 









Nota. No índice remissivo as páginas nº 125 e 127 apresentam ligeiros danos no plano superior das mesmas mas que em nada afectam o texto.

BERÇOS DA CIVILIZAÇÃO. Mesopotâmia, Egipto e Ásia ( 5º Volume )

 

Responsável pelo texto. Goran Burenhult.

Tradutor. Álvaro Augusto Fernandes

Círculo de Leitores

Dezembro de 1995 


ESTADOS E SOCIEDADE. ( 6º Volume )

 Falta este nº  na minha na colecção.


INCAS, MAIAS E ASTECAS. Civilização Pré - Colombiana. ( 7º Volume )

 

Responsável pelo texto. Sheena Coupe.

Tradutor. Elisa Batista

Círculo de Leitores

Maio de 1996 


IMPERADORES E CACIQUES. Pacífico, Ásia e o Choque de Culturas. ( 8º Volume )

 

Responsável pelo texto. Sheena Coupe

Tradutor. Elisa Batista

Circulo de Leitores.

Agosto de 1996 


SOBREVIVÊNCIA NO MUNDO MODERNO. Povos da Ásia, Austrália e Pacífico. (9º Volume )

 

Responsável pelo texto. Sheena Coupe

Tradutor. Álvaro Augusto Fernandes.

Circulo de Leitores. Agosto de 1996 


O DESAFIO DA MUDANÇA Povos da África, Américas e Árctico. ( 10º Volume )

 

Autor. Goran Burenhult

Titulo original.The Illustrated History of Humankind 

Copyright - 1994.  Weldon Owen Pty Limited / Bra Bocker AB

Tradutor. Álvaro Fernandes 

Círculo de Leitores. Dezembro de 1996 

 

25/05/2026

A VIOLÊNCIA POLÍTICA

 

Autora. Suzanne Labin

Título original. La Violence Politique

Editions France-Empire,1978

Edição portuguesa. Lello & Irmão. Abril de 1981 


A violência política engloba qualquer ato, agressão ou ameaça — física, psicológica ou simbólica — utilizada para coagir, silenciar ou atingir objetivos de poder. Manifesta-se através de guerras, repressão de Estado ou ataques de extremistas, afetando a estabilidade democrática e os direitos humanos. 
1. Formas de Manifestação
  • Violência de Estado: Uso da força por entidades governamentais contra cidadãos ou outros países, incluindo brutalidade policial, terrorismo de Estado e guerras.
  • Atores Não Estatais: Ações de grupos extremistas, terroristas ou rebeldes para desestabilizar governos ou aterrorizar civis. 
  • Violência Institucional e Civil: Agressões e intimidações contra líderes partidários, ativistas ou eleitores durante disputas eleitorais. 
2. Violência Política de Género
Uma das vertentes mais debatidas na atualidade é a violência direcionada a mulheres na política.
  • Objetivo: Excluir, silenciar ou descredibilizar mulheres para limitar o seu acesso ao poder e participação cívica.
  • Práticas comuns: Difamação, perseguição online, ameaças, insultos com viés de género e exclusão de debates.
3. Impacto na Sociedade
A banalização deste fenómeno reduz a pluralidade da representação e fomenta um clima de medo. Quando o conflito legítimo e democrático se transforma em violência física ou retórica agressiva, o debate público é severamente comprometido, ameaçando o livre exercício dos direitos fundamentais

BIZÂNCIO E EUROPA

 

Autor. Speros Vryonis

Este livro foi publicado originalmente por Thames And H, Hudson - Londres com o título "Byzantium And Europe" 

Copyright by Thames and Hudson, 1967

Edição portuguesa: Editorial Verbo 

Tradução de Tomé Santos Júnior

Revisão científica do dr. António Gonçalves Mattoso.

Nº da edição - 481 


Bizâncio (Império Romano do Oriente) foi o grande guardião da herança clássica europeia. Enquanto a Europa Ocidental colapsava com as invasões germânicas, Constantinopla manteve a civilização greco-romana e a fé cristã vivas por mil anos. O seu legado formativo abrange pilares centrais da identidade europeia: 
  • Direito e Justiça: O imperador Justiniano compilou o Direito Romano no Corpus Juris Civilis, que serve de alicerce para grande parte dos sistemas jurídicos modernos na Europa. 
  • Bastião de Defesa: Funcionou como um escudo, contendo as investidas de persas, árabes e, posteriormente, turcos otomanos contra o continente.
  • Influência Cultural e Religiosa: Através da expansão da Igreja Ortodoxa, Bizâncio moldou profundamente a cultura, a escrita e as instituições de grande parte do Leste Europeu (como a Rússia, Bulgária e Sérvia). 
  • Renascimento: Após a queda de Constantinopla em 1453, a fuga de sábios bizantinos para o Ocidente trouxe textos clássicos gregos originais que impulsionaram o Renascimento europeu

DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO

 

Autor. John Reed

Com uma nota introdutória de V.I. Lénine. Um prefácio de N.K. Krúpskaia e uma introdução john Howard Lawson  

1967 - By International Publishers

Editor. Edições Avante 5ª edição. 

Lisboa. 19 de Julho de 1982 

 

Os Dez Dias que Abalaram o Mundo é uma reportagem sobre os frenéticos dias que se viveram na Rússia em 1917, desde o fim do czarismo, passando pelo governo provisório de Kerenski, até ao triunfo da revolução social bolchevique. Disponibiliza vários documentos - decretos, proclamações, panfletos, etc. -, apresenta vários testemunhos dos soldados na frente de guerra, dá voz ao povo anónimo - soldados, operários e camponeses - e aos mais proeminentes líderes das várias fações e partidos políticos - dos bolcheviques aos conservadores -, assim como relata algumas das mais interessantes e difíceis discussões por que passou o processo revolucionário.